BRPI0616819A2 - método para a produção de uma placa para impressão litográfica - Google Patents
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Abstract
MéTODO PARA A PRODUçãO DE UMA PLACA PARA IMPRESSãO LITOGRáFICA. é descrito um método para a produção de uma placa para impressão litográfica, compreendendo as etapas de: (a) prover um precursor de placa de impressão litográfica compreendendo (i) um suporte que possui uma superfície hidrofílica ou que está provido com uma camada hidrofílica, (ii) um revestimento sobre o suporte compreendendo uma camada foto polimerizável e, opcionalmente, uma camada intermediária entre a camada foto polimerizável e o suporte, em que a camada foto polimerizável compreende um composto polimerizável, um iniciador de polimerização e um ligante, (b) expor o revestimento a uma imagem em um compositor de placa, (c) aquecer o precursor em uma unidade de pré-aquecimento dentro de um período de tempo menor do que 10 minutos após a etapa (b), (d) tratar o precursor em uma unidade ou estação de gomagem, compreendendo pelo menos uma unidade de gomagem, pelo que uma solução de goma e aplicada ao precursor, desse modo removendo do suporte áreas não expostas da camada foto polimerizável e gomando a placa em uma única etapa.
Description
MÉTODO PARA A PRODUÇÃO DE UMA PLACA PARA IMPRESSÃO
LITOGRÁFICA.
CAMPO DA INVENÇÃO
A presente invenção está relacionada a um métodopara produzir uma placa para impressão litográfica em queum precursor de placa de impressão de foto polímero deimagem negativa é exposto a uma imagem, aquecido em umaunidade de pré-aquecimento dentro de um período menor que10 minutos após a exposição à imagem e tratado com umasolução de goma em uma estação de gomagem, pelo que a placaé revelada e gomada em uma única etapa.
EMBASAMENTO DA INVENÇÃO
Na impressão litográfica, um chamado "master" oumatriz ,de impressão, tal como uma placa de impressão, émontado sobre um cilindro da prensa. A matriz contém umaimagem litográfica sobre sua superfície e uma cópiaimpressa é obtida pela aplicação de tinta à imagem, seguidapor transferência da tinta do master para um materialreceptor, o qual é tipicamente papel. Na impressãolitográfica convencional, também designada como "úmida" ou"via úmida", a tinta, bem como uma solução fonte aquosa(também denominada como líquido umectante), são alimentadasà imagem litográfica, a qual consiste de áreas oleofílicas(ou hidrofóbicas, isto é, que aceitam a tinta mas repelem aágua), bem como áreas hidrofílicas (ou oleofóbicas, isto é,que aceitam água e repelem tinta). Na chamada impressão"driográfica", a imagem litográfica consiste de áreasreceptoras de tinta e áreas repelentes à tinta, e durante aimpressão driográfica somente a tinta é alimentada àmatriz.
As matrizes ou masters de impressão são de ummodo geral obtidos pelo chamado método de computador parafilme (CtF - Computer to Film), em que várias etapas pré-impressão, tais como a seleção de tipo e tamanho da fonte,escaneamento, separação de cores, filtração, trapping,layout e superposição, são efetuadas digitalmente e cadaseleção de cor é transferida para um filme para artesgráficas usando-se um compositor de imagens. Após oprocessamento, o filme pode ser usado como uma máscara paraa exposição de um material de imageamento denominado comoprecursor de placa e após o processamento da placa, éobtida uma placa de impressão que pode ser usada como ummaster.. Desde cerca de 1995, o chamado método "computadorpara placa" (CtP) ganhou muito interesse. Tal método,também denominado como "direto para placa", evita a criaçãode um filme pois o documento digital é transferidodiretamente para um precursor de placa de impressão pormeio de um chamado compositor de placa. Um precursor deplaca de impressão para o CtP é freqüentemente designadocomo uma placa digital.
As placas digitais podem ser, grosso modo,divididas em três categorias: (i) placas de prata, quefuncionam de acordo com o mecanismo de transferência pordifusão do sal; (ii) placas de foto polímero, que contêmuma composição foto polimerizável que endurece quando desua exposição à luz; e (iii) placas térmicas, cujomecanismo de imageamento é acionado por calor ou porconversão luz para calor. As placas térmicas sãosensibilizadas principalmente para lasers infravermelho comemissão em 830 nm ou 1064 nm. Os foto polímeros podem sersensibilizados para luz azul, verde ou vermelha (isto é, afaixa de comprimentos de onda entre 450 e 750 nm) , para luzvioleta (isto é, a faixa de comprimentos de onda entre 350e 450 nm) , ou para luz infravermelho (isto é, a faixa decomprimentos de onda entre 750 e 1500 nm). As fontes laservêem sendo cada vez mais usadas para expor um precursor deplaca de impressão que está sensibilizado para umcomprimento de onda correspondente de laser. Tipicamente,podem ser usados um laser de Ar (488 nm) ou um laser FD-YAG(532 nm) para expor uma placa de foto polímerosensibilizado para a luz visível. A ampla disponibilidadede diodos de laser azul ou violeta de baixo custo,originalmente desenvolvidos para armazenamento de dados pormeio de DVD, permitiu a produção de compositores de placasoperando em comprimentos de onda mais curtos. Maisespecificamente, foram produzidos lasers de semicondutorescom emissão de 350 a 450 nm usando-se um material deIn/Ga/N. Podem também ser usados um diodo de laserinfravermelho, emitindo em torno de 830 nm, ou um laser Nd-YAG emitindo em torno de 1060 nm.
Tipicamente, uma placa de foto polímerocompreende um suporte, um revestimento foto polimerizável eum revestimento de topo ou "overcoat". 0 revestimento fotopol imerizável compreende um composto polimerizável, uminiciador de polimerização e um ligante, enquanto oovercoat usualmente compreende um ligante de álcoolpolivinílico para retardar a penetração de oxigênio norevestimento. Quando da exposição à imagem, radicais livresformados pelo iniciador não são desativados pelo oxigênio epodem dar início à reticulação e/ou polimerização docomposto polimerizável, resultando no endurecimento ou curadas áreas expostas. O precursor exposto é usualmenteprocessado em um revelador alcalino possuindo um pH acimade 10, pelo que o overcoat e o revestimento fotopolimerizável nas áreas não expostas são solubilizados nasolução do revelador. A US 2004/0 131 974 descreve ummétodo para a produção de tal placa para impressãolitográfica no qual, após a exposição à imagem, o overcoaté removido com água em uma etapa de pré-lavagem, resultandoem uma redução da formação de sedimentos na soluçãoalcalina de revelação, o que impede a formação de manchasnas partes não imageadas.
Atualmente, a maioria das placas litográficascomerciais demandam um processo de gomagem adicional apósas placas expostas serem reveladas e antes que sejamcolocadas na prensa, de modo a proteger a placa contra contaminação, por exemplo por oxidação, impressõesdigitais, gorduras, óleo, ou pó, ou contra danos, porexemplo por arranhões durante o manuseio da placa. Taletapa de gomagem adicional não é conveniente para o usuáriofinal, pois ela é uma etapa demorada e que demanda um posto de gomagem adicional.
O documento WO 02/101 469 descreve um método paraprocessamento de um elemento imageável útil como umprecursor de placa para impressão litográfica que pode serrevelado em meio alcalino, em que o elemento é revelado e gomado com uma solução reveladora / de gomagem aquosaalcalina que compreende um composto poli-hidroxilicosolúvel em água que possui uma estrutura especifica.
O documento EP 1 342 568 descreve um método paraa produção de uma placa para impressão litográfica sensívelao calor, em que o precursor de imageamento aquecido,compreendendo um revestimento de partículas de polímerotermoplástico hidrofóbicas que coalescem sob aquecimento, érevelado por meio de uma solução de goma. Uma modalidadeprática para tal tipo de placas de impressão foiintroduzido pela Agfa sob a marca comercial Azura.
Nos documentos US 6 027 857, US 6 171 735, US 6420 089, US 6 071 675, US 6 245 481, US 6 387 595, US 6 482571, US 6 576 401 e US 6 548 222, é descrito um método paraa preparação de uma placa para impressão litográfica em queuma placa de foto polímero, após a exposição a uma imagem,é montada em uma prensa e processada na prensa para aaplicação de tinta e fonte para remover do suporte as áreasnão expostas. Além disso, os documentos US 2003/16 577 e US2004/13 968 descrevem um método em que uma placacompreendendo uma camada foto polimerizável pode serprocessada em um processamento em prensa com fonte outinta, ou com um revelador aquoso não alcalino. Um compostopromotor de adesão também pode ser adicionado ao precursorde placa de impressão para melhorar a capacidade derevelação do processamento em prensa e para melhorar adurabilidade da placa no processo de impressão.
Tipicamente, tais compostos apresentam uma ligaçãoetilenicamente insaturada e um grupo funcional capaz deadsorção à superfície do suporte. Outros compostos epolímeros podem ser usados como um composto promotor daadesão. O composto pode estar presente na camada fotopolimerizável ou em uma camada intermediária entre osuporte e a camada foto polimerizável, tal como descritonos documentos EP 851 299, EP 1 091 251, US 2004/214 105,EP 1 491 356, US 2005/39 620, EP 1 495 866, EP 1 500 498,EP 1 520 694 e EP 1 557 262.
Um primeiro problema associado ao processamentoem prensa de tais placas de impressão de foto polímeroconsiste da ausência de estabilidade à luz do dia, isto é,a imagem não é estável antes do processamento e, portanto,a placa exposta deve ser processada dentro de um curtoperíodo após a exposição. No entanto, dado que oprocessamento em prensa não é possível durante um trabalhode impressão, o usuário final deve aguardar até que otrabalho de impressão anterior tenha sido completado antesque a placa exposta possa ser montada na prensa eprocessada. Como resultado, a exposição da placa para otrabalho de impressão seguinte deve ser retardada atéimediatamente antes da finalização do trabalho de impressãoanterior, de modo a evitar que a placa não processada sejaafetada pela luz ambiente. Alternativamente, a placaexposta deve ser mantida sob condições seguras no que dizrespeito à luz; isto porém, novamente, reduz a facilidadede uso e conveniência normalmente associadas, por exemplo,às placas de foto polímero sensíveis ao violeta einfravermelho.
Um segundo problema ainda não solucionado natécnica anterior das placas de foto polímero que podem serprocessadas na prensa consiste da ausência de uma imagem visível entre a exposição e o processamento. Apesar de serconhecido o recurso de se adicionar um corante aorevestimento foto sensível, de forma a se obter uma imagemvisível após a remoção das áreas não expostas dorevestimento pelo processamento, isto não permite distinguir uma placa exposta de uma placa não expostaimediatamente após a exposição à imagem, muito menosinspecionar a qualidade da imagem após a exposição, pois aimagem visível somente é revelada após o processamento naprensa. Ademais, as placas que podem ser processadas na prensa normalmente não contêm um corante, pois a remoção naprensa das áreas não impressoras do revestimento podecausar contaminação da solução fonte e/ou da tinta, podendoser necessário um número inaceitável de cópias impressasantes que a contaminação pelo corante tenha desaparecido.
Um terceiro problema associado com oprocessamento na prensa com fonte e tinta é o de umalimpeza insuficiente das áreas não expostas.
No pedido de patente não publicadoPCT/EP/2005/052 298, depositado em 18 de maio de 2005, é descrito um método para a produção de uma placa paraimpressão litográfica em que o precursor exposto à imagem érevelado com uma solução de gomagem.
Resumo da InvençãoConstitui um objetivo da presente invenção proverum método para a produção de uma placa para impressãolitográfica por meio de um precursor de placa de fotopolímero, o qual é visto pelo usuário como um método quenão requer uma etapa de processamento e em que a placaexposta pode ser mantida na luz ambiente durante um tempoilimitado antes de ser montada na prensa. Tal objetivo éalcançado pelo método definido na reivindicação 1, quepossui a característica específica de que o precursor deplaca exposto à imagem é aquecido em uma unidade de pré-aquecimento dentro de um período de tempo menor que 10minutos após a exposição à imagem, sendo tratado com umasolução de goma em uma estação de gomagem compreendendopelo menos uma unidade de gomagem, pelo que a placa ouchapa é revelada e gomada em uma única etapa. Uma vez que aplaca é revelada e gomada, a imagem litográfica não podemais ser afetada pela luz ambiente. Ao contrário, umaexposição adicional à luz do dia iria apenas aumentar ograu de polimerização das áreas expostas, isto é, iráreforçar, em lugar de deteriorar, a imagem. Além disso, aRequerente observou que, pelo aquecimento do precursor emuma unidade de pré-aquecimento dentro de um período detempo menor que 10 minutos após a exposição à imagem, aestabilidade da imagem latente é melhorada, resultando nareprodução de imagens de alta resolução.
Constitui outro objetivo da presente invençãopropiciar um método para a produção de uma placa paraimpressão litográfica por meio de um precursor de placa defoto polímero, o qual é visto pelo usuário como um métodoque não requer uma etapa de processamento e em que a placaexposta pode ser mantida na luz ambiente durante um tempoilimitado antes de ser montada na prensa, e em que éprovida uma imagem visível antes da montagem da placa naprensa. Tal objetivo é alcançado pela adição de um coranteao revestimento da placa de foto polímero. Dado que asáreas não impressoras do revestimento são removidas nasunidades de gomagem, não existe risco de contaminação dasolução fonte ou da tinta durante o início do trabalho deimpressão.
Outras modalidades específicas da invenção estãodefinidas nas reivindicações dependentes.
Descrição Detalhada da Invenção
De acordo com a presente invenção, é provido ummétodo para a produção de uma placa para impressãolitográfica, compreendendo as etapas de:
(a) prover um precursor de placa de impressãolitográfica compreendendo:
(i) um suporte que possui uma superfíciehidrofílica ou que está provido com uma camada hidrofílica,
(ii) um revestimento sobre o suporte,compreendendo uma camada foto polimerizável e,opcionalmente, uma camada intermediária entre a camada fotopolimerizável e o suporte, em que a camada fotopolimerizável compreende um composto polimerizável, uminiciador de polimerização e um ligante;
(b) expor o revestimento a uma imagem por meio deum laser em um compositor de placa;(c) aquecer o precursor em uma unidade de pré-aquecimento dentro de um período de tempo menor do que 10minutos após a etapa (b);
(d) tratar o precursor em uma unidade ou estaçãode gomagem, compreendendo pelo menos uma unidade degomagem, pelo que uma solução de goma é aplicada aoprecursor, desse modo aplicando uma solução de goma aoprecursor, desse modo removendo do suporte áreas nãoexpostas da camada foto polimerizável e gomando a placa emuma única etapa.
Na presente invenção, o precursor de placa deimpressão é exposto à imagem fora da impressora por meio deum compositor de placa, isto é, um equipamento de exposiçãoa laser adequado para a exposição de um precursor aimagens. O precursor usado no método da presente invenção édo tipo negativo funcional, isto é, as áreas expostas dorevestimento são endurecidas ou curadas. Aqui, o termo"endurecida/o" significa que o revestimento se tornainsolúvel ou não dispersável para a solução de gomagem oque pode ser conseguido através de polimerização e/oureticulação do revestimento.
Após o imageamento, o precursor de placa éaquecido, o que será a seguir designado como "pré-aquecimento", para promover ou acelerar a reação depolimerização e/ou reticulação. Tal etapa de pré-aquecimento é efetuada dentro de um período de tempo menorque 10 minutos, de preferência menor que 5 minutos, maispreferivelmente menos que 1 minutos, ainda maispreferivelmente o pré-aquecimento sendo efetuadoimediatamente após a exposição à imagem, isto é, dentro demenos que 30 segundos. Não existe qualquer limite de tempoantes que o aquecimento possa ser iniciado, porém oprecursor é aquecido tão logo possível após a exposição,usualmente após alguns segundos para o transporte da placapara a unidade de pré-aquecimento e iniciar o processo. Emtal etapa de aquecimento, o precursor é aquecido a umatemperatura de preferência entre 80 0C e 150 0C e duranteum tempo de residência de preferência de 5 segundos a 1minuto. A unidade de pré-aquecimento está de preferênciaprovida com elementos de aquecimento tais como lâmpadas ir,lâmpadas UV, ar aquecido, um cilindro de metal aquecido,etc.
Subseqüentemente à etapa de pré-aquecimento, oprecursor de placa é tratado, isto é, revelado e gomado, emuma estação de gomagem que compreende pelo menos umaunidade de gomagem, de preferência duas unidades degomagem, ou seja uma primeira e uma segunda unidades degomagem. Nas unidades de gomagem, uma solução de gomagem éaplicada ao revestimento do precursor, pelo que as áreasnão expostas da camada foto polimerizável são removidas dosuporte, ficando a superfície hidrofílica do suporte nasáreas não expostas protegidas por adsorção da goma em umaúnica etapa. Quando o precursor é tratado com uma soluçãode goma primeiramente em uma primeira unidade de gomagem esubseqüentemente em uma segunda unidade de gomagem, éobtido um benefício adicional pelo que é reduzida acontaminação da solução de goma da segunda unidade degomagem, pelo que pode ser reduzido ou inibido um aumentoda viscosidade da solução de goma da segunda unidade degomagem e retardada ou inibida a formação de sedimentos nasegunda unidade de gomagem. Isto resulta em uma melhor vidaútil da solução de goma da segunda unidade de gomagem, pelo que tal solução de goma, opcionalmente combinada comregeneração (por exemplo, por filtração) e/ou adição desolução de reposição, pode ser usada para revelar e gomarum maior número de placas o que propicia economia de custose é melhor para o meio ambiente.
A revelação com uma solução de goma apresenta obeneficio adicional de que, devido à goma remanescente naplaca nas áreas não expostas, não é necessária uma etapa degomagem adicional para proteger a superfície do suporte nasáreas não expostas. Como resultado, o precursor éprocessado e gomado em uma única etapa e a imagemlitográfica obtida sobre a placa não será afetada pela luzdo ambiente ou por contaminação.
Na etapa de impressão, a placa é montada sobre ocilindro da platina da prensa de impressão e o processo deimpressão é iniciado.
A solução de goma.
Uma solução de goma consiste tipicamente de umlíquido aquoso que compreende um ou mais compostosprotetores de superfície que são capazes de proteger aimagem litográfica de uma placa de impressão contracontaminação, por exemplo por oxidação, impressõesdigitais, gorduras, óleo, ou pó, ou contra danos, porexemplo por arranhões durante o manuseio da placa. Osexemplos adequados de tais compostos incluem polímeroshidrofilicos formadores de filme ou tenso ativos. A camadaque permanece sobre a placa após o tratamento com a soluçãode goma compreende de preferência entre 0,005 e 20 g/m2 docomposto protetor de superfície, mais preferivelmente entre0,010 e 10 g/m2, ainda mais preferivelmente entre 0,020 e 5g/m2.
Na presente descrição, todas as concentrações decompostos presentes na solução de goma são expressadas naforma de percentuais em peso (% em peso ou % p/p) emrelação à solução de goma pronta para uso, a menos deindicação em contrário. Uma solução de goma pode sernormalmente fornecida na forma de uma solução concentrada,a qual é diluída pelo usuário final com água até umasolução de goma pronta para uso antes de sua utilização deacordo com as instruções do fornecedor, usualmente de 1parte da goma diluída com 1 a 10 partes de água.
Os polímeros preferidos para uso como o compostoprotetor na solução de goma incluem a goma arábica,Pullulan, derivados de celulose tais como a carboxi metilcelulose, carboxi etil celulose, ou metil celulose,(ciclo)dextrina, álcool polivinílico, polivinilpirrolidona, polissacarídios, homo e copolímeros do ácidoacrílico, ácido metacílico ou acrilamida, um copolímero deéter vinil metílico e anidrido malêico, ou um copolímero deestireno e anidrido malêico. São polímeros altamentepreferidos os homo ou copolímeros de monômeros contendogrupos carboxílicos, sulfônicos,ou fosfônicos, ou os saisdos mesmos, por exemplo o ácido (met)acrílico, acetato devinila, ácido estireno sulfônico, ácido vinil sulfônico,ácido vinil fosfônico, ou ácido acrilamido propanosulfônico.
Os exemplos de tenso ativos para uso como oagente protetor de superfície incluem tenso ativosaniônicos ou não iônicos. A solução de goma pode tambémincluir um ou mais dos polímeros hidrofílicos acima como oagente protetor de superfície e, além destes, um ou maistenso ativos para melhorar as propriedades superficiais dacamada revestida. A tensão superficial da solução de goma éde preferência de 20 a 50 mN/m.
A solução de goma compreende de preferência umtenso ativo aniônico cujo grupo aniônico é um grupo deácido sulfônico.
Os exemplos de tenso ativos aniônico incluemalifatos, abietatos, hidroxi alcano sulfonatos, alcanosulfonatos, dialquil sulfo succinatos, alquil benzenosulfonatos de cadeia linear, alquil benzeno sulfonatosramificados, alquil naftaleno sulfonatos, alquil fenoxipolioxi etileno propil sulfonatos, sais de éteres polioxietileno alquil sulfofenílicos, N-metil N-oleil tauratos desódio, mono amida N-alquil sulfo succinatos dissódicos,sulfonatos de petróleo, óleo de mamona sulfatado, óleo degordura sulfatado, sais de ésteres sulfúricos de alquilésteres alifáticos, sais de ésteres alquil sulfúricos,ésteres sulfúricos de éteres polioxi etileno alquílicos,sais de ésteres sulfúricos de éteres polioxi etilenoestiril fenílicos, sais de ésteres alquil fosfóricos, saisde ésteres fosfóricos de éteres polioxi etileno alquílicos,sais de ésteres fosfóricos de éteres polioxi etileno alquilfenilicos, compostos parcialmente saponifiçados decopolimeros de anidrido estireno malêico, compostosparcialmente saponifiçados de copolimeros de olefinas eanidrido malêico, e condensados de naftaleno sulfonato deformalina. São particularmente preferidos entre tais tensoativos aniônicos os dialquil sulfosuccinatos, os sais deésteres alquil sulfúricos e os alquil naftaleno sulfonatos.
Exemplos específicos de tenso ativos aniônicosincluem o dodecil fenoxi benzeno disulfonato de sódio, ossais de sódio de naftaleno sulfonatos alquilados, ometileno dinaftaleno disulfonato dissódico, o dodecilbenzeno sulfonato de sódio, óxidos de alquil difenilasulfonados, perflúor alquil sulfonato de amônio oupotássio, e o dioctil sulfosuccinato de sódio.
Exemplos adequados de tenso ativos não iônicosincluem éteres polioxi etileno alquílicos, éteres polioxietileno alquil arílicos em que o grupo arila pode ser umgrupo fenila, um grupo naftila, ou um grupo aromáticoheterocíclico, éteres polioxi etileno polistiril fenilicos,éteres polioxi etileno polioxi propileno alquílicos,polímeros em bloco de polioxi etileno e polioxi propileno,ésteres parciais de ácidos glicerino alifáticos, ésteresparciais de ácido sorbitano alifáticos, ésteres parciais deácido pentaeritritol alifático, ésteres de propileno glicolmono alifático, ésteres parciais de ácidos sacarosealifáticos, ésteres parciais de ácido polioxi etilenosorbitol alifáticos, ésteres polioxi etileno glicolalifáticos, ésteres parciais de ácidos poliglicerinoalifáticos, óleos de mamona polioxi etilenados, ésteresparciais de ácidos polioxi etileno glicerino alifáticos,dietanol amidas alifáticas, N, N-bis-2-hidroxi alquilaminas, polioxi etileno alquil aminas, ésteres trietanolamina alifáticos, e óxidos de trialqul amina. Dentre taistenso ativos não iônicos são particularmente preferidos oséteres polioxi etileno alquil fenilicos, os éteres polioxietileno alquil naftilicos e os copolimeros em bloco depolioxi etileno e polioxi propileno. Além disso, podemtambém ser usados tenso ativos aniônicos e não iônicosfluorados e siliconados.
Dois ou mais dos tenso ativos acima podem serusados em combinação. Como exemplo, pode ser preferida umacombinação de dois ou mais tenso ativos aniônicos, ou umacombinação de um tenso ativo aniônico e um tenso ativo nãoiônico. A quantidade de tal tenso ativo não estáespecificamente limitada, porém é de preferência de 0,01 a30 % em peso, mais preferivelmente de 0,05 a 20 % em peso.
De acordo com a presente invenção, a soluçãopossui de preferência um pH entre 3 e 9, maispreferivelmente entre 4,5 e 8,5, ainda mais preferivelmenteentre 5 e 7. 0 pH da solução de goma é usualmente ajustadocom um ácido mineral, um ácido orgânico, ou um salinorgânico, em uma quantidade de 0,01 a 15 % em peso, depreferência de 0,02 a 10 % em peso. Os exemplos dos ácidosminerais incluem o ácido nitrico, ácido sulfúrico, ácidofosfórico e ácido metafosfórico. São usados especialmenteácidos orgânicos como agentes de controle de pH e comoagentes dessensibilizantes. Os exemplos de ácidos orgânicosincluem ácidos carboxiclicos, ácidos sulfônicos, ácidosfosfônicos, ou sais de tais, por exemplo succinatos,fosfatos, fosfonatos, sulfatos e sulfonatos. Exemplosespecíficos dos ácidos orgânicos incluem o ácido cítrico,ácido acético, ácido oxálico, ácido malônico, ácido p-tolueno sulfônico, ácido tartárico, ácido málico, ácidolático, ácido levulínico, ácido fitico, e ácido fosfônicoorgânico.
A solução de goma de preferência compreendetambém um sal inorgânico. Os exemplos de sais inorgânico incluem o nitrato de magnésio, fosfato monobásico de sódio,fosfat o dibásico de sódio, sulfato de níguel,hexametafosfato de sódio e tripolifosfato de sódio. Umdihidrogeno fosfato de metal alcalino, tal como o KH2PO4 ouNaH2PO4 é preferido. Outros sais inorgânicos podem ser usados como agentes de inibição de corrosão, por exemplo osulfato de magnésio ou o nitrato de zinco. 0 ácido mineral,o ácido orgânico, ou o sal inorgânico podem ser usadosisoladamente ou em combinação com um ou mais deles.
De acordo com outra modalidade da presenteinvenção, a solução de goma como revelador no processamentoda placa compreende de preferência uma mistura de um tensoativo aniônico e um sal inorgânico. Em tal mistura, o tensoativo aniônico é de preferência um tenso ativo aniônico comum grupo de ácido sulfônico, mais preferivelmente um sal de metal alcalino de um ácido sulfônico e éter difenílico monoou dialquil substituído, e o sal inorgânico é depreferência um sal de fosfato mono ou dibásico, maispreferivelmente um dihidrogeno fosfato de metal alcalino,ainda mais preferivelmente o KH2PO4 ou NaH2PO4.De acordo com outra modalidade da presenteinvenção, a solução de goma compreendendo uma mistura de umtenso ativo aniônico e um sal inorgânico possui depreferência um pH entre 3 e 9, mais preferivelmente entre 4e 8, ainda mais preferivelmente entre 5 e 7.
Além dos componentes acima, pode também estarpresente na solução de goma um agente umectante, tal como oetileno glicol, propileno glicol, trietileno glicol,butileno glicol, hexileno glicol, dietileno glicol,dipropileno glicol, dipropileno glicol, glicerina,trimetilol propano e diglicerina. O agente umectante podeser usado isoladamente ou em combinação de um ou mais detais. De um modo geral, o agente umectante acima mencionadoé de preferência usado em uma quantidade de 1 a 25 % em peso.
Além disso, pode estar presente na solução degoma um composto quelante. íons de cálcio e outrasimpurezas contidos na água de diluição podem exercerefeitos adversos sobre a impressão, podendo causar acontaminação da matéria impressa. Tal problema pode sereliminado pela adição de um composto quelante à água dediluição. Os exemplos preferidos de tal composto quelanteincluem ácidos fosfônicos orgânicos ou ácidos fosfonoalcano tricarboxilicos. Exemplos específicos incluem ossais de sódio ou potássio do ácido etileno diaminotetracético, ácido dietileno triamino pentacético, ácidotrietileno tetramino hexacético, ácido hidroxi etil etilenodiamino triacético, ácido nitrilo acético, ácido 1-hidroxietano 1,1-difosfônico e ácido amino tri(metil fosfônico).Além de tais sais de sódio ou potássio de tais agentesquelantes, são úteis sais orgânicos de amina. A quantidadea ser adicionada preferida de tal agente quelante ficaentre 0,001 e 5 % em peso em relação à solução de goma naforma diluída.
Além disso, podem estar presentes na solução degoma um anti-séptico e um agente anti-espumante. Osexemplos do anti-séptico incluem o fenol, seus derivados,formalina, derivados de imidazola, dihidro acetato desódio, derivados de 4-isotiazolin-3-ona, benzo isotiazolin-3-ona, derivados de benztriazola, derivados de amidinaguanidina, sais de amônio quaternários, derivados depiridina, derivados de quinolina, derivados de guanidina,diazina, derivados de triazola, derivados de oxazina eoxazola. A quantidade preferida a ser adicionada de talanti-séptico é tal que ela possa exercer um efeito estávelsobre bactérias, fungos, leveduras, ou similares. Dependendodo tipo de bactérias, fungos e leveduras ela é depreferência de 0,01 a 4 % em peso em relação à solução degoma na forma diluída. Além disso, de preferência, podemser usados dois ou anti-sépticos em combinação para exercerum efeito anti-séptico sobre vários fungos e bactérias. 0agente anti-espumante é de preferência um agente anti-espumante de silicone. Dentre tais agentes anti-espumantes,pode ser usado um agente anti-espumante do tipo dedispersão por emulsão ou do tipo solubilizado. A quantidadeapropriada a ser adicionada de tal agente anti-espumante éde 0,001 a 1,0 % em peso em relação a solução de goma naforma diluída.Além dos componentes acima, um agente dereceptividade de tinta pode estar presente na solução degoma caso desejado. Os exemplos de tal agente dereceptividade incluem o óleo de terebintina, xileno,tolueno, heptanos inferiores, nafta solvente, querosene,óleos minerais, hidrocarbonetos tais como uma fração depetróleo possuindo um ponto de ebulição de cerca de 120 0Ca cerca de 250 °C, ftalatos de diésteres (por exemplo,ftalato de dibutila, ftalato de diheptila, ftalato de di-n-octila, ftalato de di(2-etil hexila), ftalato de dinonila,ftalato de didecila, ftalato de dilaurila, ftalato de butilbenzila), ésteres alifáticos dibásicos (por exemplo,adipato de dioctila, glicol adipato de butila, azelato dedioctila, sebacato de dibutila, sebacato de di(2-etil hexila), sebacato de dioctila), trigliceridios epoxidados(por exemplo, óleo de soja epoxidado), éster fosfatos (porexemplo, fosfato de tricresila, fosfato de trioctila,fosfato de tris cloro etila), e plastificantes possuindo umponto de solidificação de 15 0C ou menos e um ponto deebulição de 300 0C ou mais na pressão atmosférica, taiscomo ésteres de benzoatos (por exemplo, benzoato debenzila). Os exemplos de outros solventes que podem serusados em combinação com tais solventes incluem cetonas(por exemplo, a ciclohexanona), hidrocarbonetos halogenados(por exemplo, dicloreto de etileno), éteres de etilenoglicol (por exemplo, éter etileno glico monometilico, éteretileno glicol monofenilico, éter etileno glicolmonobutilico), ácidos alifáticos (por exemplo, ácidocapróico, ácido enático, ácido caprilico, ácidopelargônico, ácido cáprico, ácido undecílico, ácidoláurico, ácido tridecilico, ácido miristico, ácidopentadecilico, ácido palmitico, ácido heptadecilico, ácidoesteárico, ácido nonadecânico, ácido aráquico, ácidobehênico, ácido lignocérico, ácido cerótico, ácidoheptacosanóico, ácido montânico, ácido melissico, ácidolacérico, ácido isovalérico) e ácidos alifáticosinsaturados (por exemplo, ácido acrílico, ácido crotônico,ácido isocrotônico, ácido undecíclico, ácido olêico, ácidoelaídico, ácido cetolêico, ácido erúcico, ácido butecídico,ácido sórbico, ácido linolêico, ácido linolênico, ácidoaraquidônico, ácido propiólico, ácido estearólico, ácidoclupanodônico, ácido tarírico, ácido licânico). Ele é depreferência um ácido alifático que é líquido em umatemperatura de 50 °C, mais preferivelmente possui de 5 a 25átomos de carbono, ainda mais preferivelmente possui de 8 a21 átomos de carbono. 0 agente de receptividade de tintapode ser usado isoladamente ou em combinação com um ou maisde tais. O agente de receptividade de tinta é depreferência usado em uma quantidade de 0,01 a 10 % em peso,mais preferivelmente de 0,05 a 5 % em peso. O agente dereceptividade de tinta acima pode estar presente na formade uma emulsão óleo em água, ou ode ser solubilizado com aajuda de um agente solubilizante.
A viscosidade da solução de goma pode por exemploser ajustada para um valor entre 1,7 e 5 mPa.s, pela adiçãode compostos elevadores da viscosidade, tais como umpoli(óxido de etileno) ou poli(álcool vinílico), porexemplo possuindo um peso molecular entre IO4 e 107. Taiscompostos podem estar presentes em uma concentração de 0,01a 10 g/l.
Uma goma de cura ou cozimento possui umacomposição similar àquela acima descrita, com umapreferência adicional para compostos que não evaporem nastemperaturas de cozimento usuais. As soluções de goma decozimento ou soluções de gomagem de cozimento podem sersoluções aquosas de dodecil fenoxi benzeno disulfonato desódio, ácido naftaleno sulfônico alquilado, difenil óxidode alquila sulfonado, ácido metileno dinaftaleno sulfônico,etc. Outras soluções de gomagem contêm um componente depol imero hidrofílico e um componente de ácido orgânico.Mais outras soluções de gomagem de cozimento contêm o salde potássio do ácido hidroxi etilideno difosfônico. Maisoutras soluções de gomagem de cozimento contêm um compostode sulfo succinamato e ácido fosfórico.
O ângulo de contato entre a solução de goma decozimento e a placa é de preferência reduzido pela adiçãode pelo menos um tenso ativo. Os tenso ativos preferidossão poliglicóis não iônicos e acrilatos de poliésteralifáticos perfluorados.
Em outra modalidade, as soluções de gomagem decozimento compreendem (a) água, (b) pelo menos um polímerohidrofílico e (c) pelo menos um componente selecionadodentre o grupo constituído por ácidos orgânicos solúveis emágua compreendendo pelo menos duas funções ácido e sendoselecionados dentre o grupo constituído por um ácidobenzeno carboxílico, um ácido benzeno sulfônico, um ácidobenzeno fosfônico, um ácido alcano fosfônico e sais de taissolúveis em água. Os compostos (b) e (c) acima mencionadosque são dissolvidos na solução aquosa de acordo com apresente invenção são tais que eles não evaporam nastemperaturas costumeiras de cozimento. A camada protetoraque é formada permanece solúvel em água, mesmo após ocozimento, e pode ser prontamente removida sem danificar aplaca de impressão.
o componente (b) compreende em particular osseguintes polímeros hidrofilicos: N-polivinil pirrolidona,éter polivinil metilico, copolímeros contendo unidades deetil eno e unidades de anidrido malêico, homopolímeros oucopolímeros contendo unidades de ácido vinil fosfônico,unidades de ácido vinil metil fosfínico e/ou unidades deácido acrílico e/ou um polialquileno glicol, tal como opolietileno glicol.
o componente (c) compreende em particular: ácidosbenzeno disulfônicos, ácidos benzeno policarboxílicospossuindo de 3 a 6 grupos carboxila, ácidos alcanodifosfônicos possuindo de 1 a 3 átomos de carbono no grupoalcano, ácidos alcano difosfônicos contendo gruposcarboxila que possuem de 5 a 9 átomos de carbono no grupoalcano, e/ou um dos sais solúveis em água de tais ácidos(de preferência sais de metais alcalinos ou sais deamônio). Exemplos específicos do componente (c) incluem oácido benzeno 1,3-disulfônico, o ácido benzeno 1,2,4-tricarboxílico (ácido trimelítico) , o ácido benzeno1,2,4,5-tetracarboxílico (ácido piromelítico) , o ácidobenzeno hexacarboxílico (ácido melítico), o ácido metanodifosfônico (difosfono metano), o ácido 4,4-difosfonoheptano 1,7-dióico (ácido 3,3-difosfono pimêico) , e os saisde sódio de tais ácidos. Em outras modalidades, a soluçãode goma de cozimento pode conter adicionalmente ácidoshidroxi policarboxilicos, tais como o ácido citrico e/ouseus sais, alcano dióis solúveis em água possuindo pelomenos 4 átomos de carbono, tais como o 1,6-hexano diol, etenso ativos (de preferência tenso ativos aniônicos ou nãoiônicos) tais como alquil aril sulfonatos, alquil fenoléter sulfonatos, e um tenso ativo natural (por exemplo,Saponin). Exemplos específicos de soluções de goma decozimento e ingredientes adequados e suas concentraçõespodem ser encontrados por exemplo nos documentos EP-A 222297, EP-A 1 025 992, DE-A 2 626 473 e US 4 786 581.
O suporte
Um suporte litográfico particularmente preferidoconsiste de um suporte de alumínio anodizado e granuladoeletroquimicamente. A granulação e anodização de suporte dealumínio são bem conhecidas. O ácido usado para agranulação pode ser, por exemplo o ácido nítrico ou o ácidosulfúrico. O ácido usado para a granulação compreende depreferência cloreto de hidrogênio. Podem também ser usadasmisturas, por exemplo, de cloreto de hidrogênio e ácidoacético. É bem conhecida a relação entre os parâmetros degranulação e anodização eletroquímicas, tais como avoltagem dos eletrodos, natureza e concentração doeletrólito ácido, ou consumo de energia, por um lado e aqualidade litográfica obtida em termos de Ra e peso anódico(g/m2 de Al2O3 formado sobre a superfície de alumínio) poroutro. Mais detalhes sobre a relação entre váriosparâmetros de produção e o Ra e o peso anódico podem serencontrados, por exemplo, no artigo "Management of Changein the Aluminum Printing Industry", de F. R Mayers,publicado no ATB Metallurgie Journal, volume 42, N2 1-2(2002), página 69.
O suporte de alumínio anodizado pode sersubmetido a um chamado tratamento pós-anódico para melhoraras propriedades hidrofílicas de sua superfície. Comoexemplo, o suporte de alumínio pode ser siliconizado portratamento de sua superfície com uma solução de silicato desódio em temperatura elevada, por exemplo a 95 °C.
Alternativamente, pode ser aplicado um tratamento comfosfato, que envolve o tratamento da superfície de óxido dealumínio com uma solução de fosfato que pode também conterum fluoreto inorgânico. Além disso, a superfície de óxidode alumínio pode ser rinsada com uma solução de ácidocítrico ou citrato. Tal tratamento pode ser efetuado natemperatura ambiente, ou pode ser efetuado em umatemperatura ligeiramente elevada de cerca de 30 a 50 °C.
Out ro tratamento interessante envolve rinsar a superfíciede óxido de alumínio com uma solução de bicarbonato. Maisainda, a superfície de óxido de alumínio pode ser tratadacom ácido polivinil fosfônico, ácido polivinil metilfosfônico, ésteres de ácido fosfórico do álcoolpolivinílico, ácido polivinil sulfônico, ácido polivinilbenzeno sulfônico, ésteres de ácido sulfúrico do álcoolpolivinílico, e acetais de álcoois polivinílicos formadospor reação com um aldeído alifático sulfonado.Outro tratamento pós-anódico útil pode serefetuado por meio de uma solução de ácido poliacrilico, ouum polímero compreendendo pelo menos 30 % em moles deunidades monoméricas de ácido acrílico, por exemplo oGLASCOL E15, um ácido poliacrilico, comercialmentedisponível através da ALLIED C0LL0IDS.
O suporte de alumínio granulado e anodizado podeser um material semelhante a uma folha, tal como uma placa,ou pode ser um elemento cilíndrico, tal como um mangote quepode ser deslizado em torno de um cilindro de impressão deuma prensa de impressão.
O suporte pode também ser um suporte flexível,que pode estar provido com uma camada hidrofílica, a seguirdenominada como "camada base". O suporte flexível é, porexemplo, de papel, filme plástico, ou alumínio. Os exemplospreferidos de filmes plásticos incluem filmes depoli(tereftalato de etileno), filmes de poli(naftalato deetileno), filmes de acetato de celulose, filmes depoliestireno, filmes de policarbonato, etc. O suporte defilme plástico pode ser opaco ou transparente.
A camada base é de preferência uma camadahidrofílica reticulada obtida a partir de um ligantehidrofílico reticulado por um agente de endurecimento talcomo formaldeído, glioxal, poliisocianato, ou um tetralquilortosilicato hidrolisado. Este último é particularmentepreferido. A espessura da camada base hidrofílica podevariar na faixa de 0,2 a 25 μm, sendo de preferência de 1 a10 μm. Maiores detalhes sobre modalidades preferidas dacamada base podem ser encontrados, por exemplo, no EP-A 1025 992.
O revestimento
O revestimento sobre o suporte compreende pelomenos uma camada que consiste de uma composição fotopolimerizável, que a seguir será também designada como"camada foto polimerizável". Tal revestimento pode tambémcompreender uma camada de barreira para oxigênio, a qualcompreende um polímero solúvel em água ou expansível emágua, sobre a camada foto polimerizável, tal camada debarreira sendo a seguir também designada como "camadasuperior" ou "overcoat", ou "camada de overcoat". Orevestimento pode compreender também uma camadaintermediária entre a camada foto polimerizável e osuporte.
A espessura do revestimento varia de preferênciaentre 0,4 e 10 g/m2, mais preferivelmente entre 0,6 e 3g/m2.
A camada foto polimerizável possui uma espessura de revestimento variando de preferência entre 0,4 e 5,0g/m2, mais preferivelmente entre 0,5 e 3,0 g/m2, ainda maispreferivelmente entre 0,6 e 2,2 g/m2.
O composto promotor de adesão.
o composto promotor de adesão é um composto capazde interagir com o suporte, de preferência um compostopossuindo uma ligação etilenicamente insaturadapolimerizável por adição e um grupo funcional capaz deinteragir com o suporte, mais preferivelmente um grupofuncional capaz de interagir com um suporte de alumíniogranulado e anodizado. 0 termo "interagir" deve serentendido como qualquer tipo de reação ou processo químicoe/ou físico pelo qual é formada uma ligação entre o grupofuncional e o suporte, a qual pode ser uma ligaçãocovalente, uma ligação iônica, uma ligação complexa, umaligação coordenada, ou uma ligação por ponte de hidrogênio,e que pode ser formada por um processo de adsorção, umareação química, uma reação ácido - base, uma reação deformação de complexo, ou uma reação de um grupo quelante ouum ligante. O composto promotor de adesão está presente nacamada foto polimerizável e/ou em uma camada intermediáriaentre a camada foto polimerizável e o suporte.
0 composto promotor de adesão pode serselecionado dent re pelo menos um dos compostos de baixopeso molecular ou compostos poliméricos descritos no EP-A851 299, da linha 22 na página 3 à linha 1 na página 4, noEP-A 1 500 498, do parágrafo [0023] na página 7, até oparágrafo [0052] na página 20, no EP-A 1 495 866, doparágrafo [0030] na página 5, ao parágrafo [0049] na página11, no EP-A 1 091 251, do parágrafo [0014] na página 3 aoparágrafo [0018] na página 20, e no EP-A 1 520 694, doparágrafo [0023] na página 6 até o parágrafo [0060] napágina 19. Os compostos preferidos são aqueles quecompreendem um grupo fosfato ou fosfonato como o grupofuncional capaz de ser adsorvido sobre o suporte dealumínio e que compreendem uma ligação dupla etilênicapolimerizável por adição, especialmente aqueles descritosno EP-A 851 299, da linha 22 na página 3 à linha 1 napágina 4, e no EP-A 1 500 498, do parágrafo [0023] napágina 7, até o parágrafo [0052] na página 20. são tambémpreferidos aqueles compostos que compreendem grupostrialquiloxi silana, a seguir também designados como grupos"trialcoxi silana", em que a alquila é de preferênciametila ou etila, ou em que os grupos trialquiloxi silanaestão pelo menos parcialmente hidrolisados a grupossilanol, como o grupo funcional capaz de ser adsorvidosobre o suporte, especialmente agentes de acoplamento desilana possuindo um grupo reativo com ligação duplaetilênica polimerizável por adição, tal como descrito noEP-A 1 557 262 parágrafo [0279] na página 49 e no EP-A 1495 866 parágrafo [0030] na página 5 ao parágrafo [0049] napágina 11.
O composto promotor de adesão pode estar presentena camada foto polimerizável em uma quantidade variandoentre 1 e 50 % em peso, de preferência entre 3 e 30 % empeso, mais preferivelmente entre 5 e 20 % em peso doscomponentes não voláteis da composição.
O composto promotor de adesão pode estar presentena camada intermediária em uma quantidade de pelo menos 50% em peso, de preferência pelo menos 80 % em peso, maispreferivelmente pelo menos 90 % em peso, ainda maispreferivelmente 100 % em peso dos componentes não voláteisda composição.
A camada intermediária opcional possui umaespessura de revestimento variando de preferência entre0,001 e 1,5 g/m2, mais preferivelmente entre 0, 003 e 1,0g/m2, ainda mais preferivelmente entre 0,005 e 0,7 g/m2.
O composto polimerizável e o iniciador de polimerização.De acordo com uma modalidade da presenteinvenção, o monômero ou oligômero polimerizável é ummonômero ou oligômero compreendendo pelo menos um grupofuncional epóxi ou de éter vinilico e o iniciador é umgerador de ácido de Bronsted capaz de gerar um ácido livre;a seguir tal iniciador será também designado como "fotoiniciador catiônico" ou "iniciador catiônico".
Os monômeros epóxi polifuncionais adequadosincluem, por exemplo, o carboxilato de 3,4-epóxi ciclohexilmetil 3,4-epóxi ciclohexano, o adipato de bis(3,4-epóxiciclohetil metila), uma resina epóxi difuncional de bisfenoepicloridrina e uma resina epóxi multifuncional deepicloridrina tetrafenilol etano.
Os foto iniciadores catiônicos adequados incluem,por exemplo, o hexaflúor antimoniato de triaril sulfônio, ohexaf1 úor fosfato de triaril sulfônio, o hexaflúorantimoniato de diaril iodônio e s-triazina substituída comhalalquila. Deve ser notado que a maioria dos iniciadorescatiônicos são também iniciadores de radicais livres, pois, além de gerar o ácido de Bronsted, eles geram tambémradicais livres durante a foto ou termo decomposição.
De acordo com uma modalidade mais preferida dapresente invenção, o monômero ou oligômero fotopolimerizável é um composto etilenicamente insaturado, possuindo pelo menos um grupo terminal etilênico, a seguirtambém designado como "monômero polimerizável por radicaislivres", e o iniciador é um composto capaz de gerarradicais livres, opcionalmente na presença de umsensibilizador, quando da exposição; a seguir tal iniciadorserá também designado como um "iniciador por radicaislivres".
Os monômeros polimerizáveis por radicais livresadequados incluem, por exemplo, monômeros multifuncionaisde (met)acrilato (tais como ésteres de (met)acrilato deetileno glicol, trimetilol propano, pentaeritritol, etilenoglicol et oxilado e trimetilol propano etoxilado,(met)acrilato multifuncional uretaneado, e (met)acrilatoepoxilado), e diacrilatos de amina oligoméricos. Osmonômeros (met)acrílicos podem também possuir outra ligaçãodupla ou grupo epóxido além do grupo (met)acrilato. Osmonômeros de (met)acrilato podem também conter umafuncionalidade ácida (tal como de ácido carboxílico) oubásica (tal como de amina).
Qualquer iniciador de radicais livres capaz degerar radicais livres diretamente ou na presença de umsensibilizador quando exposto pode ser usado como uminiciador de radicais livres da presente invenção. Osiniciadores de radicais livres apropriados incluem, porexemplo, os derivados de acetofenona (tais como a 2,2-dimetoxi 2-fenil acetofenona e a 2-metil l-[4-(metil tio)fenil 2-morfolino propan-2-ona) , benzofenona, benzila,cetocumarina (tais como a 3-benzoil 7-metoxi cumarina e a7-metoxi cumarina), xantona, tioxantona, benzoína, ou umaantraquinona substituída com alquila; sais ônio (tais comoo hexaflúor antimonato de diaril iodônio, triflato dediaril iodônio, hexaflúor antimonato de (4-(2-hidroxitetradeciloxi) fenil) fenil iodônio, hexaflúor fosfato detriaril sulfônio, p-tolueno sulfonato de triaril sulfônio,hexaflúor antimonato de (3-fenil propan-2-onil) triarilfosfônio, e hexaflúor fosfato de N-etoxi (2-metil)piridínio, bem como sais ônio tal como descrito nasPatentes U.S. N— 5 955 238, 6 037 098 e 5 629 354); saisde borato (tais como trifenil (n-butil) borato detetrabutil amônio, trifenil (n-butil) borato de tetraetilamônio, tetrafenil borato de difenil iodônio, e trifenil(n-butil) borato de trifenil sulfônio; e sais de borato talcomo descrito nas Patentes U.S. N— 6 232 038 e 6 218 076);s-triazinas substituídas com halo alquilas (tais como a2,4-bis(tricloro metil) 6-(p-metoxi estiril) s-triazina, a2,4-bis(tricloro metil) 6-(4-metoxi naft-l-il) s-triazina,a 2,4-bis(tricloro metil) 6-piperonil s-trizina, e a 2,4-bis(tricloro metil) 6-[(4-etoxi etilenoxi) fen-l-il] s-triazina; e s-triazinas tal como descrito nas Patentes U.S.N— 5 955 238, 6 037 098, 6 010 824 e 5 629 354); etitanoceno (bis(etano 9-2,4-ciclopentadien-l-il) bis[2,6-diflúor 3-(ΙΗ-pirrol-l-il) fenil) titânio). Os sais ônio,sais de borato e s-triazinas são os iniciadores de radicaislivres preferidos. Os sais de diaril iodônio e triarilsulfônio são os sais ônio preferidos. Os sais de triarilalquil boratos são os sais de borato preferidos. As s-triazinas substituídas com tricloro metila são as s-triazinas preferidas.
Os iniciadores de foto polimerização conhecidospodem ser usados na composição da presente invenção. Em umamodalidade preferida da presente invenção, a composiçãofoto polimerizável de acordo com a presente invençãocompreende um composto de hexaril bis(imidazola) (HABI;dimero da triaril imidazola) como um iniciador de fotopolimerização isoladamente ou em combinação com outros fotoiniciadores.
Um procedimento para a preparação de hexaril bis(imidazolas) está descrito na DE 1 470 154 e seu uso emcomposições foto polimerizáveis está documentado na EP 24629, EP 107 792, US 4 410 621, EP 215 453 e DE 3 211 312.Os derivados preferidos são, por exemplo, a 2, 4, 5, 2', 4', 5'-hexafenil bis(imidazola), a 2,2'-bis(2-cloro fenil)4, 5, 4',5'-tetrafenil bis(imidazola), a 2,2'-bis(2,4-diclorofenil) 4,5,4',5'-tetrafenil bis(imidazola) , a 2,2'-bis(2-cloro fenil) 4,5,4',5'-tetrakis(3-metoxi fenil)bis(imidazola), a 2,2'-bis(2-cloro fenil) 4,5,4',5'-tetrakis(3,4,5-trimetoxi fenil) bis (imidazola) , a 2, 5, 2',5'-tetrakis(2-cloro fenil) 4,4'-bis(3,4-dimetoxifenil) bis(imidazola), a 2,2'-bis(2,6-dicloro fenil)4,5,4',5'-tetrafenil bis(imidazola) , a 2,2'-bis(2-nitrofenil) 4,5,4',5'-tetrafenil bis(imidazola) , a 2,2'-di-o-tolil 4,5,4',5'-tetrafenil bis(imidazola) , a 2,2'-bis(2-etoxi fenil) 4,5,4',5'-tetrafenil bis(imidazola), e a 2,2'-bis(2,6-diflúor fenil) 4,5,4',5'-tetrafenil bis(imidazola).A quantidade do foto iniciador HABI varia tipicamente de0,01 a 30 % em peso, de preferência de 0,5 a 20 % em peso,em relação ao peso total dos componentes não voláteis dacomposição foto polimerizável.
Uma sensibilidade muito elevada pode ser obtidano contexto da presente invenção pela combinação de umalvejante óptico como sensibilizador e uma hexarilbis(imidazola) como foto iniciador.Classes adequadas de foto iniciadores que não decompostos de hexaril bis(imidazola) incluem cetonasaromáticas, sais ônio aromáticos, peróxidos orgânicos, tiocompostos, compostos de ésteres de cetoximas, compostos deborato, compostos azinio, compostos metalocênicos,compostos de éster ativos e compostos possuindo uma ligaçãocarbono - halogênio, porém a composição de preferênciacompreende um iniciador de foto polimerização que nãocontém boro, sendo particularmente que o iniciador de fotopolimerização não contenha qualquer composto de boro.
Vários exemplos específicos de foto iniciadores adequadospara a presente invenção podem ser encontrados no documentoEP-A 1 091 247. outros iniciadores preferidos são astrihalo metil sulfonas.
De preferência, os compostos de hexarilbis(imidazola) e/ou compostos metalocênicos são usadosisoladamente ou em combinação com outros foto iniciadoresadequados, em particular com cetonas aromáticas, sais ônioaromáticos, peróxidos orgânicos, tio compostos, compostosde ésteres de cetoxima, compostos azinio, compostos deésteres ativos, ou compostos possuindo uma ligação carbono- halogênio.
Em uma modalidade preferida da presente invenção,os compostos de hexaril bis(imidazola) perfazem mais do que50 % em moles, de preferência pelo menos 80 % em moles e emparticular pelo menos 90 % em moles de todos os fotoiniciadores usados na composição foto polimerizável dapresente invenção.De acordo com outra modalidade da presenteinvenção, o monômero ou oligômero polimerizável pode seruma combinação de um monômero ou oligômero compreendendopelo menos um epóxi ou grupo funcional de éter vinilico eum composto etilenicamente insaturado polimerizável,possuindo pelo menos um grupo terminal etilênico, taliniciador podendo ser uma combinação de um iniciadorcatiônico e um iniciador de radicais livres. Um monômero ouoligômero compreendendo pelo menos um epóxi ou grupofuncional de éter vinilico e um composto etilenicamenteinsaturado polimerizável, possuindo pelo menos um grupoterminal etilêni co podem ser o mesmo composto, em cjue ocomposto contém tanto o grupo etilênico como o grupo epóxiou de éter vinilico. Os exemplos de tais compostos incluemmonômeros acrílicos epóxi funcionais, tais como o acrilatode glicidila. 0 iniciador de radicais livres e o iniciadorcatiônico podem ser o mesmo composto, caso o composto sejacapaz de gerar tanto radicais livres como ácidos livres. Osexemplos de tais compostos incluem vários sais ônio, taiscomo o hexaflúor antimoniato de diaril iodônio e s-triazinas tais como a 2,4-bis(tricloro metil) 6-[(4-etoxietilenoxi) fen-l-il] s-triazina, que são capazes de gerartanto radicais livres como ácido livre na presença de umsensibilizador.
A camada foto polimerizável pode tambémcompreender um monômero multifuncional. Pode tambémcompreender um monômero multifuncional. Tal monômero contémpelo menos dois grupos funcionais selecionados dentre umgrupo etilenicamente insaturado e/ou um grupo de étervinilico ou epóxi. Monômeros multifuncionais específicospara uso no revestimento de foto polímero estão descritosna US 6 410 205, US 5 049 479, EP 1 079 276, EP 1 369 232,EP 1 369 231, EP 1 341 040, US 2003/0 124 460, EP 1 241 002, EP 1 288 720 e no livro referência que inclui asseguintes referências: Chemistry & Technology UV & EBformulati on for coatings, inks & paints — volume 2 —Prepolymers and Reactive Diluents for UV & EB CurableFormulations, por N. S. Allen, M. A. Johnson, Ρ. Κ. T. Oldring, M. S. Salim - editado por Ρ. Κ. T. Oldring, 1991 -ISBN 0 947798102. São particularmente preferidos monômerosmultifuncionais de (met)acrilato de uretano, que podem serusados isoladamente ou em combinação com outros monômerosmultifuncionais de (met)acrilato .
A camada foto polimerizável pode tambémcompreender um co-iniciador. Tipicamente, um co-iniciador éusado em combinação com um iniciador de radicais livrese/ou um iniciador catiônico. Co-iniciadores específicospara uso no revestimento de foto polímero estão descritosna US 6 410 205, US 5 049 479, EP 1 079 276, EP 1 369 232,EP 1 369 231, EP 1 341 040, US 2003/0 124 460, EP 1 241002, EP 1 288 720 e no livro referência que inclui asreferências citadas: Chemistry & Technology UV & EBformulation for coatings, inks & paints - volume 3 -Photoinitiators for Free Radical and CationicPolymerisation, por Κ. K. Dietliker - editado por Ρ. Κ. T.Oldring, 1991 - ISBN 0 947798161.
A camada foto polimerizável pode tambémcompreender um inibidor. Inibidores específicos para uso norevestimento de foto polímero estão descritos na US 6 410205, EP 1 288 720, e no pedido de patente não publicado EP-A 0 4 101 955, depositado em 6/5/2004.
O ligante da camada foto polimerizável
A camada foto polimerizável pode tambémcompreender um ligante. 0 ligante pode ser selecionadodentre uma ampla gama de polímeros orgânicos. Podem tambémser usadas composições de diferentes ligantes. Os ligantesúteis incluem, por exemplo, polialquilenos clorados (emparticular polietileno clorado e polipropileno clorado),ésteres alqílicos ou ésteres alquenílicos de ácidopolimetacrílico (em particular o poli(met)(acrilato demetila), o poli(met)(acrilato de etila), opoli(met)(acrilato de butila), o poli(met)(acrilato deisobutila), o poli(met) (acrilato de hexila), opoli(met) (acrilato de 2-etil hexila), e copolímeros depoli(met)(acrilato de alquila) de ésteres alquílicos ouésteres alquenílicos de ácido acrílico com outros monômeroscopolimerizáveis (em particular com (met)acrilonitrila,cloreto de vinila, cloreto de vinilideno, estireno e/oubutadieno), copolímeros de poli(cloreto de vinila)(PVC) /(met)acrilonitrila, copolímeros de poli(cloreto devinilideno) (PVDC) / (met)acrilonitrila, poli(acetato devinila), álcool polivinílico, polivinil pirrolidona,copolímeros de vinil pirrolidona ou vinil pirrolidonaalquilada, poli(vinil caprolactama), copolímeros de vinilcaprolactama, poli((met)acrilonitrila), copolímeros de(met)acrilonitrila / estireno, copolímeros de(met)acrilamida / (met)acrilato de alquila, terpolímeros de(met)acrilonitrila / butadieno / estireno (ABS),poliestireno, poli(α-metil estireno), poliamidas,poliuretanos, poliésteres, metil celulose, etil celulose,acetil celulose, hidroxi (C1 - C4)alquil celulose, carboximetil celulose, poli(vinil formal) e poli(vinil butiral).
São ligantes particularmente preferidos os polímerospossuindo como unidades monoméricas a vinil caprolactama, avinil pirrolidona, ou a vinil pirrolidona alquilada. Ospolímeros de vinil pirrolidona alquilada podem ser obtidospor inserção de alfa olefinas na cadeia principal dopolímero de vinil pirrolidona. Exemplos típicos de taisprodutos incluem os polímeros Agrimer AL Graftcomercialmente disponíveis através da ISP. O comprimento dogrupo de alquilação pode variar de C4 a C30. Outros ligantesúteis são ligantes contendo grupos carboxila, em particularcopolímeros contendo unidades monoméricas de ácidoscarboxílicos a,β-insaturados ou unidades monoméricas deácidos dicarboxílicos (de preferência ácido acrílico, ácidometacrílico, ácido crotônico, ácido vinil acético, ácidomalêico, ou ácido itacônico). O termo "copolímero" deve serentendido no contexto da presente invenção como polímeroscontendo unidades de pelo menos dois monômeros diferentes,e portanto também terpolímeros e polímeros mistossuperiores. Os exemplos específicos de copolímeros úteisincluem aqueles contendo unidades de ácido (met)acrílico eunidades de (met)acrilatos de alquila, (met)acrilatos dealila e/ou (met)acrilonitrila, bem como copolímeroscontendo unidades de ácido crotônico e unidades de(met)acrilatos de alquila e/ou (met)acrilonitrila ecopolimeros de ácido vinil acético / (met)acrilato dealquila. São também adequados copolimeros contendo unidadesde anidrido malêico, ou ésteres monoalquilicos de ácidomalêico. Dentre estes incluem-se, por exemplo, copolimeros contendo unidades de anidrido malêico e estireno, éteres ouésteres insaturados, ou hidrocarbonetos alifáticosinsaturados e os produtos de esterificação obtidos a partirde tais copolimeros. Outros ligantes adequados são produtosque podem ser obtidos através da conversão de polímeros contendo hidroxila com anidridos dicarboxílicos intra-moleculares. Outros ligantes úteis são os polímeros nosquais estão presentes grupos com átomos de hidrogênioácidos, alguns ou todos os quais são convertidos comisocianatos ativados. Os exemplos de tais polímeros incluemprodutos obtidos por conversão de polímeros contendohidroxila com sulfonil isocianatos alifáticos ouaromáticos, ou isocianatos de ácido fosfínico. São tambémadequados polímeros com grupos hidroxila alifáticos ouaromáticos, por exemplo copolimeros contendo unidade de(met)acrilatos de hidroxi alquila, álcool alílico, hidroxiestireno, ou álcool vinílico, bem como resinas epóxi,contanto que eles portem um número suficiente de grupos OHlivres. Ligantes e ligantes reativos particularmente úteisestão descritos na EP 1 369 232, EP 1 369 231, EP 1 341040, US 2003/0 124 460, EP 1 241 002, EP 1 288 720, US 6027 857, US 6 171 735 e US 6 420 089.
Os polímeros orgânicos usados como ligantespossuem um típico peso molecular médio Mw entre 600 e700.000, de preferência entre 1.000 e 350.000. Também édada preferência a polímeros possuindo um número de ácidoentre 10 e 250, de preferência 20 a 200, ou um número dehidroxila entre 50 e 750, de preferência entre 100 e 500. aquantidade de ligantes varia de um modo geral de 10 a 90 % em peso, de preferência 20 a 80 % em peso, em relação aopeso total dos componentes não voláteis da composição.
São também ligantes particularmente adequados oscopolímeros de acetato de vinila e álcool vinílico,compreendendo de preferência álcool vinílico em umaquantidade de 10 a 98 % em moles, mais preferivelmenteentre 35 e 95 % em moles, ainda mais preferivelmente 40 e75 % em moles; os melhores resultados são obtidos com 50 a65 % em moles de álcool vinílico. O valor de éster, medidopelo método definido na DIN 53 401, dos copolímeros deacetato de vinila e álcool vinílico varia de preferênciaentre 25 e 700 mg KOH/g, mais preferivelmente entre 50 e500 mg KOH/g, ainda mais preferivelmente entre 100 e 300 mgKOH/g. A viscosidade dos copolímeros de acetato de vinila eálcool vinílico é medida em uma solução aquosa a 4 % em peso a 20 °C, tal como definido na DIN 53 015, aviscosidade variando de preferência entre 3 e 60 mPa.s,mais preferivelmente entre 4 e 30 mPa.s, ainda maispreferivelmente entre 5 e 25 mPa.s. 0 peso molecular médio,Mw, dos copolímeros de acetato de vinila e álcool vinílico varia de preferência entre 5.000 e 500.000 g/mol, maispreferivelmente entre 10.000 e 400.000 g/mol, ainda maispreferivelmente entre 15.000 e 250.000 g/mol. Outrosligantes preferidos estão descritos na EP 152 819 BI, napágina 2, linha 50, até a página 4, linha 20, e na EP 1 043627 BI, no parágrafo [0013] na página 3.
Em outra modalidade, o ligante poliméricocompreende uma cadeia principal hidrofóbica e grupospendentes incluindo, por exemplo, um segmento hidrofilicode poli(óxido de alquileno). O ligante polimérico podetambém incluir grupos ciano pendentes ligados à cadeiaprincipal hidrofóbica. Pode também ser empregada umacombinação de tais ligantes. De um modo geral, o ligantepolimérico é sólido na temperatura ambiente e é tipicamenteum termoplástico não elastomérico. 0 ligante poliméricocompreende regiões hidrofilicas e hidrofóbicas, o que éconsiderado importante para aumentar a diferenciação dasáreas expostas e não expostas por facilitar a capacidade derevelação. De um modo geral, o ligante polimérico écaracterizado por um peso molecular médio numérico (Mn) nafaixa de cerca de 10.000 a 250.000, mais comumente na faixade cerca de 25.000 a 200.000. A composição polimerizávelpode compreender partículas individuais do ligantepol imérico. De preferência, as partículas individuais sãopartículas do ligante polimérico que estão suspensas nacomposição polimerizável. A presença de partículasindividuais tende a promover a capacidade de revelação dasáreas não expostas. Exemplos específicos dos ligantespoliméricos de acordo com a presente modalidade estãodescritos na US 6 899 994, na US 2004 / 0 260 050, US2005/0 003 285, US 2005/0 170 286 e na US 2005 0 123 853.além do ligante polimérico da presente modalidade, a camadade imageamento pode opcionalmente compreender um ou maisco-ligantes. Os co-ligantes típicos são polímeros solúveisem água ou dispersáveis em água, tais como derivados decelulose, álcool polivinílico, ácido poliacrílico, ácidopoli(met)acrílico, polivinil pirrolidona, polilactetos,ácido polivinil fosfônico, copolímeros sintéticos tais comoo copolímero de um (met)acrilato de alcoxi polietilenoglicol. Exemplos específicos de co-ligantes estão descritosna US 2004/0 260 050, US 2005/0 003 285 e US 2005/0 123853. Os precursores de placa de impressão, cuja camada deimageamento compreende um ligante e opcionalmente um co-ligante de acordo com a presente modalidade, estãodescritos em maiores detalhes na US 2004/0 260 050, US2005/0 003 285 e US 2005/0 123 853, compreendemopcionalmente um revestimento superior e uma camadaintermediária.
Tenso ativo
Vários tenso ativos podem ser adicionados àcamada foto polimerizável para permitir ou aumentar acapacidade de revelação do precursor com uma solução degoma. Podem ser usados tanto tenso ativos poliméricos comode pequenas moléculas. São preferidos os tenso ativos nãoiônicos. Os tenso ativos não iônicos preferidos sãopolímeros e oligômeros contendo um ou mais segmentos depoliéter (tais como polietileno glicol, polipropilenoglicol e um copolímero de etileno glicol e propilenoglicol). Os exemplos de tenso ativos não iônicos preferidosincluem copolímeros em bloco de propileno glicol e etilenoglicol (também denominado como copolímero em blocos deóxido de propileno e óxido de etileno); oligômeros deacrilato etoxilados ou propoxilados, e alquil fenóispolietoxilados e álcoois graxos polietoxilados. 0 tensoativo não iônico é de preferência adicionado em umaquantidade variando entre 0,1 e 30 % em peso do revestimento, mais preferivelmente entre 0,5 e 20 % e aindamais preferivelmente entre 1 e 15 %.Sensibilizador
A composição foto curável pode também compreenderum sensibilizador. São sensibilizadores altamente preferidos os sensibilizadores que absorvem luz violeta,possuindo um espectro de absorção entre 350 nm e 450 nm, depreferência entre 370 nm e 420 nm, mais preferivelmenteentre 390 nm e 415 nm. Sensibilizadores particularmentepreferidos estão descritos na EP 1 349 006, parágrafos [0007] a [0009], no EP-A 3 103 499, depositado em22/09/2003, e no WO 2004/047 930, incluindo as referênciascitadas em tais pedidos de patente. Outros sensibilizadoresaltamente preferidos são os corantes absorvedores de luzinfravermelho, possuindo um espectro de absorção entre 750 nm e 1300 nm, de preferência entre 780 nm e 1200 nm, maispreferivelmente entre 800 nm e 1100 nm. Sãosensibilizadores particularmente preferidos os corantes deheptametino ciano, especialmente os corantes descritos naEP 1 359 008, parágrafos [0030] a [0032] . Outrossensibilizadores preferidos incluem sensibilizadoresabsorvedores de luz azul, verde, ou vermelha, possuindo umespectro de absorção entre 450 nm e 750 nm. Ossensibilizadores úteis podem ser selecionados dentre oscorantes sensibilizadores descritos nas US 6 410 205, US 5049 479, EP 1 079 276, EP 1 369 232, EP 1 369 231, EP 1 341040, US 2003/0 124 460, EP 1 241 002 e EP 1 288 720.
Corante
A camada foto polimerizável ou outra camada dorevestimento podem também conter um corante. O corante podeestar presente na camada foto polimerizável ou em umacamada separada abaixo ou acima da camada fotopolimerizável. Após o processamento com uma solução degoma, pelo menos parte do corante permanece sobre as áreasde revestimento endurecidas e uma imagem visível pode serproduzida sobre o suporte através da remoção dorevestimento, incluindo o corante, nas áreas não expostasno processamento por goma.
O corante pode ser um corante ou um pigmento. Umcorante ou pigmento pode ser usado como um colorante quandoa camada, contendo o corante o pigmento, for corado para oolho humano.
0 colorante pode ser um pigmento. Podem serusados vários tipos de pigmentos, tais como pigmentosorgânicos, pigmentos inorgânicos, negro de fumo, pigmentosmetálicos em pó e pigmentos fluorescentes. São preferidosos pigmentos orgânicos.
Exemplos específicos de pigmento orgânicosincluem pigmentos de quinacridona, pigmentos dequinacridona quinona, pigmentos de dioxazina, pigmentos deftalocianina, pigmentos de antrapirimidina, pigmentos deantantrona, pigmentos de indantrona, pigmentos deflavantrona, pigmentos de perileno, pigmentos dedicetopirrolo pirrola, pigmentos de perinona, pigmentos dequinoftalona, pigmentos de antraquinona, pigmentos detioendigo, pigmentos de benzimidazolona, pigmentos deisoindolinona, pigmentos deazometina e azo pigmentos.
Os exemplos específicos de pigmentos que podemser usados como colorantes incluem os seguintes (aqui CIconstitui uma abreviação para "Color Index" / índice decor; por pigmento de cor azul entenda-se um pigmento queaparenta ser azul para o olho humano; os outros pigmentoscoloridos devem ser considerados da mesma forma):Pigmentos de cor azul que incluem o CI pigmento azul 1, oCI pigmento azul 2, o CI pigmento azul 3, o CI pigmentoazul 15, o CI pigmento azul 4, o CI pigmento azul 34, o CIpigmento azul 16, o CI pigmento azul 22, o CI pigmento azul60 e similares, bem como o CI azul VAT 4, o CI azul VAT 60e similares;
Pigmentos de cor vermelha que incluem o CI pigmentovermelho 5, o CI pigmento vermelho 7, o CI pigmentovermelho 12, o CI pigmento vermelho 4 8 (CA) , o CI pigmentovermelho 48 (MN) , o CI pigmento vermelho 122, o CIpigmento vermelho 123, o CI pigmento vermelho 168, o CIpigmento vermelho 184, o CI pigmento vermelho 202 e o CIpigmento vermelho 209;
Pigmentos de cor amarela que incluem o CI pigmento amarelo1, o CI pigmento amarelo 2, o CI pigmento amarelo 3, o CIpigmento amarelo 12, o CI pigmento amarelo 13, o CIpigmento amarelo 14C, o CI pigmento amarelo 16, o CIpigmento amarelo 17, o CI pigmento amarelo 73, o CIpigmento amarelo 74, O CI pigmento amarelo 75, O CIpigmento amarelo 83, O CI pigmento amarelo 93, O CIpigmento amarelo 95, o CI pigmento amarelo 97, o CIpigmento amarelo 98, o CI pigmento amarelo 109, o CIpigmento amarelo 110, o CI pigmento amarelo 114, o CIpigmento amarelo 128, O CI pigmento amarelo 129, O CIpigmento amarelo 138, O CI pigmento amarelo 150, O CIpigmento amarelo 151, O CI pigmento amarelo 154, O CIpigmento amarelo 155, O CI pigmento amarelo 180 e O CIpigmento amarelo 185;Pigmentos de cor laranja que incluem o CI pigmento laranja36, o CI pigmento laranja 43 e uma mistura de taispigmentos;
Pigmentos de cor verde que incluem o CI pigmento verde 7, oCI pigmento verde 36 e uma mistura de tais pigmentos;Pigmentos de cor preta que incluem aqueles fabricados pelaMitsubishi Chemical Corporation, por exemplo o N2 2300, oN2 900, o MCF 88, o N2 33, o N2 40, o N2 45, o N2 52, o MA8, o MA 100 e o N2 2200 B;
Aqueles fabricados pela Columbian Carbon Co., Ltd., porexemplo, o Raven 5750, o Raven 5250, o Raven 5000, o Raven3500, o Raven 1255 e o Raven 700;
Aqueles fabricados pela Cabot Corporation, por exemplo, oRegai 400 R, o Regai 330 R, o Regai 660 R, o Mogul L, oMonarch 700, o Monarch 800, o Monarch 880, o Monarch 900, oMonarch 1000, o Monarch 1100, o Monarch 1300 e o Monarch1400; e
Aqueles fabricados pela Degussa, por exemplo, o Color BlackFW 1, o Color Black FW 2, o Color Black FW 2 V, o ColorBlack FW 18, o Color Black FW 200, o Color Black S 150, oColor Black S 160, o Color Black S 170, o Printex U, oPrintex V, o Printex 140 U, ο Special Black 6, ο SpeeialBlaek 5, ο Speeial Black 4Α e ο Speeial Blaek 4.
Podem também ser usados como colorante outrostipos de pigmentos, tais como pigmentos marrons, pigmentosvioleta, pigmentos fluorescentes e pigmentos de pósmetálicos. Os pigmentos como colorantes podem ser usadosisoladamente, ou na forma de uma mistura de dois ou maispigmentos.
São preferidos os pigmento de cor azul, incluindopigmentos violeta.
Os pigmentos podem ser usados com ou sem seremsubmetidos a tratamento superficial das partículas depigmento. De preferência, os pigmentos são submetidos atratamento de superfície. Os métodos para tratamento desuperfície incluem métodos para aplicação de umrevestimento superficial de resina, métodos para aplicaçãode tenso ativos, e métodos para ligação de um materialreativo (por exemplo, um agente de acoplamento de silana,um composto epóxi, poliisocianato, ou similar) à superfíciedo pigmento. Exemplos adequados de pigmentos com tratamentode superfície incluem os pigmentos modificados descritos noWO 02/04 210. Especificamente, na presente invenção sãopreferidos como colorantes os pigmentos de cor azulmodificados descritos no WO 02/04 210.
Os pigmentos possuem um tamanho de partículas queé de preferência menor do que 10 μπι, mais preferivelmentemenor do que 5 μπι e especialmente menor do que 3 μπι. 0método para dispersar os pigmentos pode ser qualquer métodode dispersão que seja usado para a produção de tinta,tonalizador / toner, ou similares. As máquinas de dispersãoincluem um dispersador ultra-sônico, um moinho de areia, umtriturador por atrito, um moinho de esferas, um supermoinho, um moinho de bolar, um hélice, um dispensador, ummoinho KD, um moinho coloidal, um Dynatron, um moinho detrês roletes e um amassador Z. Os detalhes destes estãodescritos em "Latest Pigment Applied Technology" (CMCPublications, publicado em 1986).
Um agente de dispersão pode ser omitido napreparação de dispersões dos chamados pigmento autodispersantes. Exemplos específicos de pigmentos autodispersantes incluem pigmentos que são submetidos a umtratamento de superfície de tal forma que a superfície dopigmento fique compatível com o líquido de dispersão.Exemplos típicos de pigmentos auto dispersantes em um meioaquoso incluem pigmentos que possuem grupos iônicos ouionizáveis, ou cadeias de polioxi etileno acopladas àsuperfície das partículas. Os exemplos de grupos iônicos ouionizáveis incluem grupos ácidos ou sais de tais, tais comogrupos de ácido carboxílico, ácido sulfônico, ácidofosfórico, ou ácido fosfônico, e sais de metais alcalinosde tais ácidos. Exemplos adequados de pigmentos autodispersantes estão descritos no WO 02/04 210, sendo estespreferidos na presente invenção. São preferidos ospigmentos auto dispersantes de cor azul do WO 02/04 210.
Tipicamente, a quantidade de pigmento norevestimento pode estar na faixa de cerca de 0,005 g/m2 a 2g/m2, de preferência cerca de 0, 007 g/m2 a 0,5 g/m2, maispreferivelmente cerca de 0,01 g/m2 a 0,20 g/m2, ainda maispreferivelmente cerca de 0,01 g/m2 a 0,1 g/m2.
O colorante pode também ser um corante. Quaisquercorantes conhecidos, tais como corantes comercialmentedisponíveis, ou os corantes descritos, por exemplo, no "DyeHandbook" (editado pela Organic Synthetic Chemistry
As sociation, publicado em 1970), que são coloridos para oolho humano, podem ser usados como o colorante norevestimento foto polimerizável. Os exemplos específicos detais incluem azo corantes, azo corantes de sais complexosde metais, azo corantes de pirazolona, corantes deantraquinona, corantes de ftalocianina, corantes decarboiônio, corantes de quinonimina, corantes de metina esimilares. São preferidos os corantes de ftalocianina. Oscorantes adequados são corantes orgânicos formadores desais, podendo ser selecionados dentre corantes solúveis emóleos e corantes básicos. Os exemplos específicos de taisincluem (aqui CI é uma abreviação de Color Index): OilYellow 101, Oil Yellow 103, Oil Pink 312, Oil Green BG, OilBlue GOS, Oil Blue 603, Oil Black BY, Oil Black BS, OilBlack T-505, Victoria Pure Blue, Crystal Violet (Cl 42555),Methyl Violet (Cl 42535), Ethyl Violet, Rhodamine B (Cl415170B), Malachite Green (Cl 42000), Methylene Blue (Cl52015). Além destes, podem ser usados como colorantes oscorantes descritos na GB 2 192 729.
Tipicamente, a quantidade de corante norevestimento pode estar na faixa de cerca de 0,005 g/m2 a 2g/m2, de preferência cerca de 0, 007 g/m2 a 0,5 g/m2, maispreferivelmente cerca de 0,01 g/m2 a 0,2 g/m2, ainda maispreferivelmente cerca de 0,01 g/m2 a 0,1 g/m2.Agente de impressão externa (printing-out)
A camada foto polimerizável ou outra camada dorevestimento podem também compreender um agente deimpressão extarna ou "printing-out", isto é, um compostoque é capaz de modificar a cor do revestimento quando daexposição. Após a exposição do precursor à imagem, pode serproduzida uma imagem visível, a seguir também designadacomo uma "imagem print-out" ou "imagem de impressãoexterna". O agente de impressão externa pode ser umcomposto tal como descrito no EP A 1 491 356, parágrafos[0116] a [0119] nas páginas 19 e 20, e no US 2005/8 971,parágrafos [0168] a [0172] na página 17. os agentes deimpressão externa preferidos incluem os compostos descritosno pedido PCT não publicado PCT/EP 2005/053 141, depositadoem Io de julho de 2005, da linha 1, página 9 à linha 27,página 20. São mais preferidos os corantes IR, tal comodescrito no pedido de patente não publicado EP 05 105440.1, depositado em 21 de junho de 2005, da linha 32,página 5, à linha 9, página 32.
O contraste
O contraste da imagem formada após a exposição àimagem e o processamento com uma solução de goma é definidocomo a diferença entre a densidade óptica na área exposta ea densidade óptica na área não exposta, sendo tal contrastede preferência tão alto quanto possível. Isto permite aousuário final determinar imediatamente se o precursor jáfoi ou não exposto e processado com uma solução de goma,distinguir as diferentes seleções de cor, e inspecionar aqualidade da imagem sobre o precursor de placa tratado.
O contraste aumenta com a elevação da densidadeóptica na área exposta e/ou com a redução da densidadeóptica nas áreas não expostas. A densidade óptica na áreaexposta pode se elevar com a quantidade e coeficiente deextinção do corante remanescente nas áreas expostas e com aintensidade da cor formada pelo agente de impressãoexterna. Nas áreas não expostas é preferido que aquantidade de colorante seja tão baixa quanto possível. Adensidade óptica pode ser medida em termos de refletânciapor um densitômetro óptico equipado com vários filtros (porexemplo, ciano, magenta, amarelo). A diferença de densidadeóptica entre a área exposta e a área não exposta possui depreferência um valor de pelo menos 0,3, maispreferivelmente pelo menos 0,4, ainda mais preferivelmentepelo menos 0,5. Não existe qualquer limite superiorespecífico para o valor do contraste, porém o contraste nãoé tipicamente maior do que 3,0, ou mesmo não maior do que2, 0. Para a obtenção de um bom contraste visual para umobservador humano, o tipo de cor do colorante também podeser importante. As cores preferidas para o colorante são ascores ciano ou azul, isto é, por cor azul deve serentendida uma cor que aparenta ser azul para o olho humano.A camada de topo / superior
O revestimento pode incluir uma camada superiorque atua como uma camada de barreira para oxigênio, aseguir designada como uma "camada de overcoat" ou "camadade sobre-revestimento", ou simplesmente "overcoat". Osligantes preferidos que podem ser usados na camada de topoincluem o álcool polivinilico e os polímeros descritos noEP A 3 103 498, depositado em 22/09/2003, na US 6 410 205 ena EP 1 288 720, incluindo as referências citadas em taispatentes e pedidos de patente. 0 ligante favorito para acamada de topo é o álcool polivinilico. O álcoolpolivinilico terá de preferência um grau de hidrólisevariando entre 74 % em moles e 99 % em moles. 0 pesomolecular médio ponderai do álcool polivinilico pode sermedido através da viscosidade de uma solução aquosa a 4 %em peso, a 20 °C, tal como definido na DIN 53 015, talvalor de viscosidade variando de preferência entre 3 e 26,mais preferivelmente entre 3 e 15, ainda maispreferivelmente entre 3 e 10.
A espessura do revestimento da camada de topofica de preferência entre 0,25 e 1,75 g/m2, maispreferivelmente entre 0,25 e 1,3 g/m2, ainda maispreferivelmente entre 0,25 e 1,0 g/m2, em uma modalidademais preferida da presente invenção, a camada de topopossui uma espessura de revestimento entre 0,25 e 1,75 g/m2e compreende um álcool polivinilico possuindo um grau dehidrólise variando entre 74 % em moles e 99 % em moles, eum valor de viscosidade tal como definido acima variandoentre 3 e 26.
Em uma modalidade preferida, a composição e aespessura da camada de topo são otimizadas de modo a seobter uma elevada sensibilidade, uma boa estabilidade à luzdo dia e menor ou nenhuma formação de sedimentos durante oprocessamento. Para reduzir os sedimentos, a camada de topocompreende menos álcool polivinilico, o álcool polivinilicopossuindo um peso molecular mais baixo, de preferência umvalor de viscosidade abaixo de 26, mais preferivelmenteabaixo de 10, e uma espessura tão baixa quanto possível,porém acima de 0,25 g/m2, para melhorar a sensibilidade, édesejada uma boa barreira ao oxigênio, usando-se um álcoolpolivinilico com um elevado grau de hidrólise, depreferência 88 a 98 %, e uma maior espessura da camada detopo. Para melhorar a estabilidade à luz do dia, é desejadapequena penetração de oxigênio, o que se obtém pelo uso deuma barreira de oxigênio com propriedade de barreira deoxigênio reduzida, de preferência pelo uso de uma menorespessura da camada de topo e com um álcool polivinilicopossuindo um grau de hidrólise mais baixo. Dado um bomequilíbrio de tais elementos, pode ser obtida umapropriedade otimizada para o precursor,
A camada de topo pode também compreender umcomponente selecionado a partir dos compostos da solução degoma acima descritos.
Exposição
A etapa de exposição à imagem é efetuada fora daprensa em um compositor de chapa / placa, isto é, umequipamento de exposição adequado para expor o precursor àimagem por meio de um laser, tal como um diodo de laser,com emissão em torno de 830 nm, um laser NdYAG, com emissãoem torno de 1060 nm, um laser violeta, com emissão em tornode 400 nm, ou um laser de gás, tal como um laser de Ar, oupor meio de uma exposição a UV digital modulada, porexemplo por meio de dispositivos digitais de espelhos, oupor meio de uma exposição convencional em contato com umamáscara. Em uma modalidade preferida da presente invenção,o precursor é exposto à imagem por meio de um laseremitindo luz IR ou luz violeta.
Pré-aquecimento
Após tal etapa de exposição à imagem, o precursoré aquecido em uma unidade de pré-aquecimento para promoverou acelerar a reação de polimerização e/ou reticulação. Taletapa de pré-aquecimento é efetuada dentro de um período detempo menor que 10 minutos, de preferência menor que 5minutos, mais preferivelmente menor que 1 minuto, aindamais preferivelmente o pré-aquecimento é efetuadoimediatamente após a exposição à imagem, isto é, dentro demenos que 30 segundos. Não há qualquer limite de tempoantes que o aquecimento possa começar, porém o precursor éaquecido tão logo possível após a exposição, usualmenteapós alguns segundos, para transporte da placa para aunidade de pré-aquecimento e início do processo deaquecimento. Nesta etapa de aquecimento o precursor éaquecido a uma temperatura de preferência de 80 0C a 150 0Ce durante um tempo de residência de preferência de 5segundos a 1 minuto. A unidade de pré-aquecimento estará depreferência provida com elementos de aquecimento tais comolâmpadas IR, lâmpadas UV, ar aquecido, um rolete oucilindro metálico aquecido, etc.
Lavagem
Após a etapa de pré-aquecimento, e antes da etapade revelação por goma, o precursor pode ser lavado em umaestação ou posto de pré-lavagem, em que pelo menos parte dacamada de topo pode ser removida por meio de um liquido delavagem, isto é, água ou uma solução aquosa, fornecido aorevestimento do precursor. O liquido de lavagem é depreferência água, mais preferivelmente água potável.
O termo "aquosa" inclui a água ou misturas deágua com solventes orgânicos misciveis em água, tais comoálcoois, por exemplo o metanol, o etanol, o 2-propanol, obutanol, o álcool isoamilico, o octanol, o álcool cetilico,etc., glicóis, por exemplo o etileno glicol, a glicerina, aN-metil pirrolidona, o metoxi propanol, e cetonas, porexemplo a 2-propanona e a 2-butanona, etc. O solventeorgânico miscivel com água pode estar presente em taismisturas em no máximo 50 % em peso, de preferência menosque 20 % em peso, mais preferivelmente menos que 10 % empeso, ainda mais preferivelmente nenhum solvente orgânicoestará presente na solução aquosa. A solução aquosa podeconter também um composto solubilizado ou dispersado emágua ou em uma mistura de água e um solvente miscivel com aágua. Tais compostos podem ser selecionados dentre oscompostos da solução de goma tal como acima descrito.
O liquido de lavagem usado nesta etapa possui depreferência uma temperatura variando entre 15°C e 85 °C,mais preferivelmente entre 18°C e 65°C, ainda maispreferivelmente entre 20°C e 55 °C.
A estação de pré-lavagem pode compreender pelomenos uma unidade de pré-lavagem em que o liquido delavagem é aplicado ao precursor por uma técnica deborrifamento, jateamento, imersão, ou revestimento,incluindo revestimento por rotação, revestimento porcilindros, revestimento em fenda, ou revestimento porrotogravura, ou por esfregamento com um coxim impregando oupor derramento do liquido, seja manualmente ou em umequipamento automático. São preferidas as técnicas de borrifamento, jateamento, imersão ou revestimento.
Um exemplo de um bico de borrifamento que podeser usado na técnica de borrifamento consiste de um bico deborrifamento auxiliado por ar do tipo SUJ1, comercialmentedisponível através da Spraying Systems Belgium, deBruxelas. O bico de borrifamento pode ser montado a umadistância de 50 mm a 200 mm entre o bico e o substratoreceptor. A vazão da solução de borrifamento pode serajustada para 7 ml/min. Durante o processo de borrifamento,pode ser usada uma pressão de ar na faixa de 4,80 χ IO5 Pano cabeçote de borrifamento. Tal camada pode ser secadurante o processo de borrifamento e/ou após o processo deborrifamento. Os exemplos típicos de bicos de jato quepodem ser usados na técnica de jateamento incluem bicos dejato de tinta e bicos de jato de válvula.
Pelo menos uma das unidades de pré-lavagem podeestar provida com um rolete para esfregar e/ou escovar orevestimento enquanto o líquido de lavagem é aplicado aorevestimento.
o líquido de lavagem usado na etapa de pré-lavagem pode ser coletado em um tanque e o líquido delavagem utilizado várias vezes. O líquido de lavagem podeser reposto pela adição de água e/ou solução aquosa frescaao tanque da unidade de pré-lavagem. A água ou soluçãoaquosa frescas são respectivamente água ou solução aquosaque não foram usadas antes para lavagem de um precursor.Como alternativa, o liquido de lavagem pode ser usadoapenas uma vez, isto é, somente água fresca ou soluçãoaquosa fresca são aplicadas ao revestimento, de preferênciapor uma técnica de borrifamento ou jateamento. Depreferência, é usada água potável nesta alternativa.
A estação de pré-lavagem pode compreender duas oumais unidades de pré-lavagem, de preferência duas ou trêsunidades de pré-lavagem.
Em uma modalidade preferida da presente invenção,a estação de pré-lavagem compreende uma primeira e umasegunda unidade de pré-lavagem em que o precursor éprimeiramente lavado na primeira unidade de pré-lavagem esubseqüentemente lavado na segunda unidade de pré-lavagem.
O precursor pode ser primeiramente lavado na primeiraunidade de pré-lavagem com liquido de lavagem que foi usadona segunda unidade de pré-lavagem e, subseqüentemente,lavado na segunda unidade de pré-lavagem com água fresca ousolução aquosa fresca, de preferência por uma técnica deborrifamento ou jateamento. Como alternativa, as primeira esegunda unidades de pré-lavagem possuem de preferência aconfiguração de um sistema em cascata, em que o liquido delavagem usado para lavagem do precursor na primeira esegunda unidades de pré-lavagem está respectivamentepresente em um primeiro e um segundo tanque, e em que oliquido de lavagem do segundo tanque transborda para oprimeiro tanque quando água fresca ou solução aquosa frescasão adicionadas à segunda unidade de pré-lavagem.Em outra modalidade da presente invenção, aestação de pré-lavagem pode incluir uma primeira, umasegunda e uma terceira unidade de pré-lavagem, em que oprecursor é primeiramente lavado na primeira unidade depré-lavagem, subseqüentemente na segunda unidade de pré-lavagem e finalmente na terceira unidade de pré-lavagem. 0precursor pode ser primeiramente lavado na primeira unidadede pré-lavagem com liquido de lavagem que foi usado nasegunda unidade de pré-lavagem, subseqüentemente lavado nasegunda unidade de pré-lavagem com liquido de lavagem quefoi usado na terceira unidade de pré-lavagem e finalmentelavado na terceira unidade de pré-lavagem com água frescaou solução aquosa fresca, de preferência por uma técnica deborrifamento ou jateamento. Como alternativa, as primeira,segunda e terceira unidades de pré-lavagem possuem depreferência a configuração de um sistema em cascata, em queos líquidos de lavagem usados para lavagem do precursor nasprimeira, segunda e terceira unidade de pré-lavagem estãorespectivamente presentes em um primeiro, segundo eterceiro tanque, e em que o líquido do terceiro tanquetransborda para o segundo tanque quando água fresca ousolução aquosa fresca é adicionada na terceira unidade depré-lavagem e o líquido de lavagem do segundo tanquetransborda para o primeiro tanque.
Em outra modalidade da presente invenção, olíquido de lavagem usado em cada uma das unidades de pré-lavagem pode também ser regenerado através da remoção demateriais insolúveis presentes no líquido de lavagem. Apresença de materiais insolúveis no líquido de lavagem podeter sido causada por várias razões, por exemplo pelalavagem de um revestimento contendo pigmento, porevaporação de solvente ou água do liquido de lavagem, oupor sedimentação, coagulação, ou floculação de componentesno liquido de lavagem. O material insolúvel pode serremovido por várias técnicas, tais como por filtração,ultracentrifugação, ou decantação. Um equipamento adequadopara descarte de uma solução de despejo, tal como o liquidode lavagem da presente invenção está descrito no EP A 747773. O equipamento pode estar conectado ao tanque de umaunidade de pré-lavagem para regenerar o liquido de lavagemusado por circulação do liquido de lavagem através de umfiltro ou membrana de filtro. O liquido de lavagem pode sercirculado pelo filtro ou membrana de filtro continuamente,periodicamente, ou durante o tempo de lavagem, ou acirculação ser regulada pela medição da turbidez outransparência (isto é, transmissão óptica) do liquido delavagem, a circulação sendo iniciada quando a turbidezsupera um valor máximo e é sustada quando for alcançado umvalor inferior. Os valores de turbidez superior e inferiorpodem ser escolhidos com relação ao grau desejado depurificação, de um modo geral a transmissão óptica doliquido de lavagem não é inferior a 50 % do seu valor noinicio, de preferência não menor do que 80 %, maispreferivelmente não menor do que 95 %.
Na presente invenção, pelo menos parte da camadade topo, quando presente, pode ser removida na etapa delavagem, de preferência mais de 50 % da camada de toposendo removida, mais preferivelmente mais de 80 %, aindamais preferivelmente mais de 95 %. De acordo com umamodalidade preferida da presente invenção, a camada fotopolimerizável não é substancialmente extraída ousolubilizada na etapa de lavagem, pelo que o líquido delavagem usado na etapa de lavagem não contém componentes dacamada foto polimerizável em uma concentração menor do que2 % em peso, mais preferivelmente menor que 1 % em peso, detais ingredientes da camada foto polimerizável, ainda maispreferivelmente menos que 0,5 % em peso. Os componentes dacamada foto polimerizável que são de preferência omitidostanto quanto possível no líquido de lavagem são o monômeropolimerizável, o monômero multifuncional, o iniciador, oinibidor e/ou o sensibilizador.
Processamento por goma
Após a etapa de aquecimento na unidade de pré-aquecimento, ou, quando está presente uma etapa de lavagem,após a etapa de lavagem, o precursor é revelado em umaestação de gomagem através da aplicação de uma solução degoma ao revestimento do precursor, desse modo removendo dosuporte as áreas não expostas da camada foto polimerizávele gomando a placa / chapa em uma única etapa. A estação degomagem compreende pelo menos uma unidade de gomagem, emque a goma é aplicada ao precursor por meio de uma técnicade borrifamento, jateamento, imersão, ou revestimento, oupor esfregamento com um coxim ou "boneca" impregnada ou porderramamento, seja manualmente ou em um equipamentoautomático.
Um exemplo de um bico de borrifamento que podeser usado na técnica de borrifamento consiste de um bico deborrifamento auxiliado por ar do tipo SUJ1, comercialmentedisponível através da Spraying Systems Belgium, deBruxelas. O bico de borrifamento pode ser montado a umadistância de 50 mm a 200 mm entre o bico e o substratoreceptor. A vazão da solução de borrifamento pode serajustada para 7 ml/min. Durante o processo de borrifamento,pode ser usada uma pressão de ar na faixa de 4,80 χ IO5 Pano cabeçote de borrifamento. Tal camada pode ser secadurante o processo de borrifamento e/ou após o processo deborrifamento. Os exemplos típicos de bicos de jato quepodem ser usados na técnica de jateamento incluem bicos dejato de tinta e bicos de jato de válvula.
Pelo menos uma das unidades de gomagem pode estarprovida com pelo menos um rolete para esfregar e/ou escovaro revestimento enquanto a goma é aplicada ao revestimento.
A goma usada na etapa de revelação pode ser coletada em umtanque e a goma utilizada várias vezes. A goma pode serreposta pela adição de uma solução de reposição ao tanqueda unidade de gomagem. Como alternativa, a solução de gomapode ser usada apenas uma vez, isto é, somente a solução degoma inicial é aplicada ao revestimento, de preferência poruma técnica de borrifamento ou jateamento. A solução degoma inicial é uma solução de goma que não foi usada pararevelação de um precursor e que possui a mesma composiçãoque a solução de goma usada no início da revelação.
A solução de reposição consiste de uma soluçãoque pode ser selecionada dentre uma solução de gomainicial, uma solução de goma concentrada, uma solução degoma diluída, uma solução de um tenso ativo não iônico,água, uma solução de um tampão possuindo um pH variandoentre 4 e 7, ou uma goma de cozimento. Uma solução de gomadiluída ou concentrada consiste de uma soluçãocompreendendo respectivamente uma concentração mais baixaou mais elevada de aditivos de goma tal como definidoacima. Uma solução de goma concentrada pode ser adicionadacomo a solução de reposição quando a concentração deprodutos ativos estiver abaixo de um nível desejado nasolução de goma. Uma solução de goma diluída ou água podeser usada quando a concentração de produtos ativos estejaacima de um nível desejado na solução de goma, ou quando aviscosidade da solução de goma se eleve, ou quando o volumeda solução de goma esteja abaixo de um nível desejado, porexemplo devido à evaporação do solvente ou água. Umasolução de um tenso ativo não iônico, ou uma solução de umtampão, podem ser adicionadas quando a solução de gomanecessite uma concentração mais elevada de um tenso ativo,ou quando o pH da solução de goma deva ser controlado em umvalor de pH desejado, ou em um valor de pH desejado em umafaixa de dois valores de pH, por exemplo entre 4 e 7.
A adição de solução de reposição, isto é, o tipoe a quantidade de solução de reposição, pode ser reguladapela medição de pelo menos um dentre os seguintesparâmetros: o número e a área do precursor de chaparevelado, o período de tempo de revelação, o volume em cadaunidade de gomagem (níveis mínimo e máximo), a viscosidade(ou aumento da viscosidade) da solução de goma, o pH (oumudança de pH) da solução de goma, a densidade (ou aumentoda densidade) da solução de goma e a condutividade (ouaumento da condutividade) da solução de goma, ou umacombinação de pelo menos dois destes. A densidade (ouelevação da densidade) da solução de goma pode ser medidapor meio de um densitômetro PAAR.
A solução de goma usada nesta etapa possui depreferência uma temperatura variando entre 15 0C e 85 °C,mais preferivelmente entre 18 0C e 65 °C, ainda maispreferivelmente entre 20 0C e 55 °C.
Em uma modalidade preferida da presente invenção,a estação de gomagem compreende uma primeira e uma segundaunidades de gomagem, em que o precursor é primeiramenterevelado na primeira unidade de gomagem e subseqüentementerevelado na segunda unidade de gomagem. O precursor podeser primeiramente revelado na primeira unidade de gomagemcom uma solução de goma que foi usada na segunda unidade degomagem e, subseqüentemente, revelado na segunda unidade degomagem com solução de goma inicial, de preferência pormeio de uma técnica de borrifamento ou jateamento. Comoalternativa, as primeira e segunda unidades de gomagempossuem de preferência a configuração de um sistema emcascata, em que a solução de goma usada para revelar oprecursor nas primeira e segunda unidades de gomagem estáde preferência presente em um primeiro e um segundotanques, e em que a solução de goma do segundo tanquetransborda para o primeiro tanque quando solução dereposição for adicionada à segunda unidade de gomagem.
Opcionalmente, também pode ser adicionada à primeiraunidade de gomagem uma solução de reposição, tal solução dereposição podendo ser a mesma ou outra solução de reposiçãoque aquela adicionada à segunda unidade de gomagem, porexemplo uma solução de goma diluída, uma solução de umtenso ativo não iônico, ou água podem ser adicionadas comoreposição à primeira unidade de gomagem.
Em outra modalidade da presente invenção, aestação de gomagem compreende uma primeira, uma segunda euma terceira unidades de gomagem, em que o precursor éprimeiramente revelado na primeira unidade de gomagem,subseqüentemente na segunda unidade de gomagem e finalmentena terceira unidade de gomagem. O precursor pode serprimeiramente revelado na primeira unidade de gomagem comsolução de goma que foi usada na segunda unidade degomagem, subseqüentemente revelado na segunda unidade degomagem com solução de goma que foi usada na terceiraunidade de gomagem, e finalmente revelado na terceiraunidade de gomagem com solução de goma inicial, depreferência por meio de uma técnica de borrifamento oujateamento. Como alternativa, as primeira, segunda eterceira unidades de possuem de preferência a configuraçãode um sistema em cascata, em que a solução de goma usadapara revelação do precursor nas primeira, segunda eterceira unidades de gomagem está respectivamente presenteem um primeiro, segundo e terceiro tanque, e em que asolução de goma do terceiro tanque transborda para osegundo tanque quando solução de reposição é adicionada naterceira unidade de gomagem e a solução de goma do segundotanque transborda para o primeiro tanque. Opcionalmente,pode também ser adicionada uma solução de reposição àssegunda e/ou terceira unidades de gomagem, tal solução dereposição podendo ser a mesma ou outra solução de reposiçãodaquela adicionada à terceira unidade de gomagem, porexemplo uma solução de goma diluída, uma solução de umtenso ativo não iônico, ou água podem ser adicionadas comoreposição à segunda ou primeira unidades de gomagem. Emoutra opção, podem também ser adicionadas duas soluções dereposição diferentes a uma unidade de gomagem, por exemplouma solução de goma inicial e água.
Em outra modalidade da presente invenção, asolução de goma usada em cada uma das unidades de gomagempode ser regenerada pela remoção de materiais insolúveispresentes na solução de goma de uma unidade de gomagem. Apresença de materiais insolúveis na solução de goma podeter sido causada por várias razões, por exemplo pelarevelação de um revestimento contendo pigmento, porevaporação de solvente ou água da solução de goma, ou porsedimentação, coagulação, ou floculação de componentes nasolução de goma. O material insolúvel pode ser removidocontinuamente ou em batelada, por meio de várias técnicas,tais como por filtração, ultra-filtração, centrifugação, oudecantação. Um equipamento adequado para descarte de umasolução de revelação de despejo, tal como a solução de gomada presente invenção está descrito no EP A 747 773. Oequipamento pode estar conectado ao tanque de uma unidadede gomagem para regenerar a solução de goma usada porcirculação da solução de goma através de um filtro oumembrana de filtro. A solução de goma pode ser circuladapelo filtro ou membrana de filtro continuamente,periodicamente, ou durante o tempo de revelação, ou acirculação ser regulada pela medição da turbidez outransparência (isto é, transmissão óptica) da solução degoma, a circulação sendo iniciada quando a turbidez superaum valor superior e sustada quando for alcançado um valor inferior. Os valores de turbidez superior e inferior podemser escolhidos com relação ao grau desejado de purificação,de um modo geral a transmissão óptica da solução de gomanão é inferior a 50 % do seu valor no inicio, depreferência não menor do que 80 %, mais preferivelmente nãomenor do que 95 %.Secagem
De acordo com outra modalidade da presenteinvenção, a placa / chapa pode ser seca após a etapa deprocessamento por goma em uma unidade de secagem. Em uma modalidade preferida, a chapa é seca por aquecimento daplaca na unidade de secagem, a qual pode conter pelo menosum elemento de aquecimento selecionado dentre uma lâmpadaIR, uma lâmpada UV, um cilindro de metal aquecido, ou araquecido. Em uma modalidade preferida da presente invenção,a chapa é seca por meio de ar aquecido, tal como conhecidona seção de secagem de uma máquina de revelação clássica.Cozimento
De acordo com outra modalidade da presenteinvenção, a chapa pode ser aquecida em uma unidade decozimento ou cura, opcionalmente após a secagem da chapa.Em uma modalidade preferida da presente invenção, quando achapa é aquecida em uma unidade de cozimento, o precursor érevelado através do uso de uma goma de cozimento e asolução de goma é de preferência reposta através da adiçãode uma goma de cozimento de reposição. Tal goma decozimento de reposição consiste de uma solução gue pode serselecionada dentre uma goma de cozimento inicial, isto é,uma solução possuindo a mesma composição gue a goma decozimento usada no inicio da revelação, uma goma decozimento concentrada, ou uma goma de cozimento diluída,isto é, uma solução possuindo uma concentração de aditivosrespectivamente maior ou menor do gue a goma de cozimentoinicial, e água.
A unidade de cozimento pode conter pelo menos umelemento de aguecimento selecionado dentre uma lâmpada IR,uma lâmpada UV, um cilindro de metal aguecido, ou araguecido. A chapa é de preferência aguecida na unidade decozimento a uma temperatura acima de 150 0C e menor do guea temperatura de decomposição do revestimento, maispreferive lmente entre 200 0C e 295 °C, ainda maispreferivelmente entre 250 0C e 290 °C. Um tempo deaguecimento mais longo é usualmente utilizado guando forusada uma temperatura de aguecimento mais baixa, e um tempode aguecimento mais curto utilizado guando for usada umatemperatura de aguecimento mais elevada. A chapa é depreferência aguecida durante um período de tempo abaixo de10 minutos, mais preferivelmente menos do gue 5 minutos,ainda mais preferivelmente menos de 2 minutos.
Em uma modalidade preferida da presente invenção,a chapa é aguecida pelo método descrito no EP A 1 506 854.em outra modalidade preferida da presente invenção, a chapaé aguecida pelo método descrito no WO 2005/015 318.Em outra modalidade da presente invenção, a etapade secagem e a etapa de aquecimento podem ser combinadas emuma única etapa, em que a chapa, após a etapa de revelaçãopor goma, é seca e aquecida em uma estação integrada desecagem / cozimento.
Equipamento único
De acordo com outra modalidade da presenteinvenção, a unidade de pré-aquecimento e a unidade degomagem podem estar acopladas entre si por meio dedispositivos mecânicos de transporte de placa / chapa. Aunidade de gomagem pode também estar acoplada por meio dedispositivos mecânicos de transporte de placa / chapa àunidade de secagem. A estação de secagem pode também estaracoplada por meio de dispositivos mecânicos de transportede placa / chapa à unidade de cozimento. A unidade degomagem pode também estar acoplada por meio de dispositivosmecânicos de transporte de placa / chapa à unidadeintegrada de secagem - cozimento.
De acordo com mais outra modalidade preferida dapresente invenção, a unidade de pré-aquecimento, acoplada àunidade de gomagem, pode estar acoplada ao compositor deplacas por meio de dispositivos mecânicos de transporte deplaca / chapa em que o precursor é protegido contra a luzambiente.
EXEMPLOS
Preparação de suporte de alumínio S-I.
Uma folha ou lâmina de alumínio com espessura de0,3 mm foi desengraxada por borrifamento com uma soluçãoaquosa contendo 26 g/l de hidróxido de sódio a 65 °C por 2segundos e rinsada com água deionizada por 1,5 segundos. Afolha foi a seguir eletroquimicamente granulada durante 10segundos usando-se uma corrente alternada em uma soluçãoaquosa contendo 15 g/l de ácido clorídrico, 15 g/l de íonsSOa2" e 5 g/l de íons Al3+ a uma temperatura de 37 0C e umadensidade de corrente de cerca de 100 A/dm2. A folha dealumínio passou a seguir por limpeza cáustica com umasolução aquosa contendo 5,5 g/l de hidróxido de sódio a 36°C por 2 segundos e rinsada com água deionizada por 2segundos. A folha foi subseqüentemente submetida a oxidaçãoanódica durante 15 segundos em uma solução aquosa contendo145 g/l de ácido sulfúrico a uma temperatura de 50 0C e umadensidade de corrente de 17 A/dm2, a seguir lavada com águadeionizada por 11 segundos e pós-tratada por 3 segundos porborrifamento de uma solução contendo 2,2 g/l de ácidopolivinil fosfônico a 70 °C, rinsada com água deionizadapor 1 segundo e seca a 120 0C por 5 segundos.
O suporte assim obtido era caracterizado por umaaspereza de superfície, Ra, de 0,35 a 0,4 μπι, medida com ointerferômetro NT1100, e possuía um peso anódico de 3,0g/m2.
Preparação de suporte de alumínio S-2.
A preparação deste suporte é efetuada da mesmaforma descrita para o suporte S-I, com a exceção de que acamada de ácido polivinil fosfônico é parcialmente removidapor tratamento com PD91, uma solução reveladora alcalina debase aquosa, comercialmente disponível através da Agfa-Gevaert, seguido por lavagem com água.
Preparação da camada foto sensível P-I.As composições de revestimento para a camada fotosensível P-I foi preparada por mistura dos ingredientesespecificados na Tabela 2. A solução resultante foirevestida sobre um suporte. Após o revestimento, a placafoi seca por um minuto a 120 0C em uma estufa comcirculação. A quantidade aplicada resultante foi de 1,20g/m2.
Tabela 2: Composições das soluções da camada foto sensível
<table>table see original document page 70</column></row><table>
(1) Koma 30 é um copolímero de vinil butiral, álcoolvinílico e acetato de vinila, esterificado com ácidotrimelítico, 13,9 % em peso, comercialmente disponívelatravés da Clariant;
(2) 0 FST 426R é uma solução em 2-butanona contendo 88,2 %em peso de um produto de reação de 1 mol de diisocianato de2, 2, 4-trimetil hexametileno e 2 moles de metacrilato dehidroxi etila (viscosidade de 3,30 mm2/s a 25 °C);(3) O Mono Z1620 é uma solução em 2-butanona contendo 30,1% em peso de um produto de reação de 1 mol de diisocianatode hexametileno, 1 mol de metacrilato de 2-hidroxi etila e0,5 mol de 2-(2-hidroxi etil) piperidina (viscosidade de1,7 mm2/s a 25 °C);
(4) O Heliogene Blue D7490 é uma dispersão (9,9 % em peso,viscosidade de 7,0 mm2/s a 25 °C), marca comercial da BASF,tal como definido na EP 1 072 956;
(5) DISB é o 1,4-di[3,5-dimetoxi 4-isobutoxi estiril]benzeno;
(6) HABI é a 2,2'-bis(2-cloro fenil) 4,4',5,5'-tetrafenil1,2-bis(imidazola);
(7) MBT é a 2-mercapto benzo tiazola;
(8) O Hostanox 03 é um antioxidante fenólico,comercialmente disponível através da Clariant;
(9) 0 Edaplan LA411 é um tenso ativo (solução a 10 % empeso em Dowanol PM®, marca comercial da Dow ChemicalCompany) obtido através da Munzing Chemie;
(10) 0 Dowanol PM é o éter monometílico de propilenoglicol, marca comercial da Dow Chemical Company.
Preparação da camada de overcoat OC-I.Sobre a camada foto sensível foi aplicada umasolução em água com a composição definida na Tabela 3,sendo seca a 110 0C por 2 minutos. 0 overcoat 0C-1 protetorassim formado possuía uma espessura seca de 1 g/m2.
Tabela 3: composição da solução de overcoat.
<table>table see original document page 71</column></row><table><table>table see original document page 72</column></row><table>
(1) O Acticide LA1206 é um biocida, comercialmentedisponível através da Thor;
(2) O Lupasol P é uma solução a 50 % em peso de umapolietileno imina em água, comercialmente disponívelatravés da BASF;
(3) O Lutensol A8 (90 % em peso) é um agente tenso ativo,comercialmente disponível através da BASF.
Preparação da chapa de impressão.
O precursor foi imageado com uma energia de 25μJ/cm2 em um dispositivo compositor de placas violetaAdvantage DL3850 (capacidade de endereçamento: 1270 dpi).
Foi efetuado um pré-aquecimento na seção de pré-aquecimento de um VSP-85 (velocidade de percurso = 1,2m/min, temperatura da placa = 110 °C) . 0 tempo entre ofinal da exposição e o início do tratamento de pré-aquecimento foi variado: 0,5, 1, 5, 10, 15, 30 e 60minutos.Após o pré-aquecimento as placas de impressãoforam reveladas na seção de revelação de um VSP-85 em umasolução da goma 1 a 25 °C, a 1,2 m/min).
A goma 1 é uma solução preparada como se segue:Em 750 g de água deionizada foram adicionados:100 ml de Dowfax 3B2 (comercialmente disponívelatravés da Dow Chemical);
31,25 g de sal dissódico do ácido 1,3-benzenodisulfônico (disponível através da Riedel de Haan);
31,25 ml de Versa TL77 (um ácido poliestirenosulfônico disponível através da Alco Chemical);
10,4 g de citrato trissódico dihidratado;2 ml de Acticide LA1206 (um biocida da Thor);2,08 g de Polyox WSRN-750 (disponível através daUnion Carbide);
sob agitação, sendo adicionada água deionizada até 1000 g.0 pH ficou entre 7,2 e 7,8
as placas de impressão foram avaliadas porinspeção da reprodução em destaque de um raster de 110 Ipi.Na Tabela 4 os ponto % mínimos que estavam perfeitamente ouquase perfeitamente visíveis na placa de impressão sãoapresentados como uma função do tempo entre o final daexposição e o início do pré-aquecimento (Δ tempo, min).
Tabela 4: reprodução de destaque em função do Δ tempo
Δ tempo, min Reprodução de destaque, 110 lpi, %0,5 31 35 3<table>table see original document page 74</column></row><table>
Pela Tabela 4 fica claro que um tempo crescenteentre o final da exposição e o inicio do pré-aquecimento (Δtempo) resulta em uma redução da reprodução de destaque.
Quando o Δ tempo está entre 0,5 e 5 minutos, um padrão de 3% de pontos é ainda visivel na placa de impressão após oprocessamento. Quando o Δ tempo chega a 30 ou 60 minutos, opadrão de 3 % de pontos (e mesmo os padrões de 4 e 5 % depontos) não são mais visíveis.
Claims (13)
1. Método para a produção de uma placa paraimpressão litográfica, CARACTERIZADO pelo fato de quecompreende as etapas de:(a) prover um precursor de placa de impressãolitográfica compreendendo:(i) um suporte que possui uma superfíciehidrofílica ou que está provido com uma camada hidrofílica,(ii) um revestimento sobre o suporte,compreendendo uma camada foto polimerizável e,opcionalmente, uma camada intermediária entre a camada fotopolimerizável e o suporte, em que a camada fotopolimerizável compreende um composto polimerizável, uminiciador de polimerização e um ligante;(b) expor o revestimento a uma imagem por meio deum laser em um compositor de placa;(c) aquecer o precursor em uma unidade de pré-aquecimento dentro de um período de tempo menor do que 10minutos após a etapa (b);(d) tratar o precursor em uma unidade ou estaçãode gomagem, compreendendo pelo menos uma unidade degomagem, pelo que uma solução de goma é aplicada aoprecursor, desse modo removendo do suporte áreas nãoexpostas da camada foto polimerizável e gomando a placa emuma única etapa.
2. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que o período de tempo é menordo que 5 minutos.
3. Método, de acordo com a reivindicação 1,CARACTERIZADO pelo fato de que o período de tempo é menordo que 1 minuto.
4. Método, de acordo com qualquer uma dasreivindicações precedentes, CARACTERIZADO pelo fato de que,na etapa (c), o precursor é aquecido na unidade de pré-aquecimento a uma temperatura variando entre 80 0C e 150 °C.
5. Método, de acordo com qualquer uma dasreivindicações precedentes, CARACTERIZADO pelo fato de que,na etapa (c), o precursor é aquecido na unidade de pré-aquecimento durante um tempo de residência variando entre 5segundos e 1 minuto.
6. Método, de acordo com qualquer uma dasreivindicações precedentes, CARACTERIZADO pelo fato de quea unidade de pré-aquecimento está provida com um elementode aquecimento.
7. Método, de acordo com a reivindicação 6,CARACTERIZADO pelo fato de que o elemento de aquecimento éuma lâmpada IR, uma lâmpada UV, ar aquecido, ou um cilindrode metal aquecido.
8. Método, de acordo com qualquer uma dasreivindicações precedentes, CARACTERIZADO pelo fato de quea unidade de pré-aquecimento está acoplada à unidade degomagem por dispositivos mecânicos de transporte de placa.
9. Método, de acordo com qualquer uma dasreivindicações precedentes, CARACTERIZADO pelo fato de quea unidade de pré-aquecimento está acoplada ao compositor deplaca por dispositivos mecânicos de transporte de placa emque o precursor é protegido contra a luz ambiente.
10. Método, de acordo com qualquer uma dasreivindicações precedentes, CARACTERIZADO pelo fato de que,a unidade de pré-aquecimento está acoplada à unidade degomagem por dispositivos mecânicos de transporte de placa ea unidade de pré-aquecimento está também acoplada aocompositor de placa por dispositivos mecânicos detransporte de placa em que o precursor é protegido contra aluz ambiente.
11. Método, de acordo com qualquer uma dasreivindicações precedentes, CARACTERIZADO pelo fato de quea solução de goma possui um valor de pH variando entre 3 e 9.
12. Método, de acordo com qualquer uma dasreivindicações precedentes, CARACTERIZADO pelo fato de queo laser emite luz violeta.
13. Método, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 1 a 11, CARACTERIZADO pelo fato de que olaser emite luz infravermelho.
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