BRPI0702924A2 - mandril, e, torre de máquina-ferramenta - Google Patents
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Abstract
MANDRIL, E, TORRE DE MAQUINA-FERRAMENTA. Um mandril para apertar um artigo tem uma porção de recepção incluindo um furo de recepção tendo um eixo longitudinal L, e uma superficie interna de furo de recepção. Uma luva de aperto é acomodada no furo de recepção e é girável entre uma posição de liberação e uma posição de fixação. A luva de aperto tem uma superficie de aperto contornada voltando-se radialmente para fora provida com um ou mais segmentos de aperto, cada segmento de aperto tendo uma rampa entre uma calha e uma crista, e uma depressão sobre o ouro lado da crista. Girar a luva de aperto dentro do furo de recepção faz um ou mais rolos associados a cada segmento de aperto cooperarem com a superficie de aperto contornada para efetuar a liberação e a fixação do artigo.
Description
"MANDRIL, Ε, TORRE DE MÁQUINA-FERRAMENTA"
CAMPO DA INVENÇÃO
A presente descrição de invenção refere-se a um mandril e,particularmente, a mandris usados para fixar de modo liberável ferramentasde cortar ou peças de trabalho a máquinas-ferramenta.
FUNDAMENTOS DA INVENÇÃO
Mandris são usados para fixar de modo removível ferramentasde corte ou peças de trabalho a máquinas-ferramenta, como máquinas de cortede metal. Como é bem conhecido na técnica, mandris geralmente têm umaporção de montagem que é adaptada para ser apertada de modo liberável namáquina-ferramenta, e uma porção de recepção que fixa de modo liberáveluma ferramenta de corte ou peça de trabalho.
A Patente U.S. 2.039.149, de Dodge, revela uma embreagemunidirecional (uma embreagem de sobremarcha ou uma de marcha de rodalivre) acoplando um elemento de acionamento a um elemento acionado,empregando rolos aliviados das cargas de deslizamento ou rolagem, tendomuito pouca reação que é adicionalmente amortecida por uma película deóleo. A embreagem de sobremarcha compreende membros interno e externo,uma série de blocos de cunha, cada um tendo sobre um lado uma superfíciecilíndrica adaptada para ser forçada para encaixe por atrito com um dosmencionados membros, e tendo uma superfície de cunha sobre seu ladooposto, uma série correspondente de rolos, cada um arranjado entre o outrodos mencionados membros e a superfície de cunha de um dos mencionadosblocos, e meios (ou seja, molas) para impelir os mencionados rolos para longedos mencionados blocos, os mencionados meios sendo independentes dosmencionados blocos.
Quando a embreagem unidirecional está parada sem carga,todas as partes (ou seja, os membros coaxiais, os blocos de cunha, os rolos eas molas) são presos bem encaixados. Entretanto, quando uma carga desobremarcha é aplicada, as molas são espiraladas pelo arrasto da carga desobremarcha que trabalha diretamente contra a força das molas, invertendo,desse modo, a carga aplicada pelas molas no repouso, e reduzindo a carga demola, até que um equilíbrio de forças seja conseguido. Adicionalmente,quando a sobremarcha começa, é introduzido óleo para formar uma películade óleo sobre um dos mencionados membros para dentro do qual assuperfícies cilíndricas da cunha são forçadas, reduzindo, desse modo, ascargas de atrito. O inverso ocorre quando a carga de acionamento é aplicada,ou seja, a pressão sobre o bloco de cunha aumenta, impelindo a película deóleo através das ranhuras de óleo formadas sobre as superfícies cilíndricas dosblocos de cunha, e os blocos de cunha encaixam por atrito um dosmencionados membros.
A Patente GB 921.522, de Hopkins e Cooper, revela ummandril para fixar peças de trabalho, como barras de seção circular. O mandrilcompreende um membro tubular geralmente cilíndrico deslizadolongitudinalmente para definir pelo menos três dedos. Uma luva externaconcêntrica se encaixa sobre o membro tubular cilíndrico. O membro tubularcilíndrico tem uma superfície excêntrica formada sobre uma face de dedoexterna de cada dedo. A luva externa tem carnes se projetando radialmentepara dentro sobre uma face de luva interna da mesma. Quando girando a luvaem relação ao membro tubular cilíndrico, os carnes da luva deslizam sobre asuperfície excêntrica de cada dedo, impelindo cada dedo radialmente paradentro, e, desse modo, exercendo forças de agarramento sobre uma barra deseção circular acomodada no membro tubular cilíndrico.
A Patente U.S. 4.808.049, de Cook, revela um mandril para ouso sobre uma máquina-ferramenta. O mandril tem uma pinça com entalheexibindo uma superfície externa formada compreendendo uma pluralidade desegmentos de superfície de came exteriores disposta de modo circunferencialao redor da pinça com entalhe. Cada um dos segmentos de superfície de cameexteriores aumenta nominalmente uniformemente a partir de um raio menorpara um maior em relação ao eixo central do mandril e da pinça com entalhe.A pinça com entalhe coopera com uma luva de aperto do prendedor deferramenta tendo segmentos de superfície de came interiores complementaresnos números e no contorno aos segmentos de superfície de came exteriores. Arotação seletiva da luva de aperto em relação à pinça com entalhe causa oencaixe seletivo dos segmentos de superfície de came interiorescomplementares e dos segmentos de superfície de came exteriores, impelindo,desse modo, a pinça com entalhe a aplicar força de agarramento a uma hastede uma ferramenta de corte.
A Patente U.S. 6.131.916, de Toda, revela um mandrilcompreendendo uma base de montagem e uma haste integral se projetandoa partir de u centro de uma superfície frontal da base e tendo umasuperfície afunilada sobre a superfície periférica externa da mesma. Umfuro tendo porções de fixação e porções de pressão que devem serpressionadas é formado na haste que se projeta. As porções de fixação e asporções de pressão são arranjadas alternadamente, e as porções de fixaçãoficam situadas em uma pluralidade de posições igualmente espaçadas aolongo de uma periferia interna da haste que se projeta. Cada uma dasporções de fixação tem um raio curto a partir do centro do furo. As porçõesa serem pressionadas ficam situadas entre as porções de fixação e têm umraio longo a partir do centro do furo. Um cilindro rotativo é encaixado demodo destacável do alado de fora da haste que se projeta, e um grupo derolos é arranjado do lado de dentro do cilindro rotativo, de modo que o eixodo grupo de rolos seja alinhado ao longo do eixo do cilindro rotativo esuportado por um meio apropriado. À medida que o cilindro rotativo égirado e movido, as porções de pressão são pressionadas e constritas pelosrolos que estão em contato periférico com uma superfície periférica externada haste que se projeta. Desse modo, as porções de fixação são expandidas(liberadas) na direção circunferencial devido à pressão e constrição dasporções de pressão. Como resultado, uma forma irregular do furo é mudadapara um círculo perfeito, facilitando a inserção de uma porção proximal deuma ferramenta para dentro do furo agora perfeitamente circular. Emseguida à inserção da porção proximal da ferramenta para dentro domandril, o cilindro rotativo é girado e movido a partir da porção dediâmetro longo para a porção de diâmetro curto da superfície afunilada dahaste que se projeta. Conseqüentemente, o grupo dos rolos para depressionar as porções de pressão. Desse modo, as porções de fixação nãosão expandidas. A porção proximal da ferramenta no furo é fixada pelasporções de fixação, que são agora restauradas à forma original. Quando aferramenta é fixada no mandril, o cilindro rotativo é removido da haste quese projeta. Para remover a ferramenta da haste que se projeta, o cilindrorotativo é usado novamente para pressionar e constranger a porção depressão a fim de expandir as porções de fixação na direção circunferencial.Como resultado, a forma irregular do furo na posição de aperto é restauradapara o círculo perfeito da posição liberada, facilitando a remoção da porçãoproximal da ferramenta a partir do furo agora perfeitamente circular.
É um objetivo da presente descrição prover um mandrilaperfeiçoado. Esse objetivo é atingido com a matéria de acordo com asreivindicações.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
Em um aspecto, a presente invenção é direcionada para ummandril para fixar de modo liberável um artigo. O mandril compreende umaporção de recepção, uma luva de aperto e pelo menos um rolo. A porção derecepção compreende um furo de recepção tendo um eixo longitudinal L euma superfície de furo de recepção. A luva de aperto é acomodada no furo derecepção e é girável entre uma posição de liberação e uma posição de fixação.A luva de aperto compreende uma superfície de aperto contornada tendo pelomenos um segmento de aperto, o pelo menos um segmento de aperto. 0segmento de aperto compreende uma primeira rampa entre uma calha e umacrista, e uma segunda rampa entre a crista e uma depressão, onde a calha, acrista e a depressão são, respectivamente, a uma distância de calha DT, umadistância de crista Dc e uma distância de depressão D0, a partir do eixolongitudinal L, onde Dt < Dd < Dc. O pelo menos um rolo é acomodado entrea superfície de furo de recepção e a superfície de aperto contornada. Quando aluva de aperto está na posição de fixação, um primeiro rolo dos mencionadosum ou mais rolos é acomodado na depressão, e pelo menos um dosmencionados um ou mais rolos aplica uma força direcionada radialmente paradentro contra a superfície de aperto contornada. Quando a luva de aperto estána posição de liberação, o mencionado primeiro rolo não fica acomodado nadepressão.
Geralmente, quando a luva de aperto está na posição deliberação, o primeiro rolo fica adjacente à calha.
Ainda geralmente, quando a luva de aperto é girada a partir daposição de liberação para a posição de fixação, o primeiro rolo viaja ao longoda primeira rampa, passa sobre a crista e entra na depressão.
De acordo com um modo de realização preferido, o furo derecepção e a luva de aperto são ambos cilíndricos.
De preferência, pelo menos um dos mencionados um ou maisrolos aplica uma força direcionada radialmente para fora contra o furo derecepção.
De acordo com um modo de realização preferido, o mandrilcompreende uma gaiola de rolo cilíndrica posicionada entre a superfície defuro de recepção e a luva de aperto, a gaiola de rolo cilíndrica tendo pelomenos um entalhe traspassante, os um ou mais rolos sendo acomodados nomencionado entalhe traspassante.
De acordo com algumas aplicações específicas, o artigo é umamáquina-ferramenta rotativa.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
Para um melhor entendimento da presente invenção e paramostrar como a mesma pode ser realizada na prática, será feita referênciaagora aos desenhos anexos, nos quais:
a Figura 1 mostra uma vista em perspectiva de um mandril ede uma ferramenta de corte presa no mesmo de acordo com um modo derealização da presente invenção;
a Figura 2 mostra uma vista lateral, parcialmente em seção, domandril mostrado na Figura 1;
a Figura 3 mostra uma vista frontal em perspectiva da porçãode recepção de mandril vista na Figura 1;
a Figura 4 mostra uma vista em seção do mandril e daferramenta de corte mostrados na Figura 2 ao longo da linha de seção IV-IV;
a Figura 5 mostra uma vista em perspectiva explodida de ummecanismo de aperto do mandril mostrado na Figura 1;
a Figura 6 mostra uma vista em perspectiva frontal de umaluva de aperto do mecanismo de aperto mostrado na Figura 5;
a Figura 7 mostra uma vista em perspectiva posterior da luvade aperto mostrada na Figura 6;
a Figura 8 mostra uma vista lateral da luva de aperto mostradana Figura 5;
a Figura 9 mostra uma seção transversal da luva de apertomostrada na Figura 5, tomada ao longo da linha IX-IX na Figura 8;
a Figura 10 mostra uma vista em detalhe da seção transversalda luva de aperto mostrada na Figura 9;
a Figura 11 mostra uma vista em detalhe do mandril mostradona Figura 4, em uma posição de liberação;
a Figura 12 mostra uma vista em detalhe do mandril mostradona Figura 4, em uma posição de fixação;
a Figura 13 mostra uma seção transversal em detalhe de umoutro modo de realização do mandril de acordo com a presente invenção, emuma posição de liberação;
a Figura 14 mostra uma seção transversal em detalhe do modode realização mostrado na Figura 13, em uma posição de fixação;
a Figura 15 mostra uma seção transversal em detalhe de aindaum outro modo de realização do mandril de acordo com a presente invenção,em uma posição de liberação;
a Figura 16 mostra uma seção transversal em detalhe do modode realização mostrado na Figura 15, em uma posição de fixação;
a Figura 17 mostra uma vista em perspectiva de uma torre e deuma ferramenta de corte presa na mesma de acordo com ainda um outro modode realização da presente invenção;
a Figura 18 mostra uma vista em perspectiva de um mandrilusado para fixar a ferramenta de corte mostrada na Figura 17;
a Figura 19 mostra uma vista em perspectiva explodida domandril mostrado na Figura 18.
DESCRIÇÃO DETALHADA DOS EXEMPLOS DE MODOS DEREALIZAÇÃO
É chamada a atenção para as Figuras 1 a 5. De acordo com umprimeiro modo de realização, um mandril 30 fixa de modo liberável umahaste de ferramenta 32 de uma ferramenta de corte em uma porção derecepção de mandril formada integralmente 34 da mesma. A ferramenta decorte pode ser uma ferramenta de corte rotativa, como uma fresa de topo,embora a haste possa pertencer a algum outro tipo de ferramenta, ou mesmoser uma peça de trabalho.
O mandril 30 tem um eixo longitudinal L definindo umadireção da frente para trás, e também tem uma porção de montagem posteriorintegralmente formada 36 que é montável de modo liberável em umamáquina-ferramenta rotativa (não mostrada). A porção de montagem seestende adiante para um flange de montagem integralmente formado 38, coma porção de recepção de mandril 34 se estendendo adiante a partir do flangede montagem 38 para uma face frontal de recepção 40 que é perpendicular aoeixo longitudinal L. A forma e a operação exatas da porção de montagem 36 edo flange de montagem 38 são geralmente conhecidas por aqueles experientesna técnica.
Um furo de recepção 42 tendo uma superfície de recepçãocilíndrica 44 se estende de modo coaxial com o eixo longitudinal L para trás apartir da face frontal de recepção 40 para terminar em uma extremidadeposterior de furo 46. O furo de recepção 42 acomoda um mecanismo deaperto 48 tendo uma luva de aperto 50 e uma pluralidade de rolos 52acomodados em uma gaiola de rolo cilíndrica 54. A pluralidade de rolos 52 ea gaiola 54 são dispostos entre a luva de aperto 50 e a superfície de recepção44 do furo 42.
É chamada a atenção agora para as Figuras 6 e 7. A luva deaperto 50 é, de preferência, construída a partir de uma peça unitária de ummaterial duro e resiliente, e é, de preferência, manufaturada por meio deoperações de corte de metal convencionais. A luva de aperto 50 se estende apartir de uma extremidade frontal de luva 56 para uma extremidade posteriorde luva 58 paralela ao eixo longitudinal L. Um furo traspassante de aperto 60,no qual a haste de ferramenta 32 é recebida, se estende através da luva deaperto 50 a partir da extremidade frontal de luva 56 para a extremidadeposterior de luva 58 de modo coaxial com o eixo longitudinal L. Aextremidade frontal de luva 56 constitui uma cabeça de luva 62 que se projetaradialmente para fora em relação a um corpo de luva geralmente cilíndrico 64se estendendo longitudinalmente posteriormente a partir da mesma para aextremidade posterior de luva 58 de modo coaxial com o eixo longitudinal L.A cabeça de luva 62 pode, de preferência, ser de um projeto de cabeçahexagonal tendo uma face frontal de cabeça hexagonal 66 e uma faceposterior de cabeça hexagonal paralela e oposta 68, ambas, as faces de cabeçafrontal e posterior 66, 68, sendo perpendiculares ao eixo longitudinal L. Ofuro traspassante de aperto 60 encontra a face frontal de cabeça 66 em umchanfro de furo de luva 70. Um envelope periférico de cabeça 72 tendo seissuperfícies de suporte de cabeça planas 74 se estende entre as faces frontal eposterior de cabeça 66, 68 paralelas ao eixo longitudinal L. A cabeça de luva62 é projetada para ser conduzida por uma chave correspondentementeformada (não mostrada). Embora no modo de realização mostrado sejaempregada uma cabeça hexagonal 62, é entendido que qualquer outra cabeçaformada (e uma ferramenta adequada para a mesma) pode ser usada ao invésdisso.
O corpo de luva 64 tem uma superfície de aperto contornada76 que encontra a face posterior de cabeça 68 em um canal circunferencial 78e se estende posteriormente a partir da mesma paralela ao eixo longitudinal Lpara uma superfície posterior de luva cilíndrica 80 se estendendoposteriormente a partir da superfície de aperto contornada 76 para terminar naextremidade posterior de luva 58.
É chamada a atenção agora para as Figuras 8 e 9. A superfíciede aperto contornada 76 tem uma pluralidade de segmentos de apertoidênticos sucessivos 82 formada sobre a mesma. Cada segmento de aperto 82se estende longitudinalmente ao longo da superfície de aperto contornada 76paralela ao eixo longitudinal L e de modo circunferencial entre um segmentode aperto anterior 82' e um segmento de aperto sucessivo 82". Cada segmentode aperto 82 é flanqueado por uma primeira aresta de batente 84 e umasegunda aresta de batente 84'. Em um modo de realização, a superfície deaperto contornada 76 tem seis segmentos de aperto idênticos 82. Porque ossegmentos de aperto 82 são idênticos, somente um será descrito em detalhe.Também é entendido aqui que mesmo que o termo 'segmento' seja usado, asuperfície de aperto contornada 76 mais freqüentemente terá construçãounitária e compreenderá uma superfície contínua unitária.
Como mais bem visto na Figura 10, o segmento de aperto 82se estende entre as arestas de batente adjacentes 84, 84'. Um primeiro ombro85 se inclina em uma direção radialmente para dentro a partir de uma primeiraaresta de batente 84 para uma calha 86. Uma primeira rampa 88 se estende apartir da calha 86 para uma crista 90. Como visto no modo de realização daFigura 10, a primeira rampa 88 pode se estender por sobre metade docomprimento circunferencial do segmento 82, com uma inclinaçãodirecionada radialmente para fora gradual. Em alguns modos de realização, aporção de terminal da primeira rampa 88, próxima à crista 90, está na formade um platô 95 tendo uma inclinação reduzida em relação ao restante daprimeira rampa 88. A partir da crista 90, uma segunda rampa 92 se estendepara uma depressão 94. A partir da depressão 94, uma terceira rampa 96 seestende para uma segunda aresta de batente adjacente 84'. Essa seqüência decaracterísticas é, então, repetida para cada segmento ao redor dacircunferência da superfície de aperto 76, sendo entendido que cada umadessas características se estende longitudinalmente ao longo da mesma.
A partir de cima, pode ser visto que a calha 86 fica entre aaresta de batente 84 e a primeira rampa 88; a primeira rampa 88 fica entre acalha 86 e a crista 90; e a depressão 94 é formada sobre um lado mais distanteda crista 90. A calha 86, a crista 90, a depressão 94 e a aresta de batente 84ficam localizadas a uma distância de calha DT, uma distância de crista Dc,uma distância de depressão D0 e uma distância de aresta de batente Ds,respectivamente, a partir do eixo longitudinal L, com a distância de calha Dxsendo menor do que a distância de depressão Dd, e a distância de depressãoDd sendo menor do que a distância de crista Dc. A distância de aresta debatente Ds pode ser tanto igual a, quanto maior do que a distância de cristaDc- Desse modo, Dx < Dd < Dc < Ds.
De acordo com alguns modos de realização preferidos, e comomostrado nas Figuras 4 e 5, cada segmento de aperto 82 é associado a um parde rolos 98. Os dois rolos 52 do par de rolos 98 podem ser idênticos.
Conseqüentemente, o mecanismo de aperto 48 nesse modo de realização temseis pares de rolo 98.
Cada rolo 52 é de uma construção unitária sólida e, depreferência, é formado de um material duro e resiliente. Cada rolo 52 temuma forma cilíndrica se estendendo longitudinalmente ao longo de um eixo derolo longitudinal central R. Os pares de rolos 98 são mantidos separados unsdos outros por meio de uma gaiola de rolo 54. A gaiola de rolo 54 é de umaforma geralmente cilíndrica se estendendo de modo coaxial com o eixolongitudinal L e tendo uma superfície interna de gaiola 100 e uma superfícieexterna de gaiola 102. Seis entalhes traspassantes de gaiola longitudinaisseparadamente espaçados idênticos 104 se estendem radialmente entre a spinterna de gaiola 100 e a superfície externa de gaiola 102 e de modo axialparalelos ao eixo longitudinal L. Cada um dos seis pares de rolos 98 érecebido em um dos seis entalhes traspassantes de gaiola 104, mantendo,desse modo, cada par de rolo separado dos pares de rolo adjacentes 98. Osentalhes traspassantes de gaiola 104 alinham os rolos 52 de modo que o eixode rolo longitudinal R de cada rolo 52 fique paralelo ao eixo longitudinal L daembreagem 30.
Como é mais bem mostrado nas Figuras 1 e 2, o mecanismo deaperto 48 é acomodado na porção de recepção 34 com o corpo de luva 64posicionado no furo de recepção 42 de modo coaxial com o eixo longitudinalL, e com a cabeça de luva 62 se projetando adiante em relação à porção derecepção 34, de modo que a face posterior de cabeça 68 fique adjacente à facefrontal de recepção 40. Como mais bem mostrado na Figura 4, quando omecanismo de aperto 48 está no furo de recepção 42, o par de rolos 98associado a cada segmento de aperto 82 é pressionado entre o segmento deaperto 82 e a superfície de recepção 44, com a superfície interna de gaiola 100voltando-se para a superfície de aperto contornada 76 da luva de aperto 50 e asuperfície externa de gaiola 102 voltando-se para a superfície de recepção 44do furo de recepção 42.
A fim de fixar a haste de ferramenta 32 no mandril 30, ou paraliberar o eixo de ferramenta 32 do mesmo, o mecanismo de aperto 48 égirável, em relação à porção de recepção 34, entre uma posição de liberação euma posição de fixação. A rotação do mecanismo de aperto 48 a partir daposição de liberação para a posição de fixação, e vice versa, pode serconcluída aplicando-se uma chave (não mostrada) para girar a cabeça de luva62 da luva de aperto 50.
Na posição de liberação, como mais bem visto na Figura 11,cada par de rolos 98 fica localizado sobre o lado traspassante da primeirarampa 88. O par de rolos 98 inclui um primeiro rolo, ou rolo de direção 52' eum segundo rolo 52" adjacente ao primeiro rolo 52'. O segundo rolo 52" decada par de rolos 98 fica posicionado na calha 86 imediatamente adjacente aoombro 85 da aresta de batente 84, enquanto o primeiro rolo 52' do par derolos 98 fica localizado sobre o outro lado do segundo rolo 52" a partir daaresta de batente 84. Desse modo, como visto na Figura 11, o primeiro rolo52' pode ser pelo menos parcialmente posicionado sobre a primeira rampa 88adjacente à calha 86. O furo traspassante de aperto 60 da luva de aperto 50 édimensionado de modo que, na posição de liberação, a haste de ferramenta 32possa ser livremente inserida no mesmo ou removida do mesmo.
Girar a luva de aperto 50 em direção à posição de fixação faz osegmento de aperto 82 se mover em relação ao per de rolos 98. Em particular,quando se movendo a partir da posição de liberação da Figura 11 para aposição de fixação da Figura 12, o segmento de aperto 82 se move na direçãoda Seta S. Como conseqüência, o par de rolos 98 passeia efetivamente aolongo da primeira rampa 88 em uma direção a partir da calha 86 para a crista90. Na posição de fixação da Figura 12, o primeiro rolo 52' de cada par derolos 98 atravessa a crista 90, e é acomodado na depressão 94, entre a crista90 e a aresta de batente adjacente 84', enquanto o segundo rolo 52" do par derolos 98 permanece sobre a crista 90. Porque a distância de depressão Dd e adistância de crista Dc são maiores do que a distância de calha DT, girar omecanismo de aperto 48 para a posição de fixação faz os rolos 52 impeliremos segmentos de aperto 82 radialmente para dentro, fazendo o corpo de luva64 se contrair e o furo traspassante de aperto 60 se encolher, fixando, dessemodo, a haste de ferramenta 32 no mesmo.
Quando a luva de aperto 50 está na posição de fixação daFigura 12, visto que o primeiro rolo 52' é acomodado na depressão 94, elefica ligeiramente para dentro radialmente em relação ao segundo rolo 52".Desse modo, o primeiro rolo 52' pode ser retido um pouco frouxamente entrea depressão 94 e a superfície de recepção 44, e, assim, pode não aplicarqualquer força de aperto - seu propósito sendo travar a luva de aperto naposição de fixação em virtude da ocupação da depressão 94. é o segundo rolo52" que aplica uma força direcionada radialmente para dentro contra umaporção de platô 95 da superfície contornada do segmento de aperto 82, e emuma direção radialmente para fora contra a superfície de recepção da porçãode recepção 34. Desse modo, no modo de realização da Figura 12, enquanto osegundo rolo 52" aplica uma força compressiva para contrair a luva de aperto50 radialmente para dentro para agarrar por atrito a haste de ferramenta 32 eaplica uma força radialmente para fora para fixar o mecanismo de aperto 48na porção de recepção 34, o primeiro rolo 52' assegura que o mecanismo deaperto 48 permaneça na posição de fixação, ausente uma força rotacionalsuficiente para desalojá-lo da depressão 94.
Em outros modos de realização possíveis da descrição,diferentes mandris podem ter diferentes mecanismos de aperto com menossegmentos de aperto 82, por exemplo, 2, 3, 4, ou 5 ou com mais segmentos deaperto 82, por exemplo, 7, 8, 9, 10 ou mais e, conseqüentemente, com menospares de rolos 98, por exemplo, 2, 3, 4, ou 5 ou com mais pares de rolos 98,por exemplo, 7, 8, 9, 10 ou mais.
A atenção é direcionada agora às Figuras 13 e 14 mostrandouma posição de liberação e uma posição de aperto, respectivamente, de ummandril 230 de acordo com um segundo modo de realização da presenteinvenção. Nesse segundo modo de realização, exatamente um rolo, isto é,somente um rolo unitário, é associado a cada segmento de aperto. Visto que omandril 230 tem muitas características que são semelhantes àquelas domandril 30, as características semelhantes do mandril 230 serão referidas aquiabaixo pelos números de referência que são trocados por 200 a partir daqueledo mandril 30.
O mandril 230 tem um eixo longitudinal L definidograndemente da mesma maneira que o eixo longitudinal L do mandril 30.Uma porção de recepção 234 do mandril 230 tem um furo de recepção 242 seestendendo de modo coaxial com o eixo longitudinal L. O furo de recepção242 acomoda um mecanismo de aperto 248 tendo uma luva de aperto 250 euma gaiola de rolo 254. A luva de aperto 250 tem um furo traspassante deaperto 260 formado na mesma e se estendendo longitudinalmente de modocoaxial com o eixo longitudinal L, e uma superfície de aperto contornada 276tendo uma pluralidade de segmentos de aperto 282 formados na mesma. Deacordo com uma variação desse modo de realização, a superfície de apertocontornada 276 tem seis segmentos de aperto 282 idênticos.
O furo traspassante de aperto 260 tem uma haste de ferramenta232 recebida no mesmo. Uma pluralidade de rolos é acomodada a intervalosseparadamente espaçados entre a superfície de aperto contornada 276 e umasuperfície de recepção 244 do furo de recepção 242. Entretanto, o mandril 230tem um rolo unitário 252A, 252B, 252C etc, associado a cada segmento deaperto 282, enquanto o mandril 30 tem um par de rolos 98 de idênticosprimeiro e segundo rolos 52', 52" associados a cada segmento de aperto 82.Conseqüentemente, o mecanismo de aperto 248 em seu segundo modo derealização, como apresentado nas Figuras 13 e 14, tem um total de seis dessesrolos.
Em uma posição de liberação do mandril 230, mostrada naFigura 13, o rolo 252A associado ao segmento de aperto 282 fica localizadoem uma calha 286 do segmento de aperto 282, facilitando a livre inserção,posicionamento, ou remoção da haste de ferramenta 232 em relação ao furotraspassante de aperto 260. Girar a luva de aperto 250 em direção a umaposição de fixação faz o rolo 252A associado ao segmento de aperto 282 semover em relação ao corpo de luva 264 sobre uma primeira rampa 288 parauma crista 290 do segmento de aperto 282. Na posição de fixação, como émais bem mostrado na Figura 14, o rolo 252A atravessa a crista 290, e éacomodado em uma depressão 294 disposta entre a crista 290 e uma aresta debatente 284', desse modo, fazendo o corpo de luva 264 se contrair, e o furotraspassante de aperto 260 se encolher e apertar de modo seguro a haste deferramenta 232.
Nesse modo de realização de 'rolo unitário', o rolo 252A,quando acomodado na depressão 294 com a luva de aperto 250 na posição defixação da Figura 14, empurra em uma direção radialmente para dentro contrao fundo da depressão 294 e também empurra em uma direção radialmentepara fora contra a superfície de recepção 244. O rolo 252A, em virtude deocupar a depressão 294, também mantém a luva de aperto 250 na posição defixação. Desse modo, neste modo de realização, o rolo 252A desempenha asfunções tanto do primeiro rolo 52' quanto do segundo rolo 52" no modo derealização de 'par de rolos' examinado acima com relação às Figuras 11 e 12.
Em outros modos de realização possíveis da descrição,diferentes mandris podem ter diferentes mecanismos de aperto com menossegmentos de aperto 282, por exemplo, 2, 3, 4, ou 5 ou com mais segmentosde aperto 282, por exemplo, 7, 8, 9, 10 ou mais e, conseqüentemente, commenos rolos 252, por exemplo, 2, 3, 4, ou 5 ou com mais rolos 252, porexemplo, 7, 8, 9, 10 ou mais.
A atenção é direcionada agora para as Figuras 15 e 16mostrando uma posição de liberação e uma posição de aperto,respectivamente, de um mandril 430 de acordo com ainda um outro modo derealização da presente invenção. Visto que o mandril 430 tem muitascaracterísticas que são semelhantes àquelas do mandril 30, as característicassemelhantes do mandril 430 serão referidas aqui abaixo pelos números dereferência que são trocados por 400 a partir daqueles do mandril 30.
O mandril 430 tem um eixo longitudinal L definidograndemente da mesma maneira que o eixo longitudinal L do mandril 30.
Uma porção de recepção 434 do mandril 430 tem um furo de recepção 442 seestendendo de modo coaxial com o eixo longitudinal L. O furo de recepção442 acomoda um mecanismo de aperto 448 tendo uma luva de aperto 450. Aluva de aperto 450 tem um furo traspassante de aperto 460 formado na mesmae se estendendo longitudinalmente de modo coaxial com o eixo longitudinalL, e uma superfície de aperto contornada 476 tendo uma pluralidade desegmentos de aperto 482 formados na mesma. De acordo com uma variaçãodesse modo de realização, a superfície de aperto contornada 476 tem seissegmentos de aperto 482 idênticos. O furo traspassante de aperto 460 temuma haste de ferramenta 432 recebida no mesmo. Uma pluralidade de rolos452 é acomodada entre a superfície de aperto contornada 476 e uma superfíciede recepção 444 do furo de recepção 442. Em um modo de realizaçãoespecífico, três rolos, primeiro, segundo e terceiro rolos 452', 452", 452'"arranjados em um trio de rolos 498 são associados a cada segmento de aperto482 da luva de aperto 450, enquanto o mandril 30 tem somente dois, 52', 52",arranjados em um par de rolos 98 associado a cada segmento de aperto.Conseqüentemente, o mecanismo de aperto 448 neste modo de realização temseis trios de rolos 498. Os três rolos 452', 452", 452"' associados a cadasegmento de aperto 482 podem ser idênticos.
Em uma posição de liberação do mandril 430, mostrada naFigura 15, o trio de rolos 498 associado ao segmento de aperto 482 ficalocalizado sobre o lado de calha da primeira rampa 488. Um terceiro rolo452"' fica posicionado na calha 486 imediatamente adjacente ao ombro 485do batente de aresta 484 (ver Figura 15), enquanto os segundo e primeirorolos 452", 452', respectivamente, ficam localizados adjacentes ao terceirorolo 452"'. Desse modo, o segundo e primeiro rolos 452", 452' podem serposicionados, pelo menos parcialmente, sobre a primeira rampa 488 adjacenteà calha 486. A primeira rampa 488 se estende a partir da calha 486 para acrista 490, facilitando, desse modo, a livre inserção, posicionamento, ouremoção da haste de ferramenta 432, quando na posição de liberação.
Na posição de fixação, como é mais bem mostrado na Figura16, o primeiro rolo 452' atravessa a crista 490, e é acomodado em umadepressão 494 disposta entre a crista 490 e a aresta de batente 484' adjacente,enquanto os terceiro e segundo rolos 452"', 452" ficam localizados sobre aporção de platô 495 da superfície contornada do segmento de aperto 482,adjacente à crista 490 do segmento de aperto 482. Desse modo, nesse modode realização de 'trio de rolo', o primeiro rolo 452"', quando acomodado nadepressão 494, trava a luva de aperto 450 no lugar. No meio tempo, osegundo rolo 452" e o terceiro rolo 452"' aplicam as forças radiaisnecessárias para fazer a luva de aperto 450 se contrair e apertar uma haste deferramenta 432 acomodada em um furo traspassante 460 formado na luva deaperto 450, e ajudam a apertar a luva de aperto 450 no furo de recepção 442.
Em outros modos de realização possíveis da descrição,diferentes mandris podem ter diferentes mecanismos de aperto com menossegmentos de aperto 476, por exemplo, 2, 3, 4, ou 5 ou com mais segmentosde aperto 476, por exemplo, 7, 8, 9, 10 ou mais e, conseqüentemente, commenos trios de rolos 448, por exemplo, 2, 3, 4, ou 5 ou com mais trios derolos 448, por exemplo, 7, 8, 9, 10 ou mais.
Pode ser visto a partir da descrição anterior que um segmento deaperto tem um ou mais rolos associados ao mesmo. Quando a luva de aperto estána posição de fixação, um primeiro rolo dos um ou mais rolos é acomodado nadepressão e ajuda a travar a luva de aperto na posição de fixação. Nos modos derealização descritos acima, os rolos restantes, se presentes, são adjacentes àdepressão e ajudam a aplicar as forças radiais necessárias para fixar a haste deferramenta e também mantêm a luva de aperto no furo de retenção (o rolo únicotambém provendo essa função no modo de realização de 'rolo unitário').
Quando a luva de aperto está na posição de liberação, o primeiro rolo não está nadepressão. Finalmente, à medida que a luva de aperto gira a partir da posição deliberação para a posição de fixação, o primeiro rolo passeia ao longo da rampa,passa sobre a crista e entra na depressão.
A atenção é direcionada agora para as Figuras 17 a 19mostrando um mandril 630. Visto que o mandril 630 tem muitascaracterísticas que são semelhantes àquelas do mandril 30, as característicassemelhantes do mandril 630 serão referidas aqui abaixo pelos números dereferência que são trocados por 600 a partir daqueles do mandril 30.
O mandril 630 tem um eixo longitudinal L definido em grandeparte da mesma maneira que o eixo longitudinal L do mandril 30, e éadaptado para fixar de modo liberável uma haste de ferramenta de umaferramenta de corte estacionária em uma porção de recepção 634. Aferramenta de corte estacionária pode, por exemplo, ser uma ferramenta detornear, embora outras ferramentas também sejam contempladas. A porção derecepção 634 é acomodada em uma porção de montagem 636 que pode sermontável de modo liberável em uma torre 720 de uma máquina-ferramenta,como um torno mecânico. A torre 720 é de uma forma de disco geralmenteplano tendo face frontal de torre geralmente circular 722 e face posterior detorre (oculta na Figura 17) paralelas e opostas, e uma superfície periférica detorre cilíndrica 724 se estendendo entre as mesmas como mostrado na Figura17. Uma pluralidade de prendedores de mandril 726 é disposta em um arranjona torre 720, adjacente à superfície periférica de torre 724. Cada prendedor demandril 726 retendo um mandril. A pluralidade de prendedores de mandril726 pode ser disposta em um arranjo circular. Cada prendedor de mandril 726é configurado para receber e prender a porção de montagem 636 do mandril630. O prendedor de mandril 726 é de uma forma de furo cilíndricogeralmente truncada, tendo uma parede cilíndrica de prendedor 728 seestendendo a partir da face frontal de torre 722 para a face posterior de torre.A parede cilíndrica de prendedor 728 é truncada por um suporte de mandrilplanar 730 definindo primeira e segunda extremidades de parede de prendedor732', 732", de modo que a parede cilíndrica de prendedor 728 se estenda demodo circunferencial a partir da primeira extremidade de parede de prendedor732' para a segunda extremidade de parede de prendedor 732" ao longo deum ângulo de arco de prendedor θ maior do que 180°. O suporte de mandrilplanar 730 se estende a partir da segunda extremidade de parede de prendedor732" para a primeira extremidade de parede de prendedor 732'do prendedorde mandril 726. O suporte de mandril planar 730 é adaptado para impedir aporção de montagem 636 presa no prendedor de mandril 7216 de girar emrelação ao mesmo.
Como mostrado na Figura 19, a porção de montagem 636 é deuma forma de prisma alongada tendo um envelope de montagem 734 seestendendo longitudinalmente entre a face frontal de montagem 736 e a faceposterior de montagem (oculta na Figura 19) opostas e paralelas paralelo aoeixo longitudinal L. O envelope de montagem 734 tem quatro paredes lateraisde montagem 738 substancialmente idênticas, cada parede lateral demontagem 738 sendo geralmente perpendicular às paredes laterais demontagem 738 adjacentes. Cada parede lateral de montagem 738 é reunida àsparedes laterais de montagem 738 adjacentes por meio de cantos demontagem arredondados 740 tendo uma superfície de canto 742 quecorresponde na forma e dimensões à parede cilíndrica de prendedor 728 datorre 720.
A porção de montagem 636 tem um furo traspassante demontagem geralmente cilíndrico 744 se estendendo a partir da face frontal demontagem 736 para a face posterior de montagem de modo coaxial com oeixo longitudinal L. Dois furos traspassantes rosqueados de fixação 746separadamente espaçados se estendem entre uma das paredes laterais demontagem 738 que constitui uma parede lateral de fixação 748 e o furotraspassante de montagem 744 adjacente à face frontal de montagem 736.
Cada furo traspassante rosqueado de fixação 746 acomoda um parafuso defixação rosqueado (não mostrado).
A porção de recepção 634 é de uma forma geralmentecilíndrica tendo um envelope periférico de recepção 750 se estendendo demodo coaxial com o eixo longitudinal L entre uma extremidade frontal derecepção 752 e uma extremidade posterior de recepção 754. Um furo derecepção 642 tendo uma superfície de recepção geralmente cilíndrica 644 seestende através da porção de recepção 634 a partir da extremidade frontal derecepção 752 para a extremidade posterior de recepção 754 de modo coaxialcom o eixo longitudinal L. No modo de realização visto na Figura 19, oenvelope periférico de recepção 750 tem quatro planos de fixação chatosperifericamente separadamente espaçados mutuamente perpendiculares 756,se estendendo paralelos ao eixo longitudinal L a partir de uma porção deenvelope avançada 758 adjacente à extremidade frontal de recepção 752 parauma porção de envelope posterior 760 adjacente à extremidade posterior derecepção 754, formada sobre o mesmo.
A porção de recepção 634 fica localizada no furo traspassantede montagem 744 com um plano de fixação 756 voltando-se para os furostraspassantes rosqueados de montagem 746. Quando os parafusos demontagem rosqueados (não mostrados) são apertados nos furos traspassantesrosqueados de montagem 746, uma extremidade de parafuso de montagem(não mostrada) de cada parafuso de montagem passa contra o plano defixação 746 voltando-se para ele, impedindo, desse modo, a porção derecepção 634 de girar em relação à porção de montagem 636.
O furo de recepção 642 acomoda um mecanismo de aperto 648tendo uma luva de aperto 650, uma pluralidade de rolos 652 e uma gaiola de rolocilíndrica 654. A operação do mecanismo de aperto 648 é substancialmenteidêntica à operação dos mecanismos de aperto 48, 248 e 448, e, portanto, nãoserão adicionalmente elaborados aqui abaixo. Quando o mecanismo de aperto 648está na posição de liberação, a haste de ferramenta 632 pode ser livrementeinserida, posicionada ou liberada do furo traspassante de aperto 660 formado naluva de aperto 650 do mecanismo de aperto 648 que é dimensionado para facilitaressa inserção ou remoção da haste de ferramenta 632. Quando o mecanismo deaperto 648 está em uma posição de fixação, uma pluralidade de rolos 652 dispostaentre uma superfície de aperto contornada 676 da luva de aperto 650 e umasuperfície de recepção cilíndrica 644 do furo de recepção 642 contrai a luva deaperto 650 radialmente para dentro, fazendo o furo traspassante de aperto 630encolher e prender a haste de ferramenta 632 na luva de aperto 650.
Quando os rolos 652 contraem a luva de aperto 650radialmente para dentro, eles também expandem a porção de recepção 634radialmente para fora. Porque a porção de recepção 634 é acomodada no furotraspassante de montagem 744 da porção de montagem 636, a expansãoradialmente para fora da porção de recepção 634 também força a porção demontagem 636 a se expandir. À medida que a porção de montagem 636 éexpandida, os cantos de montagem arredondados 740 são impelidosradialmente para fora contra a parede cilíndrica de prendedor 728, de modoque uma das paredes laterais de montagem 738 seja impelida contra o suportede mandril 730, para centrar e posicionar o mandril 630 na torre 720. Dessemodo, transferir a luva de aperto 650 a partir da posição de liberação para aposição de fixação prende a haste de ferramenta 632 na luva de aperto 650,prende a luva de aperto 650 na porção de recepção 634, prende a porção derecepção 634 na porção de montagem 636, e prende e posiciona a porção demontagem 636 do mandril 630 na torre 720.
De acordo com alguns modos de realização da presentedescrição, a superfície de aperto contornada 676 tem seis segmentos de aperto682 idênticos (semelhantes aos segmentos de aperto 82, mas não mostradosna Figura 19). Cada segmento de aperto 682 é associado a um par de rolos698 tendo dois rolos idênticos 652. Conseqüentemente, o mecanismo deaperto 648 nesse modo de realização tem seis pares de rolos 698.
Em outros modos de realização possíveis da descrição,mandris diferentes podem ter diferentes mecanismos de aperto com menossegmentos de aperto 682, por exemplo, 2, 3, 4, ou 5, ou com mais segmentosde aperto 682, por exemplo, 7, 8, 9, 10 ou mais e, conseqüentemente, commenos pares de rolos 698, por exemplo, 2, 3, 4, ou 5, ou com mais pares derolos 698, por exemplo, 7, 8, 9, 10 ou mais.
Outros modos de realização possíveis da presente invençãopodem ter diferentes mandris com variações dos mecanismos de aperto. Porexemplo, um mecanismo de aperto pode ter um rolo unitário 652 associado acada segmento de aperto 682, ou eles podem ter primeiro, segundo e terceirorolos 652', 652", 652'" arranjados em um trio de rolos 698 associado a cadasegmento de aperto 682. Outros números de rolos também são possíveis.
Embora a presente descrição tenha sido descrita a um certograu de particularidade, deve ser entendido que alterações e modificações dapresente descrição podem ser feitas sem se afastar do escopo da descriçãocomo reivindicado aqui.
Claims (20)
1. Mandril para fixar de modo liberável um artigo,caracterizado pelo fato de compreender:uma porção de recepção compreendendo um furo de recepçãotendo um eixo longitudinal L e uma superfície de furo de recepção;uma luva de aperto acomodada no furo de recepção e sendogirável entre uma posição de liberação e uma posição de fixação, a luva deaperto compreendendo uma superfície de aperto contornada tendo pelo menosum segmento de aperto, o pelo menos um segmento de aperto compreendendouma primeira rampa entre uma calha e uma crista, e uma segunda rampa entrea crista e uma depressão, onde a calha, a crista e a depressão são,respectivamente, a uma distância de calha DT, uma distância de crista Dc euma distância de depressão Dd, a partir do eixo longitudinal L, onde Dx < Dd<Dc;eum ou mais rolos associados ao mencionado pelo menos umsegmento de aperto, os um ou mais rolos sendo acomodados entre a superfíciede furo de recepção e a superfície de aperto contornada,onde:quando a luva de aperto está na posição de fixação, umprimeiro rolo dos mencionados um ou mais rolos é acomodado na depressão,e pelo menos um dos mencionados um ou mais rolos aplica uma forçadirecionada radialmente para dentro contra a superfície de aperto contornada;equando a luva de aperto está na posição de liberação, omencionado primeiro rolo não fica acomodado na depressão.
2. Mandril de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de que:quando a luva de aperto está na posição de liberação, oprimeiro rolo fica adjacente à calha.
3. Mandril de acordo com a reivindicação 2, caracterizado pelofato de que:quando a luva de aperto é girada a partir da posição deliberação para a posição de fixação, o primeiro rolo viaja ao longo da primeirarampa, passa sobre a crista e entra na depressão.
4. Mandril de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de que:o furo de recepção e a luva de aperto são ambos cilíndricos.
5. Mandril de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de que:o mencionado pelo menos um dos mencionados um ou maisrolos aplica uma força direcionada radialmente para fora contra o furo derecepção.
6. Mandril de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de que:os um ou mais rolos são cilíndricos, cada rolo tendo um eixode rolo R que é paralelo ao eixo longitudinal L.
7. Mandril de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de que o segmento de aperto é flanqueado por uma aresta de batenteanterior e uma posterior, a aresta de batente ficando a uma distância Ds apartir do eixo longitudinal L, onde Ds > Dc.
8. Mandril de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de compreender adicionalmente uma gaiola de rolo cilíndrica posicionadaentre a superfície de furo de recepção e a luva de aperto, a gaiola de rolocilíndrica tendo pelo menos um entalhe traspassante, os um ou mais rolossendo acomodados no mencionado entalhe traspassante.
9. Mandril de acordo com a reivindicação 1, caracterizado pelofato de que:há seis segmentos de aperto; ecada segmento de aperto tem associado ao mesmo um ou maisrolos.
10. Mandril de acordo com a reivindicação 9, caracterizadopelo fato de que:cada segmento de aperto tem dois rolos associados ao mesmo;equando a luva de aperto está na posição de fixação, o primeirodos dois rolos é acomodado na depressão, e um segundo dos dois rolos aplicaa força direcionada radialmente para dentro contra a superfície de apertocontornada.
11. Mandril de acordo com a reivindicação 9, caracterizadopelo fato de que:cada segmento de aperto tem três rolos associados ao mesmo;equando a luva de aperto está na posição de fixação, o primeirodos três rolos é acomodado na depressão, e um segundo e um terceiro dos trêsrolos aplicam, ambos, a força direcionada radialmente para dentro contra asuperfície de aperto contornada.
12. Mandril de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que:exatamente um rolo é associado ao pelo menos um segmentode aperto; equando a luva de aperto está na posição de fixação, omencionado um rolo é acomodado na depressão e também aplica a forçadirecionada radialmente para dentro contra a superfície de aperto contornada.
13. Mandril de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que um par de rolos é associado ao pelo menos um segmento deaperto.
14. Mandril de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que um trio de rolos é associado ao pelo menos um segmento deaperto.
15. Mandril de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de que o artigo é uma máquina-ferramenta rotativa.
16. Mandril de acordo com a reivindicação 1, caracterizadopelo fato de compreender adicionalmente:uma porção de montagem tendo um furo traspassante demontagem formado na mesma, e tendo adicionalmente um envelope demontagem, e onde:a porção de recepção é recebida dentro do furo traspassante demontagem da porção de montagem.
17. Mandril de acordo com a reivindicação 16, caracterizadopelo fato de que:a porção de recepção tem uma superfície externacompreendendo uma pluralidade de planos de fixação separadamenteespaçados perifericamente; eo envelope de montagem compreende uma parede lateral tendoum par de furos traspassantes rosqueados que se estende para o furotraspassante de montagem.
18. Mandril de acordo com a reivindicação 16, caracterizadopelo fato de que:quando a luva de aperto está na posição de fixação, os um oumais rolos são adaptados para impelir a porção de recepção a se expandirradialmente para fora, desse modo, fixando de modo liberável a porção derecepção na porção de montagem.
19. Torre de máquina-ferramenta, caracterizada pelo fato decompreender:uma pluralidade de prendedores de mandril arranjados em umarranjo, cada prendedor de mandril retendo o mandril como definido nareivindicação 1.
20. Mandril para fixar de modo liberável um artigo,caracterizado pelo fato de compreender:uma porção de recepção compreendendo um furo de recepçãotendo um eixo longitudinal L e uma superfície de furo de recepção;uma luva de aperto acomodada no furo de recepção e sendogirável entre uma posição de liberação e uma posição de fixação, a luva deaperto compreendendo uma superfície de aperto contornada tendo umapluralidade de segmentos de aperto, cada segmento de aperto compreendendouma primeira rampa entre uma calha e uma crista, e uma depressão formadasobre um lado mais distante da crista, onde a calha, a crista e a depressão são,respectivamente, a uma distância de calha DT, uma distância de crista Dc euma distância de depressão Dd, a partir do eixo longitudinal L, onde Dt < Dd<Dc;eum ou mais rolos associados a cada segmento de aperto, os umou mais rolos sendo acomodados entre a superfície de furo de recepção e asuperfície de aperto contornada,onde:quando a luva de aperto está na posição de fixação, umprimeiro rolo dos mencionados um ou mais rolos é acomodado na depressãode um segmento de aperto correspondente, e pelo menos um dos mencionadosum ou mais rolos aplica uma força direcionada radialmente para dentro contraa superfície de aperto contornada;quando a luva de aperto está na posição de liberação, omencionado primeiro rolo não ocupa a depressão; equando a luva de aperto é girada a partir da posição deliberação para a posição de fixação, o primeiro rolo viaja ao longo da primeirarampa, passa sobre a crista, e entra na depressão.
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