BRPI0611330A2 - método e aparelho para o rolamento de uma massa alimentìcia e uma masssa alimentìcia em formato de disco fabricada pelo método - Google Patents

método e aparelho para o rolamento de uma massa alimentìcia e uma masssa alimentìcia em formato de disco fabricada pelo método Download PDF

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BRPI0611330A2
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Morikawa Michio
Hayashi Torahiko
Tsuchida Takamasa
Ebata Hiroshi
Kobayashi Norio
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Rheon Automatic Machinery Co., Ltd.
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Abstract

MéTODO E APARELHO PARA O ROLAMENTO DE UMA MASSA ALIMENTìCIA E UMA MASSA ALIMENTìCIA EM FORMATO DE DISCO FABRICADA PELO MéTODO. Estas invencões prov²em um método e um aparei o para rolamento de uma massa alimentícia sem se ca sar um deslizamento entre a massa alimentícia e os r los de rolamento e sem causar retracões torcidas na massa alimentícia, e uma massa alimentícia em formato de disco fabricada pelo método. Ainda, estas invencões se referem à massa alimentícia em formato de disco fabricada pelo método e ao aparelho. O aparelho usado para o método é compreendido por um berco que pode subir relativamente para longe de e descer em direcao a uma mesa, e rolos de rolamento de formato conico dispostos de forma rotativa no berco, cujos rolos podem oscilar. Quando a massa alimentícia é rolada por meio dos rolos de rolamento pela prensagem da massa alimentícia, os rolos de rolamento rodam de modo que a velocidade da rotacao seja mais alta do que quando eles sao rodados passivamente pelo movimento de oscilacao. A velocidade relativa da descida dos rolos de rolamento em direcao à massa alimentícia é controlada de modo que a velocidade diminua gradualmente a partir da velocidade inicial.

Description

MÉTODO E APARELHO PARA O ROLAMENTO DE UMA MASSA ALIMENTÍCIAE UMA MASSA ALIMENTÍCIA EM FORMATO DE DISCO FABRICADA PELO
MÉTODO
Campo da Invenção
Estas invenções se referem a um método e a um aparelhopara rolamento de massa alimentícia, de modo que uma massaalimentícia em formato de disco possa ser formada a partirde um bloco dela. Por exemplo, há massa para pizza comcrosta de queijo, massa para pão, massa para pizza tendorecheios, e massa para pão tendo recheios, como um bloco demassa alimentícia. Mais particularmente, de acordo com estemétodo e aparelho, uma massa alimentícia em formato dedisco tendo uma espessura uniforme pode ser formada apartir de um bloco dela sem se causar um deslizamento entrea massa alimentícia e rolos de rolamento e sem causarretrações torcidas na massa alimentícia. Ainda, estasinvenções se referem à massa alimentícia em formato dedisco fabricada pelo método e pelo aparelho.
Antecedentes da Invenção
Geralmente, quando uma massa para torta, massa parapizza ou massa para pão tendo um formato achatado éfabricada, o método a seguir é usado. Em primeiro lugar, umbloco de massa alimentícia tendo um formato apropriado, talcomo um formato aproximadamente esférico, sólido retangularou espesso e tipo de disco é preparado. Então, o bloco demassa alimentícia é rolado, e a massa alimentícia tendo umformato achatado, tal como um formato tipo de disco, elipseou aproximadamente tetragonal, é fabricado. (Veja os Documentos de Patente 1, 2 e 3.)
Há um aparelho para a formação de uma massaalimentícia em formato de disco que compreende:
um dispositivo para a fabricação de um material debase feito a partir de farinha misturada, onde odispositivo tem uma cinta transportadora,
uma matriz para o corte da periferia do material debase para a formação de um formato predeterminado por meiodo movimento alternativo e vertical da matriz, onde amatriz é disposta acima da cinta transportadora,
uma placa circular disposta abaixo da cintatransportadora, e
uma pluralidade de pequenos rolos dispostos na placacircular, de modo que a pluralidade dos rolos pequenosforme pelo menos uma convolução,
onde os rolos pequenos pressionam a superfícieinferior da cinta transportadora, onde a matriz desce emdireção à cinta transportadora. (Veja o Documento dePatente 4.)
Há vários tipos de massa alimentícia contendorecheios, tais como massa de pão contendo camadas de creamcheese como camadas à base de óleo, e uma crosta de pizzacontendo molho à base de óleo. Estas massas alimentíciascontendo recheios são fabricadas por meio do método aseguir. Em primeiro lugar, um bloco de massa alimentíciaincrustando um material à base de óleo, como um pãozinho("bun") com um recheio de geléia de feijão, é fabricado. Emseguida, o bloco da massa alimentícia é rolado por umaparelho de rolamento que tem um par de rolos verticalmentedispostos nele, de modo que uma crosta substancialmenteelíptica possa ser feita. Então, a crosta substancialmenteelíptica é rodada a 90 graus e é rolada novamente peloaparelho de rolamento, de modo que a crostasubstancialmente circular possa ser feita. (Veja oDocumento de Patente 5.)
Documento de Patente 1: Gazeta de Patente Japonesa N0S32-3040
Documento de Patente 2: Gazeta de Patente Japonesa N0S58-32847
Documento de Patente 3: Publicação Aberta de PatenteJaponesa N0 S57-129634
Documento de Patente 4: Publicação Aberta de PatenteJaponesa N0 H4-293447
Documento de Patente 5: Publicação Aberta de PatenteJaponesa N0 Hll-32660Exposições das Invenções
O Documento de Patente 1 mostra um aparelho quecompreende:
uma mesa para colocação de massa alimentícia sobre ela,
um membro para suporte de rolos de rolamento dispostosacima da mesa, onde o membro pode se mover verticalmente erodar em torno do eixo geométrico vertical do centro domembro no plano horizontal, e
rolos de rolamento de formato cônico dispostos deforma rotativa no membro para suporte dos rolos pararolamento da massa alimentícia.
O documento de Patente 2 mostra um aparelho quecompreende:
uma mesa para colocação de massa alimentícia sobreela, onde a mesa é rotativa no plano horizontal,
um membro para suporte de rolos de rolamento dispostosacima da mesa, onde o membro pode se mover verticalmente, erolos de rolamento de formato cônico dispostos deforma rotativa no membro para suporte dos rolos pararolamento da massa alimentícia.
Para as invenções mostradas nos Documentos de Patente1 e 2, os rolos de rolamento relativamente sobem para longee descem em direção à massa alimentícia posta sobre a mesae a pressionam. Ainda, os rolos de rolamento podem oscilarem torno do eixo geométrico vertical do membro para suportedeles e podem rodar passivamente por meio do movimento deoscilação. A massa alimentícia é rolada pelos rolos derolamento que se movem conforme explicado acima. Nestasinvenções, um recurso técnico distinguível é que os rolosde rolamento rodam passivamente por meio do movimento deoscilação do membro para suporte deles. Conseqüentemente, amassa alimentícia processada pelo aparelho pode serdanificada, uma vez que um deslizamento pode ser causadoentre as superfícies dos rolos de rolamento e a massaalimentícia. Ainda, gravações tipo de nervura podem sercausadas na frente dos rolos de rolamento. Uma vez que asgravações se movem para frente juntamente com os rolos derolamento, leva um longo tempo para rolar a massaalimentícia de modo que ela tenha uma espessura uniforme.
Além disso, quando a massa alimentícia ê mais tenaz, podeser mais difícil rolar a massa alimentícia de modo quetenha uma espessura uniforme.
Para a invenção mostrada no Documento de Patente 3, háos mesmos problemas.
Para a invenção mostrada no Documento de Patente 4,uma vez que a massa alimentícia é rolada pelos rolos derolamento ao longo de uma cinta transportadora, a etapa derolamento da massa alimentícia não é efetiva.
Para a invenção mostrada no Documento de Patente 5,uma vez que é requerido que a direção para rolamento damassa alimentícia seja mudada pelo menos duas vezes, aetapa de rolamento da massa alimentícia também não éefetiva. Ainda, é difícil fazer uma massa alimentícia tendoum formato circular.
Ainda, para a invenção mostrada nos Documentos dePatente 1 e 2, é requerido alimentar a massa alimentíciapara a mesa e, também, remover a massa alimentícia tendo umformato tipo de disco após o rolamento dela. Assim, há umproblema pelo fato de a eficiência da etapa para fabricaçãodessa massa alimentícia não ser alta.
Estas invenções pretendem resolver os problemas. Noprimeiro aspecto destas invenções, elas se referem a ummétodo para rolamento de massa alimentícia sobre a mesa pormeio de rolos de rolamento oscilando acima da mesa.Especialmente, para estas invenções, os rolos de rolamentorodam de modo que eles rodem a uma velocidade mais alta doque quando eles são rodados passivamente por seu movimentode oscilação.
Ainda, estas invenções se referem a um aparelho pararolamento da massa alimentícia sobre a mesa por meio dosrolos de rolamento oscilando acima da mesa. O aparelho écompreendido por um primeiro motor usado como um primeiromeio de acionamento para oscilação dos rolos de rolamento eum segundo motor usado como um segundo meio de acionamentopara rotação deles. O aparelho também é provido com um meiode controle para controle daqueles motores para rotação dosrolos de rolamento, de modo que eles girem a uma velocidademais alta do que quando eles forem rodados passivamentepelo movimento de oscilação.
Ainda, estas invenções se referem a um método pararolamento da massa alimentícia sobre uma mesa, de modo queuma massa alimentícia em formato de disco possa ser formadaa partir de um bloco dela. 0 aparelho usado para o método écompreendido por um berço que pode subir relativamente apartir de e descer em direção à mesa, e rolos de rolamentode formato cônico dispostos de forma rotativa no berço,cujos rolos podem oscilar em torno do eixo geométrico docentro do berço. Especialmente, para estas invenções,quando a massa alimentícia é rolada por meio dos rolos derolamento ao se pressionar a massa alimentícia, os rolos derolamento rodam de modo que eles rodem a uma velocidademais alta do que quando eles são rodados passivamente pelomovimento de oscilação.
Para o método de rolamento da massa alimentícia destasinvenções, a velocidade relativa da descida dos rolos derolamento para a massa alimentícia é controlada de modo quea velocidade gradualmente diminua a partir da velocidadeinicial, a uma taxa predeterminada.
Para o método de rolamento da massa alimentícia destasinvenções, a velocidade relativa da descida dos rolos derolamento em direção à massa alimentícia é controlada demodo que, por um certo tempo inicial ou pelo temponecessário para a obtenção de uma massa alimentícia tendouma espessura predeterminada, a velocidade seja mantida aum valor constante e, então, a velocidade gradualmentediminua a partir da velocidade inicial a uma taxapredeterminada.
Para o método de rolamento da massa alimentícia destasinvenções, a velocidade relativa da descida dos rolos derolamento em direção à massa alimentícia é controlada demodo que a velocidade gradualmente diminua a partir davelocidade inicial ao longo de uma curva de segunda ordemou de uma maneira em incrementos.
Ainda, para o aparelho para rolamento da massaalimentícia sobre a mesa, de modo que a massa alimentíciaem formato de disco possa ser formada a partir de um blocodela, o aparelho é compreendido por um berço que pode subirrelativamente para longe de e descer em direção à mesa,rolos de rolamento de formato cônico dispostos de formarotativa no berço, cujos rolos podem oscilar em torno doeixo geométrico do centro do berço, e motores para rotaçãodos rolos de rolamento.
O aparelho para rolamento da massa alimentícia éadicionalmente compreendido por uma pluralidade de rolos derolamento e respectivos motores correspondentes aos rolospara rotação deles.
O aparelho para rolamento da massa alimentícia éadicionalmente compreendido por uma pluralidade de rolos derolamento e respectivos motores para rotação deles, onde onúmero de motores é menor do que aquele dos rolos derolamento, e onde os rolos de rolamento são conectados aosmotores através de uma transmissão.
Para estas invenções, o aparelho para rolamento damassa alimentícia adicionalmente compreende um motor paraoscilação relativa dos rolos de rolamento, e um meio decontrole para controle da rotação do motor, de modo que avelocidade da rotação dos rolos de rolamento possa sermantida a uma velocidade mais alta do que quando eles forempassivamente rodados pelo movimento de oscilação.
0 aparelho é adicionalmente compreendido por umatuador para elevação relativa dos rolos de rolamento paralonge da mesa e abaixamento deles em direção à mesa, e ummeio de controle para controle do padrão de acionamento doatuador.
Para o aparelho para rolamento da massa alimentícia, amesa é adicionalmente compreendida por um meio detransporte para o transporte da massa alimentícia a partirda posição do aparelho para rolamento dela para uma outraposição do aparelho para remoção dela.
Para o aparelho para rolamento da massa alimentíciasobre a mesa, de modo que uma massa alimentícia em formatode disco possa ser formada a partir de um bloco dela, oaparelho é compreendido por rolos de rolamento de formatocônico dispostos de forma rotativa acima da mesma, cujosrolos podem oscilar em torno do eixo geométrico do centroda mesa, engrenagens de pinhão integradas com os rolos derolamento, e uma engrenagem de guia em formato de anel seencaixando nas engrenagens de pinhão, onde pelo menos amesa ou os rolos de rolamento podem subir e descer.
Para o aparelho para rolamento da massa alimentícia, oaparelho é ainda compreendido por um motor para oscilaçãorelativa dos rolos de rolamento para a mesa, onde o númerode dentes das engrenagens de pinhão e das engrenagens deguia é regulado de modo que a velocidade da rotação dosrolos de rolamento, cuja rotação é causada por um encaixeentre as engrenagens de pinhão e a engrenagem de guia emformato de anel, possa ser mantida a uma velocidade maisalta do que aquela quando eles forem passivamente rodadospelo movimento de oscilação.
0 aparelho é ainda compreendido por um atuador paraelevação relativa dos rolos de rolamento para longe de eabaixamento deles em direção à mesa, e um meio de controlepara controle de um padrão de acionamento do atuador.
Para o segundo aspecto destas invenções, elas sereferem a um método para a fabricação de uma massaalimentícia em formato de disco, onde a massa alimentíciatendo um formato substancialmente esférico é rolada, demodo que a massa alimentícia tenha um formato tipo de placacircular. A massa alimentícia é rolada por meio de rolos derolamento dispostos acima da mesa com uma distância entre amesa e os rolos, onde os rolos de rolamento são acionadosde modo a rodarem e oscilarem. Ao se diminuir gradualmentea distância entre a mesa e os rolos de rolamento, osvértices dos rolos de rolamento começam a contatar o centroda massa alimentícia. Quando a distância diminui mais, aárea da massa alimentícia contatando os rolos de rolamentogradualmente aumenta e, então, a massa alimentícia éempurrada na direção radial a partir do centro da massaalimentícia. Conseqüentemente, a massa alimentícia emformato de disco pode ser fabricada.
Ainda, uma massa alimentícia tipo de disco contendorecheios nela pode ser fabricada.
Ainda, a massa alimentícia em formato de disco tendopartículas de alimento aderindo à superfície de fundo delapode ser fabricada pelo espalhamento das partículas sobre amesa antes do rolamento dela.Quando a massa alimentícia é rolada, a mesa, a qualtem uma área circunferencial externa e circular que éligeiramente menor do que a área do centro da mesa, podeser usada para a fabricação da massa alimentícia tendo umaborda que seja ligeiramente mais alta do que a área docentro da massa alimentícia.
Ainda, estas invenções se referem a uma massaalimentícia fabricada por este método.
Para o terceiro aspecto destas invenções, elas sereferem a um método para o rolamento de um bloco de massaalimentícia por um aparelho, onde o aparelho para rolamentoda massa alimentícia é compreendido por uma mesa rodando emtorno de um eixo geométrico vertical, e rolos de rolamento,os quais são dispostos acima da mesa e são rodados em tornode seus respectivos eixos.
Especialmente, para estas invenções, os rolos derolamento rodam de modo que eles rodem a uma velocidademais alta do que quando eles forem rodados passivamentepelo movimento de oscilação.
Ainda, para o método para rolamento de massaalimentícia, até os rolos de rolamento começarem a contatara massa alimentícia, a mesa é mantida de modo que ela nãorode ou rode a uma velocidade baixa. Após os rolos derolamento contatarem a massa alimentícia, a mesa roda a umavelocidade alta predeterminada, e, então, a massaalimentícia é rolada pela diminuição da distância entre amesa e os rolos de rolamento.
Ainda, para o método para rolamento de massaalimentícia, no final da etapa de rolamento da massaalimentícia, os rolos de rolamento são controlados de modoque eles possam rodar a uma velocidade baixa.
Ainda, para o método para rolamento de massaalimentícia, no final da etapa para rolamento da massaalimentícia, a rotação da mesa e a dos rolos de rolamentosão paradas. Então, de uma vez, a mesa e os rolos derolamento são controlados de modo que eles rodem na direçãoinversa.
Ainda, para o método para rolamento da massaalimentícia, a velocidade relativa da descida dos rolos derolamento para a massa alimentícia é controlada, de modoque a velocidade gradualmente diminua a partir davelocidade inicial a uma taxa predeterminada.
Para o método para rolamento da massa alimentícia, avelocidade relativa da descida dos rolos de rolamento paraa massa alimentícia é controlada de modo que, por um certotempo inicial ou pelo tempo necessário para a obtenção deuma massa alimentícia tendo uma espessura predeterminada, avelocidade é mantida a um valor constante.
Ainda, para o método para rolamento da massaalimentícia, a velocidade relativa da descida dos rolos derolamento em direção à massa alimentícia é controlada demodo que a velocidade gradualmente diminua a partir davelocidade inicial ao longo de uma curva da segunda ordemou de uma maneira em incrementos.
Ainda, para o aparelho para rolamento da massaalimentícia, de modo que uma massa alimentícia em formatode disco possa ser formada a partir de um bloco dela, oaparelho é compreendido por uma mesa rodada por um motor,onde a massa alimentícia pode ser posta sobre a mesa, e osrolos de rolamento dispostos acima da mesa, onde a mesapode ser rodada por um motor, onde pelo menos a mesa ou osrolos de rolamento podem subir ou descer.
0 aparelho é ainda compreendido por um atuador paraelevação relativa dos rolos de rolamento para longe da mesae abaixamento deles em direção à mesa, e um meio decontrole para controle do padrão de acionamento do atuador.
0 aparelho é ainda compreendido por um dispositivo deposicionamento para posicionamento de uma bandeja paracolocação de massa alimentícia sobre ela.
0 aparelho é ainda compreendido por um controladorpara controle dos motores para acionamento da mesa e dosrolos de rolamento, onde o controlador é compreendido poruma memória a qual armazena os dados de um gráfico deperfil para controle dos motores, de modo que a velocidadedos rolos de rolamento diminua no final da etapa derolamento.
O aparelho é ainda compreendido por um meio deoperação para mudança livre da direção da rotação da mesa eda rotação dos rolos de rolamento.
De acordo com o primeiro e o terceiro aspectos destasinvenções, uma vez que é possível reduzir o deslizamentoentre a massa alimentícia e os rolos de rolamento eeficientemente rolar a massa alimentícia, uma massaalimentícia em formato de disco tendo uma espessurauniforme pode ser formada eficientemente.
De acordo com o segundo aspecto destas invenções, umavez que os rolos de rolamento são forçados a rodarem eoscilarem, a massa alimentícia é uniformemente empurrada emdireção à direção radial a partir do centro dela e é roladade modo que tenha uma espessura uniforme.Para o método para rolamento da massa alimentícia, emprimeiro lugar, os vértices dos rolos de rolamento começama contatar e pressionarem o centro da massa alimentícia.Então, a distância entre os rolos de rolamento e a massaalimentícia diminui mais, a área da massa alimentíciacontatando os rolos de rolamento gradualmente aumenta e,então, a massa alimentícia é empurrada para longe emdireção ã direção radial a partir do centro da massaalimentícia.
Ainda, a massa alimentícia em formato de discocontendo recheios nela pode ser fabricada pelo rolamento deum bloco substancialmente esférico de massa alimentícia,onde a massa alimentícia em formato de disco tem uma porçãoque tem uma camada contendo o recheio no centro dela e umaborda feita apenas a partir da massa alimentícia.
Quando esta massa alimentícia em formato de disco éassada, uma vez que há uma diferença na condução térmicaentre a porção em camadas e a borda da massa alimentícia, épossível fabricar produtos para terem uma porção fina e emcamadas e uma borda tipo de anel expandida.
A massa alimentícia em formato de disco tendopartículas de alimento aderindo para decorações nasuperfície de fundo dela pode ser rolada pelo espalhamentodas partículas sobre a mesa, antes do rolamento dela.Especificamente, uma vez que a etapa para rolamento edecoração da massa alimentícia é simultaneamentecompletada, é possível simplificar a etapa.
Quando a massa alimentícia é rolada, se a mesa, a qualtem uma área circunferencial externa e circular que éligeiramente menor do que a área do centro dela é usadapara a fabricação da massa alimentícia, é possível fazeruma massa alimentícia a qual tem uma borda que éligeiramente mais alta do que a área do centro da massaalimentícia.
De acordo com o segundo aspecto destas invenções, emcomparação com o método convencional, é possível fabricarfacilmente muitos tipos de massa alimentícia tendo formatoscomplexos.
Breves Descrições dos Desenhos
A Fig. 1 se refere a uma modalidade de acordo com oprimeiro aspecto do aparelho para rolamento de massaalimentícia das presentes invenções e mostra uma vistaconceituai e em elevação do aparelho.
A Fig. 2 se refere a uma modalidade de acordo com oprimeiro aspecto de um aparelho para rolamento de massaalimentícia das presentes invenções e mostra uma vistaconceituai e plana do aparelho.
A Fig. 3 mostra as etapas para rolamento da massaalimentícia.
A Fig. 4 se refere a uma segunda modalidade de acordocom o primeiro aspecto do aparelho para rolamento da massaalimentícia das presentes invenções e mostra uma vistaconceituai e em elevação do aparelho.
A Fig. 5 se refere a uma terceira modalidade de acordocom o primeiro aspecto do aparelho para rolamento da massaalimentícia das presentes invenções e mostra uma vistaconceituai e em elevação do aparelho.
A Fig. 6 se refere a uma terceira modalidade de acordocom o primeiro aspecto do aparelho para rolamento da massaalimentícia das presentes invenções e mostra uma vistaaumentada dos rolos de rolamento do aparelho.
A Fig. 7 mostra gráficos indicando a velocidaderelativa da descida dos rolos de rolamento em direção àmassa alimentícia, a distância entre os rolos de rolamentoe a mesa, a área da massa alimentícia rolada e o raio médioda massa alimentícia, como uma função do tempo na etapa derolamento.
A Fig. 8 mostra gráficos alternativos indicando avelocidade relativa da descida dos rolos de rolamento emdireção à massa alimentícia, a distância entre os rolos derolamento e a mesa, a área da massa alimentícia rolada e oraio médio da massa alimentícia, como uma função do tempona etapa de rolamento.
A Fig. 9 também mostra gráficos alternativos indicandoa velocidade relativa da descida dos rolos de rolamento emdireção à massa alimentícia, a distância entre os rolos derolamento e a mesa, a área da massa alimentícia rolada e oraio médio da massa alimentícia, como uma função do tempona etapa de rolamento.
A Fig. 10 também mostra gráficos alternativosindicando a velocidade relativa da descida dos rolos derolamento em direção à massa alimentícia, a distância entreos rolos de rolamento e a mesa, a área da massa alimentíciarolada e o raio médio da massa alimentícia, como uma funçãodo tempo na etapa de rolamento.
A Fig. 11 também mostra gráficos alternativosindicando a velocidade relativa da descida dos rolos derolamento em direção à massa alimentícia, a distância entreos rolos de rolamento e a mesa, a área da massa alimentíciarolada e o raio médio da massa alimentícia, como uma funçãodo tempo na etapa de rolamento.
A Fig. 12 é um diagrama de blocos indicando aconstituição principal do meio de controle.
A Fig. 13 se refere a uma modalidade de acordo com osegundo aspecto das presentes invenções e mostra as etapaspara rolamento da massa alimentícia contendo recheios nela.
A Fig. 14 mostra amostras fabricadas pela modalidadede acordo com o segundo aspecto das presentes invenções.
A Fig. 15 se refere à modalidade de acordo com osegundo aspecto das presentes invenções e mostra as etapaspara rolamento da massa alimentícia sem partículasalimentícias espalhadas.
A Fig. 16 se refere à modalidade de acordo com osegundo aspecto das presentes invenções e mostra as etapaspara rolamento da massa alimentícia sobre a mesa a qual temuma área circunferencial externa e circular que éligeiramente menor do que a área do centro dela.
A Fig. 17 se refere à modalidade de acordo com osegundo aspecto das presentes invenções e mostra as etapaspara rolamento da massa alimentícia sobre um transportador,o qual tem uma área circular que é ligeiramente mais altado que o restante do transportador.
A Fig. 18 se refere a uma modalidade de acordo com oterceiro aspecto de um aparelho para rolamento de massaalimentícia das presentes invenções e mostra uma vistaconceituai e em elevação do aparelho.
A Fig. 19 mostra um diagrama de blocos indicando aconstituição principal do meio de controle da modalidade deacordo com o terceiro aspecto do aparelho para rolamento demassa alimentícia das presentes invenções.A Fig. 20 se refere à modalidade de acordo com oterceiro aspecto das presentes invenções e mostra as etapaspara rolamento da massa alimentícia da modalidade.
A Fig. 21 se refere à modalidade de acordo com oterceiro aspecto das presentes invenções e mostra etapasalternativas para rolamento da massa alimentícia damodalidade.
A Fig. 22 se refere a uma outra modalidade de acordocom o terceiro aspecto do aparelho para rolamento de massaalimentícia das presentes invenções e mostra uma vistaconceituai e em elevação do aparelho.Descrição Detalhada das Modalidades Preferidas
Conforme mostrado nas Fig. 1 e 2, para uma modalidadede acordo com o primeiro aspecto de um aparelho pararolamento de massa alimentícia das presentes invenções, oaparelho 1 é compreendido por um balcão 5, o qual é usadocomo um tipo de mesa, para colocação de um bloco de massaalimentícia 3 com um formato arbitrário, e uma cintatransportadora 7 disposta no balcão 5 para transporte damassa alimentícia 3, cuja cinta transportadora 7 é usadacomo um tipo de meio de transporte. A cinta transportadora7 seqüencialmente pode transportar a massa alimentícia 3 apartir da posição 9A para suprimento dela para a posição 9Cpara retirada dela através da posição 9B para rolamentodela.
Para a modalidade mostrada nas Fig. 1 e 2, a cintatransportadora 7 é constituída por uma cinta contínua.Contudo, a cinta transportadora 7 pode ser constituída portrês cintas separadas, uma para cada posição 9A, 9B e 9C.
Na posição 9B, um quadro superior 11 (não mostrado)está localizado acima do balcão 5. Um berço que sobe edesce 15 é afixado a membros de guia 13 dispostos no quadrosuperior 11, onde o berço 15 pode subir relativamente paralonge de e descer em direção ao balcão 5. 0 berço 15 podeser acionado por um meio de acionamento (não mostrado)trabalhando como um atuador para elevação e abaixamentodele, tal como um cilindro hidráulico ou um fuso de esferasacionado por um servomotor.
0 berço 15 é provido com um motor 17 para oscilaçãodos rolos de rolamento. 0 eixo de saída do motor 17 éconectado a um membro estrutural 19 para suporte dos rolosde rolamento 23. 0 membro estrutural 19 é provido com umflange de cubo conectado ao eixo de saída do motor 17 e umapluralidade de braços de suporte 21 se estendendo de formaoblíqua para baixo a partir do flange de cubo. Apluralidade de braços 21 está localizada em intervalosregulares em torno do flange de cubo. Os braços se inclinampara baixo e se alargam em direção à extremidade distai, demodo que na extremidade distai os intervalos entre osbraços se tornem grandes. Rolos de rolamento de formatocônico 23 são dispostos de forma rotativa na extremidadedistai dos braços de suporte 21. Motores 25 para rotaçãodos rolos de rolamento também são dispostos na extremidadedistai dos braços de suporte 21. Conforme mostrado na Fig.2, a pluralidade de rolos de rolamento 23 é colocada emintervalos regulares na direção circunferencial. As bordasde entrada 23A dos rolos de rolamento 23 são colocadaspróximas da posição no eixo geométrico do eixo de saída domotor 17. Os rolos de rolamento são dispostos de modo queas geratrizes de fundo dos rolos de rolamento de formatocônico 23 se tornem horizontais e estejam no mesmo plano.
De acordo com a modalidade explicada no parágrafoacima, o meio de atuação (o atuador) pode elevar e abaixaro berço 15. 0 motor 17 pode oscilar os rolos de rolamento23 através do membro estrutural 19. Ainda, cada motor 25pode rodar cada rolo de rolamento 23. Assim, uma vez que osrolos de rolamento podem oscilar e rodar, e uma vez que osrolos de rolamento podem descer e pressionar a massaalimentícia 3, a massa alimentícia 3 colocada sobre aposição 9B para rolamento dela pode ser rolada de modo quetenha uma configuração em formato de disco.
0 aparelho 1 para rolamento da massa alimentícia éprovido com um meio de controle 27 para controle doaparelho 1. 0 aparelho também é provido com um meio dedetecção 29 para detecção da massa alimentícia 3 sendotransferida para a posição 9B para rolamento dela. 0 meiode detecção 29 é compreendido por um fotossensor para adetecção de forma ótica da massa alimentícia 3 sendotransferida para a 9B para rolamento dela.
De acordo com a modalidade explicada no parágrafoacima, em primeiro lugar, a massa alimentícia 3 é supridapara a posição 9A e, então, é transferida para a posição 9Bpara rolamento dela. Então, os rolos de rolamento 23 sãooscilados pelo motor 17 controlado pelo meio de controle27. Os rolos de rolamento 23 também são rodados pelosmotores 25 controlados pelo meio de controle 27. Então, umavez que o berço desce em direção à massa alimentícia 3, demodo que seja pressionada pelos rolos de rolamento, a massaalimentícia 3 é rolada e formada em uma configuração emformato de disco (veja a Fig. 3).Para a etapa de rolamento, os rolos de rolamento 23são rodados pelo motor 25, de modo que rodem a umavelocidade mais alta do que quando eles são passivamenterodados pelo movimento de oscilação pelo motor 17.Especificamente, a velocidade da rotação dos rolos derolamento é mantida a uma velocidade ligeiramente mais altado que quando eles forem passivamente rodados pelomovimento de oscilação. Aqui, a velocidade de rotação dosrolos de rolamento quando eles são rodados passivamentepelo movimento de oscilação é definida como uma "velocidadepassiva". Mais particularmente, os rolos de rolamento rodama uma velocidade de 1,05 a 1,4 vezes maior do que avelocidade passiva. Conseqüentemente, a massa alimentíciapode ser rolada sem se causar qualquer deslizamento entre amassa alimentícia 3 e a superfície dos rolos de rolamento23. Ainda, quando os rolos de rolamento são rodados a umavelocidade ligeiramente mais alta do que a velocidadepassiva, se gravações em formato de nervura forem obrigadasa se formarem na frente dos rolos de rolamento 23, asgravações em formato de nervura são levadas para o espaçoentre os rolos de rolamento 23 e a superfície do balcão 5.Assim, é possível efetivamente resolver o problema sobre asgravações em formato de nervura.
Uma vez que a velocidade periférica da extremidade debase dos rolos de rolamento de formato cônico 23 é maisalta do que aquela das bordas de entrada deles, a massaalimentícia 3 tende a ser levada em direção à extremidadede base deles a partir das bordas de entrada deles (nadireção radial). Assim, a massa alimentícia 3 pode serformada para ser de um formato apropriado, tal como umaconfiguração em formato de disco, pelo efeito sinérgicocausado pela pressão dela pelos rolos de rolamento 23 epela rotação dos rolos de rolamento 23 a uma velocidademais alta.
Para esta modalidade, uma vez que a massa alimentícia3 tendo um formato substancialmente esférico seja rolada, amassa alimentícia em formato de disco pode ser fabricada.Contudo, se a massa alimentícia 3 tendo um formatosubstancialmente tetragonal for rolada, a massa alimentícia3 com um formato tipo uma placa tendo um formato quadradopode ser fabricada.
Assim, em comparação com quando a massa alimentícia 3é rolada pelos rolos de rolamento 23 rodando na velocidadepassiva, uma vez que de acordo com esta invenção ela podeser efetivamente rolada, é possível melhorar aprodutividade.
É possível regular a velocidade da rotação dos rolosde rolamento 23 abaixo de 1,05 vezes mais alta do que avelocidade passiva. Contudo, para esta condição, o efeitopara se levar a massa alimentícia 3 para o espaço entre osrolos de rolamento 23 e a superfície do balcão 5 não ésuficiente. Assim, uma vez que se leva um longo tempo pararolamento da massa alimentícia 3, é difícil melhorar aprodutividade. Especificamente, é preferível regular avelocidade da rotação dos rolos de rolamento 23 mais do que1,05 vezes mais alta do que a velocidade passiva.
Ainda, é possível regular a velocidade da rotação dosrolos de rolamento 23 mais do que 1,4 vezes mais alta doque a velocidade passiva. Contudo, para esta condição, naposição da frente dos rolos de rolamento 23, o efeito parase levar a massa alimentícia 3 para o espaço entre os rolosde rolamento 23 e a superfície do balcão 5 se tornaexcessivo. Assim, uma vez que as tensões tendem apermanecer na massa alimentícia 3, quando os rolos derolamento 23 são removidos da massa alimentícia 3, após orolamento dela, a massa alimentícia 3 tende a se retrair,por causa das tensões nela. Especificamente, isto não épreferível.
Conforme explicado no parágrafo acima, é preferívelregular o escopo da velocidade da rotação dos rolos derolamento 23 entre 1,05 e 1,4 vezes mais alta do que avelocidade passiva. É preferível selecionar a velocidadeapropriada da rotação dos rolos de rolamento 23 com basenas propriedades da massa alimentícia 3.
Muitos tipos de massa alimentícia 3, tais como umamassa alimentícia tendo um formato redondo, uma massaalimentícia que foi deixada parada por várias dezenas deminutos, massa alimentícia fermentada e uma massaalimentícia preliminarmente rolada de modo que tenha umaespessura predeterminada, podem ser rolados pelo método.
Conforme explicado previamente, a massa alimentícia 3rolada na posição 9B para rolamento dela é transferida paraa posição 9C para retirada dela pela cinta transportadora 7e, então, é removida da posição 9C para o começo de umanova etapa.
Para a modalidade, é explicado que o método pararolamento da massa alimentícia 3 permite que os rolos derolamento 23 desçam em direção à massa alimentícia 3, demodo que a distância entre os rolos de rolamento 23 e asuperfície do balcão 5 se torne um valor predeterminado.Contudo, também é possível rolar a massa alimentícia 3 aose permitir que ela suba relativamente em direção aos rolosde rolamento 23 posicionados em uma posição predeterminada.
Especificamente, qualquer método para rolamento da massaalimentícia 3, especificamente, permitir que os rolos derolamento 23 desçam relativamente ou permitir que a massaalimentícia 3 suba relativamente, pode ser usado. Assim, épossível rolar a massa alimentícia 3 ao se permitir que umaparte da cinta transportadora 7 sobre a qual a massaalimentícia 3 é disposta suba.
A Fig. 4 se refere a uma segunda modalidade de acordocom o primeiro aspecto do aparelho para rolamento de massaalimentícia das presentes invenções, e mostra uma vistaconceituai do aparelho. Os mesmos números são usados naFig. 4 para denotação dos mesmos elementos que aqueles namodalidade prévia. Ainda, aqui, a parte da explicação quese sobrepõe é omitida.
Para a segunda modalidade, a cinta transportadora 7 édividida em três partes, uma cinta transportadora 7A, umacinta transportadora 7B e uma cinta transportadora 7C,correspondentes à posição 9A para suprimento de massaalimentícia, à posição 9B para o rolamento dela e à posição9C para retirada dela, respectivamente. Ainda, a cintatransportadora 7B que corresponde à posição 9B pode subirrelativamente em direção aos e descer para longe dos rolosde rolamento 23 por um meio de elevação e abaixamento (nãomostrado) . As cintas transportadoras 7A, 7B e 7C sãoacionadas por respectivos motores (não mostrados).
Para a modalidade, a massa alimentícia 3 é posta sobrea cinta transportadora 7B. A cinta transportadora 7B podesubir em direção aos rolos de rolamento dispostos acimadela a uma altura predeterminada. Assim, a cintatransportadora 7B corresponde à mesa, e o quadro superior11 suportando os rolos de rolamento corresponde ao berço desubida e descida 15, porque o quadro superior 11 pode subirpara longe da e descer em direção à cinta transportadora 7B.
Um eixo rotativo cilíndrico 31 é suspenso de formarotativa e perpendicular a partir do quadro superior 11.
Ainda, o membro estrutural 19 para suporte dos rolos derolamento 23 está localizado na extremidade inferior doeixo rotativo cilíndrico 31. 0 motor 17 para oscilação dosrolos de rolamento 23 é montado no suporte de motor 33afixado ao quadro superior 11 e roda o eixo rotativo 31.
Uma engrenagem de acionamento 35A conectada ao motor 17 éencaixada em uma engrenagem acionada 3 5B. Especificamente,o motor 17 para oscilação dos rolos de rolamento 23 e doeixo rotativo 31 pode ser conectado a cada outro por meiode uma transmissão apropriada, tal como um mecanismo deengrenagem.
Para rotação dos rolos de rolamento 23 suportados pelomembro estrutural 19, o motor 25 para rotação dos rolos derolamento 23 é montado no suporte de motor 33. 0 motor 25 eos rolos de rolamento 23 são conectados a cada outro comuma transmissão apropriada. Particularmente, um eixorotativo 37 é disposto de forma rotativa no eixo rotativocilíndrico 31, o qual é rodado pelo motor 25 para rotaçãodos rolos de rolamento 23. Uma engrenagem (uma engrenagembiselada) 3 9A, afixada à extremidade inferior do eixorotativo 37, é encaixada com uma engrenagem (uma engrenagembiselada) 3 9Β afixada a uma extremidade de um eixo deconexão 41 que é suportada de forma rotativa no membroestrutural 19. A engrenagem 39C, afixada à outraextremidade do eixo de conexão 41, é encaixada com aengrenagem 3 9D afixada à extremidade do eixo dos rolos derolamento 23. Especificamente, o motor 25 e os rolos derolamento 23 são conectados através de uma série deengrenagens que constituem uma transmissão.
Ao invés da série de engrenagens, uma cinta desincronismo pode ser usada como a transmissão.Especificamente, a transmissão não está limitada à série deengrenagens, e é possível usar uma transmissão normal.
Para a segunda modalidade, o mesmo efeito que aqueleda primeira modalidade pode ser obtido.
As Fig. 5 e 6 se referem a uma terceira modalidade deacordo com o primeiro aspecto do aparelho para rolamento demassa alimentícia das presentes invenções e mostra umavista conceituai do aparelho.
O aparelho de acordo com esta modalidade é usado pelainserção de uma bandeja, sobre a qual a massa alimentícia éposta, em uma posição abaixo dos rolos de rolamento eremovendo-se a bandeja após a etapa de rolamento.Especificamente, ele tem a mesma constituição que aquela dasegunda modalidade, exceto pela cinta transportadora.
Para a terceira modalidade, uma mesa 75 não érotativa, mas é de um tipo estacionário. A mesa 75 podesubir relativamente em direção aos e descer para longe dosrolos de rolamento 73. A Fig. 5 mostra que a mesa 75 podesubir e descer. Contudo, também é possível permitir que osrolos de rolamento subam e desçam.Os rolos de rolamento 73 são suportados por um quadrosuperior 78 através de um eixo rotativo 79 e um membroestrutural 76 para suporte dos rolos de rolamento 73. 0motor 77 para oscilação dos rolos de rolamento 73 éconectado à extremidade superior do eixo rotativo 79. Umaengrenagem de pinhão 71 é integrada com os rolos derolamento 73. Ainda, uma engrenagem de guia em formato deanel 72, a qual é encaixada as engrenagens de pinhão 71, émontada no quadro superior 78. Assim, quando os rolos derolamento 73 são oscilados pelo motor 77, uma vez que asengrenagens de pinhão 71 estão encaixadas com a engrenagemde guia 72, os rolos de rolamento podem rodar.
A relação da velocidade da rotação dos rolos derolamento 73 para a velocidade da oscilação deles édeterminada pelo número de dentes da engrenagem de pinhão71 e da engrenagem de guia 72.
0 número de dentes da engrenagem de pinhão 71 e o daengrenagem de guia 72 são determinados de modo a sepermitir que os rolos de rolamento 73 rodem a umavelocidade mais alta do que quando eles são passivamenterodados pelo movimento de oscilação.
Para a terceira modalidade, os rolos de rolamento 73são projetados de modo que eles sejam rodados pelo uso dasengrenagens de pinhão 71 e da engrenagem de guia 72. 0mecanismo para rotação dos rolos de rolamento 73 não estálimitado a um método como esse. Por exemplo, um mecanismopara rotação dos rolos de rolamento 73 pelo uso de poliasde atrito ao invés das engrenagens de pinhão 71 e daengrenagem de guia 72 pode ser usado.
Para a terceira modalidade, o mesmo efeito que aqueleda primeira modalidade, explicada previamente, também podeser obtido.
De acordo com as modalidades prévias, a partir desteponto, vários tipos de etapas para rolamento da massaalimentícia são explicados em detalhes.
Para o primeiro exemplo, um bloco de massa alimentícia3 tendo um volume predeterminado (peso) e tendo um formatosubstancialmente esférico é preparado. Em seguida, conformemostrado na Fig. 7, para rolamento da massa alimentícia 3,de modo que ela tenha uma espessura predeterminada pelotempo T2, a massa alimentícia 3 é rolada enquanto avelocidade 3V da descida relativa dos rolos de rolamento 23em direção à cinta transportadora 7 (7B) é mantida a umvalor constante. 0 valor constante significasubstancialmente a mesma velocidade que aquela usada em ummétodo para rolamento de massa alimentícia normal, e acinta transportadora 7 (7B) é usada como uma mesa. Então,quando a distância entre os rolos de rolamento 23 e a cintatransportadora 7 (7B) atinge um valor predeterminado, demodo que a massa alimentícia 3 tenha uma espessura alvo, adescida relativa dos rolos de rolamento 23 em direção àcinta transportadora 7 (7B) é parada. Conforme mostrado naFig. 7(b), a distância entre os rolos de rolamento 23 e acinta transportadora 7 (7B) se torna inversamenteproporcional ao tempo. 0 raio médio da massa alimentícia 3aumenta de acordo com a curva de segunda ordem, conformemostrado na Fig. 7(d). A área da massa alimentícia 3aumenta drasticamente, de acordo com a curva de quartaordem, conforme mostrado na Fig. 7(c).
Para o segundo exemplo, um bloco de massa alimentícia3 tendo o mesmo volume (peso) que aquele do primeiroexemplo e tendo um formato substancialmente esférico épreparado. Em seguida, conforme mostrado na Fig. 8, avelocidade 2V da descida relativa dos rolos de rolamento 23em direção à cinta transportadora 7 (7B) é regulada paraser 2/3 da velocidade 3V do primeiro exemplo. Assim, leva-se um tempo T3 para rolamento da massa alimentícia, o qualé 1,5 vezes T2 do primeiro exemplo. As Fig. 8(b), (c) e (d)mostram os dados do segundo exemplo. Para o segundoexemplo, conforme mostrado na Fig. 8 (c) , a área da massaalimentícia 3 aumenta drasticamente de acordo com a curvada quarta ordem.
Quando a massa alimentícia 3 é rolada, se a área damassa alimentícia 3 aumentar drasticamente, conformeexplicado acima, tensões excessivas poderão ser causadas namassa alimentícia. Conseqüentemente, a massa alimentícia 3pode ser danificada por elas.
Para resolução do problema, a etapa a seguir (oterceiro exemplo) pode ser empregada para rolamento damassa alimentícia 3. Especificamente, um bloco de massaalimentícia 3 tendo o mesmo volume que aquele do primeiroexemplo e tendo um formato substancialmente esférico épreparado. Conforme mostrado na Fig. 9(a), a massaalimentícia 3 é rolada à velocidade 3V da descida relativados rolos de rolamento 23 durante o tempo 0 até o tempo TI.
Então, durante o tempo de Tl a T3, a velocidade da descidarelativa dos rolos de rolamento 23 se torna inversamenteproporcional ao tempo. Quando a distância entre os rolos derolamento 23 e a cinta transportadora 7 (7B) atinge umvalor predeterminado, de modo que a massa alimentícia 3tenha uma espessura alvo, a descida relativa dos rolos derolamento 23 é parada.
Para o terceiro exemplo, conforme mostrado na Fig.9(c), o grau do aumento da área da massa alimentícia 3 podeser reduzido no final da etapa de rolamento.
Ainda, conforme mostrado na Fig. 10(a), a qual mostrao quarto exemplo, a massa alimentícia 3 é rolada navelocidade 3V da descida relativa dos rolos de rolamento 23durante o tempo 0 até o tempo TI. Então, durante o tempo deTl a T3, a velocidade da descida relativa dos rolos derolamento 23 diminui em série geométrica. Quando adistância entre os rolos de rolamento 23 e a cintatransportadora 7 (7B) atinge um valor predeterminado, demodo que a massa alimentícia 3 tenha atingido uma espessuraalvo, a descida relativa dos rolos de rolamento 23 éparada.
Para o quarto exemplo, conforme mostrado na Fig.10 (c), o grau do aumento da área da massa alimentícia 3pode ser reduzido no final da etapa de rolamento.
Ainda, conforme mostrado na Fig. 11, a qual mostra oquinto exemplo, também é possível reduzir o grau do aumentoda área da massa alimentícia 3 no final da etapa derolamento por uma diminuição em incrementos da velocidadeda descida relativa dos rolos de rolamento 23.
Especificamente, quando a massa alimentícia 3 é roladapelo abaixamento relativo dos rolos de rolamento 23 para amassa alimentícia 3 posta na cinta transportadora 7, épreferível reduzir a velocidade da descida relativa dosrolos de rolamento 23 para a massa alimentícia 3 no finalda etapa de rolamento, mesmo se a velocidade na etapa derolamento anterior for alta.
Para estas etapas de rolamento, durante um certo tempoinicial da etapa de rolamento ou até a espessura da massaalimentícia 3 atingir um certo valor, que éconsideravelmente maior do que a espessura alvo, épreferível manter a velocidade da descida relativa dosrolos de rolamento 23 constante.
O meio de controle 27 para controle do aparelho 1 écompreendido por um computador. A constituição docomputador é mostrada na Fig. 12. Especificamente, o meiode controle 27 é conectado a um meio de entrada 4 3 e asensores usados como um meio de detecção 29 para a detecçãoda massa alimentícia 3.
O meio de controle 27 é ainda compreendido por um meiode cálculo 45 e um meio de controle de velocidade 47 paracontrole das rotações dos motores 17, 25 para oscilação erotação dos rolos de rolamento 23. 0 meio de controle develocidade 4 7 é compreendido por um meio de cálculo develocidade 4 9 para o cálculo automático da velocidade darotação do motor 25 para rotação dos rolos de rolamento 23,quando a velocidade da rotação do motor 17 para oscilaçãodos rolos de rolamento 23 for determinada. Ainda, o meio decontrole de velocidade 4 7 é eletricamente conectado aomotor 17 para oscilação dos rolos de rolamento 23 e domotor 25 para rotação deles através dos acionamentos 51, 53para os motores 17, 25.
O meio de controle 27 ainda é compreendido por um meiode controle de velocidade 57 da cinta transportadora 7 paracontrole da rotação do motor 55 para acionamento dele. Omeio de controle de velocidade 57 da cinta transportadora 7é eletricamente conectado ao motor 55 para acionamento dacinta transportadora 7 através dos acionamentos 59 para osmotores 55.
0 meio de controle 27 ainda é compreendido por um meiode controle 61 de um padrão de acionamento para controle davelocidade relativa da descida dos rolos de rolamento 23 emdireção à massa alimentícia 3. 0 meio de controle 61 dopadrão de acionamento é conectado a um dispositivo 62(usado como um atuador para abaixamento e elevação dosrolos de rolamento 23) . 0 dispositivo 62 é usado paraabaixamento e elevação relativos dos rolos de rolamento 23quanto à massa alimentícia 3.
0 meio de controle 27 ainda ê compreendido por umamemória 63 para armazenamento dos dados do perfil davelocidade para abaixamento relativo dos rolos de rolamento23, cujos dados são mostrados nas Fig. 8(a), 10(a) e 11 (a),por exemplo.
Para a modalidade explicada nos parágrafos acima, omotor 55 para acionamento da cinta transportadora 7 érodado a uma velocidade constante pelo meio de controle develocidade 57 dele. Enquanto a cinta transportadora 7 éacionada a uma velocidade constante, um bloco de massaalimentícia 3 tendo um volume predeterminado é suprido paraa posição 9A da cinta transportadora 7 para suprimentodela. Então, a massa alimentícia 3 é transferida para aposição 9B para rolamento dela. Quando a massa alimentícia3 é transferida para a posição 9B, o meio de detecção 29(um sensor) detecta a massa alimentícia 3 e envia um sinalpara o meio de cálculo 45. Então, o comprimento da massaalimentícia 3 ao longo da cinta transportadora 7 écalculado com base tempo em que a massa alimentícia 3 estápassando pela localização da frente do sensor 29. A posiçãocentral da massa alimentícia 3 também é calculada nadireção do movimento da cinta transportadora 7.
Quando a posição central da massa alimentícia 3 édeterminada, o tempo de transferência a partir de quando aextremidade dianteira da massa alimentícia 3 é detectadapelo sensor 29 até quando o centro da massa alimentícia 3atinge o centro da posição 9B é calculado pelo meio decálculo 45. Ainda, o tempo de transferência é medido.Quando o tempo de transferência medido se torna igual aotempo de transferência calculado, o sinal para parada dacinta transportadora 7 é enviado para o meio de controle develocidade 57 dela. Conseqüentemente, a massa alimentícia 3é posicionada no centro da posição 9B para rolamento dela.
Como o meio de posicionamento para determinação dalocalização da massa alimentícia 3, de modo que o centro damassa alimentícia 3 corresponda ao centro da posição 9Bpara rolamento dela, é possível usar o método a seguir.Especificamente, imediatamente após o sensor 29 detectar aextremidade traseira da massa alimentícia 3, a massaalimentícia 3 é movida a uma distância que pode serdeterminada pela subtração da distância entre o centro damassa alimentícia 3 e a localização do sensor 29 a partirda distância entre o centro da posição 9B e a localizaçãodo sensor 29.
Após a massa alimentícia 3 ser posicionada de modo queo centro da massa alimentícia 3 corresponda ao centro daposição 9B, conforme explicado acima, os rolos de rolamento23 são oscilados pelo motor 17 e também rodados pelo motor25, onde os motores 17 e 25 são controlados pelo meio decontrole de velocidade 47. Quando a velocidade da rotaçãodo motor 17 para oscilação dos rolos de rolamento 23 édeterminada, a velocidade da rotação do motor 25 pararotação deles é calculada pelo meio de cálculo develocidade 49, de modo que os rolos de rolamento rodem auma velocidade de 1,05 a 1,4 vezes mais alta do que avelocidade passiva. Então, o motor 25 é controlado com basena velocidade calculada desta rotação.
A relação da velocidade da rotação dos rolos derolamento 23 para a velocidade da rotação deles, quandoeles são rodados passivamente pelo movimento de oscilaçãopode ser arbitrariamente selecionada para estar entre 1,05e 1,4, com base nas propriedades da massa alimentícia 3. Arelação selecionada pode ser introduzida através do meio deentrada 43. Ainda, é efetivo usar uma memória (nãomostrada) que armazena dados que incluem dados reais oudados experimentais com respeito à relação entre avelocidade para oscilação dos rolos de rolamento 23 e avelocidade para rotação deles. Especificamente, é possíveldeterminar a velocidade para oscilação dos rolos derolamento 23 e a velocidade para rotação deles pelapesquisa dos dados na memória.
Após os rolos de rolamento 23 serem oscilados erodados, conforme explicado acima, o dispositivo 62 paraabaixamento e elevação dos rolos de rolamento 23 é acionadopelo meio de controle 61 de um padrão de acionamento, osrolos de rolamento 23 são relativamente abaixados emdireção à massa alimentícia 3 e, então, ela é rolada.
Também é possível controlar o dispositivo 62 paraabaixamento e elevação dos rolos de rolamento 23, com basenos dados apropriados sobre o padrão de acionamento, osquais são armazenados na memória 63.
Ainda, é possível usar o método a seguir.
Especificamente, por exemplo, os dados das velocidades dadescida dos rolos de rolamento 23 correspondentes aosintervalos de tempo 0 - Tl, Tl - T2 e T2 - T3 mostrados nasFig. 9 (a) , 10 (a) e 11 (a) são introduzidos no meio decálculo 45 através do meio de entrada 43. Alternativamente,uma velocidade predeterminada de sua descida é introduzidano meio de cálculo 45. Com base naqueles dados, avelocidade da descida dos rolos de rolamento 23 pode sercontrolada pelo meio de controle 61, com base nosresultados do cálculo.
É preferível selecionar o padrão de acionamento dodispositivo 62 para rolar a massa alimentícia 3 com basenas propriedades dela.
Após a massa alimentícia 3 ser rolada de modo quetenha uma forma em formato de disco pelo abaixamentorelativo dos rolos de rolamento 23 em direção à massaalimentícia 3 pelo dispositivo 62, a massa alimentícia 3 éretirada da posição 9C para remoção dela para transferênciadela para a próxima etapa.
Conforme explicado nos parágrafos acima, de acordo coma modalidade, os rolos de rolamento 23 são rodados a umavelocidade mais alta do que quando eles são rodadospassivamente pelo movimento de oscilação, e sãopressionados contra a massa alimentícia 3 para rolamentodela, onde a velocidade da descida dos rolos de rolamento23 no final da etapa de rolamento é mais baixa do queaquela na etapa inicial de rolamento. Assim, é possívelrolar a massa alimentícia 3 sem causar um deslizamentoentre a superfície dela e os rolos de rolamento 23 e semcausar tensões nela. Conseqüentemente, uma vez que a massaalimentícia 3 pode ser eficientemente rolada, é possívelmelhorar a produtividade.
Ainda, a velocidade relativa da descida dos rolos derolamento 23 para a massa alimentícia 3 não está limitadaàqueles padrões mostrados nas Fig. 9, 10 e 11. É possívelusar um padrão arbitrário de modo que, por exemplo, osrolos de rolamento 23 parem de descer a uma alturaarbitrária. Especificamente, é possível selecionar o padrãode acionamento apropriado para a velocidade da descida dosrolos de rolamento 23, com base nas propriedades da massaalimentícia 3.
O dispositivo 62 para abaixamento e elevação dasegunda camada moldada em cinta transportadora 7B ou doberço 15 requer um mecanismo que é em resposta ao padrão deacionamento. O padrão de acionamento tem uma porção develocidade alta (3V) na etapa de rolamento inicial e umaporção de velocidade reduzida no final da etapa derolamento, conforme mostrado nas Fig. 9(a), 10(a) e 11(a).Assim, um servomecanismo compreende um servomotor e um fusode esferas, um dispositivo hidráulico, tal como um cilindroa ar, um mecanismo de carne ou uma combinação destesdispositivos pode ser usada como o dispositivo 62.
A cinta transportadora 7B ou o berço 15 tem que descerou subir a uma alta velocidade na etapa de rolamentoinicial e tem que descer ou subir a uma velocidade menor,de modo que a velocidade seja gradualmente reduzida. Assim,é possível combinar o dispositivo hidráulico, o qual éfácil de acionar a uma alta velocidade, com o mecanismo defuso de esferas, o qual é fácil de controlar, ou com omecanismo de carne, o qual é usado em um aparelho para oenvolvimento de uma pasta de feijão, ou para combinação domecanismo de fuso de esferas com o mecanismo de carne.Especificamente, um mecanismo arbitrário pode ser usadocomo o dispositivo 62 para abaixamento e elevação da cintatransportadora 7B ou do berço 15.
Em seguida, uma modalidade de acordo com o segundoaspecto do aparelho para rolamento da massa alimentícia dapresente invenção é explicada. A constituição básica damodalidade é a mesma que aquela de acordo com o primeiroaspecto destas invenções. Aqui, a explicação sobreposta éomitida.
O perfil projetado dos rolos de rolamento 23 damodalidade de acordo com o segundo aspecto é um triânguloisósceles que tem um ângulo no vértice de 60 graus. Asgeratrizes M do rolo de rolamento de formato cônico 23 (asfaces de geratriz da superfície de transporte 7; veja aFig. 17) são dispostas paralelas à superfície de transporteda cinta transportadora 7.
No parágrafo acima, é explicado que o perfil projetadodos rolos de rolamento 23 da modalidade é um triânguloisósceles que tem um ângulo no vértice de 60 graus.Contudo, ele não está limitado a isso. Os rolos derolamento de formato cônico tendo um vértice de ângulo maisagudo ou um vértice de ângulo mais obtuso podem ser usados.As posições das bordas de entrada dos rolos de rolamento 23correspondem ao centro de um círculo virtual C, sobre oqual os rolos de rolamento 23 dispostos acima de uma cintatransportadora 7 oscilam (veja a Fig. 2) . O comprimento dasgeratrizes M do rolo de rolamento de formato cônico 23eqüivale ao raio do círculo virtual C. O círculo virtual Ccorresponde ao tamanho máximo da massa alimentícia emformato de disco rolada pelos rolos de rolamento 23.
A Fig. 13 mostra uma modalidade para a formação de umamassa alimentícia em formato de disco a partir de um blocosubstancialmente esférico de massa alimentícia que incluirecheios, tal como cream cheese. A massa alimentícia 3 queinclui os recheios é transferida pela cinta transportadora7 e, então, pára abaixo do quadro superior 11. O quadrosuperior 11 é disposto acima da superfície de transporte auma distância predeterminada. A posição da massaalimentícia 3 é determinada pelo controle da cintatransportadora 7 pelo meio de controle 27, com base nosinal do meio de detecção 29 (sensor) disposto no balcão 5.
Os rolos de rolamento 23 começam a rodar antes decontatarem a massa alimentícia. Então, os rolos derolamento 23 do aparelho 1 para rolamento da massaalimentícia 3 descem pelo acionamento do berço de subida oudescida 15. Em seguida, as bordas de entrada 23A dos rolosde rolamento 23 começam a contatar a porção central damassa alimentícia 3. Os rolos de rolamento 23 são osciladosno sentido horário, conforme visto a partir de cima, e,desse modo, são feitos rodar. Após as bordas de entrada 23Ados rolos de rolamento 23 contatarem a porção central damassa alimentícia 3, a massa alimentícia 3 é rolada por umtempo predeterminado pelo abaixamento gradual dos rolos derolamento 23.Em primeiro lugar, o plano inclinado próximo dasbordas de entrada 23A dos rolos de rolamento 23 contata aporção central da massa alimentícia 3, e começa apressioná-la e a rolá-la (veja a Fig. 13(a)). Uma vez que aporção central da massa alimentícia 3 é pressionada erolada na etapa de rolamento inicial, a estabilidade damassa alimentícia 3 na etapa de rolamento pode sermelhorada. Nesse momento, os rolos de rolamento 23 não sãorodados pela força de atrito entre os rolos de rolamento 23e a massa alimentícia 3, mas são feitos rodar, desse modo,pelos motores 25. Ainda, os rolos de rolamento 23 sãofeitos oscilar por meio do motor 17. Assim, é possível queos rolos de rolamento 23 rodem na superfície de contato damassa alimentícia 3, sem causarem rugas na superfície damesma.
Ainda, os rolos de rolamento 23 gradualmente descem, ea área de contato entre os rolos de rolamento 23 e a massaalimentícia 3 aumenta. Conseqüentemente, a massaalimentícia 3 é levada em direção à extremidade de base dosrolos de rolamento de formato cônico 23 (uma vez que avelocidade periférica da extremidade de base dos rolos derolamento de formato cônico 23 é mais alta do que aqueladas bordas de entrada dos mesmos) . (Veja as Fig. 13 (b) e13(c) .)
Se a massa alimentícia 3 incluir os recheios F nela,conforme mostrado na Fig. 13, a massa alimentícia 3 com osrecheios F são em conjunto rolados e levados em direção àdireção radial. Então, a massa alimentícia uniformemente emcamadas e em formato de disco 3, que inclui os recheios F,pode ser formada.Após um período de tempo predeterminado, os rolos derolamento 23 começam a subir, são separados da massaalimentícia 3 e, então, param de subir em uma posiçãopredeterminada. Então, a cinta transportadora 7 começa a semover e transfere a massa alimentícia em formato de discorolada em direção à direção a jusante.
As condições para acionamento dos rolos de rolamento23, tais como a velocidade da oscilação dos rolos derolamento 23, a velocidade de rotação deles e o tempo paraprensagem e rolamento da massa alimentícia 3, podem serdeterminadas com base nas propriedades (dureza e maciez) damassa alimentícia 3. Ainda, uma vez que é possível variar onúmero de rolos de rolamento 23, o número dos pontos decontato entre os rolos de rolamento 23 e a superfície damassa alimentícia pode variar. Assim, é evidente queaquelas condições devem ser mudadas no escopo dasreivindicações.
Pelo segundo aspecto destas invenções, a massaalimentícia 3 para uma pizza tendo recheios feitos a partirde queijo (veja a Fig. 14 (a) ) é rolada para a formação deuma massa alimentícia em formato de disco para uma pizza.Conseqüentemente, a massa alimentícia em formato de disco 3que tem uma porção em camadas que inclui recheios uniformesfeitos a partir de queijo nela e tem uma porção de beiradafeita apenas de massa alimentícia é produzida (veja a Fig.14(b)). Ao se assar esta massa alimentícia 3, é possívelfazer uma pizza que tem uma camada e uma porção fina queinclui recheios nela e que tem uma porção de beiradaelevada (veja a Fig. 14 (c)) .
Para a modalidade mostrada na Fig. 15, após aspartículas de alimento (sementes de gergelim, farinha derosca, sementes de grãos mistos, etc.) serem uniformementeespalhadas sobre a superfície da cinta transportadora 7, amassa alimentícia 3 é colocada sobre elas. Então, a massaalimentícia 3 com as partículas de alimento aderindo àsuperfície de fundo dela é rolada. Por exemplo, após assementes de gergelim aderirem à superfície de fundo damassa alimentícia 3, quando ela é rolada pelos rolos derolamento 23, é possível não apenas rolar a massaalimentícia 3, mas também decorá-la pela aderência seguradas sementes de gergelim. Conseqüentemente, é possívelfabricar uma massa alimentícia única 3 que tem partículasde alimento aderindo à superfície de fundo dela.
Quanto à modalidade mostrada na Fig. 16, ela se referea um aparelho para rolamento da massa alimentícia 3 pelouso de um balcão 5 que tem uma porção projetada G.particularmente, o aparelho ê compreendido por um pedestal60. Ele pode subir para longe de e descer em direção àsuperfície superior da cinta transportadora 7 na posição derolamento. Quando a massa alimentícia 3 é rolada pelosrolos de rolamento 23, uma vez que o pedestal 60 sobe e seprojeta ligeiramente a partir da superfície da cintatransportadora 7 na posição de rolamento, a porção centralda massa alimentícia 3 é elevada a partir da superfíciedela. Assim, a massa alimentícia 3 tendo uma porção debeirada periférica pode ser fabricada. Especificamente, oaparelho é preparado de modo que a distância entre os rolosde rolamento 23 e a superfície da cinta transportadora 7 naporção central da massa alimentícia 3 seja menor do queaquela na porção periférica da mesma e, então, a massaalimentícia 3 é rolada.
Pelo uso do aparelho, é possível fabricar a massaalimentícia 3 que terminal uma porção de beirada fina. Se amassa alimentícia rolada 3 for virada, aparentemente elatem uma porção central e fina e uma porção de beiradaespessa E, conforme mostrado na Fig. 16(c) .
Alternativamente, é possível usar a cintatransportadora 7 tendo uma porção projetada G ao invés dopedestal 60, a qual pode subir e descer (veja a Fig. 17) .
Em seguida, uma modalidade de acordo com o terceiroaspecto do aparelho para rolamento da massa alimentícia daspresentes invenções é explicada. Conforme mostrado na Fig.18, o aparelho 101 para rolamento de uma massa alimentíciade acordo com a modalidade é compreendido por umapluralidade de colunas 105 dispostas sobre o membro de base103 e um quadro de suporte 109 que inclui um membro desuporte superior 107 suportado pelas colunas 105. Aconstituição do quadro de suporte 109 não está limitada âconfiguração acima. Por exemplo, é possível usar umaconfiguração estrutural, a qual é compreendida por umaestrutura do tipo de balanço, isto é, uma em formato de U.Para esta configuração estrutural, o lado dianteiro, o ladodireito e o lado esquerdo do espaço posto entre o membro debase 103 e o membro de suporte superior 107 são abertos.Assim, quando a massa alimentícia é rolada no espaço, equanto a massa alimentícia é inserida no e removida doespaço, torna-se fácil manipular a massa alimentícia.
O aparelho 101 é provido com uma mesa que oscilahorizontalmente 113 disposta no espaço entre o membro debase 103 e o membro de suporte superior 107. Um bloco demassa alimentícia 111 tendo um formato arbitrário pode serposto sobre a mesa oscilante 113. Mais particularmente, amembro de base 103 é provida com atuadores 115, tais comomecanismos de fuso de esferas ou cilindros hidráulicos, porexemplo. Os atuadores 115 podem abaixar e elevar um membrode subida e de descida 117. Ainda, o membro de subida e dedescida 117 é provido com um motor Ml, tal como umservomotor. A mesa oscilante 113 é mecanicamente montada emum flange rotativo 119 rodado horizontalmente pelo motorMl. Pela constituição do aparelho, a mesa oscilante 113pode rodar horizontalmente e subir e descer. As velocidadesda rotação e da descida e subida da mesa oscilante 113podem ser controladas pelo motor Ml e os atuadores paraabaixamento e elevação do membro 117 por um dispositivo de controle.
Para se permitir que a massa alimentícia 111 sejafacilmente inserida em e removida da mesa oscilante 113,uma bandeja 121 pode ser posta e posicionada sobre a mesaoscilante 113, onde a massa alimentícia 111 é dispostasobre a bandeja. Particularmente, a bandeja 121 e a mesaoscilante 113 podem ter pontos de combinação paracombinação delas uma com a outra e para posicionamento dabandeja 121, quando a bandeja 121 for posta sobre a mesaoscilante 113. Especificamente, a bandeja 121 e a mesaoscilante 113 podem ter um mecanismo de posicionamento parabandeja 121.
Para a modalidade, como o mecanismo de posicionamento,é mostrado que os orifícios 123 são dispostos na bandeja121, e que pinos 125 são dispostos na mesa oscilante 113,cujos pinos correspondem aos orifícios. Contudo, uma vezque o mecanismo de posicionamento é usado para adeterminação da posição relativa entre a bandeja 121 e amesa oscilante 113, também é possível que os orifícios 123sejam dispostos na mesa oscilante 113, e que os pinos 125sejam dispostos na bandeja 121.
Ainda, o mecanismo de posicionamento pode posicionar abandeja 121 em relação à mesa oscilante 113, de modo queelas não estejam desalinhadas. Assim, o mecanismo deposicionamento pode ser compreendido por uma parte machodisposta na mesa oscilante 113 ou na bandeja 121, e umaparte fêmea disposta na outra. Especificamente, se ímãsforem usados como o mecanismo de posicionamento, o Pólo Sulou o Pólo Norte corresponde à parte macho, e o outrocorresponde à parte fêmea. Assim, vários tipos de ummecanismo de posicionamento podem ser usados para oposicionamento da bandeja 121 sobre a mesa oscilante 113para se evitar que a bandeja 121 seja desalinhada.
Um apoio de suporte 127 é disposto na superfície defundo do membro de suporte superior 107. Uma pluralidade derolos de rolamento de formato cônico 12 9 é suportada deforma rotativa pelo apoio de suporte 127. Os rolos derolamento 129 são conectados aos motores M2, tais comoservomotores, dispostos no apoio de suporte 127, pararotação individual deles. Assim, cada rolo de rolamento 129pode ser rodado pelo acionamento dos motores M2. Também épossível rodar os rolos de rolamento 129 pelo uso de ummotor M2 e uma transmissão, tal como uma série deengrenagens, conectadas ao motor M2 e aos rolos derolamento 129.
Os rolos de rolamento 129 são dispostos de formaeqüiangular sobre o plano circular horizontal. Os rolos derolamento de formato cônico 129 são dispostos de modo queas geratrizes deles se tornem horizontais e estejam nomesmo plano. Especificamente, os eixos geométricos centraisdos rolos de rolamento de formato cônico 129 são inclinadoscontra o plano horizontal. As bordas de entrada dos rolosde rolamento de formato cônico 129 são acumuladas em umponto, de modo que corresponda ao ponto na linha que seestende verticalmente a partir do centro da mesa oscilante113. A velocidade da rotação dos rolos de rolamento 129 émantida a uma velocidade ligeiramente mais alta do queaquela ("uma velocidade passiva") de quanto eles sãorodados passivamente pelo movimento de oscilação da mesaoscilante 113. A velocidade ("uma velocidade acionada") darotação dos rolos de rolamento 129 eqüivale a de 1,05 a 1,4vezes a velocidade passiva.
Para a modalidade, a mesa oscilante 113 oscila e sobee desce relativamente, e os rolos de rolamento 129 sãorodados pelos motores M2. Conseqüentemente, a massaalimentícia 111 posta sobre a mesa oscilante 113 pode serrelativamente pressionada e gradualmente rolada pelos rolosde rolamento 129 (veja as Fig. 20 e 21). A Fig. 21 mostra amassa alimentícia 111, a qual inclui os recheios 111A, e abandeja 121, a qual tem uma porção projetada 12IA nasuperfície dela. Uma vez que a bandeja 121 tem a porçãoprojetada 121A, uma área em depressão IllB é formada naporção central da massa alimentícia 111. Quando a mesaoscilante 113 oscila, sobe e desce, e os rolos de rolamentorodam para rolarem a massa alimentícia 111, os motores Ml,M2 e os atuadores 115 são controlados por um dispositivo decontrole 131 (veja a Fig. 19) .
0 dispositivo de controle 131 pode controlar o padrãode acionamento da subida e da descida da mesa oscilante 113acionada pelo atuador 115, a velocidade da rotação da mesaoscilante 113 e o padrão de acionamento da rotação dosrolos de rolamento 129. 0 dispositivo de controle 131 éprovido com uma memória 133 para armazenamento preliminardos dados dos vários tipos de padrões de acionamento.
Para a modalidade explicada nos parágrafos acima, comoo primeiro exemplo, um bloco de massa alimentícia 111 tendoum volume predeterminado (peso) e tendo um formatosubstancialmente esférico é preparado. Em seguida, conformemostrado na Fig. 7, para rolamento da massa alimentícia111, de modo que ela tenha uma espessura predeterminadapelo tempo T2, a massa alimentícia 111 é rolada enquanto avelocidade 3V da subida relativa da mesa oscilante 113 emdireção aos rolos de rolamento 129 é mantida a um valorconstante. O valor constante significa substancialmente amesma velocidade que aquela usada em um método pararolamento de massa alimentícia usual. Então, quando adistância entre os rolos de rolamento 129 e a mesaoscilante 113 atinge um valor predeterminado, de modo que amassa alimentícia 111 tenha uma espessura alvo, a subidarelativa da mesa oscilante 113 em direção aos rolos derolamento 129 é parada. Conforme mostrado na Fig. 7(b), adistância entre os rolos de rolamento 129 e a mesaoscilante 113 se torna inversamente proporcional ao tempo.0 raio médio da massa alimentícia 111 aumenta de acordo coma curva de segunda ordem, conforme mostrado na Fig. 7(d). Aárea da massa alimentícia 111 aumenta drasticamente, deacordo com a curva de quarta ordem, conforme mostrado naFig. 7(c).
Para o segundo exemplo, um bloco de massa alimentícia111 tendo o mesmo volume (peso) que aquele do primeiroexemplo e tendo um formato substancialmente esférico épreparado. Em seguida, conforme mostrado na Fig. 8, avelocidade 2V da subida relativa da mesa oscilante 113 emdireção aos rolos de rolamento 129 é regulada para ser 2/3da velocidade 3V do primeiro exemplo. Assim, leva-se umtempo T3 para rolamento da massa alimentícia, o qual é 1,5vezes T2 do primeiro exemplo. As Fig. 8 (b) , (c) e (d)mostram os dados do segundo exemplo. Para o segundoexemplo, conforme mostrado na Fig. 8 (c) , a área da massaalimentícia 111 aumenta drasticamente de acordo com a curvada quarta ordem.
Quando a massa alimentícia 111 é rolada, se a área damassa alimentícia 111 aumentar drasticamente, conformeexplicado acima, tensões excessivas poderão ser causadas namassa alimentícia. Conseqüentemente, a massa alimentícia111 pode ser danificada por elas.
Para resolução deste problema, a etapa a seguir (oterceiro exemplo) pode ser empregada para rolamento damassa alimentícia 111. Especificamente, um bloco de massaalimentícia 111 tendo o mesmo volume que aquele do primeiroexemplo e tendo um formato substancialmente esférico épreparado. Conforme mostrado na Fig. 9(a), a massaalimentícia 111 é rolada à velocidade 3V de subida relativada mesa oscilante 113 durante o tempo 0 até o tempo TI.Então, durante o tempo de Tl a T3, a velocidade da subidarelativa da mesa oscilante 113 se torna inversamenteproporcional ao tempo. Quando a distância entre os rolos derolamento 129 e a mesa oscilante 113 atinge um valorpredeterminado, de modo que a massa alimentícia 111 tenhauma espessura alvo, a subida relativa dos rolos derolamento 23 é parada.
Para o terceiro exemplo, conforme mostrado na Fig.9(c), o grau do aumento da área da massa alimentícia 111pode ser reduzido no final da etapa de rolamento.
Ainda, conforme mostrado na Fig. 10(a), a qual mostrao quarto exemplo, a massa alimentícia 111 é rolada navelocidade 3V da subida relativa da mesa oscilante 113durante o tempo 0 até o tempo TI. Então, durante o tempo deTl a T3, a velocidade da subida relativa da mesa oscilante113 diminui em série geométrica. Quando a distância entreos rolos de rolamento 129 e a mesa oscilante 113 atinge umvalor predeterminado, de modo que a massa alimentícia 111tenha atingido uma espessura alvo, a subida relativa damesa oscilante 113 é parada.
Para o quarto exemplo, conforme mostrado na Fig.10 (c), o grau do aumento da área da massa alimentícia 111pode ser reduzido no final da etapa de rolamento.
Ainda, conforme mostrado na Fig. 11, a qual mostra oquinto exemplo, também é possível reduzir o grau do aumentoda área da massa alimentícia 111 no final da etapa derolamento por uma diminuição em incrementos da velocidadeda subida relativa da mesa oscilante 113 .
Especificamente, quando a massa alimentícia 111 érolada pela elevação relativa da mesa oscilante 113, naqual a quadro superior 11 está posicionada, em direção aosrolos de rolamento 129, é preferível reduzir a velocidadeda subida relativa da mesa oscilante 113 em direção aosrolos de rolamento 129 no final da etapa de rolamento,mesmo se a velocidade na etapa de rolamento anterior foralta.
0 dispositivo de controle 131 para controle doaparelho 101 para rolamento da massa alimentícia 111 éprovido com um computador e uma memória 133. A memória 133preliminarmente armazena os padrões de acionamento dasubida e da descida da mesa oscilante 113 mostrados nasFig. 9 a 11. O dispositivo de controle 131 ainda écompreendido por um meio de cálculo 135 e um meio decontrole 137 e um meio de controle 13 9 para controle davelocidade da rotação dos motores Ml e M2, respectivamente.Ainda, os meios de controle 13 7 e 13 9 são respectivamenteconectados aos acionamentos de motor 141 e 143, paracontrole dos motores Ml e M2.
O dispositivo de controle 131 ainda é compreendido porum meio de entrada 14 5 que tem comutadores para ativação doaparelho e para seleção do padrão de acionamento com basenas propriedades da massa alimentícia 111, e um meio decontrole de padrão de acionamento 14 7 para controle dasubida e da descida relativas da mesa oscilante 113, combase no padrão de acionamento selecionado.
Para a modalidade explicada nos parágrafos acima, apósa massa alimentícia 111 posicionada na bandeja 121 serinserida sobre a mesa oscilante 113, o aparelho 101 pararolamento da massa alimentícia é ativado por uma comutaçãono comutador disposto no meio de entrada 145. Na etapa derolamento inicial, o atuador 115 para abaixamento eelevação do membro de subida e de descida 117 é acionado e,então, a mesa oscilante 113 pode ser relativamente elevada.Nesse momento, a mesa oscilante 113 é mantida em umacondição estática ou rodada a uma velocidade baixapredeterminada. Especificamente, a mesa oscilante 113 érodada a uma velocidade menor, de modo que a massaalimentícia 111 posta sobre a mesa oscilante 113 não sejafeita se deslocar para o lado por causa da força centrífugagerada pela rotação da mesa oscilante 113. Os rolos derolamento 129 também são mantidos em uma condição estáticaou rodados a uma velocidade baixa predeterminada de acordocom o movimento da mesa oscilante 113.
Quando a mesa oscilante 113 é elevada, e a massaalimentícia 111 começa a contatar os rolos de rolamento129, a mesa oscilante 113 começa a rodar a uma velocidadepredeterminada. Nesse momento, a velocidade da rotação dosrolos de rolamento 129 é calculada pelo meio de cálculo135, de modo que os rolos de rolamento 129 rodem a umavelocidade de 1,05 a 1,4 vezes maior do que a velocidadequando os rolos de rolamento 129 forem rodados passivamentepelo movimento de oscilação da mesa oscilante 113. Então, avelocidade da rotação dos rolos de rolamento 129 écontrolada com base nos dados do padrão de acionamento. Osdados são preliminarmente selecionados a partir da memória133 para armazenamento dos dados dos padrões de acionamentopela introdução de um comando para seleção dos dadosatravés do meio de entrada 145.
Então, com base no método a seguir, se a massaalimentícia 111 contata os rolos de rolamento 129 édetectado. Especificamente, um sensor ótico 14 9 éposicionado de modo que um raio a partir dele passe atravésdali, e imediatamente abaixo, as geratrizes M dos rolos derolamento de formato cônico 129 e, então, quando o raio éinterrompido, é assumido que a massa alimentícia 111contatou os rolos de rolamento 129. Alternativamente, se avelocidade da subida da mesa oscilante 113 for constante, ese a espessura da bandeja 121 e da massa alimentícia 111for constante, então, quando o tempo decorrido a partir dotempo para começo da elevação da mesa oscilante 113 atingirum valor predeterminado, poderá ser assumido que a massaalimentícia 111 está em contato com os rolos de rolamento 129.
O método a seguir também pode ser usado para sedetectar se a massa alimentícia 111 contata os rolos derolamento 129. Especificamente, o aparelho é compreendidopor um sensor, tal como um sensor linear, para se detectara posição vertical da mesa oscilante 113. Ela ê definidacomo o ponto original na mesa oscilante 113 em que os rolosde rolamento 129 contatam a bandeja 121 na mesa oscilante113. Quando a mesa oscilante 113 é elevada a partir daposição inferior, a distância entre a mesa oscilante 113 eo ponto original é detectada pelo sensor. Então, quando adistância se torna igual à espessura da massa alimentícia111 sobre a bandeja 121, pode ser assumido que a massaalimentícia 111 está em contato com os rolos de rolamento 129.
Para esta modalidade, conforme explicado previamente,a mesa oscilante 113 pode oscilar e subir relativamente emdireção aos rolos de rolamento 129, e os rolos de rolamento129 são rodados pelos motores M2. Então, a massaalimentícia 111 que é aplicada na mesa oscilante 113 érolada para formar a massa alimentícia em formato de disco.Nesse momento, os rolos de rolamento 129 são rodados pelosmotores M2 a uma velocidade de 1,05 a 1,4 vezes maior doque a velocidade de quando os rolos de rolamento 129 sãorodados passivamente pelo movimento de oscilação da mesaoscilante 113.
Conseqüentemente, a massa alimentícia 111 pode serrolada sem se causar qualquer deslizamento entre a massaalimentícia 111 e a superfície dos rolos de rolamento 129.Ainda, uma vez que os rolos de rolamento 129 são rodados auma velocidade ligeiramente mais alta do que a velocidadepassiva, se gravações tipo de nervura forem obrigadas a seformarem na frente dos rolos de rolamento 129, as gravaçõestipo de nervura são levadas para o espaço entre os rolos derolamento 129 e a superfície da bandeja 121. Assim, épossível efetivamente resolver o problema das gravaçõestipo de nervura.
Ainda, uma vez que a velocidade periférica daextremidade de base dos rolos de rolamento de formatocônico 12 9 é mais alta do que aquela das bordas de entradadeles, a massa alimentícia 111 tende a ser levada emdireção à extremidade de base deles a partir das bordas deentrada deles (na direção radial). Assim, a massaalimentícia 111 pode ser formada para ser de um formatoapropriado, tal como uma configuração em formato de disco,pelo efeito sinérgico causado pela pressão dela pelos rolosde rolamento 129 e pela rotação dos rolos de rolamento 12 9a uma velocidade mais alta.
Assim, em comparação com quando a massa alimentícia111 é rolada pelos rolos de rolamento 129 rodando navelocidade passiva, uma vez que polímero esta invenção elapode ser efetivamente rolada, é possível melhorar aprodutividade.
Ainda, é possível regular a velocidade da rotação dosrolos de rolamento 129 abaixo de 1,05 vezes mais alta doque a velocidade passiva. Contudo, para esta condição, oefeito para se levar a massa alimentícia 111 para o espaçoentre os rolos de rolamento 12 9 e a superfície da bandeja121 não é suficiente. Assim, uma vez que se leva um longotempo para rolamento da massa alimentícia 111, é difícilmelhorar a produtividade. Especificamente, é preferívelregular a velocidade da rotação dos rolos de rolamento 129mais do que 1,05 vezes mais alta do que a velocidade passiva.
Ainda, é possível regular a velocidade da rotação dosrolos de rolamento mais do que 1,4 vezes mais alta do que avelocidade passiva. Contudo, para esta condição, na posiçãoda frente dos rolos de rolamento 129, o efeito para selevar a massa alimentícia 111 para o espaço entre os rolosde rolamento 129 e a superfície da bandeja 121 se tornaexcessivo. Assim, uma vez que as tensões tendem apermanecer na massa alimentícia 111, quando os rolos derolamento 12 9 são removidos da massa alimentícia 111, apóso rolamento dela, a massa alimentícia 111 tende a seretrair, por causa das tensões nela. Especificamente, istonão é preferível.
Conforme explicado no parágrafo acima, é preferívelregular o escopo da velocidade da rotação dos rolos derolamento 129 entre 1,05 e 1,4 vezes mais alta do que avelocidade passiva. É preferível selecionar a velocidadeapropriada da rotação dos rolos de rolamento 129 com basenas propriedades da massa alimentícia 111.
Muitos tipos de massa alimentícia 111, tais como umamassa alimentícia tendo um formato redondo, uma massaalimentícia que foi deixada parada por várias dezenas deminutos, massa alimentícia fermentada e uma massaalimentícia preliminarmente rolada de modo que tenha umaespessura predeterminada, podem ser rolados pelo método.
Conforme explicado previamente, quando a massaalimentícia 111 é rolada e, então, quando a etapa derolamento se aproxima da fase posterior, é preferível que arotação dos rolos de rolamento 129 seja controlada de modoa se mantê-la em uma velocidade mais baixa. Por exemplo, emprimeiro lugar, o padrão de acionamento o qual controla aetapa para rolamento da massa alimentícia 111, de modo a secompletá-la pelo tempo T3 é selecionado a partir dos váriostipos de padrões de acionamento preliminarmente armazenadosna memória 133. Em seguida, de acordo com o padrão deacionamento, os atuadores 115 para abaixamento e elevaçãodo membro de subida e de descida 117 são controlados pelomeio de controle de padrão de acionamento 14 7. Quando otempo T decorre a partir do ponto de começo até o pontomédio entre T2 e T3 dele (Τ « [T2 + T3]/2), o meio decontrole de padrão de acionamento 14 7 envia um sinal paradenotar que o tempo T decorreu a partir do ponto de começoda etapa, para o meio de controle 139, para controle davelocidade da rotação dos motores M2. Então, os motores M2são controlados de modo a serem rodados a uma velocidademais baixa pelo meio de controle 139 através do acionadorde motor 143, com base nos dados do padrão de acionamentopara controle dos motores M2 a uma velocidade menorarmazenada em uma memória (não mostrada).
Assim, no final da etapa para rolamento da massaalimentícia 111, ela pode ser impedida de ser rolada demaise de ser danificada próximo do centro dela.
Alternativamente, conforme o método para detecção daetapa para rolamento da massa alimentícia 111 se aproximada fase posterior, o método a seguir também pode ser usado.Quando um meio de detecção, tal como um sensor linear, paraa detecção da posição vertical da mesa oscilante 113detecta que atingiu a posição predeterminada, pode serassumido que a etapa próxima da fase posterior pararolamento da massa alimentícia 111 foi atingida.
Para esta modalidade, uma vez que a massa alimentícia111 posta sobre a bandeja 121 é inserida na mesa oscilante113 e, então, a massa alimentícia 111 é rolada, é possívelfacilmente colocar a massa alimentícia 111 sobre a mesaoscilante 113. Então, após o rolamento da massa alimentícia111, a bandeja 121 pode ser removida da mesa oscilante 113em conjunto com a massa alimentícia 111 sobre ela. Assim, épossível facilmente levar a massa alimentícia fina 111 parafora, sem se fazer com que ela seja danificada.
Para a modalidade explicada nos parágrafos acima,quando a etapa para rolamento da massa alimentícia 111próxima da fase posterior tiver sido atingida, a rotaçãodos rolos de rolamento 129 será controlada de modo a semanter uma velocidade mais baixa. Contudo,alternativamente, como um método para alívio da tensãocausada na massa alimentícia 111 durante a etapa derolamento, o método a seguir pode ser usado.Especificamente, é efetivo aliviar a tensão causada namassa alimentícia 111 pela parada da rotação da mesaoscilante 113 e dos rolos de rolamento 129 e, então,rodando-os na direção inversa.
Na etapa posterior para rolamento da massa alimentícia111, o método a seguir pode ser usado para se rodar deforma reversa a mesa oscilante 113 e os rolos de rolamento129. Especificamente, em primeiro lugar, a mesa oscilante113 pode ser rodada e elevada relativamente e, então, amassa alimentícia 111 pode ser rolada pela rotação normaldos rolos de rolamento 129. Quando o fim da etapa édetectado pelo método para detectar que a etapa pararolamento da massa alimentícia 111 se aproxima do final daetapa, a rotação da mesa oscilante 113 e dos rolos derolamento 129 é parada e, então, a mesa oscilante 113 éabaixada, de modo a se separar a massa alimentícia 111 dosrolos de rolamento 129.
Então, a mesa oscilante 113 e os rolos de rolamento12 9 são rodados de forma inversa, com base no padrão deacionamento, a uma velocidade baixa armazenada em umamemória (não mostrada) . A mesa oscilante 113 érelativamente elevada na velocidade mais baixa dò final daetapa e, então, a massa alimentícia 111 é prensada e roladapor um tempo curto pelos rolos de rolamento 129 rodando deforma inversa a uma velocidade baixa.
Nesse momento, a velocidade da rotação inversa dosrolos de rolamento 129 substancialmente eqüivale àquela darotação normal deles no final da etapa. A diferença nestasetapas é apenas a direção da rotação. Quando as direções darotação da mesa oscilante 113 e dos rolos de rolamento 12 9são mudadas no final da etapa, uma vez que a direção datorção causada na massa alimentícia 111 durante umrolamento pode ser mudada, é possível aliviar a tensãocausada na massa alimentícia 111.
Em seguida, uma outra modalidade de acordo com oterceiro aspecto de um aparelho para rolamento de massaalimentícia da presente invenção é explicada. Os elementosda modalidade, os quais são os mesmos que aqueles damodalidade anterior, são denotados com os mesmos números, ea explicação sobreposta é omitida.
A finalidade do aparelho para rolamento de massaalimentícia de acordo com esta modalidade é simplificá-lo ediminuí-lo de tamanho. Um dispositivo de diminuição develocidade 153 é integralmente afixado a um motor Mldisposto em um quadro de suporte 109 posto em uma estruturade base 151. Um eixo rotativo 155 é disposto de formavertical e rotativa sobre o dispositivo de diminuição develocidade 153. Uma mesa oscilante 157 é conectada ao eixorotativo 155, de modo que possa subir e descerverticalmente. De forma específica, a mesa oscilante 157pode rodar em conjunto com o eixo rotativo 155 através deuma chaveta e subir relativamente para longe de e descer emdireção ao eixo rotativo 155.
Uma alavanca tipo de cotovelo 163 é disposta em umapoio de suporte 159 disposto no quadro de suporte 109através de um eixo de suporte 161, de modo que possaoscilar verticalmente. Um pino de deslocamento é dispostona extremidade próxima da alavanca tipo de cotovelo 163. 0pino de deslocamento é adaptado de forma rotativa em umaranhura circunferencial disposta na saliência da mesaoscilante 157. Assim, quando a extremidade distai daalavanca tipo de cotovelo 163 é sujeitada e elevada eabaixada verticalmente, a mesa oscilante 157 sobe e desce.Uma bandeja 165 tendo a massa alimentícia 111 sobre elapode ser inserida na ou removida da mesa oscilante 15 7.
Para esta modalidade, os motores Ml e M2 podem seracionados pela comutação para ligado / desligado docomutador 167 disposto no quadro de suporte 109. Os motoresM2 rodam de modo que os rolos de rolamento 12 9 rodem a umavelocidade de 1,05 a 1,4 vezes mais alta do que avelocidade de quando os rolos de rolamento 129 contatam amesa oscilante 157, e são rodados passivamente pelomovimento oscilante da mesa oscilante 157. Para acionamentodos motores M2 de modo que os rolos de rolamento 129 rodema uma velocidade de 1,05 a 1,4 vezes mais alta do que suavelocidade passiva, é preferível que um painel de controleseja provido com um disco de volume para controle davelocidade dos motores M2.
Para o aparelho explicado nos parágrafos acima, após ainserção da bandeja 165 tendo a massa alimentícia 111 nelesobre a mesa oscilante 157, ele pode ser relativamenteelevado e abaixado pelo movimento da alavanca tipo decotovelo 163 por uma das mãos. Ainda, é possível ajustarmanualmente o sincronismo para se começar a rodar a mesaoscilante 157 e os rolos de rolamento 129 através dosmotores Ml e M2 pela comutação para ligado / desligado docomutador 167 pela outra das mãos.
Para esta modalidade, uma vez que o ponto de começodas rotações da mesa oscilante 157 e dos rolos de rolamento12 9 pode ser manualmente ajustado durante uma observaçãovisual da posição vertical da mesa oscilante 157, épossível facilmente rolar a massa alimentícia 111, de modoque tenha uma espessura alvo.
Nesse momento, uma vez que a velocidade dos rolos derolamento 12 9 é ligeiramente mais alta do que a velocidadepassiva deles, é possível ter os mesmos efeitos que aquelesda modalidade anterior. Ainda, uma vez que a bandeja 165pode ser removida da mesa oscilante 157, sem se levarpreliminarmente a massa alimentícia 111 para fora dabandeja 165, é possível facilmente manipular a massaalimentícia 111, mesmo se ela for rolada finamente. Ainda,nesta operação manual, uma vez que o aparelho deve sermanipulado com ambas as mãos, não há perigo, tal como sealguém ficar com uma das mãos presas entre a bandeja 165 eos rolos de rolamento 129. Assim, a segurança do aparelho é melhorada.
Para a modalidade explicada nos parágrafos acima, nofinal da etapa para rolamento da massa alimentícia 111, arotação dos rolos de rolamento 129 é controlada com base nométodo a seguir, de modo a se manter uma velocidade maisbaixa. Especificamente, por uma observação visual, aespessura da massa alimentícia 111 é confirmada e, quando aespessura da massa alimentícia 111 atinge um valorpredeterminado, a velocidade dos rolos de rolamento 12 9 écontrolada, de modo a serem rodados a uma velocidade menor,pelo ajuste do disco de volume disposto no painel de controle.
Ao invés de ou além do comutador de ligar / desligar167, comutadores de seleção podem ser usados para ocontrole dos motores Ml e M2. Os comutadores de seleçãopodem controlar as direções e as rotações dos motores Ml eM2 pela rotação no sentido horário ou no sentido anti-horário dos comutadores de seleção a partir da posiçãoneutra. Quando os comutadores de seleção não são maiscontrolados manualmente, eles retornam para a posiçãoneutra por molas de retorno dispostas neles, e as rotaçõesdos motores Ml e M2 param.
Para esta modalidade, no final da etapa para rolamentoda massa alimentícia 111, é possível parar as rotações damesa oscilante 157 e dos rolos de rolamento 129 e permitirque a massa alimentícia 111 se separe dos rolos derolamento 129, para rodarem de forma inversa as rotações damesa oscilante 157 e dos rolos de rolamento 129 a umavelocidade menor, e para rolamento da massa alimentícia denovo. A mesa oscilante 157 pode ser elevada e abaixada pelaalavanca tipo de cotovelo 163, quando estiver estacionãria.

Claims (32)

1. Método para rolamento de um bloco de massaalimentícia posto sobre uma mesa caracterizado pelo fato deser por meio de rolos de rolamento de formato cônicooscilando e rodando acima da mesa, onde os rolos derolamento de formato cônico rodarem de modo que avelocidade dos rolos de rolamento seja mais alta do que avelocidade dos rolos de rolamento quando os rolos derolamento forem rodados passivamente pelo movimentooscilante dos rolos de rolamento.
2. Aparelho para rolamento de um bloco de massaalimentícia posto sobre uma mesa por meio de rolos derolamento de formato cônico oscilando e rodando acima damesa, caracterizado pelo fato de ter:um primeiro meio de acionamento para oscilação dosrolos de rolamento,um segundo meio de acionamento para rotação dos rolosde rolamento, eum meio de controle para controle do segundo meio deacionamento, de modo que a velocidade dos rolos derolamento seja mais alta do que a velocidade dos rolos derolamento, quando os rolos de rolamento forem rodadospassivamente pelo movimento oscilante dos rolos derolamento.
3. Método para rolamento de um bloco de massaalimentícia posto sobre uma mesa caracterizado pelo fato deser por meio de rolos de rolamento de formato cônicooscilando e rodando acima da mesa, tendo:um berço que pode subir relativamente para longe da edescer em direção à mesa, erolos de rolamento de formato cônico dispostos noberço, onde os rolos de rolamento podem oscilar e rodar,onde quando a massa alimentícia é rolada por meio dosrolos de rolamento pela prensagem da massa alimentícia, osrolos de rolamento rodam de modo que a velocidade dos rolosde rolamento seja mais alta do que a velocidade dos rolosde rolamento quando os rolos de rolamento forem rodadospassivamente pelo movimento oscilante dos rolos derolamento.
4. Método, de acordo com a reivindicação 3,caracterizado pelo fato de a velocidade relativa da descidados rolos de rolamento em direção à massa alimentícia sercontrolada de modo que a velocidade no final da etapa derolamento seja reduzida a partir da velocidade na parteinicial da etapa de rolamento, a uma taxa predeterminadapara a diminuição da velocidade.
5. Método, de acordo com a reivindicação 4,caracterizado pelo fato de a velocidade na parte inicial daetapa de rolamento ser mantida a um valor constante por umcerto tempo inicial, ou por um tempo necessário para ter amassa alimentícia tendo uma espessura predeterminada.
6. Método, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 4 ou 5, caracterizado pelo fato de avelocidade no final da etapa de rolamento ser gradualmentereduzida ou reduzida de uma forma em incrementos.
7. Aparelho para rolamento de um bloco de massaalimentícia posto sobre uma mesa por meio de rolos derolamento de formato cônico que oscilam e rodam acima damesa, caracterizado pelo fato de ter:um berço que pode subir relativamente para longe da edescer em direção à mesa,rolos de rolamento de formato cônico dispostos noberço, onde os rolos de rolamento podem oscilar e rodar, emotores para rotação dos rolos de rolamento.
8. Aparelho, de acordo com a reivindicação 7,caracterizado pelo fato de o número de rolos de rolamentode formato cônico e dos motores para rotação dos rolos derolamento ser plural, e pelo fato de os motores seremdispostos de modo que os motores correspondam aos rolos derolamento.
9. Aparelho, de acordo com a reivindicação 7,caracterizado pelo fato de o número de rolos de rolamentode formato cônico ser plural, pelo fato de o número dosmotores para rotação dos rolos de rolamento ser menor doque o número de rolos de rolamento, e pelo fato de osmotores serem conectados aos rolos de rolamento através deuma transmissão.
10. Aparelho, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 7, 8 ou 9, caracterizado pelo fato de aindacompreender:um motor para oscilação dos rolos de rolamento, eum meio de controle para controle da rotação do motor,de modo que a velocidade de rotação dos rolos de rolamentopossa ser mantida a uma velocidade mais alta do que aquelados rolos de rolamento quando os rolos de rolamento foremrodados passivamente pelo movimento oscilante dos rolos derolamento.
11. Aparelho, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 7, 8, 9 ou 10, caracterizado pelo fato deainda compreender:um atuador para elevação relativa dos rolos derolamento para longe da mesa e abaixamento dos rolos derolamento em direção à mesa, eum meio de controle para controle do padrão deacionamento do atuador.
12. Aparelho, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 7, 8, 9, 10 ou 11, caracterizado pelo fato de:a mesa ser compreendida por um meio de transporte paratransporte da massa alimentícia a partir da posição doaparelho para rolamento da massa alimentícia para uma outraposição do aparelho para remoção da massa alimentícia.
13. Aparelho para o relatório de um bloco de massaalimentícia posto sobre uma mesa por meio de rolos derolamento de formato cônico que oscilam e rodam acima damesa, caracterizado pelo fato de compreender:rolos de rolamento de formato cônico dispostos acimada mesa, onde os rolos de rolamento podem oscilar e rodar,engrenagens de pinhão integradas com os rolos derolamento, euma engrenagem de guia em formato de anel seencaixando nas engrenagens de pinhão,onde pelo menos a mesa ou os rolos de rolamento podemsubir e descer.
14. Aparelho, de acordo com a reivindicação 13,caracterizado pelo fato de ainda compreender:um motor para oscilação dos rolos de rolamento,onde o número de dentes das engrenagens de pinhão e daengrenagem de guia em formato de anel é regulado de modoque a velocidade de rotação dos rolos de rolamento, cujarotação é causada por um encaixe entre as engrenagens depinhão e a engrenagem de guia pode ser mantida a umavelocidade mais alta do que aquela dos rolos de rolamento,quando os rolos de rolamento forem rodados de forma passivapelo movimento oscilante dos rolos de rolamento.
15. Aparelho, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 4 ou 5, caracterizado pelo fato de aindacompreender:um atuador para elevação relativa dos rolos derolamento para longe da mesa e abaixamento dos rolos derolamento em direção à mesa, eum meio de controle para controle de um padrão deacionamento do atuador.
16. Método para fabricação de uma massa alimentícia emformato de disco a partir de uma massa alimentícia tendo umformato substancialmente esférico, cuja massa alimentícia éposta sobre uma mesa, pelo rolamento por meio de rolos derolamento de formato cônico dispostos acima da mesa com umespaço entre a mesa e os rolos de rolamento, onde os rolosde rolamento são acionados de modo a serem rodados eoscilados, caracterizado pelo fato de compreender:uma primeira etapa para diminuição gradual dadistância entre a mesa e os rolos de rolamento, de modo queos vértices dos rolos de rolamento comecem a contatar ocentro da massa alimentícia, euma segunda etapa para diminuição adicional dadistância, de modo que os rolos de rolamento prensem erolem a massa alimentícia, de modo que uma área da massaalimentícia contatando os rolos de rolamento gradualmenteaumente, e de modo que, então, a massa alimentícia sejaempurrada em direção à direção radial a partir do centro damassa alimentícia.
17. Método, de acordo com a reivindicação 16,caracterizado pelo fato de a massa alimentícia tendo umformato substancialmente esférico conter recheios.
18. Método, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 16 ou 17, caracterizado pelo fato de aindacompreender:uma etapa de aderência de partículas de alimento àsuperfície de fundo da massa alimentícia posta sobre amesa, antes da primeira etapa.
19. Método, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 16, 17 ou 18, caracterizado pelo fato de amesa ter uma área circunferencial e circular externa que éligeiramente menor do que a área do centro da mesa.
20. Massa alimentícia em formato de disco,caracterizada pelo fato de ser fabricada pelo método dequalquer uma das reivindicações 16, 17, 18 ou 19.
21. Método para rolamento de um bloco de massaalimentícia caracterizado pelo fato de ser pelo uso de umaparelho, o aparelho sendo compreendido por:uma mesa rotativa horizontalmente, erolos de rolamento rotativos dispostos acima da mesa,onde pelo menos um dentre a mesa e os rolos derolamento pode subir e descer,onde os rolos de rolamento giram de modo que avelocidade dos rolos de rolamento seja mais alta do que avelocidade dos rolos de rolamento quando os rolos derolamento forem rodados passivamente pelo movimentooscilante dos rolos de rolamento.
22. Método, de acordo com a reivindicação 21,caracterizado pelo fato de até os rolos de rolamentocomeçarem a contatar a massa alimentícia a mesa ser mantidade modo que não rode ou rode a uma velocidade baixa, ondeapós os rolos de rolamento contatarem a massa alimentícia amesa roda a uma velocidade alta predeterminada, e onde,então, a massa alimentícia é rolada pela diminuição dadistância entre a mesa e os rolos de rolamento.
23. Método, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 21 ou 22, caracterizado pelo fato de nofinal da etapa de rolamento da massa alimentícia os rolosde rolamento serem controlados de modo que os rolos derolamento rodem a uma velocidade baixa.
24. Método, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 21 ou 22, caracterizado pelo fato de nofinal da etapa de rolamento da massa alimentícia a rotaçãoda mesa e os rolos de rolamento serem parados e, então, amesa e os rolos de rolamento serem controlados de modo quea mesa e os rolos de rolamento sejam rodados na direçãoinversa.
25. Método, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 21, 22, 23 ou 24, caracterizado pelo fato dea velocidade relativa da descida dos rolos de rolamento emdireção à massa alimentícia ser controlada de modo que avelocidade gradualmente diminua a partir da velocidadeinicial a uma taxa predeterminada.
26. Método, de acordo com a reivindicação 25,caracterizado pelo fato de a velocidade relativa da descidados rolos de rolamento em direção à massa alimentícia sercontrolada de modo que por um certo tempo inicial ou por umtempo necessário para se fazer com que a massa alimentíciaatinja uma espessura predeterminada, a velocidade sermantida a uma taxa constante.
27. Método, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 25 ou 26, caracterizado pelo fato de avelocidade relativa da descida dos rolos de rolamento emdireção à massa alimentícia ser controlada de modo que avelocidade diminua gradualmente ou de uma forma emincrementos.
28. Aparelho para rolamento de um bloco de massaalimentícia para a formação de uma massa alimentícia emformato de disco, caracterizado pelo fato de compreender:uma mesa rodada por um motor, onde a massa alimentíciapode ser posta sobre a mesa, erolos de rolamento dispostos acima da mesa, onde amesa pode ser rodada por um motor,onde pelo menos a mesa ou os rolos de rolamento podemsubir e descer.
29. Aparelho, de acordo com a reivindicação 28,caracterizado pelo fato de ainda compreender:um atuador para elevação relativa dos rolos derolamento para longe da mesa e abaixamento dos rolos derolamento em direção à mesa, eum meio de controle para controle de um padrão deacionamento do atuador.
30. Aparelho, de acordo com a reivindicação 28,caracterizado pelo fato de ainda compreender:um dispositivo de posicionamento para posicionamentode uma bandeja para colocação da massa alimentícia sobreela.
31. Aparelho, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 28 ou 30, caracterizado pelo fato de aindacompreender:um controlador para controle dos motores paraacionamento da mesa e dos rolos de rolamento,onde o controlador é compreendido por uma memória aqual armazena os dados de um gráfico de perfil paracontrole dos motores, de modo que a velocidade dos rolos derolamento diminua ao final da etapa de rolamento.
32. Aparelho, de acordo com qualquer uma dasreivindicações 28 ou 30, caracterizado pelo fato de aindacompreender:um meio de operação para se mudar livremente a direçãoda rotação da mesa e dos rolos de rolamento.
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