VEÍCULO MOTORIZADO E ARRANJO DE PARA-CHOQUE PARA VEÍCULOS RODOVIÁRIOS [0001] A presente invenção refere-se a um arranjo de parachoque para veículo motorizado e particularmente para veículo utilitário. Arranjos de para-choque desse tipo são conhecidos do estado da técnica há muito tempo. Normalmente arranjos de para-choque desse tipo apresentam uma unidade de para-choque feita de um material plástico, sendo que nessa unidade de para-choque também ficam dispostos suportes para as iluminações de veiculo, ou seja, os faróis do veiculo. Neste caso, arranjos de para-choque desse tipo em geral são projetados estáveis de forma que eles também resistem ao peso de uma pessoa, que limpa, por exemplo, o vidro frontal do veiculo. Porém, não existe uma função extensiva principalmente com relação a uma proteção contra impacto nesses arranjos de para-choque.
[0002] É tarefa da presente invenção executar arranjos de para-choque para veículos a baixo custo. Uma outra tarefa reside em disponibilizar arranjos de para-choque, que possibilitem uma troca mais econômica em caso de danificações. De acordo com a invenção, isso pode ser feito através de um veiculo de acordo com a reivindicação 1 e um arranjo de para-choque para veiculo de acordo com a reivindicação 12. Formas de configuração vantajosas e aperfeiçoamentos são objetos das reivindicações dependentes.
[0003] Um veiculo, de acordo com a invenção, especialmente utilitário, apresenta um quadro do chassi, assim como um bloco de direção e um arranjo de para-choque no lado frontal, sendo que o arranjo de para-choque apresenta pelo menos um dispositivo de para-choque central assim como pelo menos duas
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2/10 unidades de suporte para meios de iluminação do veiculo, e essas duas unidades de suporte ficam distantes entre si. Além disso, o arranjo de para-choque ou pelo menos um componente dos mesmos é fixado no veiculo. De acordo com a invenção, as unidades de suporte são executadas separadas do dispositivo de para-choque central e as unidades de suporte são diretamente fixadas no veiculo. Através dessa medida é possível que no caso de danificação do dispositivo de parachoque central que pode ocorrer por exemplo durante a manobra, este pode ser separadamente trocado sem que ao mesmo tempo os dispositivos de suporte tenham que ser também trocados juntos. Desse modo, os custos podem ser reduzidos quanto á troca.
[0004]
Preferivelmente, as unidades de suporte ficam dispostas respectivamente no bloco de direção do veiculo.
Isso significa que as unidades de suporte e, consequentemente, também as unidades de iluminação nelas alojadas, tais como faróis ou também iluminações com LED, ficam dispostas diretamente no próprio veiculo, principalmente em seu chassi.
[0005]
Mais precisamente, os faróis do veiculo ficam fixados diretamente no quadro do chassi por meio das referidas unidades de suporte ou suportes para farol. No caso de uma outra forma de concretização vantajosa as unidades de suporte ficam dispostas preferivelmente no lado final em um tubo conector comum. Esse tubo conector comum serve, neste caso, preferivelmente também para distribuir forças de apoio para os pés na subida frontal. Desse modo, é possível fabricar o dispositivo de para-choque central menos estável e, consequentemente, de custo mais reduzido. Esse dispositivo
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3/10 de para-choque central pode ser projetado, em outras palavras, como pura peça de design, e não precisa ser projetado como peça estrutural de sustentação propriamente dita.
[0006] Preferivelmente, o tubo conector é feito de um metal e para a absorção de forças transversais. Preferivelmente, trata-se, no caso do tubo conector, de um tubo de aço.
[0007] Neste caso, é possível que o tubo conector fique alojado simplesmente nas duas unidades de suporte, e fique preso por elas. Mas também seria possível alojar o tubo conector adicionalmente a um bloco de direção e fixar na forma de concretização especialmente preferida o tubo conector nos dois suportes longitudinais do quadro do chassi. Desse modo, a resiliência do tubo conector pode ser aumentada.
[0008] No caso de uma outra forma de concretização preferida o dispositivo de para-choque central fica alojado no tubo conector ou adjacente a ele. Caso o usuário precise subir para limpar o vidro frontal no veiculo, ele poderá entrar com os pés em uma área do dispositivo de para-choque central, sendo que o tubo conector passa diretamente abaixo dessa área, tubo este que absorve a força do peso do usuário.
[0009] Em uma outra forma de concretização, o dispositivo central de para-choque é executado em várias peças. O dispositivo de para-choque central apresenta uma peça central e duas peças laterais dispostas lateralmente nessa peça central. Preferivelmente, neste caso, essas duas peças laterais são projetadas simetricamente entre si. Desse modo, podem ser reduzidos também os custos de reparo, já que os
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4/10 elementos respectivamente danificados podem ser meramente trocados. Preferivelmente a peça central fica em contato com as unidades de suporte e consequentemente com o quadro do chassi através das duas peças laterais.
[0010] Em uma outra forma de concretização vantajosa as peças laterais basicamente tampam as unidades de suporte para os meios de iluminação. Isso significa que as unidades de suporte ficam alojadas atrás dessas peças laterais. Em uma outra forma de concretização as unidades de suporte e o dispositivo de para-choque central são feitos de um material plástico. Desse modo, a produção de toda a unidade deparachoque pode ser feita a baixos custos. Vantajosamente, neste caso, as unidades de suporte e o dispositivo de para-choque são feitos de diferentes materiais plásticos. Assim é possível executar, por exemplo, o dispositivo de para-choque central com um termoplástico, por exemplo com um termoplástico injetado e as unidades de suporte também serem feitas de um termoplástico, porém de um termoplástico por exemplo reforçado com fibras, como por exemplo uma poliamida reforçada com fibras. Desse modo, é possível executar as unidades de suporte de forma mais estável do que a unidade de para-choque central, de forma que estas também possam alojar os meios de iluminação.
[0011] Preferivelmente trata-se, no caso do veiculo, de um veiculo utilitário.
[0012] A presente invenção, além disso, refere-se a um arranjo de para-choque para veículos rodoviários, que apresenta um dispositivo de para-choque central e pelo menos duas unidades de suporte, que são adequadas para o alojamento de meios de iluminação. Neste caso, o arranjo de para-choque
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central |
apresenta um meio de fixação para a colocação do |
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arranjo |
do para-choque em um veiculo. De acordo com a |
invenção, o dispositivo de para-choque central e as duas
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unidades |
de suporte são componentes separados e as duas |
unidades de suporte apresentam respectivamente meios de iluminação para o arranjo das unidades de suporte no veiculo. Com isso, é possível executar o dispositivo de para-choque central e as duas unidades de suporte separadas entre si.
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[0013] |
Preferivelmente, o arranjo de para-choque não fica |
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alojado |
ou fixado diretamente no veiculo, mas sim somente |
através de outros elementos estruturais, que ficam em contato preferivelmente diretamente com as unidades de suporte.
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[0014] |
Preferivelmente, o arranjo de para-choque apresenta |
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um tubo |
conector no qual ficam alojadas as unidades de |
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suporte |
preferivelmente no lado das extremidades. Por meio |
desse tubo conector, as unidades de suporte são sustentadas portanto ou, ao contrário, as duas unidades de suporte apoiam o tubo conector. O tubo conector, portanto, é parte integrante do arranjo de para-choque, de acordo com a invenção.
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[0015] |
Em uma outra forma de concretização vantajosa, o |
dispositivo de para-choque central e as unidades de suporte são feitos de diferentes materiais plásticos.
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[0016] |
Em uma outra forma de concretização vantajosa, o |
dispositivo de para-choque central também fica alojado no tubo conector.
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[0017] |
Outras vantagens e formas de concretização constam |
dos desenhos anexos, onde
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[0018] |
A figura 1 mostra um arranjo de para-choque de |
acordo com o estado da técnica;
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6/10 [0019] A figura 2 mostra um vista em perspectiva de um arranjo de para-choque, de acordo com a invenção;
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[0020] |
A figura |
3 a mostra |
uma |
vista |
de cima de frente |
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sobre uma |
peça do |
arranjo de |
para- |
-choque |
, de acordo com a |
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invenção; |
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[0021] |
A figura |
3b mostra |
uma |
vista |
em perspectiva da |
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ilustração mostrada |
na figura 3 |
a; |
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[0022] A figura 4 a mostra uma vista de uma peça da vista de frente do para-choque, de acordo com a invenção; e [0023] A figura 4b mostra uma vista de cima sobre a vista da figura 4a.
[0024] A figura 1 mostra uma vista parcial de um arranjo de para-choque 100, de acordo com o estado da técnica. Esse arranjo de para-choque 100 é neste caso, feito em peça única e apresenta uma abertura 106 para o alojamento de um corpo de iluminação, como por exemplo um farol. Além disso, é previsto um apoio para os pés 104, sobre o qual o motorista pode se colocar para limpar por exemplo o pára-brisa. Por essa razão, o arranjo de para-choque 100 pode ser projetado de forma relativamente estável para suportar o peso de uma pessoa adulta, particularmente de um homem adulto. Porém, o arranjo de para-choque 100 não é projetado de forma estável de forma que ele ofereça proteção em caso de acidente. Todavia é necessário, no caso de danificação desse arranjo de parachoque 100, trocar todo o arranjo de para-choque 100, o que também implica em elevados custos de tempo de trabalho.
[0025] A figura 2 mostra uma vista em perspectiva de um arranjo de para-choque 1, de acordo com a invenção, que fica alojado em uma parte de um veiculo. Neste caso, o sinal de referência 12 designa dois suportes longitudinais do veiculo,
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7/10 que ficam conectados entre si através de um suporte transversal 18. O sinal de referência 14 refere-se respectivamente a blocos de direção, que ficam dispostos nos suportes longitudinais 12. Nessa área do veiculo, fica disposto o arranjo de para-choque 2 de múltiplas peças. Esse arranjo de para-choque 2 é composto, entre outras coisas, de um dispositivo de para-choque 2 central, assim como de duas unidades de suporte 6, 8, sendo que essa unidade de parachoque central 2, as unidades de suporte 6 e 8 não ficam diretamente em contato entre si.
[0026] As duas unidades de suporte 6, 8 apresentam respectivamente aberturas para o alojamento de meios de iluminação. Além disso, diferentemente do estado da técnica as duas unidades de suporte 6, 8 ficam alojadas diretamente no chassi e neste caso, principalmente no bloco de direção 14. O sinal de referência 4 refere-se a um tubo conector, que fica alojado preferivelmente nos suportes longitudinais 12. Na área final desse tubo conector 4 ficam alojadas as duas unidades de suporte 6,8. Os sinais de referência 32 e 34 referem-se a dispositivos de união tais como conectores de encaixe, que engrenam em conectores de encaixe correspondentes 41, 44 nos blocos de direção 14.
[0027] O sinal de referência 54 refere-se ao assim chamado boca de lobo, no qual pode ser inserido um cabo de reboque ou um outro dispositivo de reboque. Esse dispositivo de reboque 54 estende-se no estado montado, através de uma abertura correspondente, para dentro do dispositivo de para-choque central 2. O dispositivo de para-choque central 2 , conforme mostra a figura, é montado em três peças, e composto de uma peça central 22 e de peças laterais 24 e 26 dispostas em
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8/10 volta dessa peça central 22. Essas duas peças laterais 24 e 26, neste caso, ficam alojadas na direção de marcha antes das unidades de suporte 6 e 8, e apresentam respectivamente uma abertura, pela qual pode passar a luz emitida pelos dispositivos de iluminação (não ilustrados). Além disso, são previstos dispositivos de conexão 52 para alojar as peças laterais 24, 26 nos lados de suporte 6,8.
[0028] A figura 3 a mostra uma vista de cima, de trás, sobre a área do veiculo, na qual as duas unidades de suporte 6,8 ficam dispostas. Por sua vez, é possível identificar as aberturas 38 para o alojamento dos meios de iluminação (não ilustrados). Além disso, é possível observar que os segmentos finais do tubo conector 4 ficam alojados em dispositivos de aperto 48, que são projetados neste caso em formato anular. O tubo conector 4, conforme podemos observar na figura 3a, é curvado para baixo a partir de uma peça central. No estado montado, essa área central fica disposta abaixo do apoio para os pés 50 da peça central 22 do dispositivo de para-choque central 2, e desse modo, é possível que o motorista que pisa sobre o apoio para os pés, submeta a carga diretamente o tubo conector 4 apto a operar sob carga.
[0029] Na forma de concretização mostrada na figura 3a, o tubo conector 4 fica alojado nas duas unidades de suporte 6,8. Porém, esse tubo conector fica disposto preferivelmente adicionalmente pelo menos indiretamente nos suportes longitudinais 12, ou também em um componente do bloco de direção 14.
[0030] A figura 3b mostra uma ilustração em perspectiva do arranjo mostrado na figura 3a. Neste caso, é possível verificar dois outros corpos de luva 58, que servem para o
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9/10 apoio da cabine do veículo. Também podemos verificar neste caso dispositivos de conexão 56, que servem para a conexão com as peças laterais do arranjo de para-choque mostradas na figura 2.
[0031] A figura 4 a e 4b mostram uma vista do detalhe mostrado na figura 3a, de trás. Pode-se observar novamente o arranjo das unidades de suporte 6 e 8 nos blocos de direção respectivos 14.
[0032] Conforme ilustrado nas figuras, o tubo conector não fica diretamente em contato com o dispositivo de para-choque central mas sim sustenta-o simplesmente na área de apoio para os pés. Seria também possível que o dispositivo de parachoque central 2 ficasse fixamente alojado no tubo conector 4 ou em uma área do suporte longitudinal 12 ou em uma área do bloco de direção 14.
[0033] Todas as características publicadas nos documento do pedido de patente são reivindicadas como parte integrante da invenção, uma vez que elas apresentam novidade seja individualmente ou em combinação em relação ao estado da técnica.
Sinais de referência
- arranjo de para-choque
- dispositivo de para-choque
- tubo conector
6,8- unidades de suporte
- suporte longitudinal
- blocos de direção
- peça central
24, 26 - peças laterais
- abertura em peça lateral
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32, 34 - dispositivo de conexão
- aberturas
42,44 - conexão de encaixe
- dispositivo de fixação
- apoio para os pés
- dispositivo de conexão
- boca do lobo
- dispositivo de conexão
- corpo de luva
100 - arranjo de para-choque (estado da técnica)
104 - apoio para os pés (estado da técnica)
106 - abertura (estado da técnica)
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