"ALMOFADA ABSORVENTE COM TINTA DE CARBONO ATIVADOPARA CONTROLE DE ODOR"
ANTECEDENTES DA INVENÇÃO
Almofadas de cama absorventes, ou "almofadas debaixo", são amplamente usadas na área de sistema de saúde emédica. Estas almofadas são em geral colocadas sob pacien-tes confinados em uma cama ou cadeira, ou durante certostipos de procedimentos médicos, para absorver fluidos corpo-rais, ao mesmo tempo também protegendo a cadeira ou a cama.Tais almofadas desempenham um papel importante nos cuidadoscom o paciente, em que elas absorvem rapidamente fluidos quepoderiam causar complicações se o paciente tivesse que fi-car em contato com os fluidos por um tempo prolongado. Asalmofadas também protegem a roupa de cama e dessa forma re-duzem lavagens e as mudanças de cama. Muitos dos fluidossão absorvidos por almofadas de cama, mas, resultam na gera-ção de compostos malcheirosos significantes, particularmen-te durante a degradação das substâncias.
Embora seja de conhecimento incorporar vários a-ditivos de controle de odor nos artigos de higiene pessoal,o desenvolvimento de controle de odor efetivo para almofa-das de cama está atrasado. Um motivo para isso pode ser ocusto e os processos para aplicação de substâncias de con-trole de odor convencionais em uma quantidade necessáriapara o controle de odor efetivo em almofadas de cama rela-tivamente grandes. Por exemplo, o carbono ativado é ampla-mente usado para reduzir um largo espectro de odores, mas,a despeito de suas excelentes propriedades como um absor-vente, o uso de carbono ativado em artigos absorventes des-cartáveis tem sido limitado pela sua cor negra. Muitos con-sumidores associam a cor tradicionalmente negra do carbonoativado com um material sujo, ou com lodo. Essa condiçãoseria só enfatizada em grandes almofadas de cama em que ocarbono ativado seria espalhado sobre uma grande área super-ficial .
A patente U.S. 5.706.535 descreve uma tentativade fornecer controle de odor para artigos de cama em quebolsas contendo elementos desodorantes são configuradas comos artigos. Esta configuração não seria particularmente útilpara almofadas de cama.
Como tal, existe atualmente uma necessidade dealmofadas de cama com melhores capacidades de controle deodor.
SUMÁRIO DA INVENÇÃO
Objetivos e vantagens da invenção serão apresen-tados em parte na descrição seguinte, ou podem ficar óbviosa partir da descrição, ou podem ser aprendidos pela práticada invenção.
A presente invenção diz respeito a uma almofada decontrole de odor absorvente que tem uso em vários ambientese indústrias, incluindo médicas, industriais, serviços dealimentação, gráfica, produção, etc. Pode-se perceber que aalmofada de acordo com a invenção não se limita a esse usopretendido. A almofada tem utilidade particular em áreastécnicas médicas como uma almofada de cama absorvente, masnão se limita a tal uso. A almofada pode ser usada em qual-quer aplicação em que se deseja absorver fluidos e controlarodores causados pelos fluidos. Só para facilitar a explica-ção, a invenção será descrita e ilustrada aqui como uma mo-dalidade de almofada de cama.
Dessa forma, é fornecida uma almofada absorventeque é particularmente adaptada para colocação sob um pacien-te para absorver fluidos corporais. Tais almofadas são tipi-camente usadas em hospitais ou instalações de sistema de sa-úde para ser colocadas sob pacientes confinados em uma cama,cadeira, ou outro suporte. As almofadas são também usadasdurante vários procedimentos cirúrgicos para absorver flui-dos corporais ou outros. Pode-se perceber que o uso finaldas almofadas não é uma característica limitante da inven-ção.
As almofadas incluem uma camada de cobertura per-meável a líquido, uma folha de fundo impermeável a líquido,e uma estrutura absorvente disposta entre a camada de co-bertura e a folha de fundo. Vários materiais bem adaptadospara esses compostos são bem conhecidos pelos versados natecnologia de artigos absorventes, e a invenção não se limi-ta a nenhum dos materiais ou combinação destes.
Pelo menos uma da camada de cobertura, da folhade fundo ou da estrutura absorvente incorpora uma aplicaçãoseca de uma tinta de carbono ativado, a tinta tendo sidoaplicada na forma líquida e incluindo um carbono ativado,um aglutinante e um solvente. A aplicação seca da tintapossui um nível de sólidos de pelo menos aproximadamente 2%,e a tinta é aplicada em um padrão de cobertura entre aproxi-madamente 12% a 95% da área total de superfície superior ex-posta da almofada. A tinta é aplicada em qualquer padrão es-teticamente agradável desejado que apresenta uma cor visual-mente contrastante com a cor de fundo da almofada. Por exem-pio, a tinta pode ser aplicada em listras, desenhos florais,padrões geométricos, padrões abstratos, e assim por diante.
Em uma aplicação particular da tinta, o carbonoativado compreende de aproximadamente 1 % em peso a 50 % empeso da tinta líquida. O aglutinante pode compreender de a-proximadamente 0,01 a 30 % em peso da tinta líquida. 0 sol-vente pode compreender de aproximadamente 4 0 % em peso a 99% em peso da tinta líquida.
Em uma modalidade particular, o padrão de tintaseca de carbono ativado cobre desejavelmente de aproximada-mente 30% a 90% de uma área superficial superior exposta daalmofada, e o contraste entre a cor da tinta seca do carbonoativado e a cor de fundo tem um valor mínimo na escala cinzade pelo menos 45 em uma escala de 0-255.
A almofada também pode incluir a aplicação seca deuma tinta adicional em pelo menos uma da camada de cobertu-ra, da folha de fundo ou da estrutura absorvente que apre-senta a cor que é distinguível visualmente da cor da tintado carbono ativado. Essa tinta adicional pode ou não incluiro carbono ativado. Em uma modalidade particular, a tinta decarbono ativado e a tinta adicional são aplicadas em uma re-lação de sobreposição ou uma relação de não sobreposição.
A tinta de carbono ativado pode ser aplicada aqualquer combinação dos componentes da almofada. Por exem-pio, cada uma das camadas da almofada pode ter uma porção decompleta aplicação de tinta, de maneira tal que cada camadacontribua para a cobertura total da área superficial da tin-ta. Por exemplo, a camada de cobertura pode ter um padrão delistras de tinta que compreende aproximadamente 25% da áreasuperficial exposta completa da almofada. A estrutura absor-vente subjacente, ou uma estrutura intermediária, tais comouma camada de aumento momentâneo de fluxo ou outro tipo dematerial de distribuição de fluido, pode ter um deslocamentoou padrão de sobreposição relativo ao padrão da camada decobertura que compreende um adicional de 25% da área super-ficial. Alternativamente, a tinta de carbono ativado podeser aplicada somente em um dos componentes da almofada.
A tinta de carbono ativado pode ser aplicada emvários níveis de adição dependendo dos compostos malcheiro-sos esperados. Para aplicações particulares, o nível de adi-ção está entre aproximadamente 3 a 10 gsm, ou entre aproxi-madamente 3 a 6 gsm.
Outros aspectos e características da presente in-venção estão descritos em mais detalhes a seguir.
DESCRIÇÃO RESUMIDA DOS DESENHOS
Uma revelação completa e habilitante da presenteinvenção, incluindo o melhor modo desta, direcionada para osversados na tecnologia, é apresentada mais particularmenteno restante da especificação, que faz referência a figurasanexas nas quais:
A figura 1 ilustra uma almofada absorvente de a-cordo com a invenção colocada sob um paciente confinado emuma cama.
A figura 2 é uma vista recortada parcial em pers-pectiva de uma modalidade particular de uma almofada de camaabsorvente de acordo com a invenção em que um padrão de tin-ta de carbono ativado é aplicado na camada de cobertura daalmofada.
A figura 3 é uma vista recortada parcial em pers-pectiva de uma modalidade particular de uma almofada em queum padrão de tinta de carbono ativado é aplicado na camadade cobertura e um padrão de tinta contrastante é aplicado naestrutura absorvente subjacente.
A figura 4 é uma vista recortada parcial em pers-pectiva de uma modalidade particular de uma almofada de camaabsorvente de acordo com a invenção em que um padrão de tin-ta de carbono ativado é aplicado na estrutura absorvente.
A figura 5 é uma vista recortada parcial em pers-pectiva de uma modalidade alternativa de uma almofada de ca-ma absorvente de acordo com a invenção em que um padrão detinta de carbono ativado é aplicado na camada de cobertura eà estrutura absorvente subjacente da almofada em uma confi-guração sobreposta parcialmente.
A figura 6 é uma vista recortada parcial em pers-pectiva de uma modalidade particular de uma almofada de camaabsorvente de acordo com a invenção em que um padrão de tin-ta de carbono ativado é aplicado na camada de cobertura daalmofada e um padrão de tinta contrastante deslocado é apli-cado na estrutura absorvente subjacente.
Uso repetido de caracteres de referência na espe-cificação presente é para representar recursos ou elementosiguais ou análogos da invenção.
DESCRIÇÃO DETALHADA DAS MODALIDADES REPRESENTATIVASDefinições
Na forma aqui usada, o termo "pano não tecido oumembrana" refere-se a uma membrana que possui uma estruturade fibras ou fios individuais que estão entrelaçados, mas nãode uma maneira identificável como em um tecido de malha. Pa-nos ou membranas não tecido têm sido formados por muitosprocessos tais como, for exemplo, processos de extrusão comsopro de ar quente, processos de extrusão de filamentos con-tínuos, processos de formação de manta cardada ligada, etc.
Da forma usada aqui, o termo "membrana formada porextrusão com sopro de ar" no geral refere-se à membrana nãotecido que é formada por um processo em que um material ter-moplástico fundido é extrudado por meio de uma pluralidadede capilaridades finas da matriz, normalmente circulares,como fibras fundidas em correntes de gás com alta velocidadeconvergente (por exemplo, ar) que atenua as fibras do mate-rial termoplástico fundido para reduzir seu diâmetro, quepode ser no diâmetro da microfibra. Em seguida, as fibrasproduzidas formadas por extrusão com sopro de ar quente sãolevadas pela corrente de gás em alta velocidade e são depo-sitadas em uma superfície coletora para formar uma manta defibras produzidas por extrusão com sopro de ar quente dis-tribuídas aleatoriamente. Um processo como esse é revelado,por exemplo, na patente U.S. 3.849.241 de Butin, et al., queestá incorporada na sua íntegra pela referência a ela comtodos os propósitos. De maneira geral, fibras formadas porextrusão com sopro de ar quente podem ser microfibras quesão substancialmente continuas ou descontínuas, geralmentecom menos de 10 microns de diâmetro, e que são geralmentepegajosas quando depositadas em uma superfície coletora.
Na forma aqui usada, o termo "manta formada porextrusão de filamentos contínuos" no geral refere-se a umamembrana contendo fibras substancialmente contínuas de pe-queno diâmetro. As fibras são formadas pela extrusão de ummaterial termoplástico fundido de uma pluralidade de capila-res finos normalmente circulares, de uma matriz com o diâme-tro de fibras extrudadas sendo rapidamente reduzido por, porexemplo, mecanismos de extração edutiva e/ou outros mecanis-mos de extrusão de filamentos contínuos bem conhecidos. Aprodução de tecidos formados por extrusão contínua é descri-ta e ilustrada, por exemplo, nas patentes U.S. 4.340.563 deAppel, et al., 3.692.618 de Dorschner, et al., 3.802.817 deMatsuki, et al., 3.338.992 de Kinney, 3.341.394 de Kinney,3.502.763 de Hartman, 3.502.538 de Levy, 3.542.615 de Dobo,et al. , e 5.382.400 de Pike, et al., que estão aqui incorpo-radas nas suas íntegras pela referência com todas as finali-dades. Fibras formadas por extrusão contínua no geral nãosão pegajosas quando elas são depositadas em uma superfíciecoletora. Fibras formadas por extrusão contínua podem algu-mas vezes ter diâmetros menores que aproximadamente 40 mi-crons, e têm freqüentemente entre aproximadamente 5 a 30 mi-crons .
Na forma aqui usada, o termo "capaz de respirar"significa permeável ao vapor de água egases. Por exemplo, "barreiras capazes de respirar" e "fil-mes capazes de respirar" permitem que o vapor de água passeatravés dele, mas são substancialmente impermeáveis a águaliquida. A "capacidade de respirar" de um material é medidaem termos de taxa de transmissão de vapor de água (WVTR) ,com valores altos representando um material mais permeável avapor e valores menores representando um material menos per-meável a vapor. Tipicamente, os materiais "capazes de respi-rar" têm taxa de transmissão de vapor de água (WVTR) de a-proximadamente 500 a 20.000 gsm por metro quadrado por 24horas (g/m2/24 horas), em algumas modalidades de aproximada-mente 1.000 a 15.000 g/m2/24 horas, e em algumas modalidadesde aproximadamente 1.500 a 14.000 g/m2/24 horas.
DESCRIÇÃO DETALHADA
Agora será feita referência com detalhes a váriasmodalidades da invenção, das quais um ou mais exemplos sãoapresentados a seguir. Cada exemplo é fornecido a titulo deexplicação, e não de limitação da invenção. Na verdade, fi-ca aparente aos versados na tecnologia que várias modifica-ções e variações podem ser feitas na presente invenção semfugir do escopo ou espirito da invenção. Por exemplo, ca-racterísticas descritas ou ilustradas como parte de uma mo-dalidade podem ser usadas em uma outra modalidade para ren-der ainda uma modalidade adicional. Dessa forma, pretende-se que a presente invenção cubra tais variações e modifica-ções .
Referente às figuras em geral, a presente inven-ção é direcionada para uma almofada absorvente em geral.Como mencionado, a almofada não é limitada por esse pontode aplicação ou uso pretendido. Com propósitos apenas deexplicação, a almofada é descrita e ilustrada aqui como uma"almofada de baixo" ou almofada de cama 10 que é para sercolocada sob um paciente em várias situações para absorverfluidos corporais, como descrito na figura 1. A almofadaincorpora uma aplicação de tinta seca de carbono ativado 12com propósitos de controle de odor, e não está limitada anenhuma construção de almofada de cama particular, ou com-binação de materiais. Em geral, tais almofadas incorporamuma camada de cobertura permeável a liquido 14, uma estru-tura absorvente 16, e uma folha de fundo impermeável a li-quido ou componente de controle de fluxo 18, como descritona A figura 2. Exemplarmente, materiais não-limitados sãodescritos a seguir.
As almofadas 10 podem ser itens descartáveis, eservem como um beneficio útil em processo de descarte delixo, em que elas continuam a controlar os odores não ape-nas dos fluidos absorvidos pela almofada, mas também doscompostos malcheirosos presentes em outros itens no recipi-ente de lixo.
As almofadas 10 podem ser feitas em vários tama-nhos dependendo do seu uso pretendido, e almofadas de tama-nhos maiores podem ser dobráveis. Desejavelmente, a aplica-ção de tinta de carbono é feita em uma quantidade e padrãode maneira a não degradar a flexibilidade da almofada aponto tal que a almofada não possa ser dobrada.A almofada 10 é desejavelmente fornecida com ca-pacidade suficiente para absorver e reter a quantidade preten-dida e tipos de fluidos ou exudato(s) corporais. A capacidade ab-sorvente é fornecida pela estrutura absorvente retentora defluidos 16, que pode ser qualquer estrutura ou combinação decomponentes que são no geral compressiveis, adaptáveis, não-irritáveis ao contato com a pele, e capazes de reter e ab-sorver líquidos e certos resíduos do corpo. Por exemplo, aestrutura 16 pode incluir um material de membrana absorventede fibras de celulose (por exemplo, fibras de polpa de ma-deira), outras fibras naturais, fibras sintéticas, folhas detecido ou não tecidos e trançados, tecido scrim ou outrasestruturas estabilizantes, materiais superabsorventes, mate-riais aglutinantes, agentes tensoativos, materiais hidrofí-licos e hidrofóbicos selecionados, pigmentos, loções, bemcomo combinações destes. Em uma modalidade particular, mate-rial de membrana absorvente é uma matriz de lanugem de celu-lose, e pode incluir também partículas de formação de hidro-géis superabsorventes. A lanugem de celulose pode compreen-der uma mistura de lanugem de polpa da madeira. Um tipo delanugem preferido é identificado com a designação da marcaNB 416, disponível pela Weyerhaeuser Corp., e é uma polpa demadeira alvejada altamente absorvente contendo basicamentefibras de madeira macia. Os materiais absorventes podem serformados em uma estrutura de manta pelo emprego de váriastécnicas e métodos convencionais. Por exemplo, a membranaabsorvente pode ser formada com uma técnica de formação aseco, uma técnica de formação ao ar, uma técnica de formaçãoúmida, uma técnica de formação de espuma, ou similares, bemcomo combinações destas. Métodos e aparelhos para realizartais técnicas são bem conhecidos na tecnologia.
A estrutura absorvente 16 pode conter materiaissuperabsorventes que são efetivos em reter fluidos corpo-rais. Como regra geral, o material superabsorvente está pre-sente na membrana absorvente em uma quantidade de aproxima-damente O a aproximadamente 90 em peso percentual baseado nopeso total do tecido. Superabsorventes têm a capacidade deabsorver uma grande quantidade de fluidos em relação ao seupróprio peso. Superabsorventes típicos usados em artigos ab-sorventes, tais como guardanapos sanitários, podem absorverem qualquer valor de 5 a 60 vezes o seu peso em fluidos cor-porais. Materiais superabsorventes são bem conhecidos natecnologia e podem ser selecionados de polímeros e materiaisnaturais, sintéticos e naturais modificados.
A estrutura absorvente 16 pode incluir um materialconforme, o termo "material conforme" no geral refere-se amateriais compostos que compreendem uma mistura ou matrizestabilizada de fibras termoplásticas e um segundo materialnão termoplástico. Alguns exemplos de tais materiais confor-me estão revelados nas patentes U.S. 4.100.324 de Anderson,et al.; patente U.S. 5.284.703 de Everhart. et al.; e paten-te U.S. 5.350.624 de Georger. et al.; que estão aqui incor-poradas nas suas íntegras pelas referências a elas com todosos propósitos.
A estrutura absorvente 16 pode ser um componentemulticamadas e pode incluir, por exemplo, uma camada de ad-missão ou de aumento momentâneo de fluxo, ou outros tiposde camadas de transferência em combinação com a membranaabsorvente subjacente. Tais combinações de materiais sãobem conhecidas pelos versados na tecnologia.
A camada de cobertura permeável a fluidos 14 temuma superfície voltada para fora que pode entrar em contatocom o corpo do usuário e receber fluidos ou exudato(s) cor-porais. A cobertura superior 14, desejavelmente, é feita deum material que é flexível e não-irritante ao usuário. Naforma aqui usada, o termo "flexível" é para referir-se a ma-teriais que são conformes e que se adequam facilmente àforma da(s) superfície(s) corpóreas com as quais tais mate-riais estão em contato, ou materiais que respondem pela de-formação facilmente na presença de forças externas. A co-bertura superior 14 é fornecida para flexibilidade e con-forto e funciona para direcionar fluidos e exudato(s) corpo-rais para fora do corpo, por meio da cobertura superior 14,e em direção à estrutura absorvente 16. A cobertura superi-or 14 deve reter pouco ou nenhum líquido em sua estruturapara que essa cobertura forneça uma superfície não irritan-te e relativamente confortável próxima à pele do paciente.A cobertura superior 14 pode ser construída de material te-cido ou não tecido que é facilmente penetrado pelos fluidoscorporais que entram em contato com a superfície da cober-tura. Exemplos de materiais de cobertura adequados incluemrayon, tecidos cardados ligados de poliéster, polipropile-no, polietileno, náilon, ou outras fibras de ligação aquente, poliolefinas, tais como co-polímeros de polipropi-leno e polietileno, polietileno linear de baixa densidade,e éteres alifáticos tal como ácido polilático. Mantas defilme finamente perfurados e material de manta também podemser usados. A cobertura pode ter aberturas para aumentar suacapacidade de transferência de fluido. Um exemplo especifi-co de um material de cobertura adequado é um tecido cardadoligado feito de polipropileno e polietileno tal como aqueleusado como estoque de cobertura para materiais absorventesda KOTEX.RTM. e obtido da Sandler Corporation, Alemanha.Outros exemplos de materiais adequados são materiais com-postos de polímeros e materiais de pano não tecido. Os ma-teriais compostos estão tipicamente na forma de folhas in-tegrais no geral formadas pela extrusão de um polímero so-bre uma manta de material formado pela extrusão de filamen-tos contínuos. A cobertura permeável a fluidos 14 pode tam-bém conter uma pluralidade de aberturas formadas nela quesão para aumentar o fluxo em que o(s) fluido (s) corporaispode(m) penetrar pela cobertura e na estrutura absorvente16.
A cobertura superior 14 pode ser mantida em rela-ção segura com a estrutura absorvente 16 por colagem totalou de uma porção das superfícies adjacentes umas às outras.Uma variedade de métodos de colagem conhecidos pelos versa-dos na tecnologia pode ser utilizada para se obter qualqueruma relação segura dessas. Exemplos de tais métodos incluem,mas sem limitações, a aplicação de adesivos em uma variedadede padrões entre as duas superfícies adjacentes, trançando-se pelo menos porções da superfície adjacente do absorventecom porções da superfície adjacente da cobertura, ou fundin-do pelo menos porções da superfície adjacente da coberturaem porções da superfície adjacente do absorvente.
A folha de fundo ou componente de controle de flu-xo 18 pode ser qualquer um dos inúmeros materiais impermeá-veis a líquidos adequados conhecidos na tecnologia para usocomo coberturas externas ou componentes de controle de fluxoem artigos absorventes. Preferivelmente, o componente decontrole de fluxo 18 permitirá a passagem de ar e a misturade vapor para fora da almofada 10, bloqueando ao mesmo tempoa passagem de fluidos corporais. Um material adequado é umapelícula polimérica microembossada, tais como polietileno oupolipropileno, com uma espessura de aproximadamente 0,025 a0,13 milímetros. Películas bicomponentes também podem serusadas, bem como panos tecido e não tecido que foram trata-dos para torná-los impermeáveis a líquidos. Um exemplo espe-cífico de um material componente de controle de fluxo é umapelícula de polietileno tal como aquela usada em absorventesKOTEX.RTM. e conseguida da Pliant Corporation, Schaumburg,III., USA. A cobertura pode ser mantida em relação seguracom a estrutura absorvente 16 pela colagem total ou de umaporção das superfícies adjacentes uma à outra. Uma variedadede métodos de colagem conhecidos pelos versados na tecnolo-gia pode ser utilizada para se obter qualquer tal relaçãosegura. Exemplos de tais métodos incluem, mas sem limita-ções, colagem ultra-sônica, colagem térmica, ou a aplicaçãode materiais adesivos em uma variedade de padrões entre asduas superfícies adjacentes.Pelo menos um dos substratos componentes da almo-fada 10 incorpora uma aplicação seca de uma tinta de carbonoativado 12 para redução de odor. Quando aplicada de acordocom a presente invenção, a tinta é também durável e presenteem um padrão agradável de forma correta em um substrato se-lecionado. De maneira geral, carbono ativado pode ser deri-vado de uma variedade de fontes, tais como de serragem, ma-deira, carvão vegetal, turfa, lignito, carvão betuminoso,casca de coco, etc. Algumas formas adequadas de carbono ati-vado e técnicas para formação destes são descritas nas pa-tentes U.S. 5.693.385 de Parks; 5.834.114 de Economy, etal. , 6.517.906 de Economy, et al.^_ 6.573.212 de McCraer etal. , bem como nas publicações de pedido de patente U.S.2002/0141961 de Falat, et al. e de Hu, et al. , que estão a-qui incorporadas nas suas integras pelas referências com to-dos os propósitos. A concentração de carbono ativado na tin-ta (antes da secagem) é no geral adequada para facilitar ocontrole do odor sem afetar adversamente outras propriedadesdo substrato, tais como sua flexibilidade, absorbância, etc.Por exemplo, o carbono ativado é tipicamente presente natinta em uma quantidade de aproximadamente 1 % em peso a a-proximadamente 50 % em peso, em algumas modalidades de apro-ximadamente 5 % em peso a aproximadamente 25 % em peso, e emoutras modalidades de aproximadamente 10 % em peso a aproxi-madamente 20 % em peso.
A tinta de carbono ativado também no geral contémum aglutinante para aumentar a durabilidade do carbono ati-vado, quando aplicada ao substrato, mesmo quando presente emníveis altos. 0 aglutinante pode também servir como um ade-sivo para colar um substrato a outro substrato. De maneirageral, qualquer um da variedade de aglutinantes pode ser u-sado na tinta de carbono ativado da presente invenção. Aglu-tinantes adequados podem incluir, por exemplo, aqueles quetornaram-se insolúveis em água por reticulação. Reticulaçãopode ser obtida em uma variedade de formas, incluindo porreação do aglutinante com um agente de reticulação polifun-cional. Exemplos de tais agentes de reticulação incluem, massem limitações, dimetilol uréia melamina-formaldeído, uréia-formaldeído, poliamida epicloroidrina, etc.
Em algumas modalidades, um látex de polímero podeser empregado como o aglutinante. O polímero adequado parauso em reticulados tipicamente tem uma temperatura de tran-sição vítrea de aproximadamente 30 0C ou menos, para que aflexibilidade do substrato resultante não seja substancial-mente restrita. Além disso, o polímero também tipicamentetem uma temperatura de transição vítrea de aproximadamente -25 ºC ou mais para minimizar a pegajosidade do látex de po-límero. Por exemplo, em algumas modalidades, o polímero temuma temperatura de transição vítrea de aproximadamente -15ºC a aproximadamente 15 ºC e ,em algumas modalidades, de a-proximadamente -10 0C a aproximadamente 0 °C. Por exemplo,alguns reticulados de polímeros adequados que podem ser uti-lizados na presente invenção podem ser baseados em polímerostais como, mas sem limitações, co-polímeros de estireno-butadieno, homopolímeros de poli(acetato de vinila), copolí-meros de acetato de vinila-etileno, copolímeros de vinila-acetato acrílico, copolimeros de cloreto de vinila-etileno,terpolímeros de acetato de vinila-cloreto vinila-etileno,polímeros de cloreto de polivinila-acrílico, polímeros acrí-licos, polímeros de nitrila, e qualquer outro látex de polí-mero aniônico adequado conhecido na tecnologia.
A carga de reticulados de polímero descrita ante-riormente pode variar facilmente, como é bem conhecido natecnologia, pela utilização de um agente estabilizante quetem a carga desejada durante a preparação do látex do polí-mero. Por exemplo, técnicas específicas para um sistema decarbono ativado / látex do polímero são descritas com maisdetalhes na patente U.S. 6.573.212 de McCrae, at al.. siste-ma de carbono ativado / látex do polímero comercialmentedisponíveis que podem ser usados na presente invenção in-cluem Nuchar® PMA, DPX-8433-68A, e DPX-8433-68B, todos osquais são disponíveis pela MeadWestvaco Corp. of Covington,Virgínia.
Embora reticulados de polímeros possam ser efeti-vamente usados como aglutinantes na presente invenção, taiscompostos algumas vezes resultam na redução na capacidadede se dobrar e um aumento no odor residual. Dessa forma,polímeros orgânicos solúveis em água podem também ser em-pregados como aglutinantes para aliviar tais preocupações.Um outro benefício do aglutinante solúvel em água da pre-sente invenção é que ele pode facilitar a liberação contro-lada da tinta de carbono ativado do substrato em um ambien-te aquoso. Especificamente, mediante contato com uma solu-ção aquosa, o aglutinante solúvel em água dissolve-se eperde algumas de suas qualidades de ligação, permitindo as-sim que outros componentes da tinta de carbono ativado se-jam liberados do substrato. Isto pode ser útil em váriasaplicações, tais como esfregões de superfícies duras em queé desejado que a tinta de carbono ativado seja liberada nopano para controle de odor prolongado.
Uma classe de polímeros orgânicos solúveis em á-gua considerada adequada na presente invenção são polissa-carídeos e seus derivados. Polissacarídeos são polímeroscontendo unidades de carboidratos repetidas, que podem sercatiônicas, aniônicas, não-iônicas e/ou anfóteras. Em umamodalidade particular, o polissacarídeo é um éter de celu-lose não iônico, catiônico, aniônico e/ou anfótero. Éteresde celulose não iônicos adequados podem incluir, mas semlimitações, éteres de alquil celulose, tais como metil ce-lulose e etil celulose; éteres de hidroxialquil celulose,tais como hidroxietil celulose, hidroxipropil celulose, hi-droxipropil hidroxibutil celulose, hidroxietil hidroxipro-pil celulose, hidroxietil hidroxibutil celulose e hidroxie-til hidroxipropil hidroxibutil celulose; éteres de alquilhidroxialquil celulose, tais como metil hidroxietil celulo-se, metil hidroxipropil celulose, etil hidroxietil celulo-se, etil hidroxipropil celulose, metil etil hidroxietil ce-lulose e metil etil hidroxipropil celulose; e assim por di-ante.
Éteres de celulose adequados podem incluir, porexemplo, aqueles disponíveis pela Akzo Nobel of Covington,Virgínia sob o nome de 'BERMOCOLL". Ainda outros éteres decelulose adequados são aqueles disponíveis do Shin-Etsu Che-mical Co., Ltd. de Tokyo, Japão sob o nome "METOLOSE", in-cluindo METOLOSE Tipo SM (metilcelulose), METOLOSE Tipo SH(hidroxipropilmetil celulose), e METOLOSE Tipo SE (hidroxie-tilmetil celulose) . Um exemplo particular de um éter de ce-lulose não iônico adequado é etil hidroxietil celulose tendoum grau de substituição etila (DS) de 0,8 a 1,3 e uma subs-tituição molar (MS) de hidroxietila de 1,9 a 2,9. 0 grau desubstituição de etila representa o número médio de gruposhidroxila presente em cada unidade anidroglicose que reagiu,que pode variar entre 0 e 3. A substituição molar representao número médio de grupos hidroxetila que reagiu com cada u-nidade anidroglicose. Um tal éter de celulose éBERM0C0LLE230FQ, que é um etil hidroxietil celulose disponí-vel comercialmente pela Akzo Nobel. Outros éteres de celulo-se adequados estão também disponíveis pela Hercules, Inc, deWilmington, Delaware sob o nome "CULMINAL."
A concentração total dos aglutinantes pode no ge-ral variar dependendo das propriedades desejadas do substra-to resultante. Por exemplo, altas concentrações totais doaglutinante podem fornecer melhores propriedades físicas pa-ra o substrato coberto, mas podem da mesma forma ter um e-feito adverso em outras propriedades, tais como a capacidadede absorção ou capacidade de extensão do substrato ao qualele é aplicado. Ao contrário, baixas concentrações totais doaglutinante podem não fornecer o nível de durabilidade dese-jada. Dessa forma, na maioria das modalidades, a quantidadetotal de aglutinante empregada na tinta de carbono ativado(antes da secagem) é de aproximadamente 0,01 % em peso a 30% em peso, em algumas modalidades de aproximadamente 0,1 %em peso a 20 % em peso, e em algumas modalidades de aproxi-madamente 1 % em peso a 15 % em peso.
Além dos componentes supramencionados, um agentede mascaramento pode também ser empregado na tinta de carbo-no ativado para alterar ainda mais as propriedades estáticasdo substrato. Isto é, o agente de mascaramento pode aumentara opacidade e/ou alterar a cor da tinta. Para fornecer efei-tos mascarantes ideais, o tamanho das partículas é deseja-velmente menor que o tamanho de quaisquer partículas de car-bono ativado empregadas. Por exemplo, as partículas masca-rantes podem ter um tamanho menor que aproximadamente 100micrometros, em algumas modalidades menor que aproximadamen-te 50 micrometros, e em algumas modalidades menor que apro-ximadamente 25 micrometros. Por exemplo, partículas de car-bono ativado podem algumas vezes ter um tamanho de partícu-la de aproximadamente 35 micrometros. Em tais casos, o ta-manho das partículas mascarantes é tipicamente menor que 35micrometros, e preferivelmente muito menores, tais como me-nores que aproximadamente 10 micrometros. Da mesma forma,as partículas podem ser porosas. Sem pretender ficar limi-tado pela teoria, acredita-se que partículas porosas podemfornecer uma passagem para compostos odoríferos para melhorcontato com o absorvente de odor. Por exemplo, as partícu-las podem ter poros/canais com a diâmetro médio maior queaproximadamente 5 angstroms, em algumas modalidades maiorque aproximadamente 20 angstroms, e em algumas modalidades,maior que aproximadamente 50 angstroms. A área superficialde tais partículas pode também ser maior que aproximadamen-te 15 metros quadrados por grama, em algumas modalidadesmaior que aproximadamente 25 metros quadrados por grama, eem algumas modalidades, maior que aproximadamente 50 metrosquadrados por grama. Área superficial pode ser determinadapelo método de absorção física do gás (B.E.T.) de Bruanau-er, Emmet e Teller, Journal of American Chemical Society,Vol. 60, 1938, p. 309, com nitrogênio como o gás de absor-ção.
Em uma modalidade particular, partículas de carbo-nato porosas (por exemplo, carbonato de cálcio) são usadaspara alterar a cor preta normalmente associada com o carbo-no ativado. Tal mudança da cor pode ser mais agradável es-teticamente ao usuário, particularmente quando a coberturaé empregada em substratos projetados para uso pessoal oupor consumidor. Partículas de carbonato de cálcio brancasadequadas são disponíveis comercialmente pela Omya, Inc. ofProctor, Vermont. Ainda outras partículas adequadas inclu-em, mas sem limitações, silicatos tais como silicato decálcio, silicatos de alumínio (por exemplo, pó de mica, ar-gila, etc.), silicatos de magnésio (por exemplo, talco),sílex, fluoreto de silicato de cálcio, etc.; alumínio; síli-ca; e assim por diante. A concentração das partículas podeno geral variar dependendo da natureza das partículas e daextensão desejada de controle de odor e alteração de cor.Por exemplo, as partículas podem estar presentes na tinta(antes da secagem) em uma quantidade de aproximadamente 0,01% em peso a 30 % em peso, em algumas modalidades de aproxi-madamente 0,1 % em peso a 20 % em peso, e em algumas moda-lidades, de aproximadamente 1 % em peso a 15 % em peso.
Outros compostos, tais como agentes tensoativos,sais eletroliticos, ajustadores de pH, etc. podem tambémser incluídos na tinta de carbono ativado da presente in-venção. Apesar de não requeridos, tais componentes adicio-nais tipicamente constituem uma concentração menor que a-proximadamente 5 % em peso, em algumas modalidades menorque aproximadamente 2 % em peso, e em algumas modalidades,de aproximadamente 0,001 % em peso a 1 % em peso da tintade carbono ativado (antes da secagem). Por exemplo, como ébem conhecido na tecnologia, um sal eletrolítico pode serempregado para controle de temperatura de gelificação de umaglutinante solúvel em água. Sais eletroliticos adequadospodem incluir, mas sem limitações, haletos ou sulfatos al-calinos, tais como cloreto de sódio, cloreto de potássio,etc.; haletos ou sulfatos alcalinos, tais como cloreto decálcio, cloreto de magnésio, etc., e assim por diante.
Para formar a tinta de carbono ativado, seus com-ponentes são primeiro tipicamente dissolvidos ou dispersosem um solvente. Por exemplo, um ou mais dos componentes su-pramencionados podem ser misturados com um solvente, tantosimultaneamente quanto seqüencialmente, para formar umaformulação da tinta que pode ser facilmente aplicada nosubstrato. Qualquer solvente capaz de dissolver ou disper-sar os componentes é adequado, por exemplo água; álcooistais como etanol ou metanol; dimetilformamida; sulfóxido dedimetila; hidrocarbonetos tais como pentano, butano, hepta-no, hexano, tolueno e xileno; éteres tais como éter dietí-Iico e tetraidrofurano; cetonas e aldeidos tais como aceto-na e metil etil cetona; ácidos tais como ácido acético eácido fórmico; e solventes halogenados tais como diclorome-tano e tetracloreto de carbono; bem com misturas destes. Aconcentração de solvente na formulação da tinta é no geralalta o suficiente para permitir fácil aplicação, tratamen-to, etc. Entretanto, se a quantidade de solvente for muitogrande, a quantidade de carbono ativado depositada no subs-trato pode ser muito pequena para fornecer a redução de o-dor desejada. Além disso, a real concentração de solventeempregada no geral dependerá do tipo de carbono ativado edo substrato no qual ele é aplicado, no entanto ele está ti-picamente presente em uma quantidade de aproximadamente 40 %em peso a 99 % em peso, em algumas modalidades de aproxima-damente 50 % em peso a 95 % em peso, e em algumas modalida-des, de aproximadamente 60 % em peso a 90 % em peso da tin-ta (antes de secar). 0 teor de sólidos e/ou a viscosidade da tinta po-dem ser variados para se conseguir o valor da redução deodor desejado. Por exemplo, a tinta pode ter um teor de só-lidos de aproximadamente 5% a 90%, em algumas modalidadesde aproximadamente 10% a 8 0%, e em algumas modalidades deaproximadamente 20% a 70%. Pela variação dos teores de só-lidos da tinta, a presença do carbono ativado e outros com-ponentes na tinta de carbono ativado pode ser controlada.Por exemplo, para formar uma tinta de carbono ativado comum alto nível de carbono ativado, a tinta pode ser forneci-da com um teor de sólidos relativamente alto em que umagrande porcentagem de carbono ativado é incorporada na tin-ta de carbono ativado durante o processo de aplicação. Nogeral, a viscosidade é menor que aproximadamente 2 x 106centipoise, em algumas modalidades menor que aproximadamente2 x 105 centipoise, em algumas modalidades menor que aproxi-madamente 2 x 104 centipoise, e em algumas modalidades menorque aproximadamente 2 x 103 centipoise, medida com um visco-símetro Brookfield, tipo DV-I ou LVIV, a 60 rotações por mi-nuto e 20 °C. Se desejado, espessantes ou outros modificado-res de viscosidade podem ser empregados na tinta para dimi-nuir ou aumentar a viscosidade.
A tinta de carbono ativado 12 é aplicada ao compo-nente substrato selecionado da almofada 10 em um padrão queapresenta um contraste completo e altamente visível contrauma cor diferente, tais como todas as cores de fundo da al-mofada. Dessa forma, em vez de ficar escondida dentro da al-mofada, a tinta de carbono ativado é usada para mudar a apa-rência geral da almofada. Por exemplo, a tinta de carbonoativado pode ter uma cor escura (por exemplo, preta) aplica-da contra um fundo claro contrastante. Alternativamente, umfundo colorido diferentemente pode contrastar com um fundoescuro fornecido pela tinta do carbono ativado.
O grau relativo de contraste entre a tinta de con-trole de odor e as outras cores pode ser medido por meio deum valor da diferença de níveis de cinza. Em uma modalidadeparticular, o contraste pode ter um valor de nível de cinzade aproximadamente 4 5 em uma escala de 0 a 255, onde 0 re-presenta "preto" e 255 representa "branco." 0 método de a-nálise pode ser feito com um Quantimet 600 Image AnalysisSystem (Leica, Inc., Cambridge, UK). Este software do siste-ma (QWIN Version 1.06A) permite que um programa seja usadono Quantimet User Interactive Programming System (QUIPS) pa-ra fazer assim as determinações dos níveis de cinza. Um con-trole ou nível-branco do "vazio" pode ser preparado usandofilme fotográfico Polaroid não revelado. Uma escala de nívelcinza de 8 bits pode então ser usada (0-255) e o programapermitir que um nível de luz seja preparado usando-se umfilme fotográfico como o padrão. Uma região contendo uma ou-tra cor (por exemplo, fundo ou pano de frente) pode entãoser medida com relação ao seu valor de nível cinza, seguidopela mesma medição da tinta de carbono ativado. A rotina po-de ser programada para calcular automaticamente o valor donível cinza da tinta de carbono ativado. A diferença nos va-lores de nível cinza entre a tinta de carbono ativado e aoutra cor pode ser de aproximadamente 4 5 ou mais em uma es-cala de 0-255, onde 0 representa "preto" e 255 representa"branco".
0 estilo ou tipo particular da tinta de carbonoativado padrão não é um fator limitante da invenção, e podeincluir, por exemplo, qualquer arranjo de listras, faixas,pontos, ou outra forma geométrica. 0 padrão pode incluirsímbolos (por exemplo, marcas registradas, textos e logoti-pos) , desenhos florais, desenhos abstratos, qualquer confi-guração de trabalho de arte, etc. 0 padrão pode ser direcio-nado para uma classe especifica de consumidores. Por exem-plo, no caso de calças de ginástica ou fraldas, o padrão po-de ser na forma de personagens de desenho animado, animais,e assim por diante. Pode-se perceber que o "padrão" pode to-mar verdadeiramente qualquer aparência desejada.
No entanto, a tinta de carbono ativado cobre usu-almente aproximadamente 25% a 95% da área superficial dosubstrato, em algumas modalidades aproximadamente 30% a 90%da área superficial do substrato, e em algumas modalidades,aproximadamente 30% a 50% da área superficial de uma ou maissuperfícies do substrato. Uma aplicação padronização comoesta não tem apenas uma melhor aparência estética, em compa-ração com as tintas uniformemente aplicadas, mas os presen-tes inventores também descobriram que a tinta padronizadapode ainda obter uma boa redução de odor. A aplicação padro-nizada de tinta de carbono ativado pode também ter váriosoutros benefícios funcionais, incluindo otimização da flexi-bilidade, absorbância, ou algumas outras características dosubstrato. A aplicação padronizada de tinta de carbono ati-vado pode também fornecer diferentes propriedades de contro-le de odor para múltiplas localizações do substrato. Por e-xemplo, em uma modalidade, o substrato é tratado com duas oumais regiões de tinta de carbono ativado que podem ou não sesobrepor. As regiões podem estar na mesma superfície dosubstrato, ou em superfícies diferentes. Em uma modalidade,uma região de um substrato é coberta com uma primeira tintade carbono ativado, enquanto uma outra região é coberta comuma segunda tinta de carbono ativado. Se desejado, uma regi-ão pode ser configurada para reduzir ura tipo de odor, en-quanto uma outra região pode ser configurada para reduzir umoutro tipo de odor. Alternativamente, uma região pode possu-ir um maior nivel de uma tinta de carbono ativado do que umaoutra região ou substrato para fornece diferentes níveis deredução de odor.
Uma variedade de técnicas pode ser usada para a-plicar a tinta ativada da maneiras supradescrita. Por exem-plo, a tinta pode ser aplicada usando rotogravura ou impres-são de gravura, tanto direta quanto indireta (offset). Im-pressão de gravura inclui diversas técnicas de gravação bemconhecidas, tais como mecânica, gravação por ataque químicopor ação de ácido, eletrônica e gravura a laser cerâmica.
Tais técnicas de impressão fornecem excelente controle dadistribuição da composição e fluxo de transferência. Impres-são de gravura pode fornecer, por exemplo, de aproximada-mente 10 a 1000 depósitos por polegada linear de superfí-cie, ou de aproximadamente 100 a 1.000.000 depósitos porpolegada quadrada. Cada depósito resulta de uma célula in-dividual em um rolo de impressão, e assim a densidade dosdepósitos corresponde à densidade das células. Um exemplode gravura eletrônica adequada para uma zona de distribui-ção primária é de aproximadamente 200 depósitos por polegadalinear de superfície, ou aproximadamente 40.000 depósitospor polegada quadrada. Provendo-se um grande número de de-pósitos pequenos, a uniformidade da distribuição do depósi-to pode ser melhorada. Também, por causa do grande númerode depósitos pequenos aplicados na superfície do substrato,os depósitos se solidificam mais facilmente nas porções defibra expostas. Técnicas de impressão de gravura adequadassão também descritas na patente U.S. 6.231.719 de Garvey,et al., que está aqui incorporada na sua integra pela refe-rência com todos os propósitos. Além disso, além da impres-são de gravura, entende-se que outras técnicas de impres-são, tal como impressão flexográfica, podem também ser usa-das para aplicar o revestimento.
Ainda uma outra técnica de impressão por contatoadequada que pode ser utilizada na presente invenção é"impressão por tela". Impressão por tela é feita manualmen-te ou fotomecanicamente. As telas podem incluir uma malhade tecido de seda ou náilon, por exemplo, com aproximada-mente 40 a 120 aberturas por centímetro linear. 0 materialda tela é fixado a um quadro e esticado para fornecer umasuperfície lisa. 0 estêncil é aplicado no lado inferior datela, isto é, o lado em contato com o substrato pelos quaisos canais fluídicos devem ser impressos. A tinta é colocadana tela e transferida passando um rodo na tela (que fica emcontato com o substrato).
Técnicas de impressão jato de tinta podem tambémser empregadas na presente invenção. Impressão jato de tin-ta é uma técnica de impressão sem contato que envolve for-çar a tinta por meio de uma extremidade muito pequena (ouuma série de extremidades) para formar gotas que são dire-cionadas para o substrato. Duas técnicas são no geral uti-lizadas, isto é, "D0D" gota sob demanda) ou impressão jatode tinta "contínua". Em sistemas contínuos, a tinta é emi-tida em uma corrente contínua sob pressão por meio de pelomenos uma extremidade ou orifício. A corrente é perturbadapor um atuador de pressurização para quebrar a corrente emgotículas a uma distância fixa do orifício. Sistemas DOD,por outro lado, usam um atuador de pressurização em cadaorifício para quebrar a tinta em gotículas. 0 atuador depressurização em cada sistema pode ser um cristal piezoelé-trico, um dispositivo acústico, um dispositivo térmico, etc.A seleção do tipo de sistema de jato de tinta varia com otipo de material a ser impresso pela cabeça de impressão.Por exemplo, materiais condutores são algumas vezes exigidospara sistemas contínuos porque as gotas são eletrostatica-mente defletidas. Dessa forma, quando o canal de amostra éformado de um material dielétrico, técnicas de impressão DODpodem ser mais desejáveis.
Além do mais, para as técnicas de impressão men-cionadas anteriormente, qualquer outra técnica de aplicaçãoadequada pode ser usada na presente invenção. Por exemplo,outras técnicas de impressão adequadas podem incluir, massem limitações, tais como impressão laser, impressão com fi-ta térmica, impressão por pistão, impressão por pulveriza-ção, impressão flexográfica, etc. Ainda outras técnicas deaplicação adequadas podem incluir barra, rolo, faca, corti-na, aspersão, matriz recartilhada, revestimento por imersão,revestimento por queda, extrusão, aplicação de estêncil,etc. Tais técnicas são bem conhecidas pelos versados na tec-nologia .
Sem levar em consideração os métodos de aplicação,o substrato de controle de odor pode algumas vezes ser secoa uma certa temperatura para excitar o solvente da tinta decarbono ativado. Por exemplo, o substrato pode ser aquecidoa uma temperatura de pelo menos aproximadamente 50 °C, emalgumas modalidades de pelo menos aproximadamente 70 °C, eem algumas modalidades, de pelo menos aproximadamente 80 °C.Para minimização da quantidade de solvente na tinta de car-bono ativado, uma grande área superficial de carbono ativadopode estar disponível para entrar em contato com os compos-tos odoríferos, aumentando assim a redução do odor. Entre-tanto, deve-se entender que quantidades de solvente relati-vamente pequenas podem ainda estar presentes. Por exemplo, atinta seca pode conter um solvente em uma quantidade menorque aproximadamente 10 % em peso, em algumas modalidades me-nor que aproximadamente 5 % em peso, e em algumas modalida-des, menor que aproximadamente 1 % em peso.
Quando secas, as porcentagens relativas e o nívelde adição de sólidos da cobertura de carbono ativado resul-tante podem variar para se obter o nível de controle de odordesejado. O "nível de adição de sólidos" é determinado sub-traindo o peso do substrato não tratado do peso do substratotratado (após secagem), dividindo-se o peso calculado pelopeso do substrato não tratado, e multiplicando-se por 100%.Um benefício particular da presente invenção é que níveisde carbono ativado e altos níveis de sólidos adicionadossão alcançáveis sem um sacrifício substancial na durabili-dade da cobertura. Em algumas modalidades, por exemplo, onível de adição da tinta de carbono ativado é pelo menosaproximadamente 2%, em algumas modalidades de aproximadamen-te 4% a 40%, e em algumas modalidades, de aproximadamente 6%a 35%. Adicionalmente, a cobertura pode conter de aproxima-damente 10 % em peso a 80 % em peso, em algumas modalidadesde aproximadamente 20 % em peso a 70 % em peso, e em algumasmodalidades de aproximadamente 40 % em peso a 60 % em pesode carbono ativado. Da mesma forma, a cobertura pode tambémconter de aproximadamente 10 % em peso a 80 % em peso, emalgumas modalidades de aproximadamente 10 % em peso a 60 %em peso, e em algumas modalidades de aproximadamente 30 % empeso a 50 % em peso de aglutinante.
Para melhorar ainda mais a atração estética dosubstrato de controle de odor, uma ou mais tintas adicionaispodem também ser empregadas que contrastam com a cor da tin-ta de carbono ativado (por exemplo, preto). Cores possíveisque contrastam bem com uma tinta preta incluem, por exemplo,branca, amarela, azul esverdeado, cor púrpura, vermelha,verde, azul, etc. Entretanto, qualquer tinta pode no geralser empregada, desde que algumas diferenças perceptíveis e-xistam entre as cores das tintas. Para fornecer a cor dese-jada, a tinta colorida pode incluir um corante, tais como umpigmento, corante, etc. O corante pode constituir de aproxi-madamente 0,01 a 20 % em peso, em algumas modalidades de a-proximadamente 0,1 % em peso a 10 % em peso, e em algumasmodalidades de aproximadamente 0,5 % em peso a 5 % em pesoda tinta colorida. Por exemplo, o corante pode ser um pig-mento orgânico e/ou inorgânico. Alguns exemplos de pigmentosorgânicos comercialmente disponíveis que podem ser usados napresente invenção incluem aqueles que são disponíveis pelaClariant Corp. of Charlotte, N.C., sob a designação de marcaGRAPHTOL® ou CARTAREN®. Outros pigmentos, tais como compos-tos falsos (lagoa azul, lagoa vermelha, lagoa amarela,etc.), podem também ser empregados. Corantes orgânicos e/ouinorgânicos podem também ser utilizados como um corante.Classes de corantes orgânicos exemplares incluem corantestriarilmetila, corantes monoazo, corantes tiazina, corantesoxazina, corantes naftalimida, corantes azina, corantes cia-nina, corantes índigo, corantes cumarina, corantes benzimi-dazol, corantes paraquinoidal, corantes fluoresceína, coran-tes de sal diazônio, corantes diazo azóico, corantes fenile-nodiamina, corantes diazo, antraquinona corantes, corantestriazo, corantes xanona, corantes proflavina, corantes sul-fonaftaleína, corantes ftalocianina, corantes carotenóides,corantes ácido carmínico, corantes azure, corantes acridina,e assim por diante. Uma classe de corantes particularmenteadequada inclui compostos de antraquinona, que podem serclassificados para identificação pelos seus números de índi-ce de Cor (CI). Por exemplo, algumas antraquinonas adequadasque podem ser usadas na presente invenção, classificadas pe-lo número "Cl1, incluem Ácido Preto 48, Ácido Azul 25 (D&CVerde No. 5), Ácido Azul 40, Ácido Azul 41. Ácido Azul 45,Ácido Azul 129, Ácido Verde 25, Ácido Verde 27, Ácido Verde41. Mordante Red Il(Alizarin), Mordante Preto 13 (AlizarinaAzul Preto Β) , Mordante Vermelho 3 (Alizarina Red S) , Mor-dante Violeta 5 (Alizarina Violeta 3R), Vermelho natural 4(Ácido Carmínico), Dispersante Azul 1. Dispersante Azul 3,Dispersante Azul 14, Vermelho natura 116 (Purpurina), Ver-melho natural 8, Azul Reagente 2, e assim por diante.
Além de um corante, a tinta pode também incluirvários outros componentes como é bem conhecido na tecnologi-a, tais como corantes estabilizadores, fotoiniciadores, a-glutinantes, solventes, agentes tensoativos, umectantes, bi-ocidas ou bioestáticos, sais eletroliticos, ajustadores depH, etc. Por exemplo, vários componentes para uso em umatinta estão descritos nas patentes U.S. 5.681.380 de Nohr,et al, e 6.542.379 de Nohr et al., que estão aqui incorpora-das nas suas integras pela referência com todos os propósi-tos. Tais tintas tipicamente contêm água como um solventeprincipal, e particularmente água deionizada em uma quanti-dade de aproximadamente 20 % em peso a 95 % em peso da tin-ta. Vários co-solventes podem também ser incluídos na formu-lação da tinta. Exemplos de tais co-solventes incluem umlactama, tal como N-metil pirrolidona. Outros exemplos deco-solventes opcionais incluem N-metilacetamida, N-metilmorfolina-N-óxido, N,N-dimetilacetamida,N-metil forma-mida, propifenoglicol-monometiléter, sulfona de tetrametile-no, e tripropilenoglicolmonometiléter. Ainda outros co-solventes que podem ser usados incluem propilenoglicol etrietanolamina (TEA). Se um co-solvente de base acetamida éincluído na formulação, este é tipicamente presente dentrode uma variação de aproximadamente 1 a 12 % em peso.
Umectantes podem também ser utilizados, tal comoem uma quantidade entre aproximadamente 0,5 e 20 % em pesoda tinta. Exemplos de tais umectantes incluem, mas sem Iimi-tações, etileno glicol, dietileno glicol, glicerina, polie-tileno glicol 200, 400 e 600, propano 1.3 diol, éteres pro-pileno-glicolmonometil, tal como Dowanol PM (Gallade Chemi-cal Inc., Santa Ana, CA), álcoois poliidratados; ou combina-ções destes. Outros aditivos podem também ser incluídos paramelhorar o desempenho da tinta, tal como um agente quelantespara seqüestrar íons metálicos que poderiam se tornar envol-vidos em mais reações químicas com o tempo, um inibidor decorrosão para ajudar a proteger os componentes metálicos dosistema de liberação da tinta ou impressora, um biocida oubioestático para controlar o crescimento de bactérias, fun-gos, ou leveduras na tinta, um agente tensoativo para ajustara tensão superficial da tinta, ou um desespumante. Se forincluído um agente tensoativo, esse é tipicamente presenteem uma quantidade entre aproximadamente 0,1 a 1,0 % em peso.Se for incluído um inibidor de corrosão, esse é tipicamentepresente em uma quantidade entre aproximadamente 0,1 a 1,0 %em peso. Se for incluído um biocida ou bioestático, esse étipicamente presente em uma quantidade entre aproximadamente0,1 a 0,5 % em peso.
As tintas coloridas podem ser formadas por qual-quer processo conhecido. Por exemplo, um tal processo envol-ve misturar todos os componentes entre si, aquecer a misturaà temperatura de aproximadamente 4 0 0C a 55 0C por um perío-do de aproximadamente 2 a 3 horas, resfriar a mistura à tem-peratura ambiente (tipicamente de aproximadamente 10 0C a 35°C), e filtrar a mistura para obter uma tinta. A viscosidadeda tinta resultante tipicamente não é mais que aproximada-mente 5 centipoise, e em algumas modalidades é de aproxima-damente 1 a 2,5 centipoise.
0 processo para formação de substrato padronizadotendo uma tinta de carbono ativado e uma tinta adicional po-de envolver aplicar seqüencialmente as tintas em uma ou maissuperfícies do substrato. A tinta colorida pode ser aplicadana mesma superfície da tinta de carbono ativado para que umpadrão facilmente visível seja obtido. Alternativamente, atinta de carbono ativado e a tinta colorida podem ser apli-cadas em superfícies opostas para que a tinta colorida atuecomo um fundo contrastante para a tinta de carbono ativado.A tinta colorida pode no geral ser aplicada usando qualquermétodo conhecido, tais como aqueles referenciados anterior-mente. A tinta colorida pode ser aplicada uniformemente nasuperfície do substrato, ou aplicada no padrão que cobre umaárea superficial menor que 100%.
Quando utilizadas, as tintas de carbono ativado ecolorida podem ser aplicadas em uma relação de sobreposiçãoe não-sobreposição. Por exemplo, em uma modalidade, a tintacolorida pode ser impressa por cima da tinta de carbono ati-vado em uma relação de sobreposição. Em uma modalidade al-ternativa, a tinta de carbono ativado é impressa por cima dacolorida 12. Em outros casos, a tinta de cima no geral nãocobre por completo a área de superfície da tinta base. Issoé para garantir que a tinta de carbono ativado possa absor-ver e entrar em contato com compostos odoríferos, e que umpadrão claro seja observado. Por exemplo, a tinta da partesuperior pode cobrir menos que aproximadamente 90%, em algu-mas modalidades menos que aproximadamente 7 5%, e em algumasmodalidades, menos que aproximadamente 50% da área superfi-cial da tinta base.
Por outro lado, a tinta colorida e a tinta de car-bono ativado podem ser aplicadas em uma relação de não-sobreposição. Uma relação de não-sobreposição como essa podeproporcionar uma variedade de benefícios para as caracterís-ticas de controle de odor resultantes do substrato revesti-do. Por exemplo, em certos casos, a tinta de carbono ativadopode ter um efeito adverso na flexibilidade, absorbânciae/ou alguma outra característica do substrato. Pela minimi-zação da área contínua que a tinta de carbono ativado é a-plicada, qualquer tal efeito adverso é minimizado. Além dis-so, uma relação de não-sobreposição pode também fornecer umadefinição mais clara do padrão fornecido pelas tintas.
A efetividade do substrato de controle de odor dapresente invenção em reduzir o odor pode ser medida em umavariedade de formas. Por exemplo, a porcentagem de um com-posto odorífero absorvido pelo substrato de controle de o-dor pode ser determinada usando-se o teste de cromatografiagasosa de topo livre da maneira aqui apresentada. Em algu-mas modalidades, por exemplo, o substrato de controle de o-dor da presente invenção é capaz de absorver pelo menos a-proximadamente 25%, em algumas modalidades pelo menos apro-ximadamente 45%, e em algumas modalidades, pelo menos apro-ximadamente 65% de um composto particular. A efetividade datinta de carbono ativado em remover odores pode também sermedida em termos de "Eficiência de Absorção Relativa", queé também determinada usando cromatografia gasosa de topolivre e medida em termos de miligramas de odor absorvidopor grama da tinta de carbono ativado. Deve-se perceber quea composição química superficial de qualquer tipo de tintade carbono ativado pode não ser adequada para reduzir todosos tipos de odores, e que a baixa absorção de um ou maiscompostos odoríferos pode ser compensada por uma boa absor-ção de outros compostos odoríferos.
Modalidades ilustrativas particulares de uma al-mofada de cama absorvente 10 estão ilustradas nas figuras 2a 6. Pode-se perceber que estas modalidades têm propósitosapenas ilustrativos, e que qualquer variação de padrões detinta de carbono ativado 12 e tinta contrastante 15 aplica-das a qualquer combinação de materiais da almofada 10 estãodentro do escopo e espírito da invenção.
Com a modalidade da figura 2, a almofada incluiuma camada de cobertura 14 que tem um padrão de listras datinta de carbono ativado 12 aplicado nela. Nessa modalidadeparticular, a tinta de carbono ativado 12 é aplicada somen-te na camada de cobertura. A almofada inclui uma estruturaabsorvente subjacente 16, que pode incluir uma membrana ab-sorvente 17, e uma camada admissão ou distribuição de flui-do 19. Pode-se perceber que a estrutura absorvente 16 podeconter qualquer combinação de substratos usados para admi-tir e absorver fluido que é depositado sobre uma camada decobertura 14. A estrutura absorvente 16 nesse caso apresentauma cor contrastante com o padrão listrado da tinta de car-bono ativado 12.A figura 3 representa uma modalidade em que o pa-drão de tinta contrastante 15 é aplicado na estrutura absor-vente subjacente 16. 0 padrão de tinta de carbono ativado 12é aplicado na camada de cobertura 14 na forma de um padrãofloral que é disposto acima das listras de tinta contrastan-te 15 aplicadas no absorvente subjacente 16. Com esta moda-lidade particular, as listras da tinta contrastante 15 sãovisíveis por meio da camada de cobertura 14 e apresentam umfundo contrastante com o padrão floral de tinta de carbonoativado 12.
Com a modalidade da figura 4, o padrão de tinta decarbono ativado 12 é aplicado em padrão listrado no absor-vente subjacente 16. Nessa modalidade particular, o únicocomponente da almofada 10 incorporado à tinta 12 é o absor-vente subjacente 16, e o padrão de listras é visível pormeio da camada de cobertura 14.
Com a modalidade da figura 5, um primeiro padrãode tinta de carbono ativado 12 é aplicado no absorvente sub-jacente 16 e é visível por meio da camada de cobertura 14.Um segundo padrão de tinta de carbono ativado 12 é aplicadona camada de cobertura 14 e sobrepõe-se parcialmente ao pa-drão de base aplicado na estrutura absorvente 16. Dessa for-ma, o carbono ativado de base 12 e a cor de fundo da estru-tura absorvente 16 apresentam um contraste com o padrão decarbono ativado 12 aplicado na camada de cobertura 14. Pode-se perceber que as aplicações diferentes da tinta de carbonoativado 12 podem ser completamente sobrepostas, parcialmentesobrepostas, ou não-sobrepostas.Na modalidade da figura 6, o padrão listrado datinta contrastante 15 é aplicado na estrutura absorventesubjacente 16 e é visível por meio da camada de cobertura14. Um padrão deslocado de tinta de carbono ativado 12 é a-plicado na camada de cobertura 14 de maneira a não se sobre-por ao padrão de tinta contrastante 15. Pode-se perceber quequalquer número de configurações e padrões pode ser usadopara conseguir esse resultado.
A presente invenção pode ser mais bem entendidacom as referências dos seguintes exemplos.
Métodos de Teste
Absorção de odor quantitativa foi determinada nosexemplos usando-se um teste conhecido como "CromatografiaGasosa de Topo Livre." 0 teste Cromatografia Gasosa de TopoLivre foi conduzido em um cromatógrafo gasoso Agilent Tech-nologies 5890, Series II com um amostrador de Topo LivreAgilent Technology 7694 (Agilent Technologies, Waldbronn,Alemanha). Hélio foi usado como o gás carreador (porta deinjeção com uma de pressão: 12,7 psig; pressão do frasco deTopo Livre: 15,8 psig; pressão da linha de fornecimento de60 psig) . Uma coluna DB-624 foi usada para o composto odo-rífero que teve um comprimento de 30 metros e um diâmetrointerno de 0,25 milímetros. Tal coluna é disponível pelaJ&W Scientific, Inc. de Folsom, Califórnia.
Os parâmetros operacionais usados para Cromatogra-fia Gasosa de Topo Livre são mostrados a seguir na Tabela1:Tabela 1 . Parâmetros operacionais para o disposi-tivo de Cromatografia Gasosa de Topo Livre._
<formula>formula see original document page 42</formula>
O procedimento do teste envolveu colocar 0,005 a0,1 grama de uma amostra em um frasco de topo livre de 20centímetros cúbicos (cc) . Usando uma seringa, uma alíquotade um composto odorífero foi também colocada no frasco. Es-pecificamente, o teste foi feito com 2,0 microgsm de etilmercaptano (2,4 microlitros) e 1,8 micrograma (2 microli-tros) de dimetildissulfeto. As amostras foram testadas emtriplicata. Após dez minutos, uma agulha oca foi inseridapor meio de um septo e dentro do frasco. Uma amostra de 1centímetro cúbico do topo livre (ar dentro do frasco) foientão injetada no cromatógrafo de gás. Inicialmente, umfrasco controle com somente a alíquota do composto odorífe-ro foi testado para definir 0% de absorção do composto odo-rífero. Para calcular a quantidade de composto odorífero dotopo livre removida pela amostra, a área de pico para o com-posto odorífero proveniente do frasco com a amostra foi com-parada à área de pico do frasco controle do composto odorí-fero.
EXEMPLO 1.
A capacidade de aplicar a tinta de carbono ativadono substrato para o uso em uma almofada de cama absorventefoi demonstrada. A tinta de carbono ativado foi obtida daMeadWestvaco Corp. sob o nome de "Nuchar PMA", e continha 15% em peso de carbono ativado, 12 % em peso de aglutinanteestireno-acrílico, e 73 % em peso de água. A tinta foi re-vestida em uma película de polietileno, tecido de celulose,e tecido SMS usando um sistema de impressão de gravura off-set para imprimir uniformemente a tinta de carbono ativadoem um lado dos respectivos substratos. 0 nível de adição derevestimento estava entre 3-10 gsm. Os substratos revestidosforam então incorporados em uma almofada de cama absorventeobtida comercialmente.
A Tabela 2 mostra, os níveis de tinta de carbonoativado adicionada de uma membrana absorvente de um tecidode papel de celulose substituído nas almofadas de cama.
Tabela 2: Amostras de Tecido de Papel de Celulose<table>table see original document page 44</column></row><table>
As amostras de tecido de papel foram então testa-das com relação à sua capacidade de remoção do etilmercapta-no (EtSH), amônia (NH3) e trietilamina (TEA) e dimetilsulfe-to dos compostos odoriferos usando o teste de CromatografiaGasosa de Topo Livre descrito anteriormente. Os resultadosestão apresentados a seguir na Tabela 3.
Tabela 3: Análise de Redução de Odor do Tecido de
Papel Revestido com tinta de Carbono<table>table see original document page 44</column></row><table> Dessa forma, pela análise de Topo Livre GC, o re-vestimento de carbono ativado tem uma excelente absorção deamônia, odores a base de enxofre e a base de amina. Estesodores são os principais componentes de malcheirosos taiscomo urina, fezes (animal e humana), suor, odores de animaisde estimação, mofo/bolor, comidas estragadas tais como car-nes e vegetais. Almofadas de acordo com a invenção incorpo-rando uma tinta de carbono ativado têm a utilidade de absor-ver e reduzir estes odores comuns. As almofadas poderiam serusadas para aplicações adicionais tais com almofadas de camapara animais de estimação, para troca de fralda, almofadaspara preparação ou armazenamento de comida, revestimentos ouinsertos de saco de coleta de lixo, revestimentos ou inser-tos de baldes de fraldas usadas.
Avaliação de Almofadas Modelo para Controle de 0-dor de Urina
Uma série de avaliações de painel de classificação de odores de urina humana foi conduzida nas almofadas paraconfirmar situações de odor no mundo real e determinar a e-ficiência e eficácia das almofadas. Almofadas para inconti-nência feminina (POISE® almofada da Kimberly-Clark Corp.)foram usadas como modelos para almofadas de cama, uma vezque elas são construídas de maneira similar e têm componen-tes similares. 0 menor tamanho das almofadas POISE® permiti-ram que as almofadas de amostra se encaixassem em uma jarraMason para avaliação e classificação por pessoas treinadasno painel de odor. As almofadas POISE® são construídas comum revestimento lateral do corpo de não tecido permeável afluido, uma camada de incremento disposta abaixo do revesti-mento lateral do corpo, uma atadura envolta de tecido de Ia-nugem celulósica e Partículas Superabsorventes (SAP) debaixoda camada de incremento, e uma película de PE impermeável afluido como o revestimento lateral da roupa. A tinta de car-bono ativado pode facilmente ser aplicada a qualquer dos vá-rios componentes da almofada.
O estudo do painel de avaliação do odor da urina(ORP) foi feito em Almofadas POISE® regulares (para cuidadosde adultos) tendo tiras de tecido revestido com tinta decarbono ativado, material não tecido, ou película de polie-tileno colocada em vários locais dentro das almofadas. Asalmofadas foram então impregnadas com urina feminina coleta-da (60 mililitros) e incubadas por 24 horas em jarras Mason(1 quarto) com tampas. Doze mulheres de uma equipe classifi-caram as almofadas em ordem descendente de intensidade deodor de urina. 0 estudo incluiu almofadas POISE® e SerenityNight & Day como controles. A almofada com o odor mínimo foium desenho em que a embalagem do tecido existente foi troca-da com o tecido revestido de tinta de carbono.
A Tabela 4 mostra a classificação de todas as in-tensidades de odor de urina para todos os códigos colocadosno estudo.
Tabela 4: Estudo OPR Classificação de Odor de U-rina
<table>table see original document page 46</column></row><table>Carbono H1500 (5 mg de pó de car- bono) 17, 6Película de polietileno revestida com carbono (34 mg de carbono por almofada) 9,7Envoltório de tecido revestido com carbono (TW2, 21 mq carbono por almofada) 8,0Envoltório de tecido revestido com carbono (TW 1,31 mg carbono por almofada) 5,3 {mínimo odor)
Os resultados anteriores (veja Tabela 4) mostramque as almofadas contendo tinta de carbono têm significan-temente menos odor de urina que os controles. Dos substra-tos revestidos com tinta de carbono, as amostras de envol-tório de tecido tratado com tinta de carbono tiveram o me-nor odor de urina. A diferença entre o envoltório de tecido1 (TWl) e o envoltório de tecido 2 (TW2) foi que TW tinhamiligsm a mais de carbono que TW2.
Um resultado surpreendente do estudo foi que apelícula de polietileno com um lado revestido com a tintade carbono e inserida na base da almofada atrás de todos oscomponentes absorventes ainda teve capacidade de remoção deodor significante.
Deve-se notar também que a almofada com pó decarbono ativado não teve um desempenho tão bom quanto ossubstratos revestidos com tinta de carbono. Isto pode seratribuído em parte ao fato de a tinta de carbono prover umsubstrato revestido de grande área superficial para máximaabsorção de odor. 0 pó tem uma área superficial menor poralmofada e, portanto, não absorve muito o odor. Este a Imo-fada não forneceu uma redução significante de odor de uri-na.
Um estudo adicional foi realizado com substratosrevestidos à mão que foram incorporados nas almofadasPOISE®. Este estudo foi para explorar o efeito do uso dedesenhos diferentes para cobrir a bandagem (SAP/lanugem) epara determinar o efeito na redução de odor. O seguintedescreve os métodos usados:
•Total troca de envoltório de tecido com o tecidorevestido de carbono.
•Tecido revestido de carbono cobrindo o compri-mento da bandagem com o lado esquerdo da abertura da banda-gem (descoberta).
•Cobrir as extremidades da bandagem somente comtecido disposto molhado revestido com carbono.
O odor de urina foi avaliado pelo painel ORP. Osresultados são mostrados na Tabela 5 a seguir.
Tabela 5. Estudo do Painel de Classificação deOdor da Urina
<table>table see original document page 48</column></row><table><table>table see original document page 49</column></row><table>
Os resultados anteriores mostram que simplesmentetrocar o envoltório de tecido pelo envoltório de tecido re-vestido de carbono reduz significantemente o odor de urinana almofada. Cobrir parcialmente a bandagem reduziu o odorde urina, mas não tão bem quanto o envoltório de tecido to-tal.
Avaliação da Redução de Odores de Gasolina, Alhoe Cigarros das almofadas
Para explorar adicionalmente a utilidade das al-mofadas de acordo com a invenção, foi conduzida uma avalia-ção de odor para avaliar a aplicação das almofadas para re-mover outros odores comuns. O painel de classificação doodor foi conduzido pela colocação de 3" x 3" quadrados detecido revestido com tinta de carbono dentro de jarras Ma-son (um quarto) que já continham amostras dos seguintes ma-teriais odoriferos comuns:
•0,25 mL de gasolina regular
•100 mg de alho em lascas fresco.
•Tocos de cigarro (previamente fumados e apaga-dos) .
Uma série idêntica de jarras controle foi prepa-rada nas quais foram colocadas amostras de tecido não re-vestido (controle) . Os membros da equipe de odor foram so-licitados a avaliar e classificar as jarras Mason pela in-tensidade do odor. As jarras Mason foram envoltas com umfilme de alumínio no lado de fora para garantir um estudocego. A tabela seguinte mostra os resultados do estudo dopainel de classificação do odor. Tabela 6: Estudo de clas-sificação do Odor de almofadas com Odores de Cigarro, Alho e
<table>table see original document page 50</column></row><table>
Estes resultados ilustram uma ampla utilidade eeficiência do substrato revestido com carbono ativado parareduzir e absorver odores normalmente encontrados.
Esteticamente Agradáveis Multicoloridos Impressoscom Carbono Ativado
Folhas de tecido de celulose (envoltório de teci-do) foram impressas com tinta de carbono ativado usando umrolo de borracha preso à mão. Vários estênceis foram com-prados de uma loja de arte e usados como ilustrações parapadrões de impressão tendo diferentes áreas de impressão.Múltiplas cores de tintas (amarelo, azul esverdeado e púr-pura) foram também impressas por meio de um rolo de borra-cha. Em um primeiro experimento, a tinta de carbono ativado(MeadWestvaco, Nuchar PMA) foi aplicada primeiramente noenvoltório de tecido usando o estêncil, seguido pela tintacolorida, por exemplo, amarela, no lado oposto do envoltó-rio de tecido. Por causa da opacidade da tinta de carbono,a cor não penetrou na tinta preta. A cor amarela apresentouum contraste completo ao padrão estêncil da tinta de carbo-no ativado.
Em um experimento separado, duas amostras de en-voltório de tecido foram impressas no mesmo lado com a tin-ta de cor amarela e a tinta carbono (preta) . A primeira a-mostra foi impressa com a tinta amarela como o fundo e atinta de carbono de estêncil sobre a tinta amarela. A outraamostra foi impressa com a tinta de carbono como o fundo ea tinta amarela aplicada sobre a tinta de carbono em um pa-drão de estêncil. Um contraste completo entre as cores foiapresentado em ambas amostras.
Experimentos adicionais foram conduzidos com tintasde múltiplas cores em várias combinações com a tinta de car-bono ativado (preta), incluindo o envoltório de tecido re-vestido em um lado com a tinta carbono e aplicando cor dife-rente de tinta no lado oposto em um padrão de estêncil. Umpadrão contrastante agradável esteticamente e altamente vi-sível foi apresentado em todas as amostras.
Embora a invenção tenha sido descrita em detalhescom respeito às modalidades específicas desta, versados natecnologia percebem que, com um entendimento do exposto, po-de-se facilmente conceber alterações, variações e equivalen-tes dessas modalidades. Conseqüentemente, o escopo da pre-sente invenção deve ser avaliado como os das reivindicaçõesanexas e qualquer equivalente destas.