BRPI0706396A2 - micromistura, composição pesticida, e método de controle de pestes - Google Patents

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BRPI0706396A2
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Alexander V Kabanov
Tatiana K Bronitch
Michael Karas
Bruce L Frank
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Abstract

MICROMISTURA, COMPOSIçãO PESTICIDA, E METODO DE CONTROLE DE PESTES. Um sistema de liberação de pesticida melhorado é divulgado. O sistema se baseia em uma micromistura que compreende (a) um composto anfofilico contendo pelo menos um grupo hidrofihico e pelo menos um grupo hidrofóbico e (b) um segundo composto. A composição se baseia na micromistura e métodos de uso das composições para controlar pestes são também apresentados.

Description

"MICROMISTURA, COMPOSIÇÃO PESTICIDA, E MÉTODO DECONTROLE DE PESTES"
REFERÊNCIA CRUZADA COM OS PEDIDOS RELACIONADOS
Este pedido reivindica o benefício sob 35 U.S.C. 119(e) dopedido Provisório U.S. no. 60/757.641 depositado em 10 de janeiro de 2006 epedido Provisório no. 60/790.381 depositado em 07 de abril de 2006, ambosdos quais são por meio desta incorporados por referência em sua totalidade.
CAMPO DA INVENÇÃO
A presente invenção diz respeito às composições pesticidascontendo micromisturas, ditas misturas compreendendo (a) um compostoanfifílico e (b) um segundo composto e ao uso das composições para ocontrole de pestes.
FUNDAMENTOS DA INVENÇÃO
Os sistemas de liberação de pesticida são conhecidos natécnica. Estes sistemas geralmente compreendem um pesticida acrescido deum portador, geralmente água, e uma variedade de aditivos e excipientes. Osconcentrados de suspensão, líquidos solúveis, emulsões, microemulsões,múltiplas emulsões e outros sistemas são comumente usados na liberação depesticida. Comumente as formulações de pesticida são concentrados que sãodiluídos por uma quantidade considerável de líquido antes da aplicação paraproduzir uma dispersão que é depois aplicada para controlar pestes.
Por exemplo, pós dispersáveis em água (EP) são formulaçõespesticidas sólidas finamente divididas, que são aplicadas após a diluição esuspensão em água. Elas são de custo baixo para produzir e acondicionar,fáceis de manipular e versáteis, mas eles são difíceis para misturar em tanquesde pulverização, podem ser perigosas na forma de pó e podem ser fracamentecompatíveis com outras formulações. Em alguns casos elas são usadas comsaches solúveis em água para superar os problemas de risco de manipulaçãoem forma de pó.
Os grânulos dispersáveis em água (WG) são um outro tipo deformulações sólidas que são dispersas ou dissolvidas em água no tanque depulverização. Estas formulações possuem vantagens importantes comparadasa outras formulações sólidas tais como os grânulos de circulação livre detamanho uniforme, facilidade para despejar e medir, boa dispersão/soluçãoem água, estabilidade a longo prazo em temperaturas elevadas e baixas. Osgrânulos dispersáveis ou solúveis em água podem ser formulados usandovárias técnicas de processamento. No entanto, o sucesso dos processos deformulação dependem das propriedades fisicoquímicas dos ingredientesativos e sem dúvida da dificuldade de se formular os ingredientes ativoslipofílicos.
Os concentrados de suspensão (SC) são suspensões estáveis departículas de pesticida muito pequenas em um fluido. Os concentrados desuspensão são diluídos em água ou óleo, mas no momento quase todas asformulações concentradas de suspensão são dispersões em água. Osconcentrados de suspensão podem ser usados para formular ingredientesativos muito lipofílicos. Estas formulações são fáceis de despejar e medir, olíquido com base em água não é inflamável, mas a estabilidade da formulaçãopode ser sensível às menores mudanças na qualidade da matéria-prima e estasformulações necessitam de ser protegidas do congelamento. O tamanho departícula nos concentrados de suspensão é de vários mícrons econseqüentemente eles possuem área superficial grande. Isto resulta namobilidade baixa das partículas devido à suas interações hidrofóbicas com assuperfícies ambientais e severamente limita a capacidade sistêmica ebiodisponibilidade dos ingredientes ativos liberados usando estas formulações.
Os concentrados líquidos solúveis (SL) são soluçõestransparentes a serem aplicadas como uma solução após a diluição em água.Os líquidos solúveis se baseiam em água ou uma mistura solvente que écompletamente miscível em água. Os concentrados de solução são fáceis demanipular e preparar e eles simplesmente requerem diluição em água notanque de pulverização. No entanto, o número de pesticidas, que pode serformulado em concentrados líquidos, é limitado pela solubilidade eestabilidade do ingrediente ativo em água.
As formulações especializadas tais como microemulsões sãoformulações com base em água que são termodinamicamente estáveis sobreuma ampla faixa de temperatura devido ao seu tamanho de gotícula muitofino, geralmente entre 50 a 100 nm, e são às vezes considerados comosoluções micelares solubilizadas. Elas geralmente contêm ingrediente ativo,solvente, solubilizantes tensoativos, co-tensoativo e água. Os solubilizantestensoativos freqüentemente representam uma mistura de tensoativos comdiferente equilíbrio hidrofílico-lipofílico (HLB). Tais formulações são nãoinflamáveis, possuem prazo de validade longo e possuem inflamabilidadebaixa, mas elas possuem também número limitado de sistemas tensoativosadequados para os ingredientes ativos e podem ter uso limitado para o nicho de comércios.
Nas preparações farmacêuticas, a formulação é tipicamenteadministrada mediante a aplicação na pele, pela boca ou por injeção. Estesambientes são muito específicos e são rigorosamente controlados pelo corpo.A permeação do ingrediente ativo através da pele depende da permeabilidadeda pele, que é similar na maioria dos pacientes. As formulações tomadas pelaboca estão sujeitas aos diferentes ambientes em seqüência, por exemplo,saliva, ácido estomacal e condições básicas no intestino, antes da absorção nacorrente sangüínea, ainda nestas condições são similares em cada paciente. Asformulações injetadas são expostas à uma série diferente de condiçõesambientais específicas; todavia, estes ambientes são similares em cadapaciente. Nas formulações para todos estes ambientes, os excipientes sãoimportantes para o desempenho do ingrediente ativo. A absorção,solubilidade, transferência través das membranas celulares são todasdependentes das propriedades de mediação dos excipientes. Portanto, asformulações são designadas de acordo com as condições específicas emétodos de aplicação específicos, que estão prognosticavelmente presentesem todos os pacientes.
Ao contrário, nas aplicações agrícolas e/ou pesticidas, umingrediente ativo pode ser usado nas formulações similares e métodos deaplicação similares para tratar muitos tipos de culturas ou pestes. Ascondições ambientais variam grandemente de uma área geográfica para outrae de estação para estação. As formulações agrícolas devem ser eficazes emuma ampla faixa de condições, e esta robustez deve ser incorporada em umaboa formulação agrícola.
Para as composições agrícolas, a interface superfície/ar émuito mais importante do que para as composições farmacêuticas, queoperam dentro do sistema fechado do corpo. Além disso, os ambientesagrícolas contêm diferentes componentes tais como argila, metais pesados, ediferentes superfícies tais como folhas (estruturas hidrofóbicas cerosas). A faixa de temperatura do solo também varia mais amplamente do que o corpo,e pode tipicamente variar entre O e 54 graus Celsius. O pH do solo varia decerca de 4,5 a 10, enquanto as composições farmacêuticas não sãotipicamente formuladas para liberação mesmo através da ampla faixa de pHentre 5 a 9.
A aplicação de formulações agrícolas é geralmente mediante apulverização de uma formulação diluída em água diretamente no campo antesou após a emergência da cultura/ervas daninhas. A pulverização tem utilidadequando a formulação entra em contato com as partes de crescimentofrondosos de uma planta alvo. Freqüentemente, as formulações granularessecas são usadas e são aplicadas pela dispersão mais ampla. Estasformulações são úteis quando aplicadas antes da emergência da cultura eervas daninhas. Em tais casos o ingrediente ativo deve permanecer no solo,preferivelmente localizado na região do crescimento das raízes da planta alvo ou na região ativa com relação aos insetos alvos.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
A presente invenção se refere às composições pesticidascontendo micromisturas compreendendo (a) um composto anfifílico e (b) umsegundo composto. As composições da presente invenção estão na forma deconcentrados, que após a diluição com água, formam pequenas partículas(micela). Quando comparadas com as composições anteriormente disponíveis,as composições pesticidas da presente invenção possuem propriedadesmelhoradas tais como biodisponibilidade, capacidade sistêmica, mobilidadeno solo, etc.
BREVE DESCRIÇÃO DOS DESENHOS
A Figura 1 representa um gráfico da quantidade de LD50 empartes por milhão (ppm) de Bifentrina, uma formulação pesticida comercial, edo Exemplo 3 como obtido através de um Diet Disk Assay.
A Figura 2 representa um gráfico da quantidade de LD50 empartes por milhão (ppm) de uma formulação pesticida comercial e doExemplo 3 como obtido através de um LeafDisk Assay.
A Figura 3 representa um gráfico da % de controle versustempo de uma formulação pesticida comercial, e do Exemplo A9 como obtidoatravés de um LeafDisk Assay.
A Figura 4 representa um gráfico da % de consumo de folhadas folhagens não tratadas, de um esboço polimérico, de uma formulaçãopesticida comercial e do Exemplo 9.
A Figura 5 representa as imagens da placa de TLC do soloapós o desenvolvimento com relação as micromisturas contendo várioscomponentes Pluronic, Tetronic e Soprophor. A concentração de bifentrinanas micromisturas foi de 1 % (p/p). 50 μΐ de dispersões aquosas a 10 % demicromisturas foram aplicados na placa.
A Figura 6 representa as imagens da placa de TLC do soloapós (A) o primeiro desenvolvimento e (B) o segundo desenvolvimento comrelação as micromisturas contendo várias relações de componentes PluronicP123 e Soprophor 4D 384. O teor de bifentrina nas micromisturas foi de 1 %(p/p). 50 μΐ de dispersões aquosas a 10 % de micromisturas foram aplicadosna placa.
DESCRIÇÃO DETALHADA DA INVENÇÃO
Na medida em que aqui for usado os seguintes termospossuem os significados indicados, explicações:
Anfólito: Uma substância que pode atuar como umácido ou uma base.
Tensoativo anfifílico: Um tensoativo contendo grupo(s)principal(is) polar(es) iônico(s) ouionizável(is) e um ou mais grupos finaishidrofóbicos.
Cadeia Principal: Usada na nomenclatura do copolímero deenxerto para descrever a cadeia em que ográfico é formado.
Copolímero em bloco: Uma combinação de duas ou mais cadeias deaspectos constitucional ou configuracionalmente diferentes covalentemente ligadas em um modo linearuma com a outra.
Polímero ramificado: Uma combinação de duas ou mais cadeiasligadas uma a outra, em que pelo menos umacadeia é ligada em algum ponto ao longo daoutra cadeia.Cadeia: Uma molécula polimérica formada pelaligação covalente de unidades monoméricas.
Configuração: Organização dos átomos ao longo da cadeiapolimérica que podem ser interconvertidosapenas pelo rompimento e reforma dasligações químicas primárias.
Conformação: Disposições de átomos e substituintes dacadeia polimérica efetuadas por rotações emtorno das ligações individuais.
Copolímero: Um polímero que é derivado de mais do queuma espécie de monômero.
Reticulação: Uma estrutura que liga duas ou mais cadeiaspoliméricas entre si.
Dendrímero: Um polímero ramificado em que asramificações começam de um ou maiscentros.
Diluição: Uma quantidade de água adicionada nacomposição da invenção para formar umadispersão onde a quantidade da dispersãoexcede a massa da composição em pelomenos uma ordem de magnitude,preferivelmente a água : composição é de10:1 a 10.000:1, mais preferivelmente de100:1 a 1000:1, ainda mais preferivelmentede 25:1 a 200:1.
Dispersão: Matéria particulada distribuída através de ummeio contínuo.
Copolímero de enxertia: Um copolímero em bloco que representauma combinação de duas ou mais cadeias deaspectos constitucional ouconfiguracionalmente diferentes, uma dasquais serve como uma cadeia principal, epelo menos uma das quais é ligada emalguns pontos ao longo da cadeia principal econstitui uma cadeia lateral.
Homopolímero: Polímero que é derivado de uma espécie demonômero.
Ligação: Uma ligação química covalente entre doisátomos, incluindo a ligação entre duasunidades monoméricas, ou entre duascadeias poliméricas.
LogP: O coeficiente de divisão (P) de octanol/águaé uma medida de solubilidade diferencial deum composto em dois solventes, octanol eágua. LogP é a relação logarítmica dasconcentrações do soluto nos dois solventes.
Micromistura: Uma composição (a) resultante da misturaintima do primeiro composto anfifílico e dosegundo composto e/ou pesticida que (b)após a diluição em água resulta em umadispersão tendo tamanho de partícula nafaixa de nanoescala - isto é, menos do quecerca de 500 nanômetros, preferivelmentemenos do que cerca de 300 nanômetros,maispreferivelmente menos do que cerca de 100nanômetros e ainda mais preferivelmentemenos do que cerca de 50 nanômetros. Astaxas de diluição típicas de água :composição são 100:1 e 1000:1.
Rede polimérica: Uma estrutura polimérica tridimensional,onde todas as cadeias são conectadas atravésde reticulações.
Pesticida: Uma substância ou mistura de substânciasusadas para impedir, destruir, repelir, mitigarou controlar pestes tais como insetos, ervasdaninhas, ácaros, fungos, nematóides, eoutros mais que são nocivos aodesenvolvimento das lavouras, criações,animais de estimação, seres humanos eestruturas. Exemplos de pesticidas incluembactericidas, herbicidas, fungicidas,inseticidas (por exemplo, ovicidas, larvicidasou adulticidas), miticidas, nematicidas,rodenticidas, virucidas, reguladores docrescimento de planta, e outros mais. Umpesticida é também qualquer substância oumistura de substâncias destinada para usocomo um regulador, desfolhante oudessecativo de planta.
Polianfólito: Uma cadeia polimérica tendo caráter deânion e cátion misturado.
Poliânion: Uma cadeia polimérica contendo gruposcontendo unidades de repetição capazes deionização que resulta na formação de cargasnegativas sobre a cadeia polimérica.
Policátion: Uma cadeia polimérica contendo gruposcontendo unidades de repetição capazes deionização que resulta na formação de cargaspositivas sobre a cadeia polimérica.
Poliíon: Uma cadeia polimérica contendo gruposcontendo unidades de repetição capazes deionização em solução aquosa que resulta naformação de cargas positivas ou cargasnegativas sobre a cadeia polimérica.
Mistura Polimérica: Uma combinação íntima de duas ou maiscadeias poliméricas ou outros compostosquímicos de aspectos constitucional ouconfiguracionalmente diferentes, que não sãoquimicamente ligados uma a outra.
Bloco polimérico: Uma parte da molécula polimérica em que asunidades monoméricas possuem pelo menosum aspecto constitucional ouconfiguracional ausente de partes adjacentes.O termo bloco polimérico é usado de modotrocável com segmento polimérico oufragmento polimérico.
Fracamente Solúvel em água: Solubilidade em água de cerca de 500 ppm a cerca de 1000 ppm em água desionizada a 25°C e em pressão atmosférica.
Unidade de repetição: Unidade monomérica ligada em uma cadeiapolimérica.
Cadeia lateral: A cadeia enxertada em um copolímero deenxerto.
Estável: Nenhuma precipitação e nenhumadecomposição química do ingrediente ativopara as durações necessárias para a aplicaçãoda composição de micromistura.
Copolímero em bloco estrela: Três ou mais cadeias de diferentes aspectosconstitucionais ou configuracionais ligadasentre si em uma extremidade através de umcomponente central.
Três ou mais cadeias ligadas entre si em umaextremidade através de um componentecentral.
Agente tensoativo.
Solubilidade de menos do que 500 ppm,preferivelmente menos do que 100 ppm, emágua desionizada a 25 0C e na pressãoatmosférica.
Um íon dipolar que contém grupos iônicosde carga oposta, e possui uma carga líquidade zero.
Formas de Realização Preferidas
A presente invenção diz respeito às composições pesticidascontendo micromisturas de (a) um primeiro composto anfifílico e (b) um20 segundo composto. Cada um destes é debatido separadamente abaixo.
(a) O Primeiro Polímero Anfifílico
O composto anfifílico útil na presente invenção é geralmenteum polímero que compreende pelo menos um componente hidrofílico e pelomenos um componente hidrofóbico. Os compostos anfifílicos representativos25 incluem copolímeros em bloco hidrofílicos-hidrofóbicos, tais como aquelesdescritos abaixo. Os copolímeros em bloco de óxido de polietileno e um outrode óxido de polialquileno são preferíveis, especialmente os copolímeros embloco de óxido de polietileno/óxido de polipropileno como descritos abaixo.
(b) O Segundo CompostoO segundo composto combinado com o primeiro compostoanfifílico para formar a micromistura é selecionado de:
um homopolímero hidrofóbico ou copolímero aleatório,um composto anfifílico com os mesmos componentes como oprimeiro composto anfifílico, mas com graus diferentes de pelomenos um dos componentes hidrofílicos ou hidrofóbicos ouconfiguração diferente da cadeia polimérica,
um composto anfifílico com pelo menos um dos componentesquimicamente diferentes dos componentes hidrofílicos ouhidrofóbicos no primeiro composto anfifílico,um copolímero em bloco hidrofóbico que compreende pelo menos
dois blocos hidrofóbicos diferentes,uma molécula hidrofóbica, e
uma molécula hidrofóbica ligada a um polímero hidrofílico.
Se o segundo composto nesta invenção for um homopolímerohidrofóbico ou copolímero aleatório, é selecionado da lista de polímeroshidrofóbicos descrita abaixo.
Se o segundo composto for um composto anfifílico com osmesmos componentes como o primeiro composto anfifílico, mas comdiferentes graus de pelo menos um dos componentes hidrofílicos ouhidrofóbicos ou diferente configuração da cadeia polimérica, é preferível quetal composto seja mais hidrofóbico do que o primeiro composto anfifílico.Um segundo composto é mais hidrofóbico do que um primeiro composto se oHLB do segundo composto for menor do que o HLB do primeiro composto.
Se o segundo composto for um composto anfifílico com pelomenos um dos componentes quimicamente diferentes dos componenteshidrofílicos ou hidrofóbicos no primeiro composto anfifílico, é tambémpreferível que seja mais hidrofóbico do que o primeiro composto. Oscomponentes quimicamente diferentes possuem monômeros com disposiçõesquímicas distintas. Exemplos de tais segundos compostos mais hidrofóbicosincluem, mas não são limitados a eles, copolímeros em blocos com um blocohidrofóbico que é mais hidrofóbico do que o bloco hidrofóbico do primeirocomposto ou um copolímero em bloco com um bloco hidrofílico que é menoshidrofílico do que o bloco hidrofílico do primeiro composto.
Se o segundo composto for um copolímero em blococompreendendo pelo menos dois blocos hidrofóbicos diferentes, talcopolímero pode não ter nenhum bloco hidrofílico. Exemplos de taiscopolímeros em bloco hidrofóbicos incluem os elastômeros tais comopolímeros KRATON®. Os polímeros KRATON D e compostos possuem umbloco central de borracha insaturado (estireno-butadieno-estireno e estireno-isopreno-estireno). Os polímeros KRATON G e compostos possuem umbloco central saturado (estireno-etileno/butileno-estireno e estireno-etileno/propileno-estireno). Os polímeros KRATON FG são polímeros Genxertados com grupos funcionais tais como anidrido maléico. As borrachasde isopreno KRATON são poliisoprenos de peso molecular elevado. Oscopolímeros particularmente preferidos são copolímeros de poliestireno-poliisopreno: Vector 441IA (44 % de teor de estireno, MW 75.000) da DexcoPolymers LP, Kraton D1117P (17 % de teor de estireno) da Shell ChemicalCo, e copolímero de poliestireno-polibutadieno-poliestireno da DexcoPolymers LP, Vector 8505 (29 % de teor de estireno).
Se o segundo composto for uma molécula hidrofóbica, podeessencialmente ser qualquer molécula orgânica contendo grupos dehidrocarboneto ou fluorocarbono alifáticos ou aromáticos ou uma mistura decomponentes de hidrocarboneto ou fluorocarbono. Se a molécula hidrofóbicafor um fluorocarbono, conterá um componente de fluoroalquila ou fluoroarila.A molécula hidrofóbica pode também ser um composto de múltiplos anéisaromático. Para os segundos compostos de múltiplos anéis aromáticos, oscompostos com menos do que cerca de 20 anéis são preferíveis. O pesomolecular da molécula hidrofóbica é menor do que cerca de 2500,preferivelmente menos do que cerca de 1500. O hidrófobo preferido contémpoliariltrifenil fenol. Em uma forma de realização preferida tal segundocomposto é um pesticida.
Se o segundo composto for uma molécula hidrofóbica ligada àum polímero hidrofílico, ele pode ser um tensoativo anfifílico.Particularmente preferível nesta forma de realização são os tensoativospolioxietilados incluindo os tensoativos não poliméricos como descritosabaixo. A molécula hidrofóbica pode essencialmente ser qualquer moléculaorgânica contendo hidrocarboneto alifático ou aromático ou grupos defluorocarbono ou uma mistura de componentes de hidrocarboneto efluorocarbono. Se a molécula hidrofóbico for um fluorocarbono, conterãocomponente de fluroalquila ou fluoroarila. A molécula hidrofóbica podetambém ser um composto de múltiplos anéis aromático. Com relação aossegundos compostos de múltiplos anéis aromáticos, os compostos com menosdo que cerca de 20 anéis são preferidos. O peso molecular da moléculahidrofóbica é menor do que cerca de 2500, preferivelmente menor do quecerca de 1500. O hidrófobo contém poliariltrifenil fenol. E preferível que asmoléculas hidrofóbicas sejam ligadas a uma molécula hidrófila,preferivelmente poli(óxido de etileno). Preferivelmente, o número deunidades de óxido de etileno em tais faixas de tensoativo não polimérico de 3a cerca de 50. O peso molecular da molécula hidrofóbica é menor do quecerca de 2500, preferivelmente menor do que cerca de 1500. O pesomolecular do polímero hidrofílico é menor do que cerca de 2500,preferivelmente menor do que cerca de 1500. Em uma forma de realizaçãopreferida, estes tensoativos não poliméricos contêm pelo menos umcomponente carregado, que pode ser catiônico ou aniônico. Preferivelmente, ogrupo carregado é um grupo aniônico, mais preferivelmente um grupo sulfoou um grupo de fosfato.Em uma primeira forma de realização preferida, esta invençãofornece composições de micromistura concentradas, que após a diluição comágua produz dispersões aquosas estáveis com o tamanho de partícula na faixade nanoescala. Sem limitar esta invenção em uma formulação específica, taiscomposições de micromistura podem ser formuladas como formulações empó, grânulos dispersáveis em água, tabletes, líquidos, pós umectáveis, ouformulações secas similares que são diluídas em água antes da aplicação ousão aplicadas em uma forma sólida ou forma líquida concentrada. É preferívelque tais composições são substancialmente livres de água adicionada ousolventes orgânicos miscíveis em água. Dentro do contexto desta invenção,substancialmente livre de água adicionada ou solvente miscível em águasignifica contendo 0,1 % ou menos.
Em uma segunda forma de realização preferida, esta invençãofornece composições de micromistura concentradas que contêm pelo menosum solvente orgânico miscível em água ou outro ingrediente líquido, que,após a diluição com água, produzem dispersões aquosas estáveis com otamanho de partícula na faixa de nanoescala. Sem limitar esta invenção emuma formulação específica, tais composições de micromistura podem serformuladas como concentrados líquidos dispersáveis em água ou géis que sãodiluídos em água antes da aplicação ou são aplicados em um concentrado, porexemplo, forma líquida.
Em uma outra forma de realização preferida da presenteinvenção, a composição de micromistura é formulada para ainda contermoléculas carregadas tais como compostos anfifílico catônicos ou aniônicosque incluem copolímeros em bloco hidrofílicos-hidrofóbicos com unidades derepetição respectivamente carregadas. Em um outro aspecto desta invenção ostensoativos anfifílicos catiônicos ou aniônicos podem ser adicionados nascomposições pesticidas.
Os pesticidasOs pesticidas que podem ser usados na presente invençãoincluem, por exemplo, inseticidas, herbicidas, fungicidas, miticidas enematicidas. Os pesticidas são ingredientes ativos nas composições demicromistura desta invenção. Para os pesticidas o Iog P preferido é de pelomenos O, preferivelmente pelo menos 1, e mais preferivelmente pelo menos 2.
Os pesticidas representativos incluem, mas não são limitados a eles, osingredientes ativos listados na seguinte tabela:
<table>table see original document page 17</column></row><table>
O inseticidas incluem, por exemplo; Bifenazato, Quinalfos,Tebupirinfos, Pirimifos-metila, Azinfos-etila, Fentoato, Endrin, Dieldrin,Endossulfan, Fentiona, Diazinon, Fonofos, Clorpirifos metila, Sulfluramid,Isoxationa, Cadusafos, Milbemectina A4, Milbemectina A3, Bioaletrina,isômero Bioaletrina S-ciclopentenila, Aletrina, Terbufos, Tiobencarb,Orbencarb, Buprofezin, Coumafos, Metoxifenozide, Tetrametrina,Tetrametrin [(lR)-isômeros], Foxim, Fosalona, Tebufenozide, Propargita,Piridabeno, Teflubenzuron, Fenoxicarb, Clorpirifos, Profenofos, Piretrinas,Cromafenozide, Etiona, Heptacloro, Butralina, Bistriflurona, Ciexatina,Amitraz, Clorfenapir, Piriproxifen, Temefos, Protiofos, Fenpropatrina,Lufenuron, Resmetrina, Biorresmetrina, Novaluron, Teflutrina, Dicofol,Hexaflumuron, Diafentiuron, Lambda-cialotrina, Dinocap, Cialotrina,Dinocap, Fenpiroximato, Flucitrinato, Cipermetrina, Teta-cipermetrina, Zeta-cipermetrina, Alfa-cipermetrina, Beta-cipermetrina, Kinoprene, Ciflutrina,Beta-ciflutrina, Deltametrina, DDT, Esfenvalerato, Fenvalerato, Permetrina,Etofenprox, Bifentrina, Tralometrina, Acrinatrina, Tau-fluvalinato eAcequinocila.
Os herbicidas incluem, por exemplo; Cafenstrol, Flamprop-M-metila, Mefenacet, Metosulam, Cloransulam-metila, MCPA-tioetila,Oxadiargila, Napropamida, Carfentrazona-etila, Piriminobac-metila,Dinitramina, Pirazoxifen, Clodinafop-propargila, Dissulfoton, Diflubenzuron,Butaclor, Bromofenoxima, Fluacripirima, Isoxaben, Triflumuron, Butilato,Bromobutide, Neburon, Triflusulfuron-metila, Isofenfos, Cicloxidima,Fluroxipur-metila, Daimuron, Fluazifop, Naproanilide, Pirimifos-etila,Piraflufen-etila, Anilofos, Cinmetilina, Bensulide, Fluridona, Setoxidima,Ditiopir, Etalfluralina, Flamprop-M-isopropila, Pirazolinato, Trialato,Flucloralina, Quizalofop-ácido, Propaquizafop-ácido, Aclonifen,Prossulfocarb, Fenoxaprop-P, Haloxifop, Pendimetalina, Cletodim,Prodiamina, Oxadiazon, Fluoroglicofen, Clomeprop, Bispiribac, Haloxifop-metila, Trifluralina, Benfluralina, Butralina, Cinidon-etila, Acifluorfen-sódio,Acifluorfen, Diclofop, Piributicarb, Diflufenican, Bifenox, Cialofop-butila,Quizalofop-etila, Quizalofop-P-etila, Haloxifop-etotila, Fenoxaprop-P-etila,Sulcofuron, Diclofop-metila, Butroxidim, Bromoxinil octanoato,Fluoroglicofen-etila, Picolinafen, Flumiclorac-pentila, Clefoxidim ouclefoxidim, Lactofen, Fluazifop-butila, Fluazifop-P-butila, Oxifluorfen,Ioxinil octanoato, Flumetralina, Oxaziclomefona, MCPA-2-etilexila, ePropaquizafop.
Os fungicidas incluem, por exemplo; Tolilfluanid, Bifenila,Zoxamida, Fluroxipur-meptila, Etirimol, Tecnazeno, Diflumetorim,Penconazol, Ipconazol, Clozolinato, Pentaclorofenol, Edifenfos, Ftalide,Siltiofam, Tolclofos-metila, Quintozeno, KTU 3616, Flusulfamida,Dimetomorf, Procloraz, Pencicuron, Oxpoconazol fumarato, Espiroxamina,Difenoconazol, Metominostrobina, Piperalina, Piributicarb, Azoxistrobina,Fluazinam, Fenpropimorf, Fenpropidin, Dinocap, Dodemorf, Tridemorf eácido oléico.
Os nematicidas incluem, por exemplo; Isazofos, Etoprofos,Triazofos, Cadusafos e Terbufos.
Estes e outros pesticidas isoladamente ou em combinaçãopodem ser usados nas composições pesticidas desta invenção. Além disso, seo log P do pesticida for elevado, isto é, na ordem de cerca de 2 ou acima, épossível para o pesticida da mesma forma funcionar como o segundocomposto hidrofóbico nas composições pesticidas, em cujo caso amicromistura compreende o composto anfifílico e o pesticida.Preferivelmente, os pesticidas aqui usados são fracamente solúveis em água.Particularmente preferíveis são os pesticidas que são insolúveis em água.
Copolímeros em bloco hidrofílicos-hidrofóbicos
Em uma forma de realização preferida a invenção se refere aoscopolímeros em bloco anfifílicos que compreendem pelo menos um blocohidrofílico e pelo menos um bloco hidrofóbico ligado um com o outro(também aqui denominado copolímeros em bloco hidrofílico-hidrofóbico).Sem preceder a generalidade desta invenção, o que segue descreve osexemplos de polímeros e blocos poliméricos hidrofílicos e hidrofóbicos quepodem ser usados em combinações diferentes um com o outro para formarcopolímeros em bloco hidrofílicos-hidrofóbicos. Os artífices qualificadospodem sintetizar estes e outros polímeros que podem ser usados na presenteinvenção para preparar as composições pesticidas.
Polímeros e blocos poliméricos hidrofílicos:
Os blocos hidrofílicos podem ser polímeros não iônicos,polímeros aniônicos (poliânions), polímeros catiônicos (policátions),polímeros catiônicos/aniônicos (polianfólitos), e polímeros zuiteriônicos(polizuiteríons). Cada um destes polímeros ou blocos poliméricos pode serum homopolímero ou um copolímero de dois ou mais monômeros diferentes.
Exemplos de polímeros e blocos poliméricos hidrofílicos nãoiônicos de acordo com a invenção incluem, mas não são limitados a eles,polímeros compreendendo unidades de repetição derivados de um ou váriosmonômeros diferentes tais como: ésteres de ácidos carboxílicos oudicarboxílicos etilênicos insaturados ou derivados N-substituídos dos ésteresde ácidos carboxílicos ou dicarboxílicos etilênicos insaturados, amidas deácidos carboxílicos insaturados, acrilato e metacrilato de 2-hidroxietila,metacrilato de 2-hidroxipropila, acrilamida, metacrilamida, óxido de etileno(também chamado de etileno glicol ou oxietileno), monômeros de vinila (taiscomo vinilpirrolidona). Os exemplos de polímeros hidrofílicos não iônicos eblocos poliméricos incluem, mas não são limitados a eles, óxido depolietileno (também chamado de polietileno glicol ou polioxietileno),polissacarídeo, poliacrilamida, polimetacrilamida, poli(2-hidroxipropilmetacrilato), poliglicerol, polivinilálcool, polivinil pirrolidona, N-óxido depolivinilpiridina, copolímero de N-óxido de vinilpiridina e vinilpiridina,polioxazolina ou poliacroilmorfolina ou os derivados destes. Cada um dospolímeros e blocos poliméricos hidrofílicos não iônicos pode ser umcopolímero contendo mais do que um tipo de unidades monoméricasincluindo uma combinação de pelo menos uma unidade não iônica hidrófilacom pelo menos uma das unidades carregadas ou hidrofóbicas. Sem limitar ageneralidade desta invenção é preferível que a parte de unidades carregadasou hidrofóbicas seja relativamente baixa de modo que o polímero ou blocopolimérico permaneça basicamente não iônico e hidrofílico na natureza.
Exemplos de poliânions e blocos de poliânion incluem, masnão são limitados a eles: polímeros e seus sais compreendendo unidades quederivam de um ou vários monômeros incluindo: ácidos monocarboxílicosetilênicos insaturados, ácidos dicarboxílicos etilênicos insaturados,monômeros etilênicos compreendendo um grupo de ácido sulfônico, seus saisde metal alcalino e amônio. Exemplos destes monômeros incluem ácidoacrílico, ácido metacrílico, ácido aspártico, ácido alfa-acrilamidometilpropanossulfônico, ácido 2-acrilamido-2-metilpropanossulfônico, ácido citrazínico, ácido citracônico, ácido trans-cinâmico, ácido 4-hidróxi cinâmico, ácido trans-glutacônico, ácido glutâmico,ácido itacônico, ácido fumárico, ácido linoléico, ácido linolênico, ácidomaléico, ácidos nucléicos, ácido trans-beta-hidromucônico, ácido trans-trans-mucônico, ácido oléico, ácido 1,4-fenilenodiacrílico, ácido fosfato 2-propeno-1-sulfônico, ácido ricinoléico, ácido 4-estireno sulfônico, ácidoestirenossulfônico, metacrilato de 2-sulfoetila, ácido trans-traumático, ácidovinilsulfônico, ácido vinilbenzenossulfônico, ácido vinil fosfórico, ácidovinilbenzóico e ácido vinilglicólico e outros mais assim como dextranocarboxilado, dextrano sulfonado, heparina e outros mais. Os blocos depoliânion possuem vários grupos ionizáveis que podem formar carga negativalíquida. Preferivelmente, os blocos de poliânion terão pelo menos cerca de 3cargas negativas, mais preferivelmente, pelo menos cerca de 6, ainda maispreferivelmente, pelo menos cerca de 12. Os exemplos de poliânions incluem,mas não são limitados a eles: ácido polimaléico, ácido poliaspártico, ácidopoliglutâmico, polilisina, ácido poliacrílico, ácido polimetacrílico, ácidos depoliamino e outros mais. Os poliânions e blocos de poliânio podem serproduzidos pela polimerização de monômeros que em si mesmos podem nãoser aniônicos ou hidrofílicos, tais como por exemplo, metacrilato de terc-butila ou anidrido citracônico, e depois convertidos em uma forma depoliânion por várias reações químicas das unidades monoméricas, porexemplo, hidrólise, resultando no aparecimento de grupos ionizáveis. Aconversão das unidades monoméricas pode ser incompleta, resultando em umcopolímero onde uma parte das unidades copoliméricas não possui gruposionizáveis, tais como, por exemplo, um copolímero de metacrilato de terc-butila e ácido metacrílico. Cada um dos poliânions e blocos de poliânion podeser um copolímero contendo mais do que um tipo de unidades monoméricas,incluindo uma combinação de unidades aniônicas com pelo menos um outrotipo de unidades incluindo unidades aniônicas, unidades catiônicas, unidadeszuiteriônicas, unidades não iônicas hidrófilas ou unidades hidrofóbicas. Taispoliânions e blocos de poliânion podem ser obtidos pela copolimerização demais do que um tipo de monômeros quimicamente diferentes. Sem limitar ageneralidade desta invenção, é preferível que a parte das unidades não iônicasseja relativamente baixa, de modo que o polímero ou bloco poliméricopermaneça basicamente aniônico e hidrofílico na natureza.
Exemplos de policátions e blocos de policátion incluem, masnão são limitados a eles: polímeros e seus sais compreendendo unidadesderivadas de um ou vários monômeros sendo: aminas primárias, secundárias eterciárias, cada uma das quais pode ser parcial ou completamentequaternizada formando os sais de amônio quaternários. Exemplos destesmonômeros incluem aminoácidos catiônicos (tais como lisina, arginina,histidina), alquilenoiminas (tais como etilenoimina, propilenoimina,butilenoimina, pentilenoimina, hexilenoimina, e outros mais), espermina,monômeros de vinila (tais como vinilcaprolactama, vinilpiridina, e outrosmais), acrilatos e metacrilatos (tais como acrilato de N,N-dimetilaminoetila,metacrilato de Ν,Ν-dimetilaminoetila, acrilato de N,N-dietilaminoetila,metacrilato de Ν,Ν-dietilaminoetila, metacrilato de t-butilaminoetila, haletode acriloxietiltrimetil amônio, haleto de acriloxietildimetilbenzil amônio,haleto de metacrilamidopropiltrimetil amônio e outros mais), monômeros dealila (tais como cloreto de dimetil dialil amônio), ionenos alifáticos,heterocíclicos ou aromáticos. Os blocos de policátion possuem vários gruposionizáveis que podem formar carga positiva líquida. Preferivelmente, osblocos de policátion terão pelo menos cerca de 3 cargas negativas, maispreferivelmente, pelo menos cerca de 6, ainda mais preferivelmente, pelomenos cerca de 12. Os policátions e blocos de policátion podem serproduzidos pela polimerização de monômeros que a si mesmos podem não sercatiônicos, tais como por exemplo, 4-vinilpiridina, e depois convertidos emuma forma de policátion mediante vários reações químicas das unidadesmonoméricas, por exemplo, alquilação, resultando no aparecimento de gruposionizáveis. A conversão das unidades monoméricas pode ser incompleta,resultando em um copolímero tendo uma parte das unidades que não possuemgrupos ionizáveis, tais como, por exemplo, um copolímero de vinilpiridina ehaleto de N-alquilvinilpiridínio. Cada um dos policátions e blocos depolicátion pode ser um copolímero contendo mais do que um tipo de unidadesmonoméricas incluindo uma combinação de unidades catiônicas com pelomenos um outro tipo de unidades incluindo unidades catiônicas, unidadesaniônicas, unidades zuiteriônicas, unidades não iônicas hidrófilas ou unidadeshidrofóbicas. Tais policátions e blocos de policátion podem ser obtidos pelacopolimericação de mais do que um tipo de monômeros quimicamentediferentes. Sem limitar a generalidade desta invenção é preferível que a partedas unidades não catiônicas seja relativamente baixa de modo que o polímeroou bloco polimérico permaneça basicamente catiônica na natureza. Exemplosde policátions comercialmente disponíveis incluem polietilenoimina,polilisina, poliarginina, poliistidina, polivinil piridina e seus sais de amônioquaternário, copolímeros de vinilpirrolidona e metacrilato dedimetilaminoetila (Agrimer) e copolímeros de vinilcaprolactama,vinilpirrolidona e metacrilato de dimetilaminoetila disponível da ISP, cloretode hidroxipropiltrimônio guar e cloreto de hidroxipropil guarhidroxipropiltriamônio (Jaguar) disponível da Rhodia, copolímeros de 2-metacriloil-oxietil fosforil colina e cloreto de 2-hidróxi-3-metacriloiloxipropiltrimetilamônio (Polyquaternium-64) disponível da NOFCorporation (Tokyo, Japan), N,N-dimetil-N-2-propenil-cloreto ou cloreto deN,N-Dimetil-N-2-propenil-2-propen-1 -amínio (Polyquaternium-7), polímerosde hidroxietil celulose quaternizados com substituição catiônica de trimetilamônio e dimetil dodecil amônio disponível da Dow, copolímeroquaternizado de vinilpirrolidona e metacrilato de dimetilaminoetila(Polyquaternium-11), copolímeros de vinilpirrolidona e vinilimidazolquaternizado (Polyquatemium-16 e Polyquaternium-44), copolímero devinilcaprolactama, vinilpirrolidona e vinilimidazol quaternizado(Polyquaternium-46) disponível da BASF, sais de amônio quaternário dehidroxietilcelulose reagidos com epóxido substituído por trimetil amônio(Polyquaternium-IO) disponível da Dow.
Exemplos de polianfólitos e blocos de polianfólito incluem,mas não são limitados a eles: polímeros compreendendo pelo menos um tipode unidade contendo grupo ionizável aniônico e pelo menos um tipo deunidade contendo grupo ionizável catiônico derivado de várias combinaçõesde monômeros contidos em poliânions e policátions como descrito acima. Porexemplo, os polianfólitos incluem copolímeros de cloreto de[(metacrilamido)propil]-trimetilamônio e estireno sulfonato de sódio e outrosmais. Cada um dos polianfólitos e blocos de polianfólito pode ser umcopolímero contendo combinações de unidades aniônicas e catiônicas compelo menos um outro tipo de unidades incluindo unidades zuiteriônicas,unidades não iônicas hidrófilas ou unidades hidrofóbicas.
Os polímeros e blocos poliméricos zuiteriônicos incluem, masnão são limitados a eles, polímeros compreendendo unidades derivadas de umou vários monômeros zuiteriônicos, incluindo: monômeros tipo betaína, taiscomo N-(3-sulfopropil)-N-metacriloil-etoxietil-N,N-dimetilamônio betaína,N-(3-sulfopropil)-N-metacril-amidopropil-N,N-dimetilamônio betaína,monômeros tipo fosforilcolina tais como 2-metacriloiloxietil fosforilcolina;sal interno de fosfato de 2-metacriloilóxi-2'-trimetil-amonioetila, 3-dimetil(metacriloiloxietil)amônio-propanossulfonato, fosfato de Ι,Γ-binaftil-2,2'-diidrogênio, e outros monômeros contendo grupos zuiteriônicos. Cadaum dos polímeros e blocos poliméricos zuiteriônicos pode ser um copolímerocontendo combinações de unidades zuiteriônicas com pelo menos um outrotipo de unidades, incluindo unidades aniônicas, unidades catiônicas, unidadesnão iônicas hidrófilas ou unidades hidrofóbicas. Sem limitar a generalidadedesta invenção, é preferível que a parte das unidades não zuiteriônicas sejarelativamente baixa de modo que o polímero ou bloco polimérico permaneçabasicamente zuiteriônico na natureza.
Acredita-se de uma forma geral que os grupos funcionais depoliânions, policátions, polianfólitos e alguns polizuiterions podem ionizar oudissociar em um ambiente aquoso, resultando na formação de cargas em umacadeia polimérica. O grau de ionização depende da natureza química dasunidades monoméricas ionizáveis, das unidades monoméricas próximaspresentes nestes polímeros, da distribuição destas unidades dentro da cadeiapolimérica, e dos parâmetros do ambiente, incluindo pH, composição químicae concentração de solutos (tais como natureza e concentração de outroseletrólitos presentes na solução), temperatura, e outros parâmetros. Porexemplo, os poliácidos, tais como ácido poliacrílico, são carregados maisnegativamente em pH mais elevado e carregados menos negativamente ounão carregados em pH mais baixo. As polibases, tais como polietilenoimina,são carregadas mais positivamente em pH mais baixo e carregadas menospositivamente ou não carregadas em pH mais elevado. Os polianfólitos, taiscomo copolímeros de ácido metacrílico e metilacrilato de poli(dimetilamino)-etila podem ser positivamente carregados em pH mais baixo, não carregadosem pH intermediário e negativamente carregados em pH mais elevado. Semdesejar limitar esta invenção a uma teoria específica, acredita-se de umaforma geral que o aparecimento de cargas em uma cadeia polimérica torna talpolímero mais hidrofílico e menos hidrofóbico e vice versa. Odesaparecimento de cargas torna o polímero mais hidrofóbico e menoshidrofílico. Da mesma forma, em geral, quanto mais hidrofílicos os polímerossão tanto mais solúveis em água eles serão. Ao contrário, quanto maishidrofóbicos os polímeros são tanto menos solúveis em água eles serão.
Polímeros e blocos poliméricos hidrofóbicos
Exemplos de polímeros ou blocos hidrofóbicos incluem,masnão são limitados a eles: polímeros compreendendo umidades derivadas demonômeros sendo: óxido de alquileno diferente do óxido de polietileno, talcomo óxido de propileno ou óxido de butileno, ésteres de ácido acrílico e deácido metacrílico com álcoois C1-C12 hidrogenados ou fluorados, nitritos devinila tendo de 3 a 12 átomos de carbono, ésteres vinílicos de ácidocarboxílico, haletos de vinila, amidas de vinilamina, monômeros etilênicosinsaturados compreendendo um grupo de amino secundário ou terciário, oumonômeros etilênicos insaturados compreendendo um grupo heterocíclicoque compreende nitrogênio ou estireno. Exemplos de blocos hidrofóbicospreferidos incluem polímeros compreendendo unidades derivadas demonômeros sendo: acrilato de metila, acrilato de etila, acrilato de propila,acrilato de n-butila, acrilato de isobutila, acrilato de 2-etilexila, acrilato de t-butila, metacrilato de metila, metacrilato de etila, metacrilato de n-butila,metacrilato de isobutila, acrilonitrila, metacrilonitrila, acetato de vinila,versatato de vinila, propionato de vinila, vinilformamida, vinilacetamida,vinilpiridinas, vinilimidazol, (met)acrilatos de aminoalquila,aminoalquil(met)acrilamidas, acrilato de dimetilaminoetila, metacrilato dedimetilaminoetila, acrilato de di-terc-butilaminoetila, metacrilato de di-terc-butilaminoetila, dimetilaminoetilacrilamida ou dimetilaminoetil-metacrilamida. Os polímeros e blocos poliméricos hidrofóbicos incluempoli(.beta.-benzil L-aspartato), poli(.gama.-benzil L-glutamato), poli(beta.-aspartato substituído), poli(.gama.-glutamato substituído), poli(L-leucina),poli(L-valina), poli(L-fenilalanina), ácidos poliamino hidrofóbicos,poliestireno, polialquilmetacrilato, polialquilacrilato, polimetacrilamida,poliacrilamida, poliamidas, poliésteres (tais como ácido poliláctico), óxido depolialquileno diferente de óxido de polietileno, tal como óxido depolipropileno (também chamado de polipropileno glicol ou polioxipropileno),e poliolefinas hidrofóbicas. Os polímeros ou blocos poliméricos hidrofóbicospodem ser homopolímeros ou copolímeros contendo mais do que um tipo deunidades monoméricas incluindo uma combinação de unidades hidrofóbicascom pelo menos um outro tipo de unidades incluindo unidades aniônicas,unidades catiônicas, unidades zuiteriônicas ou unidades não iônicas hidrófilas.Sem limitar a generalidade desta invenção é preferível que a parte dasunidades não hidrofóbicas seja relativamente baixa de modo que o polímeroou bloco polimérico permaneça basicamente hidrofóbica na natureza. Ospolímeros hidrofóbicos contendo pequeno número de grupos iônicos sãochamados de ionômeros. Os polímeros e blocos poliméricos hidrofóbicosúteis na presente invenção podem também conter grupos ionizáveis eunidades de repetição que são não carregadas e hidrofóbicas em certascondições ambientais, incluindo as condições em que as composiçõespesticidas são preparadas, diluídas com água para aplicação, ou após aaplicação no meio ambiente sobre a planta, solo e outros mais.
Copolímeros em bloco hidrofílicos-hidrofóbicos
Exemplos de copolímero em bloco contendo blocoshidrofílicos e hidrofóbicos incluem, mas não são limitados a eles, copolímeroem bloco de óxido de polietileno-poliestireno, copolímero em bloco de óxidode polietileno-polibutadieno, copolímero em bloco de óxido de polietileno-poliisopreno, copolímero em bloco de óxido de polietileno-polipropileno,copolímero em bloco de óxido de polietileno-polietileno, copolímero embloco de óxido de polietileno-poli(P-benzilaspartato), copolímero em bloco deóxido de polietileno-poli(Y-benzilglutamato), copolímero em bloco de óxidode polietileno-poli(alanina), copolímero em bloco de óxido de polietileno-poli(fenilalanina), copolímero em bloco de óxido de polietileno-poli(leucina),copolímero em bloco de óxido de polietileno-poli(isoleucina), copolímero embloco de óxido de polietileno-poli(valina), copolímero em bloco de ácidopoliacrílico-polistireno, copolímero em bloco de ácido poliacrílico-polibutadieno, copolímero em bloco de ácido poliacrílico-poliisopreno,copolímero em bloco de ácido poliacrílico-polipropileno, copolímero embloco de ácido poliacrílico-polietileno, copolímero em bloco de ácidopoliacrílico-poli(P-benzilaspartato), copolímero em bloco de ácidopoliacrílico-poli(y-benzilglutamato), copolímero em bloco de ácidopoliacrílico-poli(alanina), copolímero em bloco de ácido poliacrílico-poli(fenilalanina), copolímero em bloco de ácido poliacrílico-poli(leucina),copolímero em bloco de ácido poliacrílico-poli(isoleucina), copolímero embloco de ácido poliacrílico-poli(valina), copolímero em bloco de ácidopolimetacrílico-poliestireno, copolímero em bloco de ácido polimetacrílico-polibutadieno, copolímero em bloco de ácido polimetacrílico-poliisopreno,copolímero em bloco de ácido polimetacrílico-polipropileno, copolímero embloco de ácido polimetacrílico-polietileno, copolímero em bloco de ácidopolimetacrílico-poli(P-benzilaspartato), copolímero em bloco de ácidopolimetacrílico-poli(y-benzilglutamato), copolímero em bloco de ácidopolimetacrílico-poli(alanina), copolímero em bloco de ácido polimetacrílico-poli(fenilalanina), copolímero em bloco de ácido polimetacrílico-poli(leucina), copolímero em bloco de ácido polimetacrílico-poli(isoleucina),copolímero em bloco de ácido polimetacrílico-poli(valina), copolímero embloco de poli(N-vinilpirrolidona)-poliestireno, copolímero em bloco depoli(N-vinilpirrolidona)-polibutadieno, copolímero em bloco de poli(N-vinilpirrolidona)-poliisopreno, copolímero em bloco de poli(N-vinilpirrolidona)-polipropileno, copolímero em bloco de poli(N-vinilpirrolidona)-polietileno, copolímero em bloco de poli(N-vinilpirrolidona)-poli(P-benzilaspartato), copolímero em bloco de poli(N-vinilpirrolidona)-poli(y-benzilglutamato), copolímero em bloco de poli(N-vinilpirrolidona)-poli(alanina), copolímero em bloco de poli(N-vinilpirrolidona)-poli(fenilalanina), copolímero em bloco de poli(N-vinilpinOlidona)-poli(leucina), copolímero em bloco de poli(N-vinilpinOlidona)-poli(isoleucina), copolímero em bloco de poli(N-vinilpirrolidona)-poli(valina), copolímero em bloco de poli(ácido aspártico)-polistireno, copolímero em bloco de poli(ácido aspártico)-polibutadieno,copolímero em bloco de poli(ácido aspártico)-poliisopreno, copolímero embloco de poli(ácido aspártico)-polipropileno, copolímero em bloco depoli(ácido aspártico)-polietileno, copolímero em bloco de poli(ácidoaspártico)-poli(P-benzilaspartato), copolímero em bloco de poli(ácidoaspártico)-poli(Y-benzilglutamato), copolímero em bloco de poli(ácidoaspártico)-poli(alanina), copolímero em bloco de poli(ácido aspártico)-poli(fenilalanina), copolímero em bloco de poli(ácido aspártico)-poli(leucina),copolímero em bloco de poli(ácido aspártico)-poli(isoleucina), copolímero embloco de poli(ácido aspártico)-poli(valina), copolímero em bloco depoli(ácido glutâmico)-polistireno, copolímero em bloco de poli(ácidoglutâmico)-polibutadieno, copolímero em bloco de poli(ácido glutâmico)-poliisopreno, copolímero em bloco de poli(ácido glutâmico)-polipropileno,copolímero em bloco de poli(ácido glutâmico)-polietileno, copolímero embloco de poli(ácido glutâmico)-poli(p-benzilaspartato), copolímero em blocode poli(ácido glutâmico)-poli(y-benzilglutamato), copolímero em bloco depoli(ácido glutâmico)-poli(alanina), copolímero em bloco de poli(ácidoglutâmico)-poli(fenilalanina), copolímero em bloco de poli(ácido glutâmico)-poli(leucina), copolímero em bloco de poli(ácido glutâmico)-poli(isoleucina)e copolímero em bloco de poli(ácido glutâmico)-poli(valina). Exemplos decopolímero em bloco hidrofílico-hidrofóbico incluem os copolímeros quecontêm grupos ionizáveis e unidades de repetição que são não carregadas ehidrofóbicas em certas condições ambientais. Por exemplo, o copolímero demetacrilato de poli[2-(metacriloilóxi)etil fosforilcolina-bloco-2-(diisopropilamino)etila é sensível ao pH: ambos os blocos são relativamentehidrofílicos em pH 2, no pH ambiental de cerca de 6 e mais elevado o blocode metacrilato de 2-(diisopropilamino)etila se torna relativamentehidrofóbico, enquanto o bloco de poli[2-(metacriloilóxi)etil fosforilcolinapermanece hidrofílico.
Os copolímeros em bloco úteis nesta invenção podem terconfiguração diferente da cadeia polimérica incluindo diferentes disposiçõesdos blocos, tais como copolímeros em bloco lineares, copolímeros deenxertia, copolímeros em bloco estrela, copolímeros em bloco dendríticos eoutros mais. Os blocos hidrofílicos e hidrofóbicos independentemente um dooutro podem ser polímeros lineares, polímeros aleatoriamente ramificados,copolímeros em bloco, copolímeros de enxertia, polímeros estrelas,copolímeros em bloco estrela, dendrímeros ou possuem outras estruturas,incluindo combinações das estruturas listadas acima. O grau de polimerizaçãodos blocos hidrofílicos e hidrofóbicos independentemente um do outro estáentre cerca de 3 a cerca de 100.000. Mais preferivelmente, o grau depolimerização está entre cerca de 5 e cerca de 10.000, ainda maispreferivelmente, entre cerca de 10 e cerca de 1.000.
Copolímeros em bloco de Oxido de Etileno e outros Oxidos deAlquileno:
Em uma forma de realização preferida da presente invenção,os copolímeros em bloco anfífílicos que compreendem pelo menos um blocohidrofílico não iônico e pelo menos um bloco hidrofóbico são usados comocompostos anfifílicos. Tal copolímero pode ter número diferente das unidadesde repetição em cada um dos blocos, assim como configuração diferente dacadeia polimérica, incluindo número, orientação e seqüência dos blocospoliméricos. Outros óxidos de alquileno incluem, por exemplo, óxido depropileno, óxido de butileno, óxido de cicloexeno e óxido de estireno. Semdesejar limitar a generalidade da invenção, a seguinte seção descreve, comoum exemplo, uma classe de tais compostos anfifílicos, os copolímeros embloco de óxido de etileno e óxido de propileno tendo as fórmulas:
<formula>formula see original document page 31</formula><formula>formula see original document page 32</formula>
em que x, y, z, i e j possuem os valores de cerca de 2 a cercade 800, preferivelmente de cerca de 5 a cerca de 200, mais preferivelmente decerca de 5 a cerca de 80, e em que para cada par R1 , R2 um é hidrogênio e ooutro é um grupo de metila.
As fórmulas de (I) até (III) são supersimplificadas pelo fato deque, na prática, a orientação dos radicais de isopropileno dentro do bloco deóxido de polipropileno pode ser aleatória ou regular. Isto é indicado nafórmula (IV), que é mais completa. Tais compostos de óxido de polietileno-óxido de polipropileno foram descritos por Santon, Am. Perfumer Cosmet.72(4):54-58 (1958); Schmolka, Loc. cit. 82(7):25 (1967); Schick, Non-ionicSurfactants, pp. 300-371 (Dekker, NY, 1967). Diversos tais compostos sãocomercialmente disponíveis sob tais nomes comerciais genéricos como"poloxamers", "pluronics" e "synperonics". Os polímeros pluronic dentro dafórmula B-A-B são freqüentemente referidos como pluronics "reversos","pluronic R" ou "meroxapol". O polímero de "polioxamina" de formula (IV)é disponível da BASF (Wyandotte, MI) sob o nome comercial Tetronic™. Aordem dos blocos de óxido de polietileno e óxido de polipropilenorepresentados na fórmula (IV) pode ser invertida (fórmula (IV-A)), criandoTetronic R™, também disponível da BASF. Ver, Schmolka, J. Am. Oil Soe,59:110 (1979). Os copolímeros em bloco de óxido de polietileno-óxido depolipropileno também podem ser designados com blocos hidrofílicoscompreendendo uma mistura aleatória de unidades de repetição de óxido deetileno e óxido de propileno. Para manter o caráter hidrofílico do bloco, oóxido de etileno predominará. Similarmente, o bloco hidrofóbico pode seruma mistura de unidades de repetição de óxido de etileno e óxido depropileno. Tais copolímeros em bloco são disponíveis da BASF sob o nomecomercial Pluradot™.
O pluronic ligado a diamina de fórmula (IV) pode também serum membro da família de polímeros de óxido de polietileno-óxido depolipropileno ligados a diamina de fórmula:
<formula>formula see original document page 33</formula>
em que as linhas tracejadas representam cópias simétricas dopoliéter que se estende fora do segundo nitrogênio, R* é um alquileno de 2 a 6carbonos, um cicloalquileno de 5 a 8 carbonos ou fenileno, para R1 e R2 , (a)ambos são hidrogênio ou (b) um é hidrogênio e o outro é metila, para R3 e R4(a) ambos são hidrogênio ou (b) um é hidrogênio e o outro é metila, se ambosde R3 e R4 forem hidrogênio, então um R5 e R6 é hidrogeno e o outro é metila,e se um de R3 e R4 for metila, então tanto R5 quanto R6 são hidrogênio.
Aqueles de habilidade usual na técnica reconhecerão, na luzdeste debate, que mesmo quando a prática da invenção for confinada, porexemplo, aos compostos de óxido de polietileno-óxido de polipropileno, asfórmulas exemplares acima são também confinadas. Assim, as unidades quepreparam o primeiro bloco não necessitam consistir somente de óxido deetileno. Similarmente, nem todos do segundo tipo de bloco necessitamconsistir somente de unidades de óxido de propileno. Em vez disso, os blocospodem incorporar monômeros diferentes daqueles definidos nas fórmulas de(I) a (V), contanto que os parâmetros desta primeira forma de realizaçãosejam mantidos. Assim, no mais simples dos exemplos, pelo menos um dosmonômeros no bloco hidrofílico pode ser substituído com um grupo de cadeialateral como anteriormente descrito.
Além disso, os copolímeros em bloco podem ser cobertos naextremidade com grupos iônicos, tais como sulfato e fosfato. Os compostosde óxido de polietileno-óxido de polipropileno preferidos incluemcopolímeros de poli(óxido de etileno)-poli(óxido de propileno)-poli(óxido deetileno) triblocos cobertos na extremidade com grupos de fosfato disponíveisda Clariant Corporation.
Nos copolímeros em bloco anfifílicos descritos pelas fórmulas(I- V), o bloco de óxido de polipropileno possui um peso molecular deaproximadamente 100 até aproximadamente 20.000, preferivelmente entreaproximadamente 900 e aproximadamente 15.000, mais preferivelmente entreaproximadamente 1.500 Daltons e aproximadamente 10.000 Daltons5 aindamais preferivelmente entre aproximadamente 2.000 Daltons aaproximadamente 4.500 Daltons. O bloco de óxido de polietileno,independentemente do bloco de óxido de polipropileno, possui um pesomolecular de aproximadamente 100 a aproximadamente 30.000.
As fórmulas de (I) até (IY) exemplificam os copolímeros embloco anfifílicos com diferentes configurações da cadeia polimérica.Numerosos tais copolímeros tendo diferentes estruturas dos blocospoliméricos hidrofilicos ou hidrofóbicos ou diferentes configurações dacadeia polimérica são disponíveis e podem ser usados como compostosanfifílicos para preparar composições pesticidas desta invenção. Taiscompostos anfifílicos contêm vários blocos poliméricos hidrofilicos ehidrofóbicos, como exemplificados acima, que podem ser catiônicos,aniônicos, zuiteriônicos ou não iônicos.
Em um aspecto desta invenção, as misturas de copolímeros embloco de óxido de polietileno-óxido de polioxialquileno são preferíeis. Nestecaso as composições de micromistura preferidas compreendem pelo menosum copolímero em bloco com teor de óxido de polietileno em ou acima de 50% em peso, que pode servir como um primeiro composto anfifílico, e pelomenos um copolímero em bloco com teor de óxido de polietileno menor doque 50 % em peso, que pode servir como um segundo composto. Na situaçãoonde ambos os copolímeros em bloco na mistura são copolímeros de óxido depolietileno-óxido de polipropileno, especificamente copolímeros em triblocoPEO-PPO-PEO, é preferível que um dos copolímeros tenha um teor de óxidode polietileno maior ou igual a 70 % e o outro tenha um teor de óxido depolietileno entre cerca de 10 % e cerca de 50 %, preferivelmente entre cercade 15 % e cerca de 30 %, e ainda mais preferivelmente entre cerca de 25 % ecerca de 30 %.
Tensoativos anfifílicos
O primeiro composto anfifílico nesta invenção pode ser umtensoativo anfifílico. Independentemente do primeiro composto, o segundocomposto pode ser um tensoativo anfifílico. Se o primeiro composto dacomposição desta invenção for um tensoativo anfifílico não iônico e osegundo composto for um tensoativo anfifílico não iônico, então tanto oprimeiro composto quanto o segundo composto possuem um ponto deturvação de pelo menos 25°C, onde o ponto de turvação é determinado peloGerman Standard Method (DIN 53917). No entanto, os tensoativos anfifílicosnão iônicos, com qualquer valor de ponto de turvação, incluindo menos doque 25°C, podem ser usados com parte da composição além do primeiro esegundo compostos.
Os tensoativos podem ser não iônicos, catiônicos ou aniônicos(por exemplo, sais de ácidos graxos). O tensoativo anfifílico pode serpolimérico e não polimérico. Em uma forma de realização preferida, ostensoativos são não poliméricos. As propriedades funcionais de tensoativosanfifílicos podem ser modificadas pela mudança da estrutura química docomponente hidrofóbico e da estrutura do componente hidrofílico ligado aocomponente hidrofóbico, tal como o comprimento ou extensão da etoxilação,e portanto, o HLB. Os tensoativos adequados também incluem aquelescontendo mais do que um grupo superior, conhecidos como tensoativosGemini.
As classes principais de tensoativos úteis nesta invençãoincluem, mas não são limitados a eles, etoxilatos de alquilfenol, etoxilatos dealcanol, etoxilatos de alquilamina, ésteres de sorbitano e seus etoxilatos,etoxilatos de óleo de mamona, copolímeros em bloco de óxido deetileno/óxido de propileno, copolímeros de alcanol/propileno/óxido deetileno.
Exemplos de tensoativos disponíveis na técnica de formulaçãopesticida e que podem ser usados nas composições de acordo com estainvenção incluem, mas não são limitados a eles, triglicerídeos alcoxilados,etoxilados de alquil fenol, álcoois graxos etoxilados, ácido graxos alcoxilados,poliglicosídeos de alquila alcoxilados, aminas graxas alcoxiladas, ésterespolietileno glicólicos de ácido graxo, ésteres de poliol etoxilado, ésteres desorbitano, e outros mais. Por exemplo, os seguintes tensoativos anfifílicoscom vários graus de componentes de óxido de etileno e oxido de propilenosão disponíveis, por exemplo, da Cognis: óleo de mamona etoxilado (AgniqueCSO), óleo de soja etoxilado (Agnique SOB), óleo de semente de colzaalcoxilado (Agnique RSO), octilfenol e nonilfenol etoxilado (Agnique Op eAgnique NP), álcool C12-14, álcool C12-18, álcool C6-12, álcool C16-18,álcool C9-11, álcool oleil cetílico, álcool decílico, álcool iso-decílico, álcooltri-decílico, álcool octílico, álcool estearílico (Agnique FOH); ácido oléicoCl8 etoxilado (Agnique FAC); coco amina etoxilada; oleil amina etoxilada;sebo amina etoxilada; éster metílico C8 etoxilado; tristirilfenóis etoxilados(Aqnique TSP).
Os tensoativos não iônicos adequados incluem, mas não sãolimitados a eles, os compostos formados pela etoxilação de álcoois de cadeialonga e alquilfenóis (incluindo sorbitano e outros mono-, di- epolissacarídeos) ou aminas e diaminas alifáticas de cadeia longa.Preferivelmente, o numero de unidades de óxido de etileno varia de 3 a cercade 50.
Os tensoativos anfifílicos preferidos incluem éteres de n-alquilfenil polioxietileno, éteres de n-alquil polioxietileno (por exemplo,Triton™), ésteres de sorbitano (por exemplo, Span™) tensoativos de éterpoliglicólico (Tergitol™), polióxi-etilenosorbitano (por exemplo, Tween™),polissorbatos, monoéteres glicólicos polioxietilados (por exemplo, Brij™),lubrol, fluorotensoativos polioxietilados (por exemplo, ZONYL®,fluorotensoativos disponíveis da DuPont), copolímeros em bloco tipo ABC(tais como Synperonic NPE e Atlas G series da Uniqema),poliarilfenoletoxilados, com vários ânions incluindo sulfato e fosfato.
Particularmente preferíveis são os tensoativos aromáticospolioxietilados, tais como triestiril fenóis tais como os tensoativosSOPROPHOR™ disponíveis da Rhodia. Destes, os compostos contendogrupos de sulfato e fosfato são preferíveis. Exemplos de Soprophorsdisponíveis comercialmente incluem; SOPROPHOR 4D 384 SOPROPHOR3D-33, SOPROPHOR 3D33 LN, SOPROPHOR 796/P, SOPROPHOR BSU,SOPROPHOR CY 8, SOPROPHOR FLK, SOPROPHOR S/40-FLAKE,SOPROPHOR TS/54, SOPROPHOR S25/80, SOPROPHOR S25,SOPROPHOR TS54, SOPROPHOR TS10, e SOPROPHOR TS29. OSOPROPHOR 4D 384 (2,4,6-Tris[l-(fenil)etil]fenil-ômega-hidroxipoli(oxietileno)sulfato) possui a seguinte estrutura:<formula>formula see original document page 38</formula>
Outros Soprophors possuem estruturas similares com aestrutura mostrada acima, exceto que o comprimento da cadeia de óxido deetileno varia de cerca de 3 a cerca de 50 unidades de repetição de óxido deetileno e o grupo de sulfato pode ser substituído com um grupo de fosfato.
Preparação da micromistura
As micromisturas são preparadas pela combinação do primeirocomposto anfifílico, pelo menos um segundo composto e o pesticida (a nãoser que o segundo composto seja um pesticida, em cujo caso apenas doiscomponentes são usados) e agitação durante um período de tempo adequado.
É possível utilizar misturas de mais do que um segundo componente, ou dosmesmos grupos listados acima, ou de grupos diferentes. Os componentesnecessitam ser intimamente misturados de modo a formar a micromistura. Emum método preferível, os componentes são simplesmente fundidos entre si eagitados para formar a micromistura. Em um outro método, os componentessão dissolvidos em um solvente orgânico comum ou compatível e agitadospara formar a micromistura. O solvente pode depois ser evaporado par isolar amicromistura.
É também preferível que o segundo composto seja umcomponente considerável da composição, mais do que 0,1 % em peso. Aquantidade do segundo composto na composição está preferivelmente nafaixa de cerca de 0,1 % a 90 % em peso da composição, mais preferivelmentemaior do que 10 % a 50 %, ainda mais preferivelmente maior do que 10 % a30 %. A relação do primeiro composto anfifílico para o segundo composto empeso está na faixa de 1:1 a 20:1, preferivelmente de 1:1 a 10:1. Se o segundocomposto for um tensoativo não polimérico como aqui definido, deve estarpresente na composição em uma quantidade de pelo menos 1 % em peso doprimeiro componente e preferivelmente pelo menos 10 % em peso doprimeiro componente. Nas composições líquidas da forma de realizaçãopreferida contendo solventes orgânicos miscíveis em água adicionados, taltensoativo não polimérico deve estar presente em uma quantidade de pelomenos 10 % em peso do primeiro componente.
A estabilidade da micromistura na dispersão aquosa final comrelação as durações descritas acima é crítica para o uso das presentescomposições pesticidas. Foi descoberto que quando as composições pesticidassão obtidas mediante a mistura de um composto anfifílico e um pesticida, queserve como o segundo composto, a quantidade do pesticida deve ser mantidarelativamente pequena para manter o tamanho de partícula preferido, evitar aprecipitação dos ingredientes ativos e/ou decomposição da dispersão demicromistura para os períodos definidos. Em tais misturas de doiscomponentes a quantidade do pesticida é preferivelmente menor do que cercade 50 por cento em peso da mistura, mais preferivelmente menor do que cercade 30 por cento, ainda mais preferivelmente menor do que cerca de 20 porcento, ainda mais preferivelmente menor do que cerca de 10 por cento. Se osegundo composto na micromistura for qualquer um de um homopolímero oucopolímero aleatório, um composto anfifílico, uma molécula hidrofóbicadiferente do pesticida, e uma molécula hidrofóbica ligada a um polímerohidrofílico, então de uma forma geral quantidades mais elevadas dospesticidas podem ser usadas. Ainda, é preferível que a quantidade de umpesticida em tais composições, não seja mais do que 60 por cento em peso, oupreferivelmente menos que 30 por cento. Os copolímeros em blocohidrofílicos-hidrofóbicos e os tensoativos anfifílicos não iônicos sãopreferidos com os segundos compostos nas composições pesticidas destainvenção.
As micromisturas podem ser separadas por pequenasquantidades de água e, portanto, elas não devem conter água como umcomponente adicionado ou solvente, a não ser que a água seja misturada como solvente solúvel em água ou composto solúvel em água. Especificamente, aquantidade de água nas micromisturas deve ser menor do que 10 % em peso,preferivelmente menor do que 1 % em peso, ainda mais preferivelmentemenor do que 0,1 %, ainda mais preferivelmente nenhuma água é adicionada.
E reconhecido que os componentes usados para preparar as micromisturas taiscomo o primeiro composto anfifílico, o segundo composto, os ingredientesativos, os tensoativos e outros mais podem ser hidratados. Por exemplo, aágua pode ser firme ou intrinsecamente ligada aos tensoativos, polietilenoglicol, polipropileno glicol e outros mais. Tal água de hidratação ligada podenão incomodar as micromisturas. As soluções aquosas ou dispersões coloidaisdo primeiro composto anfifílico, do segundo composto ou do pesticida nãodevem ser usadas para preparar as micromisturas a não ser que água sejadepois removida por qualquer método disponível na técnica. Se a água forinevitável as micromisturas podem ser estabilizadas pela adição de umsolvente orgânico miscível em água ou solúvel em água ou um outrocomposto solúvel em água na quantidade de pelo menos 2 partes em volumede solvente ou composto per 1 parte de água, preferivelmente 5 partes per 1parte de água, ainda mais preferivelmente 10 partes per 1 parte de água.
Os solventes miscíveis em água ou solúveis em água ou outroscompostos solúveis em água podem ser adicionados nas composições demicromistura para intensificar a miscibilidade dos componentes damicromistura e dos ingredientes ativos, ou preparar formulações concentradaslíquidas ou de gel. Se um solvente miscível em água for adicionado nacomposição, é preferivelmente adicionado na relação de água : solvente demais do que 1:2.
Os solventes miscíveis em água ou solúveis em água podemser adicionados em qualquer estágio da preparação de micromistura. Osexemplos de tais solventes incluem, mas não são limitados a eles, ácidoacético, acetona, acetonitrila, 1-butanol, 2-butanol, cicloexanona, gama-butirolactona, álcool de diacetona, dietoxol, dietileno glicol, sulfóxido dedimetila, etanol, etilenoglicol, acetato de etila, lactato de etila, gliconolactona,glicerina, isoforona, isopropanol, álcool isopropílico, álcool etílico, metanol,metil cicloexanona, N-metil 2-pirrolidona, n-decil glicosídeo, polietilenoglicol(is), n-propanol, propilenoglicol, tetraidrofurano, álcooltetraidrofurfurílico, trietilenoglicol, trimetilolpropano e outros mais sãopreferidos. Os solventes com baixa fitotoxicidade podem ser preferíveis emalgumas aplicações. Após diluição da micromistura com água na dispersãoaquosa final a quantidade de solvente orgânico deve ser menor do que cercade 4 por cento, preferivelmente menor do que cerca de 2 por cento, maispreferivelmente menor do que cerca de 1 por cento, ainda maispreferivelmente menor do que cerca de 0,5 por cento.
Os compostos poliméricos ou oligoméricos solúveis em água,tais como polímeros ou oligômeros de etileno glicol ou propileno glicol, oucopolímeros do etilenoglicol e do propilenoglicol, ou as misturas destescompostos com água ou solventes miscíveis em água podem ser tambémadicionados em qualquer estágio para preparar as formulações adequadas.Tais solventes ou compostos podem ser usados para dissolver um, vários outodos os componentes da micromistura, adicionados antes destescomponentes ou no estágio de mistura dos componentes da micromistura ouadicionados após a micromistura estar formada.
É preferível que a adição de solventes miscíveis em água sejaevitada ou a quantidade de tais solventes seja mantida baixa visto queconsideráveis quantidades de tais solventes podem separar o contato íntimoentre os componentes da micromistura, diminuir a estabilidade dasmicromisturas, aumentar o tamanho de partícula ou de outra maneira separaras composições de micromistura. No entanto, se o segundo composto for umcomposto aromático ou um polímero hidrofóbico, a composição pode conterum solvente imiscível em água. O solvente imiscível em água preferivelmentepossui uma solubilidade em água menor do que 10 g/l. Além disso, os géispodem ser também formados através da adição de solventes imiscíveis emágua nestas composições.
Sem limitar a generalidade da invenção a um procedimento deaplicação específica, antes da aplicação as micromisturas podem serdissolvidas em um ambiente aquoso que forma uma dispersão aquosa. Emuma preparação alternativa a micromistura é formada in situ em um ambienteaquoso mediante a combinação do primeiro composto anfifílico e do segundocomposto/pesticida e agitação durante um período de tempo suficiente. Ascomposições pesticidas desta invenção são preparadas pela combinação deum ou vários componentes da micromistura em diferentes ordens e/ou comdiferentes solventes, remoção do solvente, e depois sua mistura com águapara formar as dispersões aquosas. Por exemplo, uma solução do primeirocomposto anfifílico pode ser combinada com uma solução do segundocomposto e agitada durante um tempo suficiente para formar a micromistura,e seguido pela evaporação do solvente. Visto que as redes poliméricasreticuladas não são facilmente misturadas umas com as outras, elas devem serexcluídas, no entanto, os compostos desta invenção podem conter polímerostendo certa quantidade de cadeias conectadas uma com a outra através dereticulações, se tais polímeros puderem formar a micromistura.
As dispersões formadas após a diluição não podem sernecessariamente de forma termodinâmica estáveis. No entanto, seguindo adiluição em água a dispersão deve reter o tamanho de partícula na faixa denanoescala durante pelo menos cerca de 12 horas, mais preferivelmente 24horas, ainda mais preferivelmente cerca de 48 horas, ainda maispreferivelmente vários dias. Preferivelmente, o tamanho de partícula dasmicelas pequenas formadas após a diluição varia de cerca de 10 a 300 nm,mais preferivelmente cerca de 15 a 200 nm, ainda mais preferivelmente cercade 20 a 100 nm. Um aumento gradual no tamanho de partícula durante umtempo não significa falta de estabilidade contanto que o tamanho médio departícula permaneça na faixa de nanoescala. Preferivelmente, as composiçõesda invenção não devem ser diluídas na medida em que não exista nenhumapartícula presente como um resultado da diluição. Como será observado poraqueles versados na técnica esta faixa de tamanho de partícula pode serdiferente em um ambiente de uso real onde vários fatores ambientais(temperatura, pH, etc) e a presença de outros componentes (metais de traço,minerais tais como carbonato de cálcio naturalmente presente na água, micro-ou nanopartículas adicionadas de diferentes origens, metais coloidais, óxidosde metal, ou hidróxidos, etc) podem afetar a medida do tamanho de partícula.
Em um aspecto esta invenção diz respeito às composições demicromistura concentradas, que (a) compreendem um composto anfifílico eum pesticida, (b) podem ser um líquido, uma pasta, um sólido, um pó ou umgel (c) após a diluição em água facilmente se dispersa e forma a dispersãoaquosa com partículas da faixa de nanoescala, e (d) tal dispersão permaneceestável durante o período necessário para a aplicação. Como mostrado nosexemplos apresentados abaixo, tais composições pesticidas podem serpreparadas usando vários compostos anfifílicos e outros componentes damicromistura descritos na presente invenção.
Uma vantagem principal das composições de micromistura éque estas composições podem ser formuladas como formulações em pó,grânulos dispersáveis em água, tabletes, pós umectáveis, ou formulaçõessecas similares que são usadas na técnica de pesticida. Sem limitar ageneralidade desta invenção a um tipo ou procedimento de formulaçãoespecífico, técnicas de pesticida convencionais podem ser usadas parapreparar tais formulações de pesticida. Por exemplo, grânulos ou pósdispersáveis em água podem ser obtidos usando a granulação em autoclave,aglomeração de mistura em alta velocidade, granulação por extrusão,granulação de leito fluido, granulação por pulverização de leito fluido esecagem por pulverização. Os excipientes convencionais usados na técnica deformulação podem ser adicionados para facilitar os processos de formulação.Mediante o uso de solventes com ponto de ebulição baixo, as temperaturas desecagem podem ser diminuídas. As micromisturas formuladas são fáceis dederramar e medir, apresentam dispersão rápida no tanque de pulverização, epossuem prazos de validade prolongados.
Em um segundo aspecto da invenção as micromisturasdescritas acima são empregadas em composições adequadas para aplicaçãonos métodos que são convencionalmente empregados na técnica de pesticida.Assim, por exemplo, a micromistura pode estar na forma de grânulosdispersáveis em água, concentrados de suspensão, e concentrados líquidossolúveis como debatido acima, combinada com água e pulverizada em umlocal onde as pestes estão presentes ou são esperadas de estarem presentes. Astécnicas de formulação convencionais, adjuvantes, etc que são bemconhecidas por aqueles versados na técnica de formulação de pesticida podemser usadas. A dispersão deve permanecer estável durante pelo menos 24 horase até vários dias.
Em um outro aspecto da invenção as composições descritasacima são empregadas em métodos que são convencionalmente empregadosna técnica de pesticida. Assim, por exemplo, a composição pode sercombinada com água e pulverizada em um local onde as pestes estãopresentes ou são esperadas de estarem presentes.
Além disso, as composições descritas acima podem serempregadas na forma de uma solução micelar, que compreende micelasnormais ou invertidas, uma microemulsão de óleo em água, também chamadade uma microemulsão de "água externa", uma microemulsão de água emóleo, também chamada de uma microemulsão de "óleo externo" ou uma co-solução molecular. As composições podem também ser formuladas comogéis, contendo cristais líquidos, e podem conter estruturas lamelares,cilíndricas ou esféricas.
Os concentrados podem ser aplicados em um estado nãodiluído como polvilhos, pós e grânulos. Tais formulações podem conteraditivos convencionais bem conhecidos por uma pessoa de habilidade usualna técnica, por exemplo, portadores. Os portadores incluem terra de Fuller,caulim, argilas, sílicas e outros diluentes inorgânicos altamente absorventesfacilmente umectáveis. Quando formuladas como polvilhos, as composiçõespesticidas da invenção são misturadas com sólidos finamente divididos taiscomo talco, argilas naturais, kieselguhr, farinhas tais como cascas de nozes efarinhas de semente de algodão, e outros sólidos orgânicos e inorgânicos queatuam como dispersantes e portadores para o pesticida.
As composições de micromistura podem ser acondicionadasusando acondicionamento comumente empregado na técnica de pesticida. Porexemplo, estas composições uma vez formuladas como formulações secas,líquidas ou em forma de gel e não contendo água adicionada podem seracondicionadas em sacos de película solúvel em água. A película égeralmente produzida de álcool polivinílico.
Um aspecto importante desta invenção é que as micromisturaspesticidas podem ser misturadas com um ou mais ingredientes ativos, ou comdiferentes outros compostos químicos que podem melhorar a atividadebiológica do pesticida ou formulação pesticida, diminuir o metabolismo,diminuir a toxicidade, aumentar a estabilidade química ou fotoquímica.Exemplos incluem a adição de compostos protetores de UV, inibidoresmetabólicos, e outros mais. Por pesticidas de mistura intrínseca com outroscomponentes em uma atividade da composição de micromistura, porexemplo, a atividade e estabilidade dos pesticidas podem ser aumentadas,enquanto a toxicidade e dano ambiental podem ser diminuídos.
As composições de acordo com esta invenção podemadicionalmente compreender protetores tais como, por exemplo, benoxacor,cloquintocet, ciometrinila, ciprossulfamida, diclormid, diciclonon, dietolato,fenclorazol, fenclorim, flurazol, fluxofenim, furilazol, isoxadifen, mefenpir,mefenato, anidrido naftálico, e oxabetrinila.
As composições podem adicionalmente compreendertensoativos catiônicos e aniônicos. Exemplos de tensoativos anfifílicoscatiônicos adequados incluem, mas não são limitados a elescloreto de dialquil(C8 - Cl8) dimetil amônio, cloreto de metil etóxi (3-15) alquil (C8 - Cl8)amônio, cloreto de mono e di-alquil (C8 - Cl8) amônio metilado, e outrosmais. Exemplos de tensoativos anfifílicos aniônicos adequados incluem, masnão são limitados a eles: sulfatos de éter de álcool graxo, sulfonatos de alquilnaftaleno, sulfonatos de disopropil naftaleno, sulfonato de disopropilnaftaleno, alquilsulfatos, sulfonatos de alquilbenzeno, condensados desulfonato de naftaleno, condensado de sulfonato de naftaleno-formaldeído, eoutros mais. E preferível que a quantidade de tais tensoativos aniônicos oucatiônicos seja mantida baixa comparada com os outros componentes dacomposição pesticida, mas suficiente para intensificar o desempenho destacomposição.
Inesperadamente, as composições pesticidas da presenteinvenção demonstram desempenho superior comparadas com as formulaçõestradicionais aceitas nas práticas agrícolas dos ingredientes ativos.Surpreendentemente, foi descoberto que as composições de micromisturaaumentam a atividade biológica da formulação pesticida e, portanto, resultamem um controle de peste mais eficaz. Elas podem aumentar abiodisponibilidade, incluindo a biodisponibilidade oral ou biodisponibilidadetópica dos pesticidas, para as pestes direcionadas e, portanto, resultam em umcontrole de peste mais eficaz. Surpreendentemente, elas também podemaumentar a aquisição da dose eficaz do pesticida por uma peste, por exemplo,mediante a diminuição do escape do pesticida por uma peste ou diminuição daregurgitação da dose adquirida, e, portanto, resulta em um controle de pestemais eficaz.
Além disso, estas composições de micromistura podem mudaro comportamento farmacocinético do pesticida nos organismos alvos,resultando em atividade superior e um controle de peste mais eficaz. Em umoutro aspecto da invenção, a taxa de matança das pestes alvos com ascomposições de micromistura é aumentada, também resultando em umcontrole de peste mais eficaz. Tais composições pesticidas funcionam maisrápido, fornecendo melhor proteção e menos dano para as plantas protegidas.Surpreendentemente, as composições de micromistura podem tambémdiminuir o dano na planta em doses mais baixas comparadas com asformulações tradicionais dos mesmos ingredientes ativos aceitos nas práticasagrícolas. Por exemplo, o percentual de folhas consumidas ou danificadaspela peste é diminuído.
Em mais um outro aspecto desta invenção, as composições demicromistura podem mudar a mobilidade no solo dos pesticidas, resultandoem um melhor controle das pestes no solo. Sem limitar esta invenção à umateoria específica ou prática de aplicação, como um exemplo, as composiçõespesticidas podem aumentar a mobilidade no solo dos pesticidas, tais como osingredientes ativos lipofílicos, e intensificar o controle das pestes naprofundidade requerida. Em outro exemplo, as composições de micromisturapodem diminuir a mobilidade do pesticida no solo, por exemplo, para impedira penetração dos ingredientes ativos na água subterrânea, ou aumentar aretenção dos ingredientes ativos na superfície da planta. Isto pode ser obtidomediante a mudança da hidrofobicidade e hidrofilicidade dos componentes damicromistura, ou mediante a adição de componentes carregados tais comocompostos anfifílicos catiônicos ou aniônicos, ou tensoativos catiônicos ouaniônicos.
Em mais um outro aspecto desta invenção, as composições demicromistura podem intensificar a entrada do pesticida em uma planta e,portanto, por exemplo, aumentar a capacidade sistêmica dos mesmosingredientes ativos não sistêmicos através da absorção pela raiz, broto oufolha. As composições de micromistura da presente invenção permitemquantidades reduzidas de pesticidas a serem aplicadas, comparadas com asformulações tradicionais aceitas nas práticas agrícolas dos mesmos ou outrosingredientes ativos. Sem limitar esta invenção aos procedimentos de aplicaçãoespecíficos, a quantidade reduzida de pesticidas pode ser obtida mediante ouso de concentração mais baixa do ingrediente ativo na formulação pesticidaou mediante a redução da quantidade da formulação aplicada, ou mediante acombinação de ambos. Como um resultado destas descobertas inesperadas, ascomposições pesticidas da presente invenção fornecem benefícioseconômicos e ambientais consideráveis. A composição pesticida da presenteinvenção pode ser usada para incorporar uma faixa muito ampla dosingredientes ativos incluindo aqueles que não podem ser formulados pormétodos de formulação tradicionais, ou aqueles que, uma vez formuladosusando métodos tradicionais, não fornecem benefícios adequados para ocontrole de peste.
De modo a descrever a invenção com maiores detalhes, osseguintes exemplos são apresentados: Os exemplos 1 e 2 demonstram apreparação de uma composição em que a micromistura é formada in situ emum ambiente aquoso. Os exemplos remanescentes demonstram a preparaçãode uma micromistura (Exemplos de 3 a 50) e o teste das composiçõespesticidas (Exemplos de 51 a 56).Exemplo 1. Uma Composição de Bifentrina com Copolímerosem bloco Não Iônicos
Os copolímeros em bloco de óxido de polietileno-óxido depolipropileno hidrofílicos-hidrofóbicos, com vários graus dos blocos de óxidode etileno (EO) e óxido de propileno (PO), EOn-POm-EOn, foram usados nesteexemplo como compostos anfifílicos: Pluronic P85 (n = 26, m = 40), PluronicL61 (n = 4, m = 31), e Pluronic F127 (n = 100, m = 65). Um pó de Bifentrinabruta (coeficiente de divisão de n-octanol, IogP > 6) foi misturado com 1,5 mlda solução copolimérica em salina tamponada de fosfato (pH 7,4, 0,15 MNaCl). As composições das misturas finais eram como mostradas na Tabela 1.
Tabela 1
<table>table see original document page 49</column></row><table>
As suspensões foram agitadas durante 40 h em temperaturaambiente seguido pela centrifugação durante 10 min em 13.000 rpm. Aconcentração de Bifentrina nos sobrenadantes foi determinada porespectroscopia de UV. Para este propósito, as soluções padrão contendo de 0a 0,58 mg/ml de Bifentrina em etanol foram preparadas usando uma soluçãode matéria-prima de Bifentrina em acetonitrila com concentração de 8,7mg/ml. Estas soluções foram usadas para obter uma curva de calibraçãomediante a medição de uma absorvência em 260 nm usandoespectrofotômetro Perkin-Elmer Lambda 25. A curva de calibração resultantepara a Bifentrina era como se segue: Abs = 0,0125 + 4,3694 CBifentrina> r =0,999. As quantidades de Bifentrina solubilizada na dispersão de Pluronic P85foram 0,032 mg/ml e 0,073 mg/ml para 1 % e 3 % de soluções de PluronicP85, respectivamente. A quantidade de Bifentrina solubilizada na mistura decopolímeros Pluronic L61 e Pluronic F127 foi 0,22 mg/ml. Os tamanhos daspartículas nas dispersões formadas foram determinadas pela dispersão de luzdinâmica usando "ZetaPlus" Zeta Potential Analyzer (Brookhaven InstrumentCo.) com laser em estado sólido 30 mV operado no comprimento de onda de635 nm. As medições nas dispersões contendo Bifentrina e Pluronic P85revelaram a formação de partículas com os diâmetros acima de 400 nm. Otamanho das partículas nas dispersões de Pluronic L61 e Pluronic F 127contendo Bifentrina foi de 34 nm. Portanto, a dispersão contendo a mistura dedois compostos anfifílicos com diferentes graus dos componentes hidrofílicose hidrofóbicos incorpora uma maior quantidade de pesticida e formampartículas menores do que a dispersão contendo um composto anfifílico.
Exemplo 2. Uma Composição de Bifentrina com Misturas decopolímero em bloco não Iônico
As misturas de copolímeros em bloco de óxido de polietileno-óxido de polipropileno, com diferentes graus de o blocos de EO e PO, EOn-POm-EOn, foram usadas neste exemplo como compostos anfifílicos: PluronicP123 (n = 20, m = 69), Pluronic L121 (n = 5, m = 68), e Pluronic F127 (n =100, m = 65). Os Pluronic P123 e Pluronic F127 foram misturados em águaou em salina tamponada de fosfato (pH 7,4, 0,15 M NaCl) (PBS). A misturaestável de Pluronic Ll21 e Pluronic F127 contendo 0,1 % de cada polímerofoi preparada em água em temperatura elevada como descrito anteriormente (JControlled Rei. 2004, 94, 411-422). Um pó fino de Bifentrina, que continhapartículas de tamanho abaixo de 425 mkm, foi misturado com 1 ml dassoluções das misturas copoliméricas. As composições das misturas finaisforam como mostrado na Tabela 2.
Tabela 2
<table>table see original document page 50</column></row><table>Após a adição de Bifentrina, as suspensões foram depoisagitadas durante 96 horas em temperatura ambiente seguido pelacentrifugação durante 10 min em 13.000 rpm. A concentração de Bifentrina,nos sobrenadantes e o tamanho das partículas foram determinados comodescrito no Exemplo 1. A concentração de Bifentrina solubilizada nasdispersões (mg/ml) e a quantidade carregada de Bifentrina (por cento em pesoda mistura com compostos anfifílicos) são apresentados na Tabela 3.
Tabela 3
<table>table see original document page 51</column></row><table>
Portanto, as dispersões contendo de cerca de 2 % a cercade 10 % de pesticida em peso da mistura com compostos anfifílicos e tendotamanho de partícula pequeno podem ser formadas in situ; no entanto, umlongo tempo de mistura é requerido.
Exemplo 3. Uma Micromistura de Bifentrina com Fusões deCopolímero em bloco não Iônicos
As micromisturas de Bifentrina foram preparadas usandofusões de misturas de copolímeros em bloco Pluronic. Resumidamente, 43,7mg do primeiro composto anfifílico, Pluronic F 127 foram adicionados a umfrasco de fundo redondo e fundidos em 85°C em banho de água após rotação.Os 43,7 mg do segundo composto anfifílico, Pluronic P 123 em 0,65 ml demistura de acetonitrila/metanol (2:1 v/v) foram adicionados na fusão,completamente misturados após a rotação seguido por evaporação dossolventes e traços de água in vácuo. 8,74 mg de Bifentrina em 87,4 ul deacetonitrila foram misturados com a fusão de copolímero e o solvente foievaporado in vácuo durante 30 min. A composição fundida foi esfriada para atemperatura ambiente e depois hidratada em 8,74 ml de água após agitação.Após 1 hora uma dispersão aquosa ligeiramente opaca foi formada. Aconcentração total de copolímeros Pluronic na dispersão era 1 %. O tamanhodas partículas de copolímero era de 77 nm como determinado pela dispersãoluminosa dinâmica usando "ZetaPlus" Zeta Potential Analyzer (BrookhavenInstrument Co.). A concentração de Bifentrina na micromistura foi de 1mg/ml como determinada por espectroscopia de UV como descrito noExemplo 1. A capacidade de carga da micromistura com respeito a Bifentrinafoi de 10 % p/p (0,1 mg de Bifentrina per 1 mg de copolímero). Nenhumaprecipitação foi observada nas dispersões aquosas de micromistura preparadasdurante quatro dias. Subseqüentes medições não mostraram nenhumamudança no tamanho da micromistura carregada com Bifentrina. Portanto,uma dispersão aquosa estável com tamanho de partícula pequeno pode serfacilmente preparada usando fusões de micromistura concentradas de umpesticida com compostos anfifílicos.
Exemplo 4. Uma Micromistura de Bifentrina com Fusões deCopolímero em bloco não Iônico
42,3 mg de Pluronic F127 e 43 mg de Pluronic P123 foramadicionados a um frasco de fundo redondo, fundidos em 85 0C em um banhode água e completamente misturados após rotação seguido pela evaporaçãodos traços de água in vácuo. 8,5 mg de Bifentrina em 85 ul de acetonitrilaforam misturados com a fusão de copolímero e o solvente foi evaporado invácuo durante 30 min. A composição de micromistura foi esfriada para atemperatura ambiente e depois suplementada com 4,5 ml de água e agitadadurante a noite. Uma dispersão opaca foi formada. A concentração total decopolímeros Pluronic na dispersão foi 1,9 %. Embora nenhuma precipitaçãovisível de Bifentrina tenha sido observada, a dispersão final foi centrifugadadurante 5 min em 13.000 g. O tamanho das partículas na dispersão resultantefoi de 102 nm como determinado pela dispersão luminosa dinâmica usando"ZetaPlus" Zeta Potential Analyzer (Brookhaven Instrument Co.). Aconcentração de Bifentrina na dispersão foi de 1,82 mg/ml como determinadapor espectroscopia de UV como descrito no Exemplo Al. A capacidade decarga da micromistura com respeito a Bifentrina foi de 9,63 % p/p. Adispersão foi estável pelo menos durante 30 horas em temperatura ambiente.
Após este período a formação de cristais brancos finos foi observada nadispersão. Portanto, uma dispersão aquosa estável com tamanho de partículapequeno foi preparada usando fusões de micromistura concentradas de umpesticida com compostos anfifílicos.
Exemplo 5. Uma Micromistura de Bifentrina com Fusões deCopolímero em bloco não Iônico
43,5 mg de Pluronic F127 foram adicionados a um frasco defundo redondo e fundidos em 85 0C em um banho de água após rotação. 43,5mg de Pluronic P123 em 0,65 ml de mistura de acetonitrila/metanol (2:1 v/v)foram adicionados na fusão, completamente misturados após rotação seguidopela remoção dos solventes e traços de água in vácuo. 17,4 mg de Bifentrinaem 174 ul de acetonitrila foram misturados com a mistura de copolímero e osolvente foi evaporado in vácuo durante 30 min. A relação de copolímero :Bifentrina foi de 5:1 em peso. A composição fundida foi esfriada para atemperatura ambiente e depois dispersada em 8,7 ml de água e agitadadurante a noite. A concentração total de copolímeros Pluronic na mistura foide 1 %. Como um resultado, uma suspensão branca contendo cristais finos deBifentrina foi formada. A suspensão foi centrifugada durante 10 min em13.000 rpm. O tamanho das partículas no sobrenadante foi de 88 nm comodeterminado pela dispersão luminosa dinâmica usando "ZetaPlus" ZetaPotential Analyzer (Brookhaven Instrument Co.). A concentração deBifentrina na dispersão foi 1,09 mg/ml como determinada por espectroscopiade UV como descrito no Exemplo 1. A capacidade de carga da micromisturacom respeito a Bifentrina foi de 10,9 % p/p. Portanto, uma dispersão aquosaestável com tamanho de partícula pequeno foi preparada usando fusões demicromistura concentradas de um pesticida com compostos anfifílicos.
Exemplo 6. Micromisturas de Bifentrina com Fusões deCopolímero em bloco não Iônico
Micromisturas de Bifentrina foram preparadas usando asfusões de misturas de copolímeros em bloco Pluronic como descrito noExemplo 3. Resumidamente, a quantidade definida do primeiro compostoanfifílico, Pluronic F 127, foi adicionada a um frasco de fundo redondo efundida em 85 0C em banho de água após rotação. Depois a solução de umsegundo copolímero Pluronic em solvente orgânico (acetonitrila ou metanol)foi adicionado ao mesmo frasco e os copolímeros foram completamentemisturados após rotação seguidos pela remoção dos solventes e traços de águain vácuo. As soluções de Bifentrina em acetonitrila foram misturadas comfusões de copolímero e o solvente foi evaporado in vácuo durante 30 min. Ascomposições fundidas foram esfriadas para uma temperatura ambiente edepois hidratadas em água após agitação durante cerca de 16 horas. Ascomposições das misturas finais foram como mostrado na Tabela 4.
Tabela 4
<table>table see original document page 54</column></row><table>
Em todos os casos a formação de suspensões brancas contendocristais finos de Bifentrina foi observada. As suspensões foram centrifugadasdurante 10 min em 13.000 rpm. As concentrações de Bifentrina nasdispersões, o tamanho das partículas de copolímero, assim como a capacidadede carga da micromistura com respeito a Bifentrina, foram determinadascomo descrito no Exemplo 1. Estes parâmetros são apresentados na Tabela 5.
Tabela 5
<table>table see original document page 55</column></row><table> Mediante a comparação deste resultado com a Experiência 3,pode-se concluir que o tamanho de partícula e a capacidade de carga dopesticida nas dispersões aquosas de micromistura na composição da mistura ea estrutura química dos compostos anfifílicos usados para preparar amicromistura.
Exemplo 7. Uma Micromistura de Bifentrina com Fusões deCopolímero em bloco não Iônico
Micromisturas de Bifentrina foram preparadas usando fusõesde misturas de copolímeros em bloco Pluronic sem usar solventes orgânicos.124 mg do primeiro composto anfifílico, Pluronic F127, e 124 mg do segundocomposto anfifílico, Pluronic P 123, foram adicionados a um frasco de fundoredondo, fundidos em 85 0C em banho de água e completamente misturadosapós rotação seguido pela evaporação dos traços de água in vácuo. 24,8 mg depó fino de Bifentrina, com o tamanho de partícula abaixo de 425 mkm, forammisturados com o copolímero e fundidos entre si in vácuo durante 60 min. Arelação de alimentação de copolímero : Bifentrina foi de 10 : 1. A composiçãofundida foi esfriada para uma temperatura ambiente e depois dispersada em24,8 ml de água após agitação. Após 1 hora uma dispersão ligeiramenteopalina foi formada. A concentração total de copolímeros Pluronic nadispersão foi de 1 % em peso. O tamanho das partículas foi de 82 nm comodeterminado pela dispersão luminosa dinâmica usando "ZetaPlus" ZetaPotential Analyzer (Brookhaven Instrument Co.). A concentração deBifentrina na dispersão foi de 1 mg/ml como determinada por espectroscopiade UV como descrito no Exemplo 1. A capacidade de carga da micromisturacom respeito a Bifentrina foi de 10 % p/p. Nenhuma precipitação foiobservada na dispersão preparada armazenada em uma temperatura ambientedurante 24 horas. As medições conseqüentes não apresentaram nenhumamudança no tamanho das partículas nesta dispersão. Após 24 horas aformação de cristais finos de Bifentrina foi observada. As suspensões foramcentrifugadas durante 3 min em 13.000 rpm. A concentração de Bifentrina nosobrenadante foi de 0,58 mg/ml e o tamanho das partículas foi ao redor de 93nm. A dispersão da mesma micromistura era estável em temperatura maisbaixa, 8°C. Neste caso a dispersão foi mais turva, mas nenhuma separação defase foi observada durante pelo menos 96 horas. As medições de tamanhoexecutadas em 15°C revelaram as partículas de cerca de 145 nm de diâmetrona dispersão. O aumento de temperatura de 15°C para 25°C foiacompanhado com um aumento no tamanho das partículas até 230 nm. Adespeito da precipitação a dispersão residual continha 40 % da Bifentrinainicialmente carregada após 12 dias de armazenagem em temperaturaambiente e em 8°C. Isto demonstra que as dispersões aquosas demicromisturas são estáveis em temperatura baixa.
Exemplo 8. Uma Micromistura de Bifentrina com Fusões deCopolímero em bloco não Iônico
Este exemplo descreve micromisturas de três diferentescompostos anfifílicos e um pesticida. 42,5 mg de Pluronic F127 foramadicionados a um frasco de fundo redondo e fundidos em 85°C em um banhode água após rotação. 34 mg de Pluronic P 123 em 0,5 ml de mistura deacetonitrila/metanol (2:1 v/v) e 8,5 mg de Pluronic Ll21 em 0,085 ml deacetonitrila foram adicionados na fusão, completamente misturados apósrotação seguido por evaporação de rotor dos solventes e traços de água invácuo. 8,5 mg de Bifentrina em 85 ul de acetonitrila foram misturados com afusão de copolímero e o solvente foi evaporado in vácuo durante 30 min. Arelação de alimentação de copolímero : Bifentrina foi 10:1. A composiçãofundida foi esfriada para a temperatura ambiente e depois foi dispersa em 8,5ml de água após agitação. A concentração total de copolímeros Pluronic nadispersão foi de 1 % em peso. Após 1 hora a dispersão opalina foi formada.Nenhuma precipitação visível de Bifentrina foi observada durante pelo menos24 horas. A concentração de Bifentrina na dispersão foi 0,98 mg/ml comodeterminada por espectroscopia de UV como descrito no Exemplo 1. Acapacidade de carga da micromistura com respeito a Bifentrina foi 9,8 % p/p.O tamanho das partículas foi 152 nm como determinado pela dispersãoluminosa dinâmica usando "ZetaPlus" Zeta Potential Analyzer (BrookhavenInstrument Co.). Uma alíquota de micromistura foi centrifugada durante 3min em 13.000 rpm. A concentração de Bifentrina no sobrenadante foi de 0,7mg/ml. Portanto, as dispersões aquosas estáveis podem ser obtidas usandomicromisturas de três diferentes compostos anfifílicos e um pesticida.
Exemplo 9. Uma Micromistura de Bifentrina com Fusões deCopolímero em bloco não Iônico
Este exemplo descreve as micromisturas de três diferentescompostos anfifílicos e um pesticida. 63 mg de Pluronic F127, 50,4 mg dePluronic P123, e 11,9 mg de Pluronic LlOl foram adicionados a um frasco defundo redondo e fundidos em 85 0C em banho de água seguido pelaevaporação dos traços de água in vácuo. A composição da mistura decopolímero em bloco foi Pluronic F127 : Pluronic P123 : Pluronic LlOl =5 :4 : 1 em peso. 12,4 mg de pó fino de Bifentrina, que continha partículas detamanho de 425 um e menores, foi misturada com o copolímero e fundidaentre si in vácuo durante 60 min. A relação de alimentação de copolímero :Bifentrina foi de 10 : 1. A composição fundida foi esfriada para a temperaturaambiente e depois dispersa em 12,5 ml de água após agitação. A concentraçãototal de copolímeros Pluronic na mistura foi de 1 % em peso. Após 1 hora adispersão opalina foi formada. Nenhuma precipitação visível de Bifentrina foiobservada durante pelo menos 24 horas. A concentração de Bifentrina nadispersão foi de 0,98 mg/ml como determinada por espectroscopia de UVcomo descrito no Exemplo 1. A capacidade de carga da micromistura comrespeito a Bifentrina foi 9,8 % p/p. O tamanho das partículas na dispersão foi144 nm como determinado pela dispersão luminosa dinâmica usando"ZetaPlus" Zeta Potential Analyzer (Brookhaven Instrument Co.). Após 40horas a formação de cristais finos de Bifentrina foram observada. Umaalíquota de micromistura foi centrifugada durante 3 min em 13.000 rpm. Aconcentração de Bifentrina no sobrenadante foi de 0,58 mg/ml. A despeito daprecipitação a dispersão residual continha 40 % de Bifentrina carregada após12 dias de armazenagem na temperatura ambiente.
Exemplo 10. Uma Micromistura de Bifentrina com a Misturade Copolímeros em bloco tendo Blocos Hidrofóbicos de Estrutura Química Diferente
Neste exemplo, as micromisturas de um pesticida forampreparadas usando fusões da mistura binária de copolímeros em bloco comblocos hidrofóbicos de estrutura química diferente, Pluronic F127 (PEOioo-PP065-PEOioo) e óxido de polistireno-bloco-polietileno (PS91-PEO182 ou PS-PEO). 42,5 mg de Pluronic F127 foram misturados com 8,5 mg de PS-PEOem 85 ul de tetraidrofurano em um frasco de fundo redondo. A soluçãoviscosa resultante foi completamente misturada após rotação em 85 0C em umbanho de água seguido pela remoção do solvente in vácuo. 5,1 mg de pó finode Bifentrina, com tamanho de partícula abaixo de 425 mkm, forammisturados com a mistura de copolímero e fundidos entre si in vácuo durante30 min seguido pela evaporação de rotor dos traços de água in vácuo. Acomposição da mistura de copolímero era Pluronic F127 : PS-PEO = 8,3 : 1,7em peso. A relação de alimentação de copolímeros : Bifentrina foi 10 : 1. Acomposição fundida foi esfriada para a temperatura ambiente e depoisdispersa em 5,1 ml de água após agitação. A concentração total doscopolímeros na dispersão foi de 1 % em peso. Após 1 hora uma dispersãoopalina foi formada. Nenhuma precipitação visível de Bifentrina foiobservada durante 6 horas. A concentração de Bifentrina na dispersão foi 0,95mg/ml como determinada por espectroscopia de UV como descrito noExemplo 1. A capacidade de carga da micromistura com respeito a Bifentrinafoi 9,5 % p/p. O tamanho das partículas foi de cerca de 119 nm comodeterminado pela dispersão luminosa dinâmica usando "ZetaPlus" ZetaPotential Analyzer (Brookhaven Instrument Co.). Uma alíquota demicromistura foi centrifugada durante 3 min em 13.000 rpm. A concentraçãode Bifentrina no sobrenadante foi 0,91 mg/m e o tamanho das partículas foi de74 nm. Após 6 h uma formação de suspensão branca contendo cristais finosde Bifentrina foi formada. Após incubação em temperatura ambiente durante48 horas a dispersão residual ainda continha partículas do tamanho de cercade 60 nm de diâmetro e 11% em peso da Bifentrina inicialmente carregada.Após dois dias de armazenagem em temperatura ambiente a concentração deBifentrina na dispersão foi de 0,1 mg/m e o tamanho das partículas foi de 60nm. Portanto, as dispersões aquosas estáveis podem ser obtidas usandomicromisturas de um pesticida e compostos anfifílicos com componenteshidrofóbicos de diferente estrutura química.
Exemplo 11. Uma Micromistura de Bifentrina com umaMistura de Copolímeros em bloco não Iônicos tendo Blocos Hidrofóbicos deEstrutura Química Diferente
Micromisturas de Bifentrina foram preparadas usando fusõesde um mistura terciária de copolímeros em bloco com blocos hidrofóbicos deestrutura química diferente, Pluronic F 127 (PEOioo-PPOôs-PEOioo), PluronicP123 (PEO2O-PPo69-PEO2O), e PS-PEO (PS9I-PEOi82). 13,8 mg de PluronicF127 e 13,8 mg de Pluronic P123 foram misturados com 18,4 mg de PS-PEOem 184 ul de tetraidrofurano em um frasco de fundo redondo. A soluçãoviscosa resultante foi completamente misturada após rotação a 85 °C embanho de água seguido pela remoção do solvente in vácuo. 4,5 mg de pó finode Bifentrina, com um tamanho de partícula abaixo de 425 mkm, forammisturados com a mistura de copolímero e fundidos entre si in vácuo durante30 min. A composição da mistura de copolímero resultante era Pluronic F 127: Pluronic P123 : PS-PEO = 3:3:4 em peso. O relação de alimentação decopolímeros : Bifentrina foi de 10:1. A composição fundida foi esfriada para atemperatura ambiente e depois dispersa em 4,6 ml de água após agitação. Aconcentração total de copolímeros Pluronic na dispersão foi de 1 % em peso.Após 12 horas a dispersão opalina com alguns flocos minúsculos foi formada.Nenhuma precipitação visível de Bifentrina foi observada. A concentração deBifentrina na micromistura foi determinada por espectroscopia de UV comodescrito no Exemplo Al e foi de 0,93 mg/ml. A capacidade de carga damicromistura com respeito a Bifentrina foi 9,5 % p/p. O tamanho daspartículas de copolímero carregadas com Bifentrina foi de 96 nm comodeterminado pela dispersão luminosa dinâmica usando "ZetaPlus" ZetaPotential Analyzer (Brookhaven Instrument Co.). Uma alíquota demicromistura foi centrifugada durante 3 min em 13.000 rpm. A concentraçãode Bifentrina no sobrenadante foi de 0,9 mg/m e o tamanho das partículas foide 84 nm. A micromistura preparada era estável durante 40 horas emtemperatura ambiente. Após este período a formação de flocos brancos foiobservada. Após 48 horas de armazenagem em temperatura ambiente asuspensão foi centrifugada durante 3 min em 13.000 rpm. A concentração deBifentrina na micromistura foi de 0,86 mg/ml. O tamanho das partículas nadispersão era ao redor de 91 nm. Após incubação na temperatura ambientedurante 60 horas a dispersão residual continha 62 % da Bifentrinainicialmente carregada. Após 5 dias de incubação na temperatura ambiente adispersão ainda continha 13 % da Bifentrina inicialmente carregada. Portanto,as dispersões aquosas estáveis de um pesticida insolúvel podem serproduzidas usando micromisturas de misturas terciárias de compostosanfifílicos com componentes hidrofóbicos de estrutura química diferente.
Exemplo 12. Uma Micromistura de Bifentrina com umaMistura de Copolímeros em bloco não Iônicos e um Tensoativo Anfifílico não Iônico
Neste exemplo as micromisturas de Bifentrina forampreparadas usando as fusões de uma mistura de copolímeros em bloco deóxido de polietileno-óxido de polipropileno e um tensoativo anfifílico nãoiônico, Zonyl FS300 (DuPont) contendo um componente hidrofóbicoperfluorado e cadeia de óxido de polietileno hidrofílico. Este tensoativo foiusado em combinação com copolímeros Pluronic, Pluronic F127 (ΡΕΟκχτPP065-PEOioo) e Pluronic P123 (PEO2O-PPo69-PEO2O). 147 mg de PluronicF127 e 147 mg de Pluronic P123 foram misturados com 49 mg de ZonylFS300 (122,5 ul de solução aquosa a 40 %) em um frasco de fundo redondo.Os compostos foram completamente misturados após rotação em 85°C emum banho de água seguido pela remoção de água in vácuo. 48 mg de pó finode Bifentrina, com o tamanho de partícula abaixo de 425 mkm, forammisturados com a mistura viscosa de copolímero/tensoativo e fundidos entresi in vácuo durante 30 min seguido pela remoção dos traços de água in vácuo.A composição da mistura de copolímero/tensoativo Pluronic F127 : PluronicP 123 : Zonyl FS300 foi de 3 : 3 : 1 em peso. A relação de alimentação decopolímero/tensoativo : Bifentrina foi de 7 : 1. A composição fundida foiesfriada para a temperatura ambiente. A formulação final era um sólidosemelhante a cera amarelo. Os 74,4 mg de formulação sólida foram dispersasem 7,44 ml de água após agitação e uma dispersão opalina foi formada após 1hora. A concentração total de componentes de copolímero/tensoativo namistura foi de cerca de 0,88 %. Nenhuma precipitação visível de Bifentrinafoi observada. A concentração de Bifentrina na dispersão foi de 1,2 mg/mlcomo determinada por espectroscopia de UV como descrito no Exemplo 1. Acapacidade de carga da micromistura com respeito a Bifentrina foi de 14 %p/p. O tamanho das partículas na dispersão foi de 56 nm comodeterminado pela dispersão luminosa dinâmica usando "ZetaPlus" ZetaPotential Analyzer (Brookhaven Instrument Co.). A dispersão era estáveldurante pelo menos 6 horas. A formação de cristais finos de Bifentrina foiobservada após 18 horas. Neste ponto de tempo a suspensão foi centrifugadadurante 3 min em 13.000 rpm. A concentração de Bifentrina no sobrenadantefoi de 0,83 mg/ml. Após incubação na temperatura ambiente durante 67 horasa dispersão residual ainda continha 32 % da Bifentrina inicialmentecarregada.
Exemplo 13. Uma Micromistura de Bifentrina com umaMistura Copolímeros em bloco Não Iônicos e Tensoativos Anfifilico na Presença de Solventes Orgânicos
A micromistura de Bifentrina foi preparada como descrito noExemplo 12 usando as fusões das misturas dos mesmos copolímeros em bloconão iônicos e tensoativo anfifilico. A composição da mistura decopolímero/tensoativo foi Pluronic F127 : Pluronic P123 : Zonyl FS300 = 3:3: 1 em peso. A relação de alimentação copolímero/tensoativo : Bifentrina foi de7 : 1. Os 40,1 mg da formulação preparada foram dissolvidos em 100 ul demetanol. A composição de micromistura líquida resultante foi dispersaem 3,9 ml de água. Uma dispersão ligeiramente opalina foi formadainstantaneamente. A concentração total de componentes decopolímero/tensoativo nesta dispersão era de cerca de 0,88 %; a concentraçãode metanol era de 2,5 % v/v. A concentração de Bifentrina na dispersão foi de1,2 mg/ml como determinada por espectroscopia de UV como descrito noExemplo 1. A capacidade de carga da micromistura com respeito a Bifentrinafoi 14 % p/p. O tamanho das partículas na dispersão foi 31 nm comodeterminado pela dispersão luminosa dinâmica usando "ZetaPlus" ZetaPotential Analyzer (Brookhaven Instrument Co.). A dispersão foi estáveldurante pelo menos 24 horas. Após 40 horas cristais finos de Bifentrina foramformadas. Uma alíquota da dispersão foi centrifugada durante 3 min em 13.000rpm. A concentração de Bifentrina no sobrenadante foi de 1,13 mg/m e otamanho das partículas foi de 33,5 nm, Após incubação durante 67 horas emtemperatura ambiente a dispersão residual ainda continha 92 % de Bifentrinacarregada. Portanto, a adição de uma pequena quantidade de solvente orgânicomiscível em água na composição de micromistura líquida facilita a formação eresulta na estabilidade aumentada das dispersões aquosas de pesticida.
Exemplo 14. Micromisturas de Bifentrina com Copolímero embloco não Iônicos e Tensoativo Anfifilico na Presença de Solventes Orgânicos
A micromistura de Bifentrina foi preparada como descrita noExemplo 12 usando as fusões das misturas dos mesmos copolímeros em bloconão iônicos e tensoativo anfifilico. A composição da mistura decopolímero/tensoativo Pluronic F127 : Pluronic P 123 : Zonyl FS300 foi 3 : 3: 1 em peso. A relação de alimentação copolímero/tensoativo : Bifentrina foide 7 : 1. Vários solventes orgânicos miscíveis em água foram usados parapreparar as dispersões aquosas das micromisturas com concentraçãodirecionada de Bifentrina de cerca de 0,3 mg/ml. As características dasdispersões finais são apresentadas na Tabela 6.
Tabela 6
<table>table see original document page 63</column></row><table>As dispersões formadas das micromisturas de Bifentrinacontendo etanol e isopropanol eram estáveis pelo menos durante 6 horasenquanto a micromistura de Bifentrina contendo metanol era estável durantepelo menos 24 horas. Uma alíquota de cada micromistura foi centrifugadadurante 3 min em 13.000 rpm. Os teores de Bifentrina nos sobrenadantesforam determinados por espectroscopia de UV como descrito no Exemplo 1 eos dados são apresentados na Tabela 6.
Exemplo 15. Micromistura de Bifentrina com Misturas deCopolímeros em bloco não Iônicos e um Tensoativo Anfifilico não Iônico
A micromistura de Bifentrina foi preparada como descrito noExemplo 12 usando as fusões das misturas dos mesmos copolímeros em bloconão iônicos e tensoativo anfifílico, mas com uma concentração mais elevadade Bifentrina. Especificamente, 126 mg de Pluronic F127 e 126 mg dePluronic P123 foram misturados com 42 mg de Zonyl FS300, em 105 ul desolução aquosa a 40 % em um frasco de fundo redondo. A mistura foicompletamente misturada após rotação a 85°C em um banho de água e aágua foi removida in vácuo. Os 140 mg de pó fino de Bifentrina, com otamanho de partícula abaixo de 425 mkm, foram misturados com a misturaviscosa de copolímero/tensoativo e fundidos entre si in vácuo durante 30 minseguido pela evaporação dos traços de água in vácuo. A composição damistura de copolímero/tensoativos Pluronic F127 : Pluronic P123 : ZonylFS300 foi de 3 : 3 : 1 em peso. A relação de alimentaçãocopolímero/tensoativo : Bifentrina foi 7 : 3,3. A composição fundida foiesfriada para uma temperatura ambiente. A formulação final era um sólidosemelhante a cera amarelo. As seguintes dispersões aquosas foram preparadascomo mostrado na Tabela 7.Tabela 7
<table>table see original document page 65</column></row><table>
Após 18 horas de armazenagem na temperatura ambiente oscristais brancos minúsculos de Bifentrina foram formados na dispersãopreparada na ausência de um solvente orgânico. Ao contrário, ambas asdispersões preparadas com os solventes orgânicos miscíveis em água eramestáveis e não revelaram nenhuma precipitação visível de Bifentrina. Asalíquotas das dispersões foram centrifugadas durante 3 min em 13.000 rpm.
As concentrações de Bifentrina nos sobrenadantes foram determinadas porespectroscopia de UV como descrito no Exemplo 1. As dispersõespermaneceram estáveis e nenhuma separação de fase foi observada durantepelo menos 26 horas para a micromistura A e durante 41 horas para amicromistura B. As mesmas micromisturas contendo solventes orgânicos (A eB) eram também estáveis em temperatura elevada. Especificamente, amicromistura B era estável a 37 0C durante pelo menos 20 horas. A formaçãode flocos brancos foi observada na dispersão de micromistura A após 5 horasde armazenagem em 37 0C. No entanto, cerca de 97 % de Bifentrinacarregada foram ainda detectados em ambas dispersões. Portanto, asdispersões aquosas estáveis foram preparadas usando composições demicromistura que continham de 26 % a 33 % de um pesticida em peso.
Exemplo 16. Uma Micromistura de Bifentrina com umaMistura de Copolímeros em bloco não Iônicos e um Tensoativo Anfifílico nãoIônicoUma micromistura de Bifentrina foi preparada usando asfusões das misturas de copolímeros em bloco não iônicos e um tensoativoetoxilado. Especificamente, etoxilado de triestirilfenol, Soprophor BSU(Rhodia), foi usado em combinação com copolímeros Pluronic, Pluronic F127e Pluronic P123. 51,5 mg de Pluronic F127 e 50,2 mg de Pluronic P123 forammisturados com 82 mg de Soprophor BSU em um frasco de vidro a 85 °C. 48mg de pó fino de Bifentrina, com o tamanho de partícula abaixo de 425 mkm,foram misturados com a mistura viscosa de copolímero/tensoativo e fundidosentre si durante 30 min. A composição da mistura de copolímero/tensoativoPluronic F127 : Pluronic P123 : Soprophor BSU foi de 1 : 1 : 1,6 em peso. Arelação de alimentação de copolímero/tensoativo : Bifentrina foi 10 : 1. Acomposição fundida foi esfriada para a temperatura ambiente. A formulaçãofinal era sólido semelhante a cera. 54 mg da formulação de micromisturasólida foram dispersas em 5,4 ml de água após agitação. Isto resultou naformação de uma dispersão transparente em 2 horas. A concentração total doscomponentes de copolímero/tensoativo na mistura foi de cerca de 0,9 % empeso. A concentração de Bifentrina na micromistura foi de 0,94 mg/ml comodeterminada por espectroscopia de UV como descrito no Exemplo 1. Acapacidade de carga da micromistura com respeito a Bifentrina foi de 10,4 %p/p. O tamanho das partículas na dispersão foi 19 nm como determinado peladispersão luminosa dinâmica usando "ZetaPlus" Zeta Potential Analyzer(Brookhaven Instrument Co.). A dispersão era estável durante pelo menos 30horas sem mudanças no tamanho das partículas ou precipitação de Bifentrina.
Exemplo 17. Uma micromistura de Bifentrina com Misturas deCopolímero em bloco não Iônicos e um Tensoativo Anfifilico não Iônico
Uma micromistura de Bifentrina foi preparada usando fusõesdas misturas de copolímeros em bloco não iônicos e um tensoativo etoxilado.Especificamente, álcool graxo etoxilado (Agnique 9°C-3, Cognis) foi usadoem combinação com os copolímeros Pluronic, Pluronic F127 e Pluronic P123.72,7 mg de Pluronic F127 e 72,6 mg de Pluronic P123 foram misturados com95,7 mg de Agnique 90C-3 em um frasco de vidro a 90°C. 26 mg de pó finode Bifentrina, com a partícula de tamanho abaixo de 425 mkm, forammisturados com a mistura viscosa de copolímero/tensoativo e fundidos entresi durante 30 min. A composição da mistura, de copolímero/tensoativoPluronic F 127 : Pluronic P 123 : Agnique 90C-3 foi de 1 : 1 : 1,3 em peso. Arelação de copolímero/tensoativo : Bifentrina na alimentação foi de 10 : 1,08.A composição fundida foi esfriada para a temperatura ambiente. Acomposição final era um sólido semelhante a cera. 52 mg da composição demicromistura foram dispersas em 5,2 ml de água após agitação. Isto resultouna formação de uma dispersão opalina em 2 horas. A concentração total doscomponentes de copolímero/tensoativo na mistura foi de cerca de 0,9 % empeso. Uma alíquota de micromistura foi centrifugada durante 3 min em13.000 rpm. A concentração de Bifentrina no sobrenadante foi 0,54 mg/mlcomo determinada por espectroscopia de UY como descrito no Exemplo 1. Acapacidade de carga da micromistura com respeito a Bifentrina foi de 5,4 %p/p. O tamanho das partículas de micromistura carregadas com Bifentrina foide cerca de 250 nm como determinado pela dispersão luminosa dinâmicausando "ZetaPlus" Zeta Potential Analyzer (Brookhaven Instrument Co.).Após 24 horas de incubação desta dispersão na temperatura ambiente umprecipitado branco foi formado. A despeito da precipitação observada otamanho de partícula na dispersão residual foi de cerca de 315 nm e adispersão ainda continha 53 % da Bifentrina inicialmente carregada.
Exemplo 18. Uma Micromistura de Bifentrina com umTensoativo Anfifílico Não Iônico Único
Uma micromistura foi preparada usando (a) Zonyl FS300como o primeiro composto anfifílico contendo um componente perfluoradohidrofóbico ligado a uma cadeia de óxido de polietileno hidrófila e (b)Bifentrina como um segundo composto. 329 mg de Zonyl FS300 em 823 mgde solução aquosa a 40 % foi aquecida em 100 °C. 32,6 mg do pó fino deBifentrina, com o tamanho de partícula abaixo de 425 mkm, foram misturadoscom a fusão de tensoativo durante 30 min. A relação de alimentação detensoativo : Bifentrina foi de 10 : 1. A composição de fusão foi esfriada parauma temperatura ambiente. O sólido semelhante a cera amarelo foi obtido. 70mg desta composição sólida foram dispersa em 7 ml de água após agitação.Isto levou à formação de uma dispersão opalina após 2 horas. Uma alíquotadesta dispersão foi centrifugada durante 3 min em 13.000 rpm. Aconcentração de Bifentrina na micromistura foi 0,18 mg/ml comodeterminada por espectroscopia de UV como descrito no Exemplo Al. Acapacidade de carga da micromistura com respeito a Bifentrina foi de 1,8 %p/p. O tamanho das partículas na dispersão de micromistura foi cerca de 217nm como determinado pela dispersão luminosa dinâmica usando "ZetaPlus"Zeta Potential Analyzer (Brookhaven Instrument Co.). A precipitação foiobservada após 24 horas. Neste ponto de tempo somente 1 % de Bifentrinainicialmente carregada foi detectada nas dispersões. Mediante comparaçãodeste exemplo com os Exemplos 12 e 13, pode-se concluir que as dispersõesformadas por micromisturas contendo um composto anfifílico único sãomenos estáveis do que aqueles formados pelas micromisturas deste compostoanfifílico e pelo menos um composto mais anfifílicos.
Exemplo 19. Uma Micromistura de Bifentrina com umCopolímero em bloco não Iônico Unico
Uma micromistura foi preparada usando (a) Pluronic F127como o primeiro composto anfifílico e (b) Bifentrina como um segundocomposto. 71,6 mg de Pluronic F127 foram misturados com 7,1 mg de pófino de Bifentrina, com o tamanho de partícula abaixo de 425 mkm, e oscomponentes foram fundidos entre si durante 30 min a 90°C. A relação dealimentação de copolímero : Bifentrina foi de 10 : 1. A composição fundidafoi esfriada para a temperatura ambiente e depois dispersa em 7,16 ml de águaapós agitação. A concentração total de Pluronic F127 na mistura foi de 1 %em peso. Após 1 hora uma dispersão ligeiramente opalina foi formada. Aconcentração de Bifentrina na dispersão foi 1 mg/ml como determinada porespectroscopia de UV como descrito no Exemplo 1. A capacidade de carga damicromistura com respeito a Bifentrina foi 10 % p/p. O tamanho daspartículas na dispersão foi de 90,5 nm como determinado pela dispersãoluminosa dinâmica usando "ZetaPlus" Zeta Potential Analyzer (BrookhavenInstrument Co.). Nenhuma precipitação visível de Bifentrina foi observadadurante pelo menos 8 horas. Após 24 h, formação de suspensões brancascontendo cristais finos de Bifentrina foi observada. Uma alíquota demicromistura foi centrifugada durante 3 min em 13.000 rpm. A concentraçãode Bifentrina no sobrenadante era apenas de 0,07 mg/ml. Mediantecomparação desta experiência com a Experiência 3 pode-se concluir que amicromistura preparada usando um copolímero em bloco hidrofílico-hidrofóbico único forma menos dispersões aquosas estáveis do que asmicromisturas contendo o mesmo copolímero em bloco e pelo menos umoutro composto anfifílico.
Exemplo 20. Uma Micromistura de Bifentrina com uma Fusãode Copolímero em bloco não Iônico
Uma micromistura foi preparada usando (a) um Tetronic T908(Μ ~ 25.000, teor de EO: 81 %, HLB >24) como o primeiro compostohidrofílico e (b) Bifentrina como um segundo composto. 36 mg de TetronicT908 foram misturados com 4 mg de pó fino de Bifentrina, com tamanho departícula abaixo de 425 mkrn, e fundidos entre si durante 30 min a 90 °C. Arelação de alimentação de copolímero : Bifentrina foi 9 : 1. A composiçãofundida foi esfriada para uma temperatura ambiente e depois dispersa em 4 mlde água. A concentração total de Tetronic T908 na mistura foi de 0,9 %. Umadispersão opalina foi formada após 2 horas. A concentração de Bifentrina nadispersão foi de 1 mg/ml como determinada por espectroscopia de UV comodescrito no Exemplo 1. A capacidade de carga da micromistura com respeitoa Bifentrina foi 10 % p/p. O tamanho das partículas na dispersão foi 119 nmcomo determinado pela dispersão luminosa dinâmica usando "ZetaPlus" ZetaPotential Analyzer (Brookhaven Instrument Co.). Nenhuma precipitaçãovisível de Bifentrina foi observada durante pelo menos 32 horas. Após 24 h, otamanho de partícula aumentou para 158 nm.
Exemplo 21. Uma Micromistura de Bifentrina com Fusão deCopolímero em bloco não Iônico
Uma micromistura foi preparada usando (a) um TetronicTl 107 (Μ ~ 15,000, teor de EO: 71 %, HLB 18-23) como o primeirocomposto hidrofílico e (b) Bifentrina como um segundo composto. 71 mg deTetronic Tl 107 foram misturados com 7,8 mg de pó fino de Bifentrina, com otamanho de partícula de abaixo de 425 mkm, e fundidos entre si durante 30min a 90°C. A relação de alimentação copolímero : Bifentrina foi 9 : l.Acomposição fundida foi esfriada para a temperatura ambiente. 22,1 mg decomposição sólida foram dispersos em 2,21 ml de água após agitação. Istoresultou na formação de uma dispersão opalina após 2 horas. A concentraçãototal de Tetronic Tl 107 na mistura foi de 0,9 % em peso. A concentração deBifentrina na micromistura foi 0,98 mg/ml como determinada porespectroscopia de UV como descrito no Exemplo 1. A capacidade de carga damicromistura com respeito a Bifentrina foi de 11 % p/p. O tamanho daspartículas formadas na dispersão foi 89 nm como determinado pela dispersãoluminosa dinâmica usando "ZetaPlus" Zeta Potential Analyzer (BrookhavenInstrument Co.). Nenhuma precipitação visível de Bifentrina foi observadadurante pelo menos 32 horas. Após 24 h o tamanho da partícula aumentoupara 142 nm.
Exemplo 22. Uma Micromistura de Bifentrina com MisturasBinárias de Copolímeros em bloco não Iônicos
Micromisturas de Bifentrina foram preparadas usando (a)Pluronic F127 (HLB 22, teor de EO: 70 %) como um primeiro compostoanfifílico e (b) Tetronic T 90R4 (Μ ~ 6.900, teor de EO: 49 %, HLB 1-7),como um segundo composto. 84,1 mg de Pluronic F127, 81,2 mg de Tetronic90R4 e 16,7 mg de pó fino de Bifentrina, com o tamanho de partícula abaixode 425 mkm, foram misturados e fundidos entre si durante 30 min a 90°C. Acomposição fundida foi esfriada para uma temperatura ambiente. Acomposição da mistura de copolímero foi F127 : Tetronic 90R4 = 1:1 empeso. A relação de alimentação copolímeros : Bifentrina foi de 10 : 1. 46,5 mgde composição sólida foram dispersos em 4,65 ml de água. Isto resultou naformação de uma dispersão opalina após 2 horas. A concentração total doscopolímeros na mistura foi de 0,9 % em peso. A concentração de Bifentrinana micromistura foi de 0,9 mg/ml como determinada por espectroscopia deUV como descrito no Exemplo 1. O tamanho das partículas de copolímerocarregadas com Bifentrina foi de 88 nm como determinado pela dispersãoluminosa dinâmica usando "ZetaPlus" Zeta Potential Analyzer (BrookhavenInstrument Co.). Nenhuma precipitação visível de Bifentrina foi observadadurante pelo menos 32 horas. Após 24 h, o tamanho da partícula aumentoupara 125 nm.
Exemplo 23. Micromisturas de Bifentrina com Copolímero embloco não Iônico e um Homopolímero Hidrofóbico
Micromisturas de Bifentrina foram preparadas usando (a)Pluronic F127 (PEOjoo-PPOôs-PEO10o) como o primeiro composto anfifílico e(b) um homopolímero óxido de polipropileno (ΡΡ036, M.W. 2.000) como osegundo composto. Resumidamente, as quantidades definidas doscomponentes (Pluronic F127, PPO, e Bifentrina) foram misturadas e fundidasentre si durante 30 min a 80°C. As composições das fusões preparadas sãoapresentadas na Tabela 8.Tabela 8
<table>table see original document page 72</column></row><table>
As composições fundidas foram esfriadas para a temperaturaambiente e depois dispersas em água. A concentração total de polímeros nasdispersões foi de cerca de 0,9 % em peso. As dispersões turvas foramformadas muito lentamente. Nenhuma precipitação visível de Bifentrina foiobservada. Os tamanhos das partículas nestas dispersões foram de 184 nm ede 191 nm para as Dispersões AeB, respectivamente (como determinadopela dispersão luminosa dinâmica usando "ZetaPlus" Zeta Potential Analyzer(Brookhaven Instrument Co.)). Nenhuma precipitação visível de Bifentrinafoi observada durante pelo menos 24 horas. Após este tempo as alíquotas demicromisturas foram centrifugadas durante 3 min em 13.000 rpm e aconcentração de Bifentrina foi determinada nos sobrenadantes. Estasconcentrações foram de 0,24 e 0,37 mg/ml durante as Dispersões AeB,respectivamente, que correspondiam a 25 % e 43 % de Bifentrina inicialmentecarregada. Mediante a comparação deste exemplo com o Exemplo 19 pode-seconcluir que pela adição de um polímero hidrofóbico como um segundocomposto na micromistura a estabilidade da dispersão aquosa de pesticidaformada pela micromistura é aumentada.
Exemplo 24. Uma Micromistura de Bifentrina com a Misturade Copolímeros em bloco não Iônicos e Tensoativo Etoxilado não Iônico
As Micromisturas de Bifentrina foram preparadas usandocombinação de etoxilado de triestirilfenol Soprophor BSU (Rhodia) comPluronic F127 (PEOiOO-PPO65-PEO100). 151,8 mg de Pluronic F127 forammisturados com 37,8 mg de Soprophor BSU em frasco de vidro em 90°C. 20mg de pó fino de Bifentrina, com o tamanho de partícula abaixo de 425 mkm,foram misturados com a mistura viscosa de copolímero/tensoativo e fundidosentre si durante 30 min. A composição da mistura de copolímero/tensoativofoi Pluronic F127 : Soprophor BSU = 4 : 1 : 0,53 em peso. A relação dealimentação de copolímero/tensoativo: Bifentrina foi 9,5 : 1. A fusão foiesfriada para a temperatura ambiente e um material sólido branco foi obtido.20,5 mg desta composição foram dispersos em 3,9 ml de água após agitação.
Isto resultou na formação de uma dispersão praticamente transparente emcerca de 40 minutos. A concentração total dos componentes decopolímero/tensoativo na mistura foi cerca de 0,5 %. A concentração deBifentrina na micromistura foi de 0,5 mg/ml como determinada porespectroscopia de UV como descrito no Exemplo 1. A capacidade de carga damicromistura com respeito a Bifentrina foi 10,6 % p/p. O tamanho daspartículas formadas na dispersão foi 25,6 nm como determinado peladispersão luminosa dinâmica usando "ZetaPlus" Zeta Potential Analyzer(Brookhaven Instrument Co.). A dispersão foi estável durante pelo menos 18horas não revelando nenhuma mudança no tamanho da partícula.
Exemplo 25. Uma Micromistura de Bifentrina com MisturaBinária de Copolímero em bloco não Iônico e Tensoativo Etoxilado nãoIônico
Uma micromistura de bifentrina foi preparada usando fusõesde misturas binárias de copolímeros em bloco não iônicos e tensoativosetoxilados. Especificamente, etoxilado de triestirilfenol (Soprophor BSU,Rhodia) foi usado em combinação com Pluronic F127 (PEOi00-PPO65-PEOioo)· Inicialmente, 151,8 mg de Pluronic F127 foram misturados com 37,8mg de Soprophor BSU em frasco de vidro a 90 0C. Depois, 20 mg de pó finode bifentrina, que continha partículas de tamanho de 425 mkm e menores,foram misturados com a mistura viscosa de copolímero/tensoativo e fundidosentre si durante 30 min. A composição da mistura de copolímero/tensoativofoi Pluronic F127 : Soprophor BSU = 4:1: 0,53 em peso. A relação decopolímero/tensoativo : bifentrina na alimentação foi de 9,5 : 1. Acomposição fundida foi esfriada para a temperatura ambiente e material sólidobranco foi obtido. 20,5 mg de formulação sólida foram re-hidratados em 3,9ml de água após agitação e dispersão praticamente transparente foi formadaem 40 minutos. A concentração total de componentes decopolímero/tensoativo na mistura foi de cerca de 0,5 %. O teor de bifentrinana composição foi determinado por espectroscopia de UV como descrito noExemplo 1 e foi cerca de 0,5 mg/ml. A capacidade de carga da micromisturacom respeito a bifentrina foi de 10,6 % p/p. O tamanho das partículas damicromistura carregadas com bifentrina foi de 25,6 nm como determinadopela dispersão luminosa dinâmica usando "ZetaPlus" Zeta Potential Analyzer(Brookhaven Instrument Co.). A dispersão foi estável pelo menos durante 18horas sem mudança no tamanho de partícula.
Exemplo 26. Micromisturas de Bifentrina com Fusões deCopolímero em bloco não Iônico
Micromisturas de bifentrina foram preparadas usando fusõesde copolímeros em bloco Tetronic. Os Tetronics são copolímeros em bloco dequatro subdivisões de formula geral (IV) obtidos pela polimerizaçãoseqüencial de óxido de propileno e óxido de polietileno em etilenodiamina.As quantidades calculadas de copolímeros Tetronic e pó fino de bifentrina,que continham partículas de tamanho de 425 mkm e menores, forammisturadas e fundidas entre si durante 30 min a 85°C. A relação decopolímero : bifentrina na alimentação foi de 9 : 1. As composições fundidasforam esfriadas para a temperatura ambiente e depois foram hidratadas emágua após agitação. As características de Tetronics T908 e Tl 107 usadosnestas experiências e composição das misturas finais eram como mostradas naTabela 9.Tabela 9
<table>table see original document page 75</column></row><table>
Após 2 horas as dispersões ligeiramente opalinas foramformadas. O tamanho das partículas de copolímero carregadas com bifentrinaera de 119 nm para dispersão de Tetronic T908/BF e 89 nm para a dispersãode Tetronic Tl 107, respectivamente. Nenhuma precipitação visível debifentrina foi observada durante pelo menos 22 horas. As medições detamanho executadas após 22 h revelaram um aumento no tamanho daspartículas até cerca de 140 a 150 nm em ambos os casos, mas as dispersõespermaneceram estáveis.
Exemplo 27. Uma Micromistura de Bifentrina com Fusões deCopolímero em bloco não Iônico
Uma Micromistura de bifentrina foi preparada usando fusõesde copolímeros em bloco Tetronic e Pluronic. Especificamente, misturabinária de copolímero em bloco de quatro subdivisões de estrutura geral(IVa), Tetronic 90R4, tendo blocos de poli(óxido de propileno) no exterior damacromolécula (peso molecular 6.900, HLB 1-7) e Pluronic F127 (HLB 22)foi usada para preparar uma composição com bifentrina. 84,1 mg de PluronicF127 foram misturados com 81,2 mg de Tetronic 90R4 em Ifrasco de vidro a80 0C. 16,7 mg de pó fino de bifentrina, que continha partículas de tamanhode 425 mkm e menores, foram misturados com a mistura viscosa decopolímeros e fundidos entre si durante 30 min. A composição da mistura decopolímeros/bifentrina foi Pluronic F127 : Tetronic 90R4 : BF =1:1: 0,2 empeso. A relação de alimentação copolímeros/bifentrina foi 10 : 1. Acomposição fundida foi esfriada para a temperatura ambiente e o materialsemelhante a cera amarelo foi obtido. 46,5 mg da composição final foram re-hidratados em 4,65 ml de água e a dispersão opalina foi formada em 2 horas.A concentração total de componentes copoliméricos na mistura foi de cercade 0,9 %. A capacidade de carga da micromistura com respeito a bifentrinafoi de 9,2 % p/p. O tamanho das partículas de micromistura carregadas combifentrina foi de 87,5 nm como determinado pela dispersão luminosadinâmica usando "ZetaPlus" Zeta Potential Analyzer (Brookhaven InstrumentCo.). A dispersão foi estável pelo menos durante 22 horas. As medições detamanho executadas em 22 h revelaram um aumento no tamanho daspartículas de até 124 nm. Nenhuma precipitação visível de bifentrina foiobservada.
Exemplo 28. Uma Micromistura de Bifentrina com MisturaBinária de Copolímero em bloco não Iônico e Tensoativo Etoxilado nãoIônico
Uma Micromistura de bifentrina foi preparada usando fusõesde misturas binárias de copolímeros em bloco não iônicos e tensoativosetoxilados. Especificamente, etoxilado de triestirilfenol (Soprophor BSU,Rhodia) foi usado em combinação com Tetronic T 908 (peso molecular25.000, HLB >24). 210 mg de Tetronic T908 foram misturados com 70,2 mgde Soprophor BSU em frasco de vidro a 80°C. 58,8 mg de pó fino debifentrina, que continha partículas de tamanho de 425 mkm e menores, forammisturados com a mistura viscosa de copolímero/tensoativo e fundidos entresi durante 30 min. A composição da mistura de copolímero/tensoativo/bifentrina foi Tetronic T908 : Soprophor BSU = 3:1: 0,85 em peso. Arelação de copolímero/tensoativo : bifentrina na alimentação foi 5,8 : 1. Acomposição fundida foi esfriada para a temperatura ambiente e material sólidobranco foi obtido. 41,7 mg de formulação de sólido foram re-hidratados em4,17 ml de água durante a noite e a dispersão opaca estável foi formada. Aconcentração total de componentes de copolímero/tensoativo na mistura foicerca de 0,8 %. A capacidade de carga da micromistura com respeito abifentrina foi de 17,3 % p/p. O tamanho das partículas de micromisturacarregadas com bifentrina foi de 87,4 nm como determinada pela dispersãoluminosa dinâmica usando "ZetaPlus" Zeta Potential Analyzer (BrookhavenInstrument Co.). A dispersão foi estável pelo menos durante 16 horas semmudanças no tamanho de partícula. A formação de cristais minúsculos debifentrina foi observada após armazenagem da dispersão em temperaturaambiente após 20 horas.
Exemplo 29. Uma Micromistura de Bifentrina comCopolímero em bloco não Iônico e Tensoativo Etoxilado não Iônico
Uma Micromistura de bifentrina foi preparada usando fusõesde misturas de copolímero em bloco não iônico e tensoativo etoxilado.
Especificamente, álcool graxo etoxilado (Agnique 90C-3, Cognis) foi usadoem combinação com dois copolímeros Pluronic, Pluronic F127 (PEOioo-PP065-PEOioo) e Pluronic P123 (PEO2O-PPo69-PEO2O). 40,4 mg de PluronicF127 e 40,3 mg de Pluronic P123 foram misturados com 21,9 mg de Agnique90C-3 em frasco de vidro. 18,6 mg de pó fino de bifentrina, que continhapartículas de tamanho de 425 mkm e menores, foram misturados com amistura viscosa de copolímero/tensoativo e fundidos entre si durante 30 min a80 0C. A composição da mistura de copolímero/tensoativo foi Pluronic F 127Pluronic P 123 : Agnique 90C-3 = 2 : 2 : 1 em peso. A relação dealimentação copolímero/tensoativo : bifentrina foi 10 : 1,8. A composiçãofundida foi esfriada para a temperatura ambiente. A formulação final foi umsólido semelhante a cera. 12,3 mg de formulação sólida foram misturadoscom 80 ul de metanol até a dissolução completa seguido pela adição de 2,46ml de água. Uma dispersão ligeiramente opalina foi formada imediatamente.
A concentração total de componentes de copolímero/tensoativo na mistura foide cerca de 0,4 % e o teor de metanol foi de 3 % v/v. O teor de bifentrina namicromistura foi de 0,74 mg/ml. A capacidade de carga da micromistura comrespeito a bifentrina foi 15,3 % p/p. O tamanho das partículas de copolímerocarregadas com bifentrina foi de 96 nm como determinado pela dispersãoluminosa dinâmica usando "ZetaPlus" Zeta Potential Analyzer (BrookhavenInstrument Co.). A micromistura foi estável durante 32 horas.
Exemplo 30. Uma Micromistura de Bifentrina, Copolímero embloco não Iônico e Tensoativo Etoxilado não Iônico
Uma Micromistura de bifentrina foi preparada usando misturasde copolímero em bloco não iônicos e tensoativos etoxilados.Especificamente, cocoalquil amina etoxilada (Etoquad C/25, AkzoNobel) foiusada em combinação com Tetronic T 908 (peso molecular 25.000, HLB>24). Todos os componentes da mistura foram usados como soluções dematéria-prima a 10 % em acetonitrila. As soluções contendo 7,6 mg decopolímero Tetronic, 0,4 mg de Etoquad C/25, e 2 mg de bifentrina foramadicionadas a um frasco de fundo redondo, completamente misturadas apósrotação em 45 0C em um banho de água seguido por evaporação de rotor desolventes e traços de água in vácuo. A composição da mistura decopolímero/tensoativo foi Tetronic T908 : Etoquad C/25 = 19 : 1 em peso. Arelação de copolímero/tensoativo : bifentrina na alimentação foi 4 : l.Apelícula sólida obtida foi re-hidratada em 4 ml de água (teor direcionado debifentrina é 0,5 mg/ml) e uma dispersão ligeiramente opalina foi formadaimediatamente. A concentração total de componentes decopolímero/tensoativo na mistura foi de cerca de 0,2 %. O teor de bifentrinana micromistura foi determinado por espectroscopia de UV como descrito noExemplo 1 e foi de 0,49 mg/ml. A capacidade de carga da micromistura comrespeito a bifentrina foi 20 % p/p. O tamanho das partículas de micromisturacarregadas com bifentrina foi de 107 nm como determinado pela dispersãoluminosa dinâmica usando "ZetaPlus" Zeta Potential Analyzer (BrookhavenInstrument Co.). A dispersão foi estável pelo menos durante 23 horas. Asmedições de tamanho executadas em 23 h revelaram um aumento no tamanhodas partículas de até 167 nm. Nenhuma precipitação visível de bifentrina foiobservada. Após armazenagem durante 42 horas em temperatura ambiente,uma alíquota da micromistura foi centrifugada durante 2 min em 12.000 rpm.
0 teor de bifentrina no sobrenadante foi de 0,13 mg/ml ou 26 % de Bifentrinainicialmente carregada.
Exemplo 31. Uma Micromistura de Bifentrina comCopolímero em bloco não Iônico
Uma micromistura de bifentrina foi preparada usandocopolímero em bloco Pluronic P85 (n = 26, m = 40) de equilíbrio hidrofílico-lipofílico intermediário (HLB 12-18). 8 mg de Pluronic P85 foram misturadoscom 2 mg de pó fino de bifentrina, que continha partículas de tamanho de 425mkm e menores, dissolvidos em 1 ml de acetonitrila, e completamentemisturados após rotação a 45 0C em banho de água seguido por evaporação derotor de solvente e traços de água in vácuo. A relação de alimentaçãocopolímero : bifentrina foi 4 : 1. A composição preparada foi re-hidratada em2 ml de água (teor direcionado de bifentrina foi de 1 mg/ml) e a dispersãopraticamente transparente foi formada imediatamente. A concentração total dePluronic P85 na mistura foi de 0,4 %. O teor de bifentrina na micromistura foideterminado por espectroscopia de UV como descrito no Exemplo Al e foi de1 mg/ml. A capacidade de carga da micromistura com respeito a bifentrina foi20 % p/p. O tamanho das partículas de copolímero carregadas com bifentrinafoi de 35 nm como determinado pela dispersão luminosa dinâmica usando"ZetaPlus" Zeta Potential Analyzer (Brookhaven Instrument Co.). Nenhumaprecipitação visível de bifentrina foi observada durante pelo menos 18 horas.
Uma dispersão similar preparada em um teor direcionado de bifentrina de 0,5mg/ml foi estável durante pelo menos 26 horas. As medições de tamanhoexecutadas durante a armazenagem das dispersões em temperatura ambienterevelaram um aumento no tamanho das partículas como mostrado na Tabela 10.Tabela 10
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Exemplo 32. Uma Micromistura de Bifentrina comCopolímero em bloco não Iônico e Tensoativo Etoxilado não Iônico
Uma Micromistura de bifentrina foi preparada usando misturasde copolímero em bloco não iônicos e tensoativos etoxilados.Especificamente, a cocoalquil amina etoxilada (Etoquad C/25, AkzoNobel)foi usada em combinação com Tetronic T 1107 (peso molecular 15.000, HLB18-23). Todos os componentes da mistura foram usados como soluções dematéria-prima a 10 % em acetonitrila. As soluções contendo 7,6 mg decopolímero Tetronic, 0,4 mg de Etoquad C/25, e 2 mg de bifentrina foramadicionadas ao frasco de fundo redondo, completamente misturadas apósrotação em 45 0C em banho de água seguido por evaporação de rotor desolventes e traços de água in vácuo. A composição da mistura decopolímero/tensoativo foi Tetronic T 1107 : Etoquad C/25 = 19 : 1 em peso.A relação de alimentação copolímero/tensoativo : bifentrina foi 4 : 1. Apelícula sólida obtida foi re-hidratada em 4 ml de água (teor direcionado debifentrina é de 0,5 mg/ml) e dispersão ligeiramente opalina foi formadaimediatamente. A concentração total de componentes decopolímero/tensoativo na mistura foi de cerca de 0,2 %. O teor de bifentrinana micromistura foi determinado por espectroscopia de UV como descrito noExemplo 1 e foi de 0,48 mg/ml. A capacidade de carga da micromistura comrespeito a bifentrina foi 20 % p/p. O tamanho das partículas de micromisturacarregadas com bifentrina foi de 43 nm como determinado pela dispersãoluminosa dinâmica usando "ZetaPlus" Zeta Potential Analyzer (BrookhavenInstrument Co.). A dispersão foi estável pelo menos durante 30 horas. Asmedições de tamanho executadas em 30 h revelaram um aumento no tamanhodas partículas de até 120 nm. Nenhuma precipitação visível de bifentrina foiobservada. Após armazenagem durante 42 horas em temperatura ambiente,uma alíquota de micromistura foi centrifugada durante 2 min em 12.000 rpm.O teor de bifentrina no sobrenadante foi de 0,2 mg/ml ou 40 % de Bifentrinainicialmente carregada.
Exemplo 33. Uma Micromistura de Bifentrina com misturas deCopolímeros em bloco não Iônicos com Tensoativos Etoxilados não Iônicos
Uma Micromistura de bifentrina foi preparada usando misturasde copolímero em bloco não iônicos e tensoativos etoxilados.Especificamente, cocoalquil amina etoxilada (Etoquad C/25, AkzoNobel) foiusada em combinação com Tetronic T 1107, copolímero tetrafuncional depoli(óxido de propileno) e poli(óxido de etileno) (peso molecular 15.000,HLB 18-23). Todos os componentes da mistura foram usados como soluçõesde matéria-prima a 10 % em acetonitrila. Soluções contendo 7,6 mg decopolímero Tetronic, 0,4 mg de Etoquad C/25, e 2 mg de bifentrina foramadicionadas ao frasco de fundo redondo, completamente misturadas apósrotação a 45 0C em banho de água seguido por evaporação de rotor desolventes e traços de água ín vácuo. A composição da mistura decopolímero/tensoativo foi Tl 107 : Etoquad C/25 = 19:1 em peso. A relaçãode alimentação copolímero/tensoativo : bifentrina foi 4 : 1. A película sólidaobtida foi re-hidratada em 4 ml de água (teor direcionado de bifentrina é de0,5 mg/ml) e dispersão ligeiramente opalina foi formada imediatamente. Aconcentração total de componentes de copolímero/tensoativo na mistura foide cerca de 0,2 %. O teor de bifentrina na micromistura foi determinado porespectroscopia de UV como descrito no Exemplo 1 e foi de 0,48 mg/ml. Acapacidade de carga da micromistura com respeito a bifentrina foi 20 % p/p.O tamanho das partículas de micromistura carregadas com bifentrina foi de 43nm como determinado pela dispersão luminosa dinâmica usando "ZetaPlus"Zeta Potential Analyzer (Brookhaven Instrument Co.). A dispersão foi estávelpelo menos durante 30 horas. As medições de tamanho executadas em 30 hrevelaram um aumento no tamanho das partículas de até 120 nm. Nenhumaprecipitação visível de bifentrina foi observada. Após armazenagem durante42 horas em temperatura ambiente, uma alíquota de micromistura foicentrifugada durante 2 min em 12.000 rpm. O teor de bifentrina nosobrenadante foi 0,2 mg/ml ou 40 % de Bifentrina inicialmente carregada.
Exemplo 34. Micromistura de Bifentrina com Copolímero embloco não Iônico
A Micromistura de bifentrina foi preparada usando copolímeroem bloco Pluronic P85 (n = 26, m = 40) de equilíbrio hidrofílico-lipofílicointermediário (HLB 12-18). 8 mg de Pluronic P85 foram misturados com 2mg de pó fino de bifentrina, que continha partículas de tamanho de 425 mkme menores, dissolvidos em 1 ml de acetonitrila, e completamente misturadosapós rotação a 45 0C em banho de água seguido por evaporação de rotor desolvente e traços de água in vácuo. A relação de alimentação copolímero :bifentrtrin foi 4 : 1. A composição preparada foi re-hidratada em 2 ml de água(teor direcionado de bifentrina foi 1 mg/ml) e a dispersão praticamentetransparente foi formada imediatamente. A concentração total de Pluronic P85na mistura foi 0,4 %. O teor de bifentrina na micromistura foi determinadopor espectroscopia de UV como descrito no Exemplo 1 e foi de 1 mg/ml. Acapacidade de carga da micromistura com respeito a bifentrina foi 20 % p/p.
O tamanho das partículas de copolímero carregadas com bifentrina foi de 35nm como determinado pela dispersão luminosa dinâmica usando "ZetaPlus"Zeta Potential Analyzer (Brookhaven Instrument Co.). Nenhuma precipitaçãovisível de bifentrina foi observada durante pelo menos 18 horas. A dispersãosimilar preparada em teor direcionado de bifentrina de 0,5 mg/ml foi estáveldurante pelo menos 26 horas. As medições de tamanho executadas durante aarmazenagem das dispersões em temperatura ambiente revelaram umaumento no tamanho das partículas como mostrado na Tabela 11.
Tabela 11
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Exemplo 35. Micromistura de Bifentrina com Copolímeros embloco não Iônicos
Uma Micromistura de bifentrina foi preparada usando umcopolímero em bloco Pluronic R. Os copolímeros Pluronic R possuem umaestrutura geral (III) e consistem de blocos de óxido de etileno (EO) e óxido depropileno (PO) dispostos como se segue POn-EOm-POn, que é inversa daestrutura de Pluronic. As quantidades calculadas de Pluronic 25R4 (POi9-EO33-POi9, peso molecular 3600, HLB 8) e pó fino de bifentrina, quecontinha partículas de tamanho de 425 mkm e menores, foram cada umadissolvida em acetonitrila para preparar soluções a 10 % de cada componente.As soluções contendo 8 mg de copolímero 25R4 e 2 mg de bifentrina foramadicionadas ao frasco de fundo redondo, completamente misturadas apósrotação a 45°C em banho de água seguido por evaporação de rotor desolventes e traços de água in vácuo. A relação de alimentação copolímero :bifentrina foi 4 : 1. A composição preparada foi re-hidratada em 2 ml de água(teor direcionado de bifentrina foi 1 mg/ml) e a dispersão praticamentetransparente foi formada imediatamente. A concentração total decomponentes copoliméricos na mistura foi de cerca de 0,4 %. O teor debifentrina na micromistura foi determinado por espectroscopia de UV comodescrito no Exemplo 1 e foi de cerca de 1 mg/ml. A capacidade de carga damicromistura com respeito a bifentrina foi 20 % p/p. O tamanho daspartículas de micromistura carregadas com bifentrina foi de 106 nm comodeterminado pela dispersão luminosa dinâmica usando "ZetaPlus" ZetaPotential Analyzer (Brookhaven Instrument Co.). A dispersão foi estável pelomenos durante 24 horas sem mudanças no tamanho da micromistura.
Exemplo A36. Uma Micromistura de Bifentrina comCopolímero em bloco não Iônico e Tensoativo Etoxilado não Iônico
Uma Micromistura de bifentrina como preparada usandomistura de copolímeros em bloco Pluronic R não iônicos e tensoativosetoxilados. Especificamente, etoxilado de triestirilfenol (Soprophor BSU,Rhodia) foi usado em combinação com copolímero Pluronic 25R4 (PO19-EO33-PO19, peso molecular 3600, HLB 8). As quantidades calculadas decopolímero Pluronic 25R4, Soprophor BSU, e pó fino de bifentrina, quecontinha partículas de tamanho de 425 mkm e menores, foramrespectivamente dissolvidas em acetonitrila para preparar soluções a 10 % decada componente. As soluções contendo 7 mg de copolímero Pluronic 25R4,1 mg de tensoativo Soprophor BSU, e 2 mg de bifentrina foram adicionadasao frasco de fundo redondo, completamente misturadas após rotação a 45 0Cem banho de água seguido por evaporação de rotor dos solventes e traços deágua in vácuo. A composição da mistura de copolímero/tensoativo foiPluronic 25R4 : Soprophor BSU = 7 : 1 em peso. A relação de alimentaçãocopolímero/tensoativo : bifentrina foi 4 : l.A composição preparada foi re-hidratada em 2 ml de água (teor direcionado de bifentrina foi 1 mg/ml) e adispersão transparente foi formada imediatamente. A concentração total decomponentes de copolímero/tensoativo na mistura foi de cerca de 0,4 %. Oteor de bifentrina na micromistura foi determinado por espectroscopia de UVcomo descrito no Exemplo Al e foi de cerca de 1 mg/ml. A capacidade decarga da micromistura com respeito a bifentrina foi 20 % p/p. O tamanho daspartículas de micromistura carregadas com bifentrina foi de 33 nm comodeterminado pela dispersão luminosa dinâmica usando "ZetaPlus" ZetaPotential Analyzer (Brookhaven Instrument Co.)· As medições de tamanhoexecutadas em 13 horas revelaram um aumento no tamanho das partículas deaté 52 nm. Precipitação de bifentrina foi observada após armazenagem dadispersão durante 24 horas em temperatura ambiente.
Exemplo 37. Uma micromistura de Fungicida comCopolímero em bloco não Iônico e Tensoativo Etoxilado não Iônico
Uma Micromistura de flutriafol, um fungicida de triazole, foipreparado usando uma mistura de copolímero em bloco Pluronic não iônico etensoativo etoxilado. Especificamente, etoxilado de triestirilfenol (SoprophorB SU, Rhodia) foi usado em combinação com Pluronic P123 (PEO20-PPO69-PEO20, peso molecular 5,750, HLB 8). As quantidades calculadas de PluronicP123 e Soprophor BSU foram cada uma dissolvida em acetonitrila parapreparar soluções a 10 % de cada componente. Flutriafol foi dissolvido emacetonitrila para preparar solução a 4 %. Soluções contendo 7 mg decopolímero Pluronic P 123, 1 mg de tensoativo Soprophor BSU, e 2 mg deflutriafol foram completamente misturadas entre si seguido pela evaporaçãodos solventes. A composição da mistura de copolímero/tensoativo foiPluronic Pl 23 : Soprophor BSU = 7 : 1 em peso. A relação decopolímero/tensoativo : flutriafol na alimentação foi de 4 : 1. A micromisturapreparada foi re-hidratada em 2 ml de água (teor direcionado de flutriafol foide 1 mg/ml) e dispersão transparente foi formada imediatamente. Aconcentração total de componentes de copolímero/tensoativo na mistura foide cerca de 0,4 %. A capacidade de carga da micromistura com respeito aflutriafol foi 20 % p/p. O tamanho das partículas de micromistura carregadascom flutriafol foi de 18 nm como determinado pela dispersão luminosadinâmica usando "ZetaPlus" Zeta Potential Analyzer (Brookhaven InstrumentCo.). Precipitação de flutriafol foi observada após armazenagem da dispersãodurante 8 horas em temperatura ambiente.
Exemplo 38. Micromisturas de fungicida com Copolímeros embloco não Iônicos e Tensoativo Etoxilado Aniônico
As Micromisturas de flutriafol, um fungicida de triazol, forampreparadas usando misturas binárias de copolímero em bloco não iônico etensoativo etoxilado aniônico. Especificamente, triestirilfenol fosfatado eetoxilado com um HLB igual a 16 (Soprophor 3D33, Rhodia) foi usado emcombinação com Tetronic Tl 107 (peso molecular 15.000, HLB 24). Asquantidades calculadas de Tetronic Tl 107 e flutriafol foram dissolvidas emacetonitrila para preparar soluções de 10 % e 4 %, respectivamente. A soluçãode Soprophor 3D33 a 17 % foi preparada em etanol. As micromisturas forampreparadas como descrito no Exemplo 39. As composições das misturas finaisforam como mostradas na Tabela 12.
Tabela 12
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As composições preparadas foram re-hidratadas em 2 ml deágua e dispersões transparentes foram formadas imediatamente. O tamanhodas partículas de micromistura carregadas com flutriafol (como determinadopela dispersão luminosa dinâmica usando "ZetaPlus" Zeta Potential Analyzer(Brookhaven Instrument Co.)), teor direcionado de flutriafol e estabilidadedas dispersões são apresentados na Tabela 13.
Tabela 13
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Exemplo 39. Uma Micromistura de fungicida comCopolímeros em bloco não Iônicos e Tensoativo Etoxilado Aniônico
Uma micromistura de azoxistrobina, um fungicida deestobilurina sistêmico, foi preparada usando misturas binárias de copolímeroem bloco não iônico e tensoativo etoxilado aniônico. Especificamente,triestirilfenol fosfatado e etoxilado com um HLB igual a 16 (Soprophor 3D33,Rhodia) foi usado em combinação com Tetronic T 1107 (peso molecular15.000, HLB 24). Uma quantidade calculada de copolímero Tetronic Tl 107foi dissolvida em acetonitrila para preparar solução a 10 %. Azoxistrobina foidissolvida em acetonitrila para preparar solução a 4 %. A solução a 17 % deSoprophor 3D33 foi preparada em etanol. Soluções contendo 6 mg decopolímero Tetronic Tl 107, 2 mg de tensoativo Soprophor 3D33, e 2 mg deazoxistrobina foram completamente misturadas entre si seguido pelaevaporação de solventes. A composição da mistura de copolímero/tensoativofoi Tetronic Tl 107 : Soprophor 3D33 = 3:1 em peso. A relação dealimentação copolímero/tensoativo : azoxistrobina foi 4 : 1. A composiçãopreparada foi re-hidratada em 2 ml de água (teor direcionado de azoxistrobinafoi 1 mg/ml) e a dispersão opalina foi formada. A concentração total decomponentes de copolímero/tensoativo na mistura foi de cerca de 0,4 %. Acapacidade de carga da micromistura com respeito a azoxistrobina foi 20 %p/p. O tamanho das partículas de micromistura carregadas com azoxistrobinafoi 130 nm como determinado pela dispersão luminosa dinâmica usando"ZetaPlus" Zeta Potential Analyzer (Brookhaven Instrument Co.). Adispersão se tornou mais turva após a armazenagem em temperaturaambiente. Nenhuma precipitação visível foi observada na dispersão durantepelo menos 4 horas.
Exemplo 40. Micromisturas de fungicida com Copolímero embloco não Iônico e Tensoativos Etoxilados Aniônicos
Micromisturas de azoxistrobina, um fungicida de estobilurinasistêmico, foram preparadas usando misturas binárias de Tetronic T704 (pesomolecular 5.500, HLB 15) e tensoativo de triestirilfenol fosfatado e etoxiladoaniônico, Soprophor 3D33. Uma Micromistura foi preparada como descritono Exemplo A36. Soluções em solventes orgânicos contendo Tetronic T704,Soprophor 3D33, e azoxistrobina foram completamente misturadas entre siseguido pela evaporação de solventes. As composições das misturas finaisforam como mostradas na Tabela 14.
Tabela 14
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As micromisturas preparadas foram re-hidratadas em 2 ml deágua. O tamanho das partículas de micromistura carregadas comazoxistrobina (como determinado pela dispersão luminosa dinâmica usando"ZetaPlus" Zeta Potential Analyzer (Brookhaven Instrument Co.)), teordirecionado de azoxistrobina e estabilidade das dispersões são apresentadosna Tabela 15.
Tabela 15
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Exemplo 41. Micromistura de Fungicida com Copolímero embloco não Iônico e Tensoativo Contendo Flúor não Iônico
A Micromistura de flutriafol foi preparada usando um misturade copolímero em bloco não iônico e um tensoativo contendo flúor.
Especificamente, tensoativo Zonyl FS300 (DuPont) contendo extremidadehidrofóbica perfluorada e grupo principal de poli(óxido de etileno) hidrofílico,foi usado em combinação com Tetronic Tl 107 (peso molecular 15.000, HLB24). A Micromistura foi preparada como descrito no Exemplo 34.
Resumidamente, as soluções em solventes orgânicos contendo 6 mg decopolímero Tetronic Tl 107, 2 mg de tensoativo Zonyl FS300, e 2 mg deflutriafol foram completamente misturadas entre si seguido pela evaporaçãode solventes. A composição da mistura de copolímero/tensoativo foi TetronicTl 107 : Zonil FS300 = 3:1 em peso. A relação de alimentaçãocopolímero/tensoativo : flutriafol foi 4 : 1. A composição preparada foi re-hidratada em 2 ml de água (teor direcionado de flutriafol foi de 1 mg/ml) edispersão praticamente transparente foi formada. A concentração total decomponentes de copolímero/tensoativo na mistura foi de cerca de 0,4 %. Acapacidade de carga da micromistura com respeito a flutriafol foi 20 % p/p. Otamanho das partículas de micromistura carregadas com flutriafol foi de 111nm como determinado pela dispersão luminosa dinâmica usando "ZetaPlus"Zeta Potential Analyzer (Brookhaven Instrument Co.). Nenhuma precipitaçãovisível foi observada na dispersão durante pelo menos 4 horas.
Exemplo 42. Micromistura de Fungicida com Misturas deCopolímeros em bloco não Iônicos com Tensoativos Contendo Flúor NãoIônicos
Micromistura de azoxistrobina foi preparada usando umamistura de copolímero em bloco não iônico e um tensoativo contendo flúor.Especificamente, tensoativo Zonyl FS300 (DuPont) contendo extremidadehidrofóbica perfluorada e grupo superior de poli( óxido de etileno) hidrofílico,foram usados em combinação com copolímero Tetronic T704 (peso molecular5.500, HLB 15). A Micromistura foi preparada como descrito no Exemplo 36.Resumidamente, as soluções em solventes orgânicos contendo 7 mg deTetronic T704, 2 mg de tensoativo Zonyl FS300, e 1 mg de azoxistrobinaforam completamente misturadas entre si seguido pela evaporação dossolventes. A composição da mistura de copolímero/tensoativo foi TetronicT704 : Zonil FS300 = 3,5 : 1 em peso. A relação de alimentaçãocopolímero/tensoativo : azoxistrobina foi 9 : 1. A composição preparada foire-hidratada em 2 ml de água (teor direcionado de azoxistrobina foi de 0,5mg/ml) e dispersão turva foi formada. A concentração total de componentesde copolímero/tensoativo na mistura foi de cerca de 0,45 %. A capacidade decarga da micromistura com respeito a flutriafol foi 10 % p/p. O tamanho daspartículas de micromistura carregadas com azoxistrobina foi de cerca de 200nm como determinado pela dispersão luminosa dinâmica usando "ZetaPlus"Zeta Potential Analyzer (Brookhaven Instrument Co.). Nenhuma precipitaçãovisível foi observada na dispersão durante pelo menos 8 horas.
Exemplo 43. Micromisturas de Vários Inseticidas com asMisturas de um Copolímero em bloco não Iônico e um Tensoativo Etoxiladonão Iônico
Micromisturas de inseticidas foram preparadas usando fusõesde misturas de copolímero em bloco não iônico e tensoativos etoxilados.Especificamente, etoxilado de triestirilfenol (Soprophor BSU5 Rhodia) foiusado em combinação com Pluronic P 123 (PE02o-PP069-PE02o)· 250 mg dePluronic P123 foram misturados com 250 mg de Soprophor BSU5 e 50 mg depó fino do inseticida, e foram fundidos entre si durante 1 hora. A composiçãoda mistura de copolímero/tensoativo foi P123 : Soprophor =1:1 em peso. Arelação de alimentação de copolímero/tensoativo : inseticida foi 10 : 1. Ascomposições fundidas foram esfriadas para a temperatura ambiente. Ascomposições finais eram sólidos semelhantes a cera. 50 mg da composição foire-hidratada em 1 ml de água após agitação durante 1 hora. A concentraçãototal de componentes de copolímero/tensoativo na mistura foi de cerca de 4,6%. O teor direcionado de inseticida na dispersão de micromistura foi de 4,5mg/ml. A capacidade de carga da micromistura com respeito ao inseticida foi9 % p/p. O tamanho das partículas nas dispersões de micromistura carregadascom inseticidas (como determinado pela dispersão luminosa dinâmica usando"Nanotrac 250" Size Analyzer (Microtrac Inc.) após 2 horas), e o aspecto dadispersão após 24 horas da armazenagem em temperatura ambiente sãoapresentados na Tabela 16.
Tabela 16
<table>table see original document page 90</column></row><table><table>table see original document page 91</column></row><table>
Exemplo 44. Micromisturas de Bifentrina com Copolímero embloco não Iônico e um Tensoativo Etoxilado Aniônico
Micromisturas de bifentrina foram preparadas usando fusõesde misturas de copolímero em bloco não iônico e tensoativos etoxilados.
Especificamente, triestirilfenol sulfatado e etoxilado (Soprophor 4D-384,Rhodia) foi usado em combinação com Pluronic P123 (PEO20-PPO69-PEO20)·As composições foram preparadas como descrito no Exemplo 22.
Resumidamente, as quantidades definidas dos componentes (Pluronic P123,Soprophor 4D384, e bifentrina) foram misturadas e fundidas entre si durante30 min. As composições da mistura de copolímero/tensoativo sãoapresentadas na Tabela 17. A relação de alimentação copolímero/tensoativo :bifentrina foi 20 : 1. As composições fundidas foram esfriadas para atemperatura ambiente. As composições finais eram líquidas viscosas e nãocontinham solventes adicionados. 50 mg da composição foram re-hidratadosem 1 ml de água e a dispersão transparente foi formada imediatamente. O teordirecionado de bifentrina na dispersão de micromistura foi de 4,5 mg/ml. Otamanho das partículas nas dispersões de micromistura carregadas combifentrina (como determinado pela dispersão luminosa dinâmica usando"Nanotrac 250" Size Analyzer (Microtrac Inc.)), e o aspecto da dispersãoapós 48 horas da armazenagem em temperatura ambiente são apresentados naTabela 17.
Tabela 17
<table>table see original document page 91</column></row><table>
Exemplo 45. Micromistura de Bifentrina com as misturas deum Copolímero em bloco não Iônico e Tensoativo não Iônico.
Micromisturas de bifentrina foram preparadas usando fusõesde misturas de copolímeros em bloco não iônicos e tensoativo não iônico.
Especificamente, trioleato de Sorbitano (Cognis) foi usado em combinaçãocom copolímeros Pluronic, Pluronic F127 (PEO100-PPO65-PEO100) e PluronicP123 (PEO20-PPO69-PEO20)· A composição foi preparada como descrito noExemplo A22. Resumidamente, as quantidades definidas dos componentes(Pluronic P123, Pluronic F127, trioleato de Sorbitano, e Bifentrina) forammisturadas e fundidas entre si durante 30 min. A composição da mistura decopolímero/tensoativo foi Pluronic F127 : Pluronic P123 : tensoativo = 3:6:1 em peso. A relação de alimentação copolímero/tensoativo : bifentrina foi 20: 1. As composições fundidas foram esfriadas para a temperatura ambiente. 50mg da composição foram re-hidratados em 1 ml de água e dispersão opalinafoi formada após agitação. O teor direcionado de bifentrina na dispersão demicromistura foi 4,5 mg/ml. O tamanho das partículas na dispersão demicromistura carregada com Bifentrina foi de 23 nm como determinado peladispersão luminosa dinâmica usando "Nanotrac 250" Size Analyzer(Microtrac Inc.). A dispersão permaneceu estável durante pelo menos 48horas da armazenagem em temperatura ambiente.
Exemplo 46. Uma Micromistura de Bifentrina comCopolímero em bloco não Iônico e Tensoativo Etoxilado Não Iônico
Uma Micromistura de bifentrina foi preparada usando fusõesde misturas de copolímeros em bloco não iônicos e tensoativo não iônico.
Especificamente, éster de poliarilfenol fosfato etoxilado (Soprophor 3D33,Rhodia) foi usado em combinação com Pluronic P123 (PEO20-PPO69-PEO20)·500 mg de Pluronic P123 foram misturados com 500 mg de Soprophor 3D33e 100 mg de pó fino da bifentrina, que continham partículas de tamanho de425 rnkrn e menores, e depois foram fundidos entre si a 70 0C. Uma fusão delíquido transparente foi obtida, contendo 9 % de bifentrina. A composição foideixada esfriar para a temperatura ambiente e 100 mg da fusão foramadicionados em 10 ml de água deionizada e agitados. Após 10 minutos deagitação, uma dispersão transparente tinha se formado. O teor direcionado debifentrina na dispersão de micromistura foi de 0,9 mg/ml. O tamanho daspartículas na dispersão de micromistura carregada com bifentrina após 30 minfoi 5,3 nm como determinado pela dispersão luminosa dinâmica usando"Nanotrac 250" Size Analyzer (Microtrac Inc.), e foi 5,8 nm após 24 horas dearmazenagem em temperatura ambiente. A dispersão permaneceutransparente e nenhuma precipitação foi observada durante pelo menos 5 dias.
Exemplo 47. Micromisturas de Bifentrina com Copolímero embloco Fosfatado
Micromisturas de bifentrina foram preparadas usandocopolímero em tribloco, poli(óxido de etileno)-poli(óxido de propileno)-poli(óxido de etileno), cobertos na extremidade com grupos de fosfato(Dispersogen 3618, Clariant). As composições foram preparadas usandoDispersogen 3618 isoladamente e Dispersogen 3618 em combinação comPluronic P123 (PEO20-PPO69-PEO20) e /ou Soprophor 3D33, um tensoativo depoliarilfenol etoxilado aniônico. Resumidamente, as quantidades definidasdos componentes foram misturadas e fundidas entre si a 70 0C. Ascomposições do copolímero e as misturas de copolímero/tensoativo sãoapresentadas na Tabela 18.
Tabela 18
<table>table see original document page 91</column></row><table>
As composições fundidas foram deixadas esfriar para atemperatura ambiente e 500 mg de cada fusão foram adicionados em 25 ml deágua deionizada e agitados. Após 10 minutos de agitação, todas as amostrastinham dispersões transparentes formadas, contendo 0,2 mg/ml de bifentrina.O tamanho das partículas nas dispersões de micromistura carregadas combifentrina foi determinado pela dispersão luminosa dinâmica usando"Nanotrac 250" Size Analyzer (Microtrac Inc.) em vários pontos de tempo(30 minutos, 4 horas, e 24 horas), e é apresentado na Tabela 19.
Tabela 19
<table>table see original document page 94</column></row><table>
Todas as dispersões permaneceram transparentes após 24horas de armazenagem em temperatura ambiente sem precipitação visível.
Exemplo 48. Micromisturas de Herbicidas com Copolímeroem bloco não Iônicos e Tensoativos Etoxilados não Iônicos.
Micromisturas de herbicidas foram preparadas usando fusõesde misturas de copolímeros em bloco não iônicos e tensoativos etoxilados.Especificamente, etoxilado de triestirilfenol (Soprophor BSU, Rhodia) foiusado em combinação com Pluronic P123 (PEO20-PPO69-PEO20)· Primeiro,uma mistura de matéria-prima de Pluronic P123 e Soprophor BSU foipreparada mediante fusão entre si de 50 g de Pluronic P123 com 50 g deSoprophor BSU a 70 °C para formar uma fusão homogênea transparente. Acomposição da mistura de copolímero/tensoativo foi Pluronic P 123 :Soprophor =1:1 em peso. 0,25 g de cada um de vários herbicidas técnicoscom diferentes valores de IogP foi adicionado à 4,75 g da mistura de matéria-prima Pluronic P123/Soprophor BSU. A lista dos herbicidas e valores IogPcorrespondentes (como referido em The Pesticide Manual, ed. C.D.S. Tomlin,1 Itil edition) são apresentados na Tabela 18. As misturas foram aquecidas em70°C durante 10 min e agitadas. Todas as amostras formaram misturashomogêneas transparentes, que permaneceram líquidas no esfriamento para atemperatura ambiente como também apresentadas na Tabela 20.
Tabela 20
Composição__Herbicida_ Log P _Aspecto da mistura<table>table see original document page 95</column></row><table>
1OO mg de cada mistura foram re-hidratados em 5 ml de águaapós agitação. Todas as amostras foram dissolvidas em menos do que 10minutos. O teor direcionado de inseticida na dispersão de micromistura foi 4,5mg/ml. A capacidade de carga da micromistura com respeito ao inseticida foi9 % p/p. O tamanho das partículas nas dispersões de micromistura carregadascom herbicidas (como determinado pela dispersão luminosa dinâmica usando"Nanotrac 250" Size Analizer (Microtrac Inc.)), e o aspecto das dispersõesapós vários intervalos de tempo da armazenagem em temperatura ambientesão apresentados na Tabela 21.
Tabela 21
<table>table see original document page 95</column></row><table>
Todas as dispersões, exceto a micromistura contendopendimetalina (composição 9E na Tabela 20), permaneceram estáveis após 24horas de armazenagem em temperatura ambiente. Traços de precipitaçãoforam observados nas dispersões de micromistura carregadas compendimetalina no ponto de 24 horas.
Exemplo 49. Micromisturas de Bifentrina com Etoxilado dePoliarilfenol
Micromisturas de bifentrina foram preparadas usando umetoxilado de poliarilfenol (Adsee 775, AKZO Nobel) em combinação comPluronic P123 (PE02o-PP069-PE02o) e Soprophor 3D33, um tensoativo depoliarilfenol etoxilado aniônico. Resumidamente, as quantidades definidasdos componentes foram misturadas e fundidas entre si a 70°C. Ascomposições do copolímero e as misturas de copolímero/tensoativo sãoapresentadas na Tabela 22.
Tabela 22
<table>table see original document page 96</column></row><table>
As composições fundidas foram deixadas esfriar para atemperatura ambiente e 500 mg de cada fusão foram adicionados em 25 ml deágua deionizada e agitados. Após 10 minutos de agitação, todas as amostrastinham dispersões transparentes formadas, contendo 0,2 mg/ml de bifentrina.
O tamanho das partículas nas dispersões de micromistura carregadas combifentrina foi determinado pela dispersão luminosa dinâmica usando"Nanotrac 250" Size Analyzer (Microtrac Inc.) em vários pontos de tempo(30 minutos, 4 horas, e 24 horas), e é apresentado na Tabela 23.
Tabela 23
<table>table see original document page 96</column></row><table>
Exemplo 50. Micromisturas de Herbicidas com Copolímeroem bloco não Iônico e Tensoativo Etoxilado não Iônico
Micromisturas de herbicidas foram preparadas usando fusõesde misturas de copolímero em bloco não iônico e tensoativos etoxilados.Especificamente, etoxilado de triestirilfenol (Soprophor BSU, Rhodia) foiusado em combinação com Pluronic P123 (PEO20-PPO69- PEO20)· A lista dosherbicidas e valores IogP correspondente (os valores IogP foram medidos deacordo com o procedimento descrito por Donovan and Pescatore, J.Chromatography A 2002, 952, 47-61) é apresentada na Tabela 24. Todos osvalores IogP foram medidos em pH 7, exceto para cletodim, medido em pH 2.Primeiro, uma mistura de matéria-prima de Pluronic P123 e Soprophor BSUfoi preparada pela fusão entre si de 50 g de Pluronic P123 com 50 g deSoprophor BSU a 70 0C para formar uma fusão homogênea transparente. Acomposição da mistura de copolímero/tensoativo foi P123 : Soprophor =1:1em peso. 0,05 g de cada um dos vários herbicidas técnicos com diferentesvalores IogP foi adicionado em 0,95 g da mistura de matéria-prima Pluronic P123/Soprophor BSU. As misturas foram aquecidas em 70 0C durante 10 min eagitadas. Todas as amostras formaram misturas homogêneas transparentes,que permaneceram líquidas no esfriamento para a temperatura ambiente(Tabela 24).
Tabela 24
<table>table see original document page 97</column></row><table>
* medido em pH 2.
100 mg de cada mistura foram re-hidratados em 5 ml de águaapós agitação. Todas as amostras foram dissolvidas em menos do que 10minutos. O teor direcionado de inseticida na dispersão de micromistura foi de5,0 mg/ml. A capacidade de carga da micromistura com respeito ao inseticidafoi 5 % p/p. O tamanho das partículas nas dispersões de micromisturacarregadas com herbicidas (como determinado pela dispersão luminosadinâmica usando "Nanotrac 250" Size Analyzer (Microtrac Inc.)), e o aspectodas dispersões após vários intervalos de tempo da armazenagem emtemperatura ambiente são apresentados na Tabela 25.
Tabela 25
<table>table see original document page 97</column></row><table><table>table see original document page 98</column></row><table>
Todas as dispersões, exceto a micromistura contendodiflufenican (composição 10B na Tabela 25), permaneceram estáveis após 24horas de armazenagem em temperatura ambiente. Traços de precipitaçãoforam observados na dispersão de micromistura carregada com diflufenicanno ponto de 2 horas.
Exemplo 51. Mobilidade no Solo das Micromisturas de Bifentrina
A avaliação da mobilidade no solo de micromisturas debifentrina de acordo com a invenção foi executada usando cromatografia decamada fina de solo (s-TLC). A camada superficial do solo da estufa secadacom ar, peneirada para passar através de uma peneira de 250 μιη, foi usadapara preparar placas de s-TLC. Trinta ml de água destilada foram adicionadosem 60 g do solo peneirado e a mistura foi completamente triturada até queuma pasta lisa moderadamente fluida fosse obtida. A pasta fluida de solo foirapidamente espalhada uniformemente através de uma placa de vidro sulcada.As placas continham canais de 9 χ 1 cm cortados em uma profundidade de 2mm, com os canais espaçados 1 cm de distância. As placas foram deixadassecar em temperatura ambiente durante 24 horas. Uma linha horizontal foiriscada 12,5 cm acima da base da placa través da camada de solo antes dosolo secar completamente. Micromisturas de bifentrina usadas nestasexperiências foram preparadas usando uma mostra de bifentrina combifentrina marcada radioativamente com 14C para obter sensibilidade razoável.As dispersões aquosas de micromisturas com concentrações de 10 % foramusadas nestas experiências. Alíquotas de cada micromistura marcadaradioativamente foram marcadas 1,5 cm acima da base da placa.Sulfentrazona rotulada com 14C e suspensão de bifentrina rotulada com 14Cforam usadas como controles.
A placa tratada foi colocada em uma câmara de s-TLCcromatográfica Gelman™ com a zona marcada colocada próxima aoreservatório de eluente (água destilada). A câmara foi elevada 1 cm naextremidade oposta do reservatório de água para fornecer uma ligeirainclinação. Uma seção com 1 cm de largura de papel foi usada per passagempara impregnar de água a partir do reservatório até a placa de solo. A águafrontal foi deixada migrar para a linha riscada de 12,5 cm, em cujo tempo ospavios foram removidos do reservatório. As placas foram depois secadasdurante a noite em temperatura ambiente.
A s-TLC foi depois examinada durante 2 horas usando umexplorador de placa de TLC Packard Instantlmager™. Os valores Rf foramdeterminados a partir das imagens obtidas usando a seguinte equação (1):
<formula>formula see original document page 99</formula>
e são apresentados na Tabela 26.
Tabela 26
<table>table see original document page 99</column></row><table><table>table see original document page 100</column></row><table>
A Fig. 5 demonstra o movimento de várias micromisturas debifentrina marcadas radioativãmente em uma placa de s-TLC. Asconcentrações de bifentrina são indicadas pela profundidade do tom no traçode rádio. Estes dados indicam que a bifentrina incorporada na micromisturaapresenta movimento no solo melhorado comparado com a bifentrina pura.
As micromisturas contendo pelo menos um copolímero em bloco etensoativos não poliméricos com um hidrófobo formado por flúor oucompostos de múltiplos anéis aromáticos são preferidas. Da mesma forma, asmicromisturas contendo dois copolímeros em bloco são preferidas.
Exemplo 52 - Mobilidade no Solo das Micromisturas de Bifentrina
A mobilidade no solo das micromisturas de bifentrina comvárias composições de componentes de polímero/tensoativo foi testadausando a técnica de TLC. Especificamente, as placas de s-TLC foramdesenvolvidas duas vezes com solvente de água. As experiências demobilidade no solo foram executadas como descrito no Exemplo 48 usandobifentrina rotulada com 14C. As placas de s-TLC foram desenvolvidas usandoágua como um solvente duas vezes seguido pelo exame durante 2 horasusando um explorador de placa de TLC Packard Instantlmager™. Os valoresRf foram determinados a partir das imagens e são resumidos na Tabela 27.Tabela 27
<table>table see original document page 101</column></row><table>
O movimento no solo adicional de bifentrina foi observadoquando a placa foi desenvolvida na segunda vez.
Exemplo 55. Mobilidade no Solo de Micromisturas deBifentrina com Várias Relações dos Componentes.
A mobilidade no solo das micromisturas com várias relaçõesde peso de componentes de polímero/tensoativo foi testada usando a técnicade TLC no solo. Especificamente, a relação de peso dos componentes namicromistura contendo Pluronic P123 e Soprophor 4D 384 foi variada de 10 :90 a 90 : 10. As experiências de mobilidade no solo foram executadas comodescrito no Exemplo 50 usando bifentrina rotulada com 14C. A placa de s-TLC foi desenvolvida usando água como um solvente seguida pelo examedurante 2 horas usando um explorador de placa de TLC PackardInstantlmager™. Após o que as placas de s-TLC foram desenvolvidasnovamente usando o mesmo procedimento, secadas, e examinadas mais umavez. As imagens obtidas após ambos desenvolvimentos são apresentadas naFigura 6. Os valores Rf foram determinados a partir das imagens e sãoresumidos na Tabela 28.
As mobilidades no solo com valores Rf comparáveis, mas comdistribuição significativamente diferente da bifentrina juntamente com ostraços de TLC, foram observadas com relação as micromisturas comdiferentes composições. Um aumento no teor do segundo componente,tensoativo etoxilado aniônico Soprophor, de 10%a50% levou àconcentração pronunciada de bifentrina na frente do traço de s-TLC. O outroaumento no teor de Soprophor 4D 384 na micromistura de 50 % para 90 %resultou na distribuição mais uniforme da bifentrina ao longo do traço de s-TLC. O movimento no solo adicional de bifentrina foi observado quando aplaca foi desenvolvida na segunda vez. Os dados apresentados são evidentesdesta variação da relação dos componentes da micromistura que impacta amobilidade no solo.
Tabela 28
<table>table see original document page 102</column></row><table>
Os dados apresentados são evidentes de que a variação darelação dos componentes da micromistura impacta a mobilidade no solo.
Exemplo 56. Teste biológico de uma micromistura
A micromistura preparada no Exemplo A3 acima foi dispersaem água e centrifugada para remover quaisquer agregados visíveis. Osobrenadante resultante continha 77,3 % da concentração de Bifentrinadirecionada. Este material foi comparado com uma amostra comercialmentedisponível de Talstar One Bifenthrin (comercialmente disponível da FMCCorporation) que após análise media 81,2 % da concentração de Bifentrinadirecionada. As duas amostras foram avaliadas na seguinte série de ensaios:
A. Ensaio do Disco de Dieta: Este ensaio mede a resposta doverme do broto de tabaco 5~ instar (TBW) em uma apresentação única dasformulações. O tempo de parada no intestino é estimado ser de cerca de 2horas. A micromistura tinha um valor LD50 de 80,4 ppm. O Talstar One tinhaum LD50 de 233,9 ppm.
As formulações de nanopartícula foram sub experimentadasmediante a fusão das formulações a 65 °C (exceto Lactose WP) e remoção daamostra fundida em um tubo marcado o peso da tara. Com base no peso daamostra, as amostras foram reconstituídas usando água destilada par obteruma diluição de 1:100. Todas as diluições subseqüentes usaram umaformação de nanopartícula em branco correspondente (sem bifentrina) paramanter uma concentração de copolímero em bloco constante de 1:100. Todasas diluições para as amostras Talstar One foram produzidas com águadestilada e a bifentrina técnica foi diluída com acetona. A concentração maiselevada foi 750 ppm e diminui usando diluições de 1:3 para 9 ppm. Aconcentração de todas as amostras diluídas foi determinada pelacromatografia HPLC e as concentrações reais foram usadas na análise deprobit para calcular os valores LD50 e LD90. As amostras diluídas foramaplicadas nos discos de dieta dentro de uma hora de sua preparação.
O TBW 5â instar pesando 160 mg ±16 mg foi selecionado ecolocado em bandejas de elevação CDC International de 32 reservatóriosvazias. As bandejas foram depois lacradas com uma tampa de plástico e oTBW foi deixado jejuar 90 minutos antes do ensaio. Oito larvas foram usadaspara cada ponto de dados.
Os discos de dieta para este tratamento foram preparados pordespejar Stoneville diet derretido aquecido em 65°C em tubos de centrífugaplásticos Corning de 50 ml e centrifugar 10 minutos em 4.000 X g emtemperatura ambiente para remover a matéria particulada. Uma broca decortiça número "0" foi inserida na dieta clarificada para obter núcleos dedieta. Estes núcleos de dieta foram depois cortados em discos de 4 χ 1 mmusando um lâmina de barbear de único fio e colocados sobre um pedaço depapel de filtro úmido exatamente antes da aplicação da amostra.
Embora as larvas de TBW tenham sido submetidas a jejum, 1ul das amostras de formulação diluídas foi aplicado na superfície do disco dedieta. Após 90 minutos de jejum, os discos de dieta tratados foramapresentados às TBW, que foram deixadas 30 minutos para consumir a dieta.Após 30 minutos a porcentagem do disco de dieta não consumido foiregistrada. As larvas foram subseqüentemente observadas um adicional de 30minutos para observar o início de uma reação de vômito em resposta aotratamento de bifentrina. Após estes período de observação, as larvas foramdistribuídas em bandejas de elevação CDC International de 32 reservatórioscontendo Stoneville diet e retornadas para a incubadora (28°C. 65 % RH;14:10 Luz:Escuridão). A morbidez e mortalidade foram registradasdiariamente durante três dias. A morbidez foi determinada como aincapacidade de uma larva corrigir a si mesma após 15 segundos depois de servirada de cabeça para baixo. As determinações de LD5O e LD90 foramproduzidas usando o software XL Stat onde grupos de mórbidos e mortosforam reunidos conjuntamente.
B. Ensaio Tópico: O ensaio tópico mede a resposta de TBW 5~instar em uma dose única das formulações aplicadas diretamente no ladodorsal do 3° segmento torácico. As larvas são expostas à amostracontinuamente durante o ensaio. A micromistura tinha um valor LD50 de 42,3ppm. Talstar One tinha um LD50 de 84,4 ppm.
C. Ensaio no Disco de Folha: O ensaio no disco de folha medea resposta de TBW 2~ instar em uma apresentação única das formulações emum corte de disco de folhas de algodão verdadeiras.
As diluições seriais de complexos poliméricos de bifentrinaforam preparadas em água DI e uma mistura polimérica "vazia" idênticaàquelas usadas na preparação do complexo. Discos de folha de um (1) cmforam cortados de folhas verdadeiras de algodão e colocadas em placas de 24reservatórios celulares contendo agar; 24 discos/tratamento (taxa) forampreparados. Uma gotícula de 15 ul de solução de tratamento foi aplicada nocentro de cada disco de folha de algodão e deixada secar em uma coifa defumaça (cerca de 1 a 2 h). Uma larva de TBW 2â instar foi colocada em cadacélula. As placas foram cobertas com película de plástico ventilada sustentadacom adesivo e colocadas em uma câmara ambiental @ c.27 (80 F). EM 24,48, 72 e 96 HAT, as placas foram inspecionadas para determinar amortalidade da larva; em 96 HAT, as avaliações de alimentação foramregistradas.

Claims (22)

1. Composição pesticida, caracterizada pelo fato de quecompreende uma micromistura compreendendo:(a) um primeiro composto anfifílico contendo pelo menos umcomponente hidrofóbico e pelo menos um componente hidrofílico e(b) um segundo composto selecionado do grupo consistindo de:homopolímeros hidrofóbicos ou copolímeros aleatórios;compostos anfifílicos com os mesmos componentes como oprimeiro composto anfifílico, mas com diferentes graus de pelomenos um dos componentes hidrofílicos ou hidrofóbicos oudiferente configuração dos componentes hidrofóbicos e/ouhidrofílicos;copolímeros em bloco com pelo menos um dos componentesquimicamente diferentes dos componentes hidrofílicos ouhidrofóbicos no primeiro composto anfifílico;copolímeros em bloco hidrofóbicos compreendendo pelo menosdois blocos hidrofóbicos diferentes;moléculas não poliméricas hidrofóbicas de peso molecular nãomaior do que 1000; emoléculas compreendendo um componente hidrofóbico ligado a umpolímero hidrofílico.
2. Composição de acordo com a reivindicação 1 caracterizadapelo fato de que o segundo composto é um homopolímero hidrofóbico oucopolímero aleatório que é mais hidrofóbico do que o primeiro compostoanfifílico.
3. Composição de acordo com a reivindicação 1, caracterizadapelo fato de que o primeiro composto e o segundo composto são amboscopolímeros em bloco de óxido de etileno/óxido de propileno, e o óxido deetileno prepara pelo menos 70 % do primeiro composto e não mais do que 30% do segundo composto.
4. Composição de acordo com a reivindicação 1, caracterizadapelo fato de que o primeiro composto é um copolímero de óxido deetileno/óxido de propileno, e o segundo composto é um copolímero de óxidode etileno/óxido de propileno em que os blocos de óxido de etileno contêmgrupos de fosfato terminais.
5. Composição de acordo com a reivindicação 1, caracterizadapelo fato de que o segundo composto é um tensoativo fluoroorgânico ou umcomposto aromático tendo pelo menos 2, mas menos do que 20 anéisaromáticos.
6. Composição de acordo com a reivindicação 5, caracterizadapelo fato de que o tensoativo fluoroorgânico ou o composto aromático aindacompreende um polímero hidrofílico.
7. Composição de acordo com a reivindicação 6, caracterizadapelo fato de que o polímero hidrofílico é óxido de polietileno.
8. Composição de acordo com a reivindicação 6 ou 7,caracterizada pelo fato de que o polímero hidrofílico ainda compreende umgrupo iônico.
9. Composição de acordo com a reivindicação 8, caracterizadapelo fato de que o grupo iônico é um grupo de sulfo ou um grupo de fosfato.
10. Composição de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que o segundo composto é um tensoativo nãopolimérico e pelo menos 10% da composição é o segundo composto.
11. Composição de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 1 a 7, caracterizada pelo fato de que não contém nenhumaágua adicionada.
12. Composição de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 1 a 7, caracterizada pelo fato de que contém pelo menos umdos que seguem: (a) solvente miscíveis em água ou (b) composto solúvel emágua.
13. Composição de acordo com a reivindicação 8,caracterizada pelo fato de que um composto solúvel em água é um compostopolimérico ou oligomérico solúvel em água.
14. Composição de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 1 a 7, caracterizada pelo fato de que não contém nenhumsolvente imiscível em água.
15. Composição de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 1 a 7, caracterizada pelo fato de que em seguida ou diluiçãoem água resulta em uma dispersão tendo tamanho de partícula na faixa denanoescala.
16. Método de controle de pestes, caracterizado pelo fato deque compreende a aplicação de uma composição como definida em qualqueruma das reivindicações de 1 a 7 em uma localidade infectada por pestes ouprovável de ser infestada por pestes.
17. Método de preparação de uma composição pesticida comodefinida em qualquer uma das reivindicações de 1 a 7, caracterizado pelo fatode que compreende a combinação de uma solução do composto anfifílico comuma solução de pelo menos um segundo composto e agitação durante umtempo suficiente para formar a micromistura.
18. Método de acordo com a reivindicação 17, caracterizadopelo fato de que a solução do primeiro composto anfifílico e a solução de pelomenos um segundo composto são combinadas mediante a adição das duassoluções em água no local onde a composição pesticida deve ser aplicada.
19. Micromistura de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que o primeiro componente compreende umcopolímero em bloco e o segundo componente é um tensoativo nãopolimérico com um hidrófobo formado por flúor ou compostos de múltiplosanéis aromáticos.
20. Micromistura de acordo com a reivindicação 1,caracterizada pelo fato de que cada um do primeiro componente e do segundocomponente é um copolímero em bloco.
21. Micromistura de acordo com a reivindicação 20,caracterizada pelo fato de que ainda compreende um tensoativo nãopolimérico com um hidrófobo que compreende um componente defluorocarbono.
22. Micromistura de acordo com qualquer uma dasreivindicações de 19 a 21, caracterizada pelo fato de que ainda compreendebifentrina.
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